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InterCorte promove a mais completa etapa do ano, em São Paulo

Evento reuniu diversos elos do agronegócio para debater os desafios e oportunidades do setor

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Cerca de 40 horas de conteúdo oferecidas em três auditórios marcaram a edição de São Paulo da InterCorte, promovida entre os dias 21 e 23 de novembro, no WTC Events Center. A etapa, que se firmou como o principal evento da cadeia produtiva da carne bovina brasileira, reuniu mais de 2 mil pessoas, que puderam conferir as palestras e apresentações de 75 palestrantes e debatedores, além de conferir as novidades tecnológicas expostas pelas mais de 40 empresas e instituições que estiveram na feira de negócios.

“Mais uma vez finalizamos a etapa São Paulo com a certeza do dever cumprido. Reunimos nestes três dias representantes de toda a cadeia produtiva e promovemos os debates e as análises dos desafios e oportunidades do setor”, afirma Carla Tuccilio, diretora do Terraviva Eventos, que realiza a InterCorte.

O evento, que neste ano teve como objetivo abordar a cadeia da pecuária de maneira mais abrangente organizou painéis que buscaram promover a integração entre diferentes setores do agronegócio, por meio de um ambiente mais pluralizado, evidenciando a importância da união da cadeia produtiva de alimentos em prol do crescimento no Brasil. “Nosso objetivo este ano era promover não só a integração da pecuária de corte, como já é tradição da InterCorte, mas também de toda a cadeia produtiva. Fizemos a maior e mais completa etapa da InterCorte, que comprovou a importância da união do setor em prol do crescimento do agronegócio no Brasil”, ressalta Carla.

Rentabilidade e sustentabilidade na pecuária

No primeiro dia, os participantes puderam conferir palestras e apresentações que debateram questões atuais para que o produtor tenha mais conhecimento técnico para sua produção pecuária com sustentabilidade e rentabilidade.

No painel “Caminhos da Genética”, as palestras e exposições mostraram as mais recentes evoluções nesse segmento, especialmente sobre a genômica. Já a Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) foi um dos destaques da programação da InterCorte, sendo discutida em três painéis “Caminhos da ILPF” ao longo do dia. A programação detalhou aspectos dessa estratégia de produção que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área.

Pecuária leiteira

Pela primeira vez, o evento abriu espaço para a pecuária leiteira, no painel “Caminhos do Leite”, que reuniu representantes de diversos elos da cadeia produtiva do leite para debater o cenário atual e os desafios da produção leiteira no país, além de apresentar casos de sucesso. A iniciativa foi seguida por uma degustação de mais de 100 variedades de queijos artesanais produzidos no estado de São Paulo, em parceria com a Associação Paulista do Queijo Artesanal (APQA) e com o Caminho do Queijo Artesanal Paulista, além de vinhos de seis vinícolas paulistas.

Alimentos preparados

Outro tema que foi destaque do evento pela primeira vez foram os alimentos preparados, debatidos no painel “A carne além do churrasco”, no segundo dia da InterCorte. Promovido pela JBS, o painel contou com palestras que apresentaram aos participantes informações sobre o setor, que tem conquistado espaço no Brasil e no mundo, além de convidar os visitantes para uma degustação dos alimentos comercializados pela empresa.

Mulheres no Agro

A importância das mulheres no agronegócio também foi destaque no evento, em uma palestra ministrada pela especialista em equidade de gênero e pesquisadora do tema há mais de 12 anos, Cristina Kerr.

Inovações

Outra novidade da edição deste ano foi um espaço dedicado à apresentação de startups e discussões sobre inovação. O InterTech Agro recebeu uma programação de conteúdo específico desenvolvida para apresentar tecnologias que facilitam a gestão das propriedades e geram mais eficiência à produção animal.

Durante os três dias de programação um júri formado por representantes do setor assistiu apresentações de startups e votaram nas três melhores, que foram premiadas no encerramento do painel, na sexta-feira, no Prêmio Terraviva Startups. A startup Olho do Dono, que oferece um serviço de monitoramento do peso de gados em fazendas, foi a vencedora do prêmio no valor de R$ 30 mil em mídia.

Boi 7.7.7.

A técnica desenvolvida há sete anos pelos pesquisadores do Polo Regional de Colina da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Gustavo Siqueira e Flávio Dutra foi destaque no painel “Caminhos do Boi 7.7.7.”, realizado na manhã da sexta-feira. O painel apresentou um panorama geral do conceito, que permite reduzir a idade de abate dos animais e aumentar o peso de carcaça.

Comunicação do setor com a sociedade

Debater os desafios de se comunicar com a sociedade foi o tema do painel “Caminhos da Comunicação – A comunicação além da porteira”, promovido no último dia do evento. Com a presença do jornalista Ricardo Boechat, o painel reuniu profissionais ligados aos setores de trigo, cacau e algodão para uma troca de informações sobre boas práticas e projetos destes segmentos do agronegócio, que podem servir de inspiração para a pecuária se comunicar melhor com a sociedade.

Carbono e a pecuária

Fechando o evento o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) promoveu o painel “Carbono: uma visão pratica pela ótica da pecuária”, que apresentou as oportunidades de mitigação das emissões por meio de sistemas bem manejados de pastagens. O espaço apresentou orientações técnicas relacionadas às emissões na pecuária e abordou a  questão pela ótica prática.

Fonte: Assessoria

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Notícias Agricultura

Santa Catarina investe R$ 51,4 milhões para aumentar a produtividade das lavouras

Foram mais de 71 mil produtores rurais atendidos em todas as regiões de Santa Catarina

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A diversificação e a qualidade da produção são marcas registradas do agronegócio catarinense. Ao longo de 2020, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural investiu cerca de R$ 51,4 milhões no Programa Terra Boa para apoiar a aquisição de sementes de milho, calcário, melhoria de pastagens, apicultura e cobertura do solo. Foram mais de 71 mil produtores rurais atendidos em todas as regiões de Santa Catarina.

“O Terra Boa é um programa de muito sucesso que vem sendo replicado há vários anos. Um programa que atende o produtor rural de Santa Catarina com calcário, milho, kit forrageira, kit apicultura e kit solo saudável. Nós fazemos com que o incremento na produtividade de milho aconteça em Santa Catarina. E o Estado precisa estimular cada vez mais a produção de milho, além de pesquisar novas alternativas para abastecer as cadeias produtivas de carne e leite. Nossa intenção é que consigamos aportar cada vez mais recursos para atender um número cada vez maior de produtores”, afirma o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

Com o Terra Boa, os produtores rurais têm uma oportunidade e um incentivo para aumentar a produtividade de suas lavouras. No último ano, a Secretaria da Agricultura apoiou a aquisição de 310 mil toneladas de calcário, 216 mil sacas de sementes de milho, 1.799 kits forrageira, 329 kits apicultura, 1.635 abelhas rainha e 248 kits solo saudável. Os produtores contam ainda com a assistência técnica da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) para melhor aplicação dos recursos.

O programa é resultado de um convênio firmado entre as secretaria de Estado da Agricultura e da Fazenda, agroindústrias e cooperativas.

Mais recursos em 2021

O secretário Altair Silva explica que, este ano, o Programa Terra Boa terá um aporte ainda maior de recursos para apoiar a agricultura familiar catarinense. “Está previsto para 2021 um investimento de quase R$ 57 milhões para atender as demandas do setor produtivo. Nós ainda precisamos ampliar muito o Terra Boa, e estamos trabalhando junto aos nossos parceiros para atender a demanda”, ressalta.

O lançamento do programa deve acontecer no início de março, em Jacinto Machado.

Foco na produtividade

Em 2020, o Programa Terra Boa passou por algumas mudanças e focou na distribuição de sementes de milho de alto valor genético, o que gera um rendimento maior por hectare plantado e representa mais de 70% das sementes retiradas pelos produtores.

Incentivar a produção e o aumento na produtividade de milho é uma das principais linhas do Terra Boa. No último ano, o programa destinou mais de R$ 27 milhões para apoiar a aquisição de sementes, beneficiando 54 mil produtores. O Estado é um dos maiores importadores de milho do Brasil, e o grão é fundamental para manter a competitividade do setor produtivo de carnes.

Apoio emergencial

Dentro do Terra Boa, os produtores rurais contaram com um reforço de 17 mil sacas de sementes de milho, num investimento de R$ 8,3 milhões para reduzir os impactos da estiagem. As lavouras de milho e de milho silagem foram as mais prejudicadas com a falta de chuvas, e as cotas extras servirão para o replantio, principalmente nas regiões Oeste, Extremo-Oeste e Meio-Oeste.

Diversificação da atividade econômica

Para diversificar as atividades econômicas e aumentar a renda dos produtores rurais, o Terra Boa apoia ainda a aquisição do kit apicultura, que fornece os equipamentos necessários para a criação de abelhas na propriedade, inclusive abelhas rainhas. Em 2020, foram 356 produtores beneficiados.

Cuidado com o solo

O kit Solo Saudável foi o grande diferencial do Programa em 2020. Pela primeira vez, a Secretaria da Agricultura apoiou a aquisição de insumos para cobertura verde do solo.

Agroconsciente

O Programa Terra Boa está alinhado à nova diretriz do Governo do Estado para o desenvolvimento de ações que oportunizem mais renda aos produtores rurais e pescadores, ganhos ao meio ambiente e maior segurança alimentar à população.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

PIB agro intensifica crescimento em outubro e alta no ano é de quase 17%

Crescimento do PIB agro reflete, pelo lado da oferta, a produção recorde de grãos na safra 2019/2020 e expansões de produção de suínos, aves, ovos e leite

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O ritmo de avanço do PIB do agronegócio brasileiro seguiu intenso em outubro, registrando crescimento de 2,78%, segundo cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizados em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Com isso, a alta acumulada no ano chegou a 16,81%, com o PIB agro mantendo desempenho anual recorde.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que, em abril e em maio, o PIB agro cresceu lentamente, devido aos impactos negativos da pandemia sobre diferentes atividades do setor. No entanto, desde junho, o cenário tem sido marcado por recuperação e aceleração do crescimento. Até setembro, o único segmento que acumulava redução no PIB era a agroindústria de base agrícola. Mas, após apresentar nova recuperação em outubro, o crescimento acumulado para esse segmento se tornou positivo.

De janeiro a outubro, os segmentos primário e de agrosserviços mantiveram destaque, com altas de 40,08% e de 14,74% no PIB, respectivamente. Como destacado em relatórios anteriores, para os agrosserviços, o resultado positivo do PIB reflete a continuidade do abastecimento do mercado doméstico e o excelente desempenho em termos de exportações – implicando em grande uso de serviços de comércio, transporte e armazenagem –, assim como a expansão da prestação de outros serviços às cadeias do agronegócio, como financeiros, de comunicação, jurídicos, contábeis e de consultoria, entre outros –, refletindo sobretudo o forte desempenho da agropecuária e da agroindústria da pecuária.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o forte crescimento do PIB agropecuário reflete, pelo lado da oferta, a produção recorde de grãos na safra 2019/2020 e as expansões de produção de suínos, aves, ovos e leite. Por outro lado, reflete o forte avanço dos preços agropecuários reais, resultado dos aumentos expressivos na demanda, tanto externa quanto doméstica, e do alto patamar da taxa de câmbio.

Fonte: Cepea
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Notícias Feira

Coopavel cancela Show Rural 2021

Em março a cooperativa organizará visitas presenciais para produtores rurais em grupos restritos de pessoas

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Arquivo/OP Rural

A coordenação do Show Rural Coopavel informou nesta quinta-feira (21) o cancelamento da edição que aconteceria em março deste ano. A justificativa, segundo nota assinada pelo presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, é o avanço da pandemia do Coronavírus. Assim, o evento deste ano será realizado somente em versão reduzida e com visitas agendadas para a área de tecnologia da agricultura.

“Em respeito as mais de 40 empresas agrícolas e suas parcelas já plantadas no parque, continuaremos divulgando as novidades da agricultura em nosso canal do YouTube e no mês de março organizaremos visitas presenciais para produtores rurais em grupos restritos de pessoas”, informa a cooperativa.

Com a edição deste ano cancela, o próximo Show Rural Coopavel acontecerá de 07 a 11 de fevereiro de 2022.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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