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ILPF ganha novas versões de softwares para manejo de precisão do componente florestal

Softwares podem ser usados para gerenciar e planejar o componente florestal de ILPF com eucalipto, pinus, cedro-australiano, mogno-africano e teca

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Vanderley Porfírio-da-Silva

A Embrapa Florestas está disponibilizando para download novas versões dos softwares SisILPF para manejo do componente florestal em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Os softwares podem ser usados para gerenciar e planejar o componente florestal de ILPF com eucalipto, pinus, cedro-australiano, mogno-africano e teca. Eles apoiam a tomada de decisões relacionadas a como, quando e quanto desbastar e quando realizar a colheita final. Com base em dados de inventário, os softwares permitem aos usuários simular todas as opções de gerenciamento de componentes de árvore em ILPF; prever a produção presente e futura; conduzir análises econômicas e  dar subsídios às decisões sobre as melhores alternativas para manejar a plantação. Além disso, geram gráficos que mostram a quantidade de carbono sequestrado pelas árvores e o cálculo de quantos animais podem ser mantidos no sistema com emissão de metano compensada.

Os softwares de manejo florestal vêm sendo desenvolvidos desde 1988 pela Embrapa, inicialmente para monocultivos e, desde 2016, também para ILPF. Atualmente, são 25 softwares amplamente utilizados pelo setor florestal brasileiro. Todos os programas compõem a “Família Sis” que, em sua denominação, apresenta o nome popular do gênero ou espécie florestal contemplada.

Com os programas é possível fazer prognoses de produção de madeira no presente e em condições futuras, efetuar análises econômicas e, depois, levar para o campo apenas a melhor alternativa, informa o pesquisador da Embrapa Florestas Edilson Batista de Oliveira que, com parcerias, desenvolveu os softwares. “Eles auxiliam, por exemplo, no planejamento dos desbastes (colheitas parciais, retirando-se linhas e/ou árvores selecionadas) de plantios florestais. Os programas possibilitam simular como o plantio florestal cresce e produz, conforme os regimes de manejo que o próprio usuário indica, bem como calcular o carbono capturado pelas árvores”. “O diferencial dos SisILPF é que eles são aplicados exclusivamente a plantios no sistema de integração lavoura-pecuária-floresta”, informa o pesquisador.

Os softwares atendem a uma série de requisitos fundamentais para o produtor rural: realizam a análise técnica e econômica da plantação florestal, permitem que seja feito o planejamento florestal e o manejo florestal de precisão, calculam o estoque de madeira atual, no momento em que se faz o inventário, e também mostram a projeção a cada ano futuro, separando o volume de madeira em sortimento para finalidades industriais como laminação, serraria, celulose e energia.

Softwares para ILPF disponíveis

  • SisILPF Benthamii
  • SisILPF Cedro
  • SisILPF Dunnii
  • SisILPF Ellottii
  • SisILPF Eucalipto (para sistemas com Eucalyptus urograndis)
  • SisILPF Mogno
  • SisILPF Taeda
  • SisILPF Teca

Fonte: Embrapa Florestas
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Notícias Evento

É amanhã! Começa dia 12 o congresso de tecnologia do CBNA

O evento será 100% online

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Você já está preparado? Nos dias 12 e 13 de maio acontece o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais, organizado pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA).

Realizado no ambiente virtual, para garantir que mesmo nesse momento em que não é possível realizar eventos, o CBNA continua disseminando conhecimento e inovações. Temas como análise de ração, inovações e análises na indústria de rações, peletização, NIRS, processos na fábrica de rações e software entre outros.

Participe do evento!!! Conheça o programa completo e outras informações em:  www.cbnatecnologia.com.br 

Patrocinadores

AB VISTA; AMANDUS KAHL: BIOCAMP; BRUKER DO BRASIL; BÜHLER; CPM BRASIL; EVONIK; FERRAZ MÁQUINAS; FOSS DO BRASIL; NUTRON, MARCA DE NUTRIÇÃO ANIMAL DA CARGILL; PANCOSMA BRASIL; SINDIRAÇÕES e TROUW NUTRITION.

V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais 

12 e 13 de maio

100% online

Atendimento

Fone: 19-3232-7518 cbna@cbna.com.br e cbna@lexxa.com.br

Fonte: Assessoria
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Notícias Certificação

BRF conquista selo Certified Humane de bem-estar animal

Produtores parceiros receberam reconhecimento internacional concedido pela ONG Humane Farm Animal Care

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Produtores rurais integrados, que fornecem aves de corte à BRF para a linha Sadia Bio, acabam de recebera recertificação do selo internacional Certified Humane.O reconhecimento, da ONG Humane Farm Animal Care, é concedido àqueles que aplicam boas práticas de bem-estar animal e, para obtê-lo, as granjas precisam prover um ambiente que estimule o comportamento natural das aves, tais como, ciscar, espojar e bater asas. Ao todo, os 14 produtores integrados obtiveram a recertificação, em 24 núcleos de produção, em 192 aviários, o que beneficia cerca de 26 milhões de aves ao ano.

As aves que vivem nas granjas certificadas são alimentadas com ração vegetal, apenas com cereais, minerais e vitaminas e não recebem nenhum tipo de substância promotora de crescimento, antibióticos preventivos ou mesmo terapêuticos. Desde 2020, a certificação foi ampliada, triplicando o volume de produtos adequados ao protocolo da Certified Humane, endossando o compromisso de evolução do tema na Companhia.

“O conforto e o enriquecimento ambiental são princípios básicos do ambiente de criação das aves. Os produtores parceiros possuem em suas propriedades planos de emergência para direcioná-los em relação ao que fazer em caso de sinistros e recebem treinamentos constantes para assegurar o melhor cuidado com os animais”, explica Mariana Modesto, diretora de Sustentabilidade da BRF. “Além disso, os estoques mínimos de água e ração de qualidade são garantidos. Para água, o estoque é suficiente para 24 horas e, para ração, a capacidade mínima de armazenamento garante um dia de consumo na semana que antecede o abate em 100% das propriedades. Somado aos demais procedimentos, a Companhia está garantindo o atendimento das necessidades das aves de forma constante”, finaliza.

Além do selo Certified Humane, a BRF possui ainda outras certificações que atestam as boas práticas de bem-estar animal, entre elas, Global G.A.Pe National Chicken Council, onde os padrões são avaliados por auditores certificados PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization).

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Setor amplia vendas para nações da Ásia, África e América

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Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas.

O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões, número 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram obtidos US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano (janeiro-abril), as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas, volume 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas.

A receita acumulada no mesmo período chegou a US$ 826,4 milhões, índice 27,1% superior ao efetivado entre janeiro e abril do ano passado, com US$ 650,3 milhões.

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%), Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%), Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%), Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%) e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, exportou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%) e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias  que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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