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FPA recebe academia de liderança da Famato

O evento contou com a presença do presidente do instituto Nilson Leitão, do diretor-geral Edmílson Alves, o senador e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, Zequinha Marinho (Podemos-PA), da deputada Gisela Simona (União-MT), do Diretor de relações institucionais da Famato, Ronaldo Vinha e do Assessor jurídico do Senar, Carlos Ruyttmen ambos do Estado de Mato Grosso.

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Fotos: Divulgação/FPA

Líderes do setor agropecuário do Estado de Mato Grosso se reuniram no Instituto Pensar Agro (IPA) nesta quinta-feira (10) para uma visita técnica para conhecerem de perto as iniciativas do IPA para o fortalecimento do agronegócio e para a promoção de práticas de adesão no setor, e troca de conhecimentos sobre as atividades desenvolvidas pela instituição.

A visita foi realizada como parte da Academia de Liderança 2023, um evento promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), com o objetivo de formar novos líderes e aprimorar as competências dos representantes dos Sindicatos Rurais.

O evento contou com a presença do presidente do instituto Nilson Leitão, do diretor-geral Edmílson Alves, o senador e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, Zequinha Marinho (Podemos-PA), da deputada Gisela Simona (União-MT), do Diretor de relações institucionais da Famato, Ronaldo Vinha e do Assessor jurídico do Senar, Carlos Ruyttmen ambos do Estado de Mato Grosso.

Durante a abertura da reunião, o diretor do IPA, Nilson Leitão, expressou sua satisfação em receber os membros da Famato-MT e do Senar-MT, e enfatizou a importância da parceria da formação de líderes dentro do setor agropecuário. “Quero parabenizar a Federação de Agricultura do Mato Grosso, por esse grande projeto de formar lideranças de sindicatos rurais de cada município para conhecer cada vez mais essa relação do agro com a política brasileira”.

O senador Zequinha aproveitou a visita para apresentar os trabalhos e esforços da FPA em promover políticas e legislações compatíveis com o setor para o desenvolvimento do agronegócio nacional e agradeceu a participação dos convidados. “Quero saudar a Federação de Agricultura do Mato Grosso, juntamente com o Senar, pela iniciativa da criação da Academia de Lideranças. Fazer de cada pessoa, à frente de alguma instituição ou de alguma entidade social, um líder que possa transformar a realidade e multiplicar pensamentos e projetos é fundamental”, disse o parlamentar.

Já a deputada Gisela Simona, que assumiu como suplente do deputado Fábio Garcia (União-MT), aproveitou para se apresentar e destacou a importância do agronegócio para o Estado de Mato Grosso. “Faço parte da FPA e nesse momento eu coloco meu mandato a disposição. Sabemos da importância da atuação de cada um de vocês para a continuidade e o desenvolvimento do nosso estado, e nós estamos aqui realmente nos colocando à disposição de vocês para trabalharmos juntos”.

O Diretor de Relações Institucionais da Famato, Ronaldo Vinha, agradeceu a oportunidade de trazer sua equipe para uma visita técnica ao IPA e pela recepção. “Só temos a agradecer a recepção e pela aula de conhecimento que tivemos aqui no IPA de pessoas como o Nilson Leitão, como o senador Zequinha, do que é hoje a grande dificuldade do agro nacional”, afirmou.

Para o Assessor Jurídico do Senar, Carlos Ruyttmen a colaboração entre o IPA e a Famato, irá gerar resultados valiosos para o futuro do agronegócio. “Para nós é uma grande honra estar representando os produtores rurais de Mato Grosso. Trouxemos as nossas reivindicações, apresentamos as nossas demandas e os serviços prestados por nós ao Estado de Mato Grosso”, destacou.

A parceria entre a Famato, o Senar de Mato Grosso e o IPA reafirma o compromisso de fortalecer o agronegócio, além de apoiar o desenvolvimento do setor agropecuário no estado de Mato Grosso. A troca de conhecimentos e experiências entre as instituições promete trazer benefícios para a economia local e para a qualidade de vida dos produtores rurais.

Fonte: Assessoria FPA

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Quais os impactos da Brucelose e da Febre Aftosa na pecuária nacional?

A doença embora não apresente grandes riscos à saúde dos humanos, tem um grande impacto econômico e social

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Foto e texto: Assessoria

A pecuária brasileira é uma das mais produtivas do mundo, produzindo cerca de 7,9 milhões de toneladas de carne (IBGE) e cerca de 23,7 milhões de toneladas de leite (USDA) apenas em 2022. Apesar dos números grandiosos, algumas doenças que podem ser prevenidas por meio de vacinação acabam impactando a produção do Brasil, dois exemplos são a Brucelose e a Febre aftosa.

A Brucelose bovina é uma zoonose altamente contagiosa causada principalmente pela bactéria Brucella abortus, responsável por promover abortos em vacas já no terço final da gestação, nascimento de bezerros fracos e inflamação nos testículos dos machos. A doença é presente em todo o mundo, e é considerada uma doença endêmica no Brasil, causando prejuízos tanto para a pecuária de corte quanto para a pecuária de leite.

“De acordo com a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo, a brucelose bovina é responsável por perdas entre 20-25% da produção de leite, e impacta entre 10-15% dos resultados na produção de carne bovina. Estas perdas são calculadas considerando o número de abortos, queda na produtividade, nascimentos prematuros e morte dos bezerros, além do descarte obrigatório do leite e da carcaça do animal positivado para a doença e consequente desvalorização dos produtos frente ao mercado internacional”, explica Marcos Malacco, médico-veterinário gerente de serviços veterinários para bovinos da Ceva Saúde Animal.

Entre os animais, a doença é transmitida de diversas formas, como quando ocorre o contato de um bovino sadio com secreções de um bovino previamente contaminado pela bactéria, contado direto com fetos abortados, anexos fetais e secreções pós aborto, contato com secreções pós-parto de vacas brucélicas, ingestão de restos de placenta ou alimentos contaminados pela bactéria. A bactéria normalmente penetra no organismo através das mucosas respiratória, oral, conjuntiva ou por ferimentos na pele.

“A doença também pode acometer os humanos, sendo de difícil diagnóstico por apresentar sintomas inespecíficos como febre, mal-estar, fraqueza, dores pelo corpo e nas articulações, calafrios, sudorese e perda de peso. Os trabalhadores de fazenda, técnicos de reprodução, técnicos de laboratórios de diagnóstico ou indústria produtora de vacinas e médicos veterinários são os principais grupos acometidos pela brucelose humana, mas a bactéria pode estar presente em produtos lácteos não pasteurizados e carne crua, oriundos de fazendas com controle sanitário deficiente”, conta Malacco.

Já a Febre Aftosa é uma doença causada por vírus altamente contagioso que acomete principalmente os animais de produção (bovinos, ovinos, suínos, caprinos) biungulados, ou seja, de cascos bipartidos ou fendidos. Os bovinos são os mais susceptíveis à infecção pela via respiratória, tendo papel importante na manutenção do ciclo epidemiológico da doença e geralmente são os primeiros animais a manifestarem sinais clínicos, cuja gravidade varia de acordo com a cepa viral envolvida, o grau de exposição, a idade e a imunidade dos animais.

“Os sinais de Febre Aftosa nos bovinos são bem característicos: uma ou múltiplas vesículas ou bolhas, úlceras ou cicatrizes nas mucosas oral e nasal, focinho, pés e tetos. Além disso os animais apresentam febre alta, anorexia, apatia, descarga nasal e salivação excessiva. Todo esse conjunto de lesões ulcerativas prejudicam o bem-estar animal como um todo, dificultam a alimentação e movimentação natural do gado, o que desencadeia uma queda brusca de produtividade”, elucida o médico-veterinário.

A doença embora não apresente grandes riscos à saúde dos humanos, tem um grande impacto econômico e social. Os animais doentes demoram até 15 dias para se recuperar e podem continuar portadores e transmissores do vírus até 3 anos após o quadro e, por esta razão, as estratégias de controle da Febre Aftosa incluem o abate dos animais doentes, o que reduz a produção e disponibilidade de alimentos de origem animal.

 

Como mitigar estes impactos?

Dada a sua importância para a cadeia produtiva nacional, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) instaurou planos nacionais de controle e erradicação para a Brucelose (PNCEBT ou Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e as Tuberculose) e para a Febre Aftosa. Em ambos os casos, a vacinação é a principal medida adotada contra estas doenças e deve estar sempre no radar dos pecuaristas.

“Na imunização contra a brucelose, podemos empregar vacinas produzidas com a cepa B19 da Brucella abortus (Anavac® B-19), sendo realizada em dose única e apenas nas fêmeas bovinas e bubalinas entre os 3 e 8 meses de idade. Estas vacinas são adquiridas com a emissão de receita por médico veterinário e em pontos de venda cadastrados no PNCBT-MAPA. A aplicação é realizada por médico veterinário devidamente cadastrado ou por pessoas (vacinadores) ou pessoal treinado e cadastradas na Defesa Agropecuária”, Malacco explica. “Após a vacinação é obrigatória a marcação a ferro quente com o último algarismo do ano dessa vacinação, na face do lado esquerdo de todas as bezerras imunizadas, que é realizada pelo responsável pela vacinação. O médico veterinário responsável emite o atestado de vacinação ao produtor. Este controle rígido faz parte das normas do PNCEBT e, também, em virtude da vacina contra a doença ser uma vacina viva atenuada, que sem os devidos cuidados de manipulação e aplicação pode infectar o vacinador”.

Já a vacina contra a Febre Aftosa deve conter as duas das cepas do vírus existentes no território nacional, a O1 Campos e a A24 Cruzeiro, como é o caso da Aftomune®.

O mês de maio é um mês importante para a sanidade do rebanho nacional, visto que ocorre de forma concomitante a imunização contra estas duas enfermidades em alguns Estados. Para manter o controle sanitário da propriedade de forma prática, outras vacinas de importância para a propriedade, como a vacina contra as clostridioses, também podem ser aplicadas.

“O produtor precisa estar atento às vacinas exigidas para o seu estado, assim como para outras vacinas que devem constar no calendário sanitário da fazenda, elaborado pelo médico veterinário. A conservação (manter refrigeradas, nunca congelar ou deixar em temperaturas acima dos 8°C), a manipulação, e a aplicação das vacinas também exigem cuidados é preciso também estar atento ao prazo de validade das vacinas já existentes na fazenda.”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Empresas Função estratégica

Agrifirm anuncia Raul Marcos Gaspar como novo Diretor Comercial no Uruguai reforçando sua posição de liderança regional

O objetivo é a consolidação da liderança e a expansão da oferta de soluções em nutrição animal e aditivos no país.

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Raul Gaspar, Diretor Comercial da Agrifirm no Uruguai

Líder de mercado e referência em tecnologias para nutrição animal, a Agrifirm Uruguai passou a contar, a partir deste mês, com uma diretoria comercial local, uma nova posição alinhada com o momento da companhia, que detém grande parte da fatia de mercado nos segmentos em que atua. O objetivo é a consolidação da liderança e a expansão da oferta de soluções em nutrição animal e aditivos no país.

Brasileiro e com vasta experiência no mercado latino-americano, Raul Gaspar traz consigo uma sólida formação como Engenheiro Agrônomo, especializado em Marketing, Gestão de Pessoas com ênfase em Governança e Coaching. Sua trajetória inclui passagens por grandes empresas de nutrição e saúde animal na região, conduzindo equipes comerciais ao sucesso, com destaque para sua atuação no Uruguai desde 2016, país reconhecido mundialmente pela produção de lácteos e carnes bovinas de alta qualidade e valor agregado.

Ao assumir essa função estratégica, Raul Gaspar expressa seu entusiasmo: “Estou motivado para apoiar a Agrifirm LATAM neste projeto de consolidação regional, cuja missão será impulsionar os negócios e fortalecer nossa presença no mercado uruguaio por meio de serviços e soluções nutricionais customizadas já reconhecidas entre os produtores de todo o país.”

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, destaca a chegada de Raul ao time de liderança LATAM: “Nossa equipe de liderança é formada por profissionais experientes e conhecedores do mercado, premissas que fazem parte da estratégia adotada pelo Grupo Royal Agrifirm em todo o mundo, e nos movem para atender às necessidades de cada mercado. A chegada de Raul reforça a continuidade do fortalecimento regional, um profissional com mais de 27 anos de experiência e que passa a fazer parte da Agrifirm, fortalecendo assim nossa presença no Uruguai, país onde já somos líderes de mercado.”

“A Agrifirm possui uma equipe comercial muito experiente e motivada no Uruguai, sob a liderança de Raul iremos fortalecer ainda mais o nosso negócio. Além da consolidação nesse importante mercado, iremos expandir a oferta de produtos para nutrição animal e aditivos, contando com uma estreita colaboração com equipes globais e regionais, mantendo-se alinhada aos desafios e às demandas do mercado uruguaio.” cita o CEO LATAM.

Com a experiência de Raul Gaspar, aliada à visão estratégica da Agrifirm LATAM, a empresa reafirma seu compromisso em oferecer soluções de qualidade, impulsionar a performance e maximizar a rentabilidade para seus clientes também no Uruguai. Esse reforço da estratégia representa mais um passo em direção ao crescimento sustentável e à consolidação da Agrifirm como líder absoluta em nutrição animal na América Latina.

Fonte: Assessoria
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Tecnologias que impulsionam o desempenho de suínos são apresentadas no Tecnoeste, em Concórdia

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Melhora de mais de 15% na conversão alimentar de suínos nos 28 dias pré-abate, sem deixar de atender as exigências dos mercados nacional e internacional, melhora no consumo de ração pelas porcas, com melhora na produção de leite, mais uniformidade da leitegada, com leitões mais pesados ao desmame.

Estes são apenas alguns dos resultados das tecnologias que os suinocultores poderão encontrar no estande da Agroceres Multimix, durante a Tecnoeste (Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense). O evento acontece de 20 a 22 de fevereiro, no campus do Instituto Federal de Concórdia (SC) .

Entre as especialidades apresentadas pela Agroceres Multimix durante o evento, estão o agLean e o Flavocac. Enquanto a primeira especialidade promove um importante ganho de desempenho em suínos na fase de terminação, o Flavolac, reduz a perda de peso pelas fêmeas no pós-parto, aumenta a produção de leite pelas matrizes e promove maior ganho de peso à leitegada.

Segundo o gerente regional de suínos da Agroceres Multimix, Luis Henrique De Bortoli, os avanços proporcionados pelas tecnologias nutricionais desenvolvidas pela empresa, são resultado de vários anos de pesquisas. Anualmente, a Agroceres Multimix investe mais de R$10 milhões no desenvolvimento de novos produtos, validação e qualificação de insumos e aditivos, aperfeiçoamento das matrizes nutricionais, além de estudos de manejos e equipamentos.

No Brasil, a empresa de nutrição animal é a única a possuir uma estrutura própria de pesquisas, formada pelo Centro de Pesquisas e a Granja Paraíso, localizados nas cidades mineiras de Patrocínio e Patos de Minas, respectivamente.

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