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Evonik realiza evento com foco em controle da qualidade e eficiência na produção de proteína animal

Com uma programação especial, o encontro promoveu troca de informações importantes e inovadoras para ajudar os clientes na produção com melhor rentabilidade

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A área de negócios de Nutrição e Saúde Animal da Evonik – uma das líderes mundiais em especialidades químicas – acaba de realizar mais uma edição do EASI – “Evonik Animal Science Inovation” -, em Foz do Iguaçu (PR).

O evento, realizado de 24 a 26 de setembro, no Mabu Thermas Grand Resort, reuniu mais de 60 pessoas e teve sua programação direcionada aos nutricionistas, veterinários e gerentes de  qualidade que estão diariamente envolvidos na produção de aves e suínos.

O principal objetivo do EASI é compartilhar informações técnicas e inovadoras que contribuem para melhorias na produção da cadeia de proteína animal. “Esta edição foi um sucesso e reafirmou a vocação do evento, que torna-se referência para nossos clientes. Já é um encontro aguardado pelas empresas e o retorno dos participantes foi muito positivo, pois o foco foi ajudá-los a alcançar a eficiência de produção e menor custo de formulação”, destaca Valeska Passarelo, Coordenadora de Serviços Analíticos da Evonik.

 

Programação especial

O evento contou com uma programação especial para todos os participantes: palestra de abertura e encerramento com o especialista em excelência na gestão de vendas, experiência de compra e encantamento de clientes, Tonini Junior, da consultoria Praxis Business; mesa redonda para discussão de temas relevantes ao setor de nutrição e controle de qualidade; dois jantares temáticos; visita às Cataratas do Iguaçu; e diversas palestras com a participação de especialistas da Evonik do Brasil e da Alemanha, Cargill, Embrapa e Covalente Consultoria.

Entre os temas apresentados, destacaram-se a “Importância da correta amostragem de matérias-primas”; “Otimização dos custos de produção com distintas fontes de metionina”; “O processamento da soja e seu impacto sobre a qualidade do farelo de soja e do grão”; “Gerenciamento eficaz do processo de produção de ração e seu impacto na lucratividade”, entre outros.

 

Ferramentas que otimizam custos

Durante o EASI, a Evonik apresentou aos participantes as soluções da empresa para reduzir e otimizar os custos de produção. “Apresentamos as oportunidades de ganho ao aplicar os valores nutricionais atualizados provenientes das análises de matérias-primas que fornecemos através dos NIRs, além dos serviços de análise do compilado de dados gerado por uma ferramenta chamada AMINOInsight, e do AMINORED, que possibilita o cliente conhecer a qualidade da soja processada recebida em sua fábrica, podendo selecionar fornecedores através do controle de qualidade, além de recomendar a utilização da matéria-prima de forma mais adequada”, explica Nei Arruda, Diretor de Marketing da Evonik.

Um dos destaques foi a apresentação do novo serviço analítico NIR de alta precisão, que permite que resultados de análises de matérias-primas não-moídas sejam obtidos assim que chegam à fábrica.

Com esta solução desenvolvida pela Evonik, os teores de aminoácidos e análises bromatológicas das amostras retiradas diretamente do caminhão podem agora ser analisados com rapidez, eliminando a morosa etapa de moagem. Os resultados podem então ser comparados com as calibrações NIR de mais de 60 matérias-primas no novo website de suporte da Evonik, www.aminonir.com.

O teor de nutrientes pode variar de modo considerável, dependendo de fatores como variedade, condições climáticas, qualidade do solo, armazenamento e processamento. Por isso a compreensão da composição exata dos nutrientes nas matérias-primas permite o ajuste das formulações com  base em dados reais e precisos.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas suinocultura

Falhas reprodutivas e fluxo de produção

Unidade de Negócios Suinocultura Polinutri realiza treinamento virtual para mais de 40 participantes

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Arquivo/OP Rural

O primeiro treinamento virtual Polinutri aconteceu em 22 de janeiro e abordou o tema “Falhas reprodutivas e fluxo de produção” com a apresentação da médica veterinária e consultora Dra. Maria Nazaré Simões Lisboa da Consuitec (Paulínia/SP). “Mais que um encontro, desenvolvemos um programa extenso com objetivo de analisar de forma criteriosa as granjas de suínos”, iniciou o Representante Comercial da Polinutri, Marcílio Cesar Moreira dos Santos.

Ao abordar questões relacionadas as falhas reprodutivas, a consultora destacou a importância de obter resultados diferentes em função dos avanços genéticos da suinocultura. “Não podemos fazer as mesmas coisas, ainda mais pensando em fêmeas de alta reprodução”, destacou.

Avaliando o fluxo de produção, a especialista ressaltou a importância de entender as características da granja observando e agindo em diversas frentes, entre elas: sanidade, manejo, sistema de produção, capacidade de lotação, proposta do sistema produtivo (lote ou banda), número de matrizes, formação dos lotes, destino dos animais e vendas. Pontos importantes que predizem o impacto econômico da atividade. “Temos que entender qual é o perfil de cada granja atendida em especial no que tange ao controle da biosseguridade”, definiu.

A partir deste momento, enfatizou Nazaré, o suinocultor deve levar em consideração a taxa de parição e o número de leitões desmamados. “Hoje temos condições de melhorar esta relação, identificar e filtrar as oportunidades, a exemplo de fêmeas que repetem cio”, incluiu. Por isso, avaliou a especialista, o fluxo passa a ser uma ferramenta determinante para padronização, sanidade do plantel e impacto econômico da granja.

Ao encerrar a apresentação, a doutora deixou a grande lição: o olhar sobre o sistema produtivo. “A produção de leitões é quem determina a produtividade da granja. Devemos fazer a conta de traz para frente, ou seja, quantos animais venderemos para assim definir o sistema”, alinhou.

Marcílio encerrou o encontro com um balanço desta primeira ação virtual do ano. “A Dra. Nazaré deixou bem claro: devemos entrar nas granjas com ar de auditor. Contamos com uma infinidade de recursos e ferramentas que nos apoiam frente as tomadas de decisão. O primeiro treinamento foi muito enriquecedor e permitiu a abertura de novos horizontes para o nosso time”, salientou.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Empresas Suinocultura

Protocolo vacinal de matrizes – para proteger fêmeas e leitões

Entenda a importância de imunizar seu plantel e em que momento isso deve ocorrer

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Arquivo/OP Rural

Chegar a quarto maior produtor e exportador mundial de carne suína não se deu da noite para o dia. Para alcançar esse posto, o Brasil passou por um processo longo de desenvolvimento e aperfeiçoamento de toda a cadeia – da produção à comercialização.

Na produção, as porcas ocupam um papel central – primeiro, porque estão diretamente relacionadas à produtividade e, segundo – e não menos importante -, porque esses animais são cruciais na disseminação ou no controle de doenças que podem acometer o plantel.

Muitas vezes assintomáticas, essas fêmeas atuam como disseminadoras de agentes invasores e, por esse motivo, a imunização desses animais tem papel fundamental. Tanto para protegê-los contra doenças que possam afetar sua própria saúde como para proteger a leitegada por meio da imunidade passiva, que é a transferência de anticorpos para os leitões pelo colostro.

Dentre as principais doenças que podem prejudicar a gestação, estão a parvovirose suína, a erisipela e a leptospirose.

A parvovirose suína pode infectar embriões e fetos em diferentes estágios de evolução. Os sinais de falhas reprodutivas podem ser diversos, como aborto, menor número de nascidos, leitões fracos, malformados ou natimortos, mumificados, entre outros.

Já a erisipela é uma zoonose causada pelo agente bacteriano Erysipelothrix rhuseopathie, podendo ser um dos fatores infecciosos direto dos abortamentos, uma enfermidade hemorrágica que provoca lesões cutâneas, articulares, cardíacas e septicemia, tanto em porcas em idade reprodutiva quanto em suínos na fase de crescimento, e lesões de células espermatogênicas em reprodutores. “A vacinação, nesse caso, garantirá proteção para a fêmea durante o período gestacional e, na fase pós-nascimento, para os leitões, que, ao mamarem o colostro, estarão protegidos”, explica o médico-veterinário Dalvan Veit, Gerente Técnico de Suínos da Zoetis.

Também transmitida por bactéria, a leptospirose causa natimortos e fetos mumificados, leitões fracos, que normalmente não sobrevivem, e abortos, que geralmente ocorrem no terço final da gestação. Os animais são infectados quando entram em contato com alimentos e/ou água contaminados, com urina e fetos abortados de animais portadores. A infecção pode ocorrer por via oral, via venérea, por intermédio da pele lesada, por via conjuntiva ou por meio das mucosas. Os roedores são uma frequente fonte de infecção para suínos e humanos, podendo excretar leptospiras vivas pela urina.

Além desses agentes que podem causar falhas reprodutivas nas fêmeas, há outros que podem acometer os leitões em seus primeiros dias de vida, por isso a imunização passiva garantirá à leitegada a proteção necessária.

Causada por bactérias, a rinite atrófica progressiva é uma doença infectocontagiosa do trato respiratório superior, de evolução progressiva e crônica, caracterizada por lesões nos cornetos nasais e atrofia do focinho. Disseminada por todas as principais áreas de produção de suínos no Brasil, tem um grande impacto econômico, devido à redução no ganho de peso e à piora na conversão alimentar.

A imunização passiva também protege os leitões contra outro problema bastante comum, a diarreia neonatal. Comumente provocada pelas bactérias Escherichia coli e Clostridium perfringens, que agem na parte entérica dos animais, apresenta-se como um desafio na suinocultura e causa grandes prejuízos para o setor. Além da perda no ganho de peso e atraso no crecsimento, a doença pode levar à morte.

Vacinação

“A vacinação é o método de controle específico mais seguro e eficaz de proporcionar a imunidade de um plantel e temos um pacote completo para a proteção das matrizes”, diz Veit.

No mercado há dez anos, Farrowsure® B Gold é a solução da Zoetis indicada para a vacinação de matrizes e reprodutores suínos sadios para a prevenção da parvovirose, da erisipela e da leptospirose. Já a ARadicator combate a rinite atrófica progressiva e a LitterGuard LT-C previne a diarreia neonatal.

“A Farrowsure® B Gold, indicada exclusivamente para proteção das fêmeas, pode ser aplicada em qualquer momento. No entanto nossa recomendação é que seja aplicada durante o período de gestação. Isso garante uma proteção duradoura contra os agentes alvo, e evita injúrias à matriz e aos leitões, caso seja aplicada durante a lactação. Já a ARadicator e a LitterGuard, que têm a função de produzir anticorpos para a leitegada, devem ser aplicadas no 100° dia de gestação – isso porque, após 14 dias da aplicação, a porca atingirá o pico da produção de anticorpos, que coincidirá com o nascimento dos leitões”, esclarece o médico-veterinário.

Fonte: Ass. de Impressa.
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Empresas Avicultura

Cobb-Vantress homenageia 25 anos da Nutriza

Empresas celebram aniversário da Nutriza e parceria desde 2001

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress fez uma homenagem a Nutriza, empresa do Grupo Tomazini, pelos seus 25 anos de mercado. O médico veterinário e Diretor Associado da Cobb-Vantress na América do Sul, Cassiano Bevilaqua, e o gerente Regional da Cobb, Lucas Schneider, entregaram uma placa comemorativa pelo aniversário da empresa para o diretor Industrial da Nutriza, Giuliano Tomazini, e o diretor de Produção da Nutriza, Heber Silva.

Empresa do Grupo Tomazini, com sede em Pires do Rio, em Goiás, a Nutriza foi fundada em 1995 e é cliente Cobb desde 2001. Com uso de tecnologia avançada, eles têm atingido excelentes resultados, afirma Bevilaqua. “Eles têm granjas próprias com uso de alta tecnologia”, pontuou. Investimentos em tecnologia e preservação do meio ambiente estão no foco de atuação da Nutriza, de acordo com comunicado divulgado em seu site.

A estrutura inclui um complexo industrial verticalizado, com incubatórios, granja de matrizes e recria, fábricas de ração e de industrializados. São 20 granjas próprias e 430 granjas integradas alojando um milhão de matrizes entre recria e produção, além da produção de 96 milhões de ovos férteis por ano. Com capacidade para o abate de 320 mil aves por dia e produção de 400 toneladas de alimentos industrializados ao dia, essa estrutura é responsável pela geração de 3 000 empregos diretos e 7 000 indiretos.

Uma de suas marcas, a Friato, é uma das maiores produtoras e exportadoras de carne de frango do mundo, presente em mercado como Hong Kong, Vietnã, Líbia, Iraque, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Doha, Oman e Rússia.

O Grupo Tomazini, detentor da marca Nutriza, foi fundado em 1980 a partir da mudança de seus fundadores de Ipuã, no interior de São Paulo para Pires do Rio, em Goiás. Neste ano, o Grupo foi destacado com duas premiações do setor. Recebeu o Prêmio Valor 1 000, do jornal Valor Econômico, pelo melhor desempenho entre as empresas de agropecuária do país e também foi premiada como melhor empresa na categoria Aves e Suínos na 14a edição do Melhores do Agronegócio, promovida pela Revista Globo Rural.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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