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ESALQSHOW reúne público qualificado e consolida missão de aproximar academia da sociedade

Edição 2019 do Fórum de Inovação para o Agronegócio Sustentável já tem data marcada e deve atrair a participação de outras universidades, além da Esalq/USP

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Durante três dias, membros da academia, profissionais e lideranças do agronegócio brasileiro e internacional estiveram reunidos no ESALQSHOW – Fórum de Inovação para o Agronegócio Sustentável, realizado entre 9 e 11 de outubro, na Esalq/USP, em Piracicaba (SP). O evento reuniu 3.300 participantes, 80 palestrantes, 74 expositores, além de 21 vitrines que trouxeram à cenaprodutos e serviços já disponíveis no mercado, desenvolvidos pela pesquisa e extensão da universidade. A próxima edição já tem data marcada e será entre 9 e 11 de outubro de 2019.

Para Roberto Rodrigues, presidente do Conselho do ESALQSHOW, o evento se consolida como difusor de conhecimento com a missão de aproximar a sociedade dos trabalhos desenvolvidos pela universidade. “Essa iniciativa tem proporcionado abrir as portas para a sociedade do agronegócio e dialogar com as suas demandas. O ESALQSHOW é mais uma brilhante semente plantada em terra muito fértil e por isso só tende a crescer. Acho que esse time é vencedor e vai golear daqui pra frente, todos os anos”, acredita.

O diretor da Esalq, Luiz Gustavo Nussio, fez um balanço das atividades e enfatizou que a iniciativa teve êxito no formato das atividades e na programação, que atendeu à demanda solicitada pelo mercado na edição passada. “Os espaços foram reconfigurados e o programa foi aprimorado. Isso é um grande laboratório para a nossa instituição, não só do ponto de vista curricular, mas na oferta que fazemos para a sociedade. Estou convencido de que devemos seguir adiante, tornando o ESALQSHOW mais vigoroso a cada ano”.

Segundo Luiz Mario Machado Salvi, presidente da Araiby, empresa que organiza a ESALQSHOW em conjunto com a Esalq, a proposta para a próxima edição é aproximar e engajar outras instituições de ensino. “Tivemos muito apoio para essa edição, as empresas aderiram em um número maior do que o ano passado, mas ainda temos muito a crescer. E, já estamos trabalhando para 2019, recebendo sugestões para ajustarmos ao novo projeto. Uma das ideias é de que mais universidades possam participar, venham também expor seus projetos, trabalhos e pesquisas, agregando ainda mais ainda para o evento”, aposta.

 

Passagem de bastão na presidência

O encerramento do ESALQSHOW, no dia 11, contou com a cerimônia da passagem de bastão da presidência. Depois de dois anos coordenando as atividades do conselho do ESALQSHOW, RobertoRodrigues passou a cadeira para Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da ABAG – Associação Brasileira de Agronegócio. Para o novo presidente do Conselho do ESALQSHOW, a nova empreitada será encarada com muito empenho. “Queremos fazer história e espero estar à altura de conduzir esse processo nos próximos anos com uma visão global que possa corresponder à grandeza da Esalq”.

 

AgTech Valley Summit traça perspectivas e soluções para o futuro

As principais lideranças e profissionais nos diferentes segmentos do agronegócio marcaram presença no AgTech Valley Summit, evento que integrou a programação do ESALQSHOW. “Gestão de sistemas integrados em agricultura” e “Agricultura tropical e a sociedade no futuro” foram os temas que nortearam os dez painéis e mais de 20 palestrantes em dois dias de eventos, como objetivo apontar os desafios e novas ideias, discutir as últimas tendências do mercado e estimular possíveis soluções e perspectivas para o futuro. 

 

Encontro de Lideranças

Lideranças da academia, agências de pesquisa, setor produtivo, governo e entidades representativas se reuniram para discutir o futuro da agricultura tropical para a sociedade, tema central desta edição do ESALQSHOW. O fórum foi moderado pelo jornalista e publicitário, José Luiz Tejon e contou com a participação do Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Francisco Ferreira Sergio Jardim; o jornalista Humberto Pereira, ex-editor chefe do Globo Rural e um dos criadores da campanha da Globo “Agro: a indústria riqueza do Brasil”; Cleber Oliveira Soares, diretor-executivo de Inovação e Tecnologia da Embrapa; João Dornellas, presidente-executivo da ABIA – Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação; Jacyr Costa Filho, presidente do Cosag e diretor-presidente do Grupo Tereos; Luiz Gustavo Nussio, diretor da Esalq/Usp e Roberto Rodrigues, presidente do Conselho ESALQSHOW e catedrático “Luiz de Queiroz”.

 

Espaço Inovar Esalq & Cia

Levantar as principais problemáticas e demandas da agricultura familiar, apresentar as tendências e soluções para este segmento foram algumas das propostas dos painéis apresentados no Espaço Inovar Esalq & Cia, durante o ESALQSHOW.

O Espaço promoveu atividades como o “Painel Agricultura Familiar” com palestras debates e um Hackathon com a participação de universidades, órgãos de pesquisa e fomento e representantes do Governo e de entidades para levantar as principais problemáticas que envolvem esse segmento. Foi realizado também o painel “Agricultura Digital”, que tratou de aspectos como instrumentação, monitoramento e mercado; conectividade, usuário de tecnologia e tecnologia no uso da água e o Seminário “Perspectivas de Agtech Startups no Brasil e no mundo” e uma mesa redonda para startups. Os participantes também puderam conhecer o trabalho de startups, pesquisas e inovações tecnológicas desenvolvidos pela Esalq/USP.

 

Clínica de consultoria para startups promoveu mais de 20 atendimentos

Um dos destaques do ESALQSHOW foi a realização inéditada Clínica de Consultoria para Startups e Empreendedores com foco em agricultura e agronegócios. Ao todo, foram promovidos 25 atendimentos para interessados em empreender ou empreendedores com startups em diferentes estágios tiveram seções de consultorias de 40 minutos cada, de forma exclusiva e individual, focadas em alguns dos módulos mais importantes para o desenvolvimento de sua atividade e materialização das ideias. O projeto foi conduzido por alunos da Esalq que fazem parte do PET (Programa de Educação Tutorial) – Biotecnologia Agrícola, do Ministério da Educação, com suporte do SEBRAE e da Usina de Inovação.

 

Vitrine ESALQ

Com a proposta de aproximar a academia da comunidade, a Vitrine ESALQ, que integra a programação do ESALQSHOW, expôs e promoveu demonstrações de projetos e serviços de excelência desenvolvidos pela academia e que são disponibilizados à sociedade.Ao todo, a Vitrine ESALQ apresentou 21 produtos e serviços em 11 Vitrines, que servem tanto para o ambiente rural ou urbano. A programação também ofereceu aos visitantes atividades e visitas aos departamentos e laboratórios.

O uso de drones para coleta de imagens para fins de melhoramento de plantas, como produzir uma bebida com excelência, visita à destilaria, técnicas de produção de insetos e ácaros para controle biológico, o impacto que os agroquímicos causam a insetos benéficos, espécies de plantas medicinais, aromáticas e condimentares originárias de diversas partes do Brasil e do mundo, foram alguns dos projetos apresentados no evento.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Mercado

Alta nos preços do boi perde força nas principais regiões produtoras

Preços do boi desaceleraram o movimento de alta na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi desaceleraram o movimento de alta na semana nas principais praças de produção e comercialização do Brasil. “Apesar do movimento de alta nos preços estar aparentemente perdendo fôlego, a oferta de animais terminados permanece restrita em diversos estados, o que impede uma mudança na curva de preços. Além disso, os frigoríficos continuam operando com escalas de abate curta, posicionadas entre três e quatro dias”, assinalou.

Ao mesmo tempo, as exportações seguem em ótimo nível, com a China importando lotes relevantes de proteína animal no decorrer de 2020, ainda uma consequência da Peste Suína Africana (PSA), que dizimou o plantel de suínos local.

No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela retomada do movimento de alta ao longo da primeira quinzena de outubro, período que conta com a entrada dos salários como motivador da demanda, acelerando a reposição entre as cadeias.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 24 de setembro:

  • São Paulo (Capital) – R$ 254,00 a arroba, contra R$ 253,00 a arroba em 17 de setembro (+0,4%).
  • Goiás (Goiânia) – R$ 242,00 a arroba, estável.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 252,00 a arroba, ante R$ 250,00 a arroba, subindo 0,8%.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 250,00 a arroba, ante R$ 248,00 a arroba (0,81%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 241,00 a arroba, contra R$ 235,00 a arroba (2,55%).

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de inverno

Restrição da oferta de trigo na Argentina preocupa compradores brasileiros

Compradores brasileiros de trigo demonstram preocupação com o quadro de oferta do grão

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Divulgação/AENPr

Os compradores brasileiros de trigo demonstram preocupação com o quadro de oferta do grão. Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, a piora na situação das lavouras da Argentina ameaça a safra do país. Há possibilidade de mudança na política de proteção do abastecimento interno argentino, com o governo restringindo as exportações do grão, o que afetaria diretamente a oferta no Brasil. “A dificuldade na aquisição do cereal pode manter os preços em alta mesmo com a colheita nos dois países”, disse o analista.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório mensal, que a safra 2020 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,322 milhões de toneladas, 55% acima das 2,141 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019.

A colheita no estado já supera 44% da área, de 1,114 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2019, alta de 8%. A produtividade média é estimada em 2.982 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

A semana foi marcada pelo retorno das precipitações no Rio Grande do Sul, que favoreceram a recuperação da umidade no solo, trazendo benefícios ao trigo. Em alguns municípios, a grande amplitude térmica com queda da temperatura durante a noite ocasionou geada que não acarretou significativo impacto à cultura.

Até o momento, 9% das lavouras estão em maturação, 53% em enchimento de grãos, 31% em floração e 7% em desenvolvimento vegetativo. Na semana passada, os percentuais ficavam em 3, 43, 36 e 18, respectivamente. O desenvolvimento está em linha com a média dos últimos cinco anos.

Argentina

As lavouras de trigo da Argentina registraram piora nas condições de desenvolvimento e aumento da área em déficit hídrico na última semana. Conforme documento divulgado há pouco pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 44% das lavouras estão em situação de regular a ruim. Na semana passada, eram 40%. Em igual período do ano passado, apenas 21% da área estava nessa situação. As lavouras com condição de excelente a boa passaram de 14 para 9%.

Nesta semana, 59% das lavouras estão em situação de déficit hídrico. Na semana passada, eram 49% e, no ano passado, 50%. A projeção de área fica em 6,5 milhões de hectares.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Demanda aumenta e preços do frango sobem no atacado

Mercado brasileiro de frango vivenciou mais uma semana de preços em alta para os cortes vendidos no atacado e na distribuição

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Divulgação/ABPA

O mercado brasileiro de frango vivenciou mais uma semana de preços em alta para os cortes vendidos no atacado e na distribuição. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o frango vem ganhando mercado com o encarecimento das proteínas concorrentes. “Mesmo com um consistente movimento de alta a carne de frango permanece muito competitiva em relação à carne suína e, principalmente, em relação à carne bovina, sendo bastante demandada pelos consumidores”, explica.

Iglesias ressalta que o quilo vivo não apresentou mudanças nas cotações, mas os valores seguem em bons patamares, levando em conta os custos de nutrição animal amplamente elevados, caso do milho e, especialmente, do farelo de soja, que inflaciona produtos substitutos, como as farinhas de origem animal e os grãos secos de destilarias (DDG´s).

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram mudanças para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado passou de R$ 6,00 para R$ 6,20, o quilo da coxa de R$ 6,25 para R$ 6,80 e o quilo da asa de R$ 12,75 para R$ 13,50. Na distribuição, o quilo do peito subiu de R$ 6,20 para R$ 6,40, o quilo da coxa de R$ 6,50 para R$ 6,90 e o quilo da asa de R$ 13,00 para R$ 13,75.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito aumentou de R$ 6,10 para R$ 6,30, o quilo da coxa de R$ 6,35 para R$ 6,90 e o quilo da asa passou de R$ 12,85 para R$ 13,60. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 6,30 para R$ 6,50, o quilo da coxa continuou de R$ 6,60 para R$ 7,00 e o quilo da asa de R$ 13,10 para R$ 13,85.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 284,934 milhões em setembro (13 dias úteis), com média diária de US$ 21,918 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 210,465 mil toneladas, com média diária de 16,189 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.353,80.

Na comparação com setembro de 2019, houve baixa de 15,66% no valor médio diário, avanço de 1,34% na quantidade média diária e retração de 16,77% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,15. Em São Paulo o quilo vivo permaneceu em R$ 4,10.

Na integração catarinense a cotação do frango continuou em R$ 3,50. No oeste do Paraná o preço na integração prosseguiu em R$ 3,85. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo se manteve em R$ 3,85.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,00. Em Goiás o quilo vivo permaneceu em R$ 4. No Distrito Federal o quilo vivo seguiu em R$ 3,95.

Em Pernambuco, o quilo vivo continuou em R$ 4,75. No Ceará a cotação do quilo vivo prosseguiu em R$ 4,75 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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