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Notícias Morcegos hematófagos

Equipes da Adapar trabalham na prevenção contra a raiva no Oeste do Paraná

Mobilização ocorre em decorrência de notificações ao serviço de Saúde, de pessoas com suspeita de agressão por morcegos hematófagos, na zona rural de Campo Bonito.

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Foto: GSA

Equipes de Agentes de Fiscalização da Adapar das Unidades Regionais de Cascavel, Laranjeiras do Sul e Guarapuava estiveram (15 a 19 de janeiro) em operação para realizar uma força tarefa, a fim de revisar abrigos de morcegos hematófagos no município de Campo Bonito.

A mobilização ocorre em decorrência de notificações ao serviço de Saúde, de pessoas com suspeita de agressão por morcegos hematófagos, na zona rural do município. Dada a gravidade da situação e a presença do vírus rábico na região, foram organizadas ações para revisar todos os abrigos cadastrados de morcegos, com capturas estratégicas e o cadastro de novos abrigos.

As atividades foram organizadas e programadas pela Unidade Regional de Cascavel (FDA Ricardo Antonio Silva – Ulsa de Catanduvas), juntamente com a Coordenação do Programa de Raiva da Adapar. Demais servidores dos escritórios locais de Catanduvas, Corbelia, Guaraniaçu, Laranjeiras do Sul e Guarapuava trabalharam no apoio das ações.

A ação visa prevenir potenciais surtos de raiva associados a morcegos hematófagos na região, com a participação da comunidade local sendo fundamental para o sucesso das operações.

Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Raiva, a médica veterinária Elzira Pierre, o Paraná teve mais de 140 focos registrados da doença em 2023, com grande prejuízo e risco aos produtores envolvidos. “A vacinação continua sendo a melhor forma de prevenir a raiva, é barato e eficaz”, afirma Pierre.

TRANSMISSÃO

A raiva é uma doença viral infecciosa de evolução letal, que pode acometer todos os mamíferos, inclusive o ser humano. O principal agente transmissor é o morcego hematófago, porém outros animais como cães e gatos, outras espécies de morcegos, raposas, quatis e saguis ou qualquer mamífero contaminado, também podem transmitir a doença.

Ao sofrer qualquer tipo de agressão por animais mamíferos, a orientação é lavar o ferimento imediatamente com água corrente e sabão e procurar a unidade de saúde para avaliação.

VACINA

Para humanos não há indicação de vacinação prévia, com exceção dos profissionais com alto risco de exposição ao vírus, conforme avaliação baseada no protocolo do Ministério da Saúde. O mesmo protocolo prevê a vacinação de pessoas que possam ter sido expostas a um animal potencialmente transmissor do vírus. Com relação à raiva em cães e gatos, é importante que a vacinação nestes animais seja feita anualmente.

Os produtores rurais também devem colaborar com a prevenção da raiva, vacinando os animais de produção anualmente e notificando a Adapar da presença de sinais nervosos nos mesmos.

AÇÕES DESENVOLVIDAS

A Adapar possui ações na orientação a produtores rurais na prevenção da raiva transmitida por morcegos hematófagos; monitoramento e controle estratégico de morcegos hematófagos; vacinação de animais herbívoros em áreas de circulação viral e diagnóstico da raiva.

Nota – Servidores disponibilizados pela URS Cascavel: Marcio Michael de Andrade – Ulsa de Cascavel, Nelci de Lara – Ulsa de Catanduvas, Ronis Carlos de Oliveira – Ulsa de Corbelia.

Servidores disponibilizados pela URS Laranjeiras do Sul: Luciano Bisinela – Ulsa de Guaraniaçu; Admilson Ferreira dos Santos – Ulsa de Laranjeiras do Sul

Servidor disponibilizado pela URS Guarapuava: Valdemir Carlos Lacerda Pereira Filho – Ulsa de Guarapuava

Fonte: Adapar

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Faesc celebra publicação da lei que reduz burocracia para Declaração do Imposto Territorial Rural 

Medida retira a obrigatoriedade de utilização do ADA para redução do valor devido do ITR e autoriza o uso do CAR para o cálculo de área.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) celebra a conquista da Lei 14.932/2024 que reduz a burocracia da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) para os produtores. A legislação foi publicada, na última quarta-feira (24), no Diário Oficial da União pelo Governo Federal.

A medida retira a obrigatoriedade de utilização do Ato Declaratório Ambiental (ADA) para redução do valor devido do ITR e autoriza o uso do Cadastro Ambiental Rural (CAR) para o cálculo de área tributável do imóvel.

O presidente do Sistema Faesc/Senar e vice-presidente de finanças da CNA, José Zeferino Pedrozo, ressalta que a publicação da Lei representa um avanço para o agronegócio. “Nós, da Faesc, e demais federações, trabalhamos em conjunto com a CNA, pela desburocratização e simplificação da declaração do ITR para o produtor rural. Essa conquista significa menos burocracia, mais agilidade e redução de custos para o campo, o que é fundamental para impulsionar a competitividade e o desenvolvimento do setor produtivo”.

De acordo com o assessor técnico da CNA, José Henrique Pereira, com a publicação da Lei 14.932/2024, o setor espera a adequação da Instrução Normativa 2.206/2024 que ainda obriga o produtor rural a apresentar o ADA neste ano, para fins de exclusão das áreas não tributáveis do imóvel rural. “A nova Lei já está em vigor e desobriga a declaração do Ato Declaratório Ambiental, então esperamos que a Receita Federal altere a Instrução Normativa e que a lei sancionada comece a valer a partir da DITR 2024”, explicou.

A norma é originária do Projeto de Lei 7611/17, do ex-senador Donizeti Nogueira (TO) e de relatoria do deputado federal Sérgio Souza (MDB/PR). O texto tramitou em caráter conclusivo e foi aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado.

De acordo com a IN 2.206/2024, o prazo para apresentação da DITR 2024 começa a partir do dia 12 de agosto e vai até 30 de setembro de 2024.

Fonte: Assessoria Faesc
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Sancionada lei que permite o uso do CAR para cálculo do ITR

Nova legislação permite que os produtores utilizem o Cadastro Ambiental Rural para calcular a área tributável, substituindo o atual Ato Declaratório Ambiental.

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Foto: Roberto Dziura Jr

A nova legislação permite que os produtores utilizem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) para calcular a área tributável, substituindo o atual Ato Declaratório Ambiental (ADA). O governo federal sancionou na última terça-feira (23) a Lei 14932/2024, uma medida que visa modernizar o sistema de apuração do Imposto Territorial Rural (ITR) e reduzir a burocracia para os produtores rurais.

Ex-presidente da FPA, deputado Sérgio Souza, destaca que medida visa a modernização do sistema tributário rural – Foto: Divulgação/FPA

Aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJC) da Câmara dos Deputados em dezembro de 2023, o projeto de lei (PL 7611/2017) foi relatado pelo ex-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR). O parlamentar destacou a importância da nova lei, afirmando que o CAR é um dos instrumentos mais avançados hoje para compatibilizar a produção com a preservação ambiental.

“O Cadastro Ambiental Rural é uma das ferramentas mais importantes do mundo em termos de compatibilização da produção agropecuária com os ditames da preservação ecológica. É, certamente, um instrumento que cada vez mais deve ser valorizado”, afirmou Sérgio Souza.

Atualmente, para apurar o valor do ITR, os produtores devem subtrair da área total do imóvel as áreas de preservação ambiental, apresentando essas informações anualmente ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), por meio do ADA. Esses mesmos dados também são incluídos no CAR, conforme exigência do Código Florestal.

Com a nova lei, essa duplicidade de informações será eliminada, facilitando o processo para os produtores. “Não faz sentido que o produtor rural seja obrigado a continuar realizando anualmente o ADA, uma vez que todas as informações necessárias à apuração do valor tributável do ITR estão à disposição do Ibama e da Receita Federal por meio do CAR”, ressaltou Sérgio Souza.

Fonte: Assessoria FPA
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Governo gaúcho anuncia medidas para atenuar perdas causadas pelas enchentes na cadeia leiteira

No Programa da Agrofamília, os R$ 30 milhões em bônus financeiros para custeio e investimentos no Plano Safra 2023/2024, estarão disponíveis a partir da segunda quinzena de agosto nas agências do Banrisul. Outros R$ 112,9 milhões serão destinados para a compra, pelo Estado, de leite em pó.

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Foto: Gisele Rosso

O pacote de medidas do Governo do Rio Grande do Sul para reerguer a agricultura gaúcha após a tragédia climática que assolou a produção primária inclui ações específicas destinadas ao setor do leite: bônus de 25% em financiamentos e compra de leite em pó. “Chegam em boa hora e são importantes porque beneficiam o pequeno produtor com subvenção, que é fundamental. Além da compra do leite em pó num volume considerável”, destaca Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat).

No Programa da Agrofamília, os R$ 30 milhões em bônus financeiros para custeio e investimentos no Plano Safra 2023/2024, estarão disponíveis a partir da segunda quinzena de agosto nas agências do Banrisul. Outros R$ 112,9 milhões serão destinados para a compra, pelo Estado, de leite em pó. A aquisição será feita junto às cooperativas gaúchas que não tenham importado leite, ao longo do ano vigente do programa, para atender mais de 100 mil crianças em municípios com Decreto de Calamidade.

O dirigente, que acompanhou o anúncio feito pelo governador Eduardo Leite e pelo secretário de Desenvolvimento Rural, Ronaldo Santini, na manhã desta quinta-feira (25/07), lembra que o setor ainda aguarda uma posição sobre a liberação do Fundoleite. “Recentemente, foi solicitado junto à Secretaria Estadual da Fazenda a atualização de saldos. A estimativa é dos valores se aproximem de R$ 40 milhões”, indica Palharini.

Fonte: Assessoria Sindilat-RS
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