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Encontro Estadual do Programa CNA Jovem reúne Jovens Líderes do Agro em Florianópolis

A programação foi conduzido pelos instrutores da etapa estadual, Fernando Schneider e Nilmar Paul, acompanhados pelo consultor do CNA Jovem Ricardo Dornas Martim, os jovens foram desafiados a criar soluções para dores enfrentadas pelo Sistema.

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Foto: Fabricio de Almeida

Florianópolis sediou, no último fim de semana (26 e 27/08), o 2º Encontro Estadual da 5ª Edição do Programa CNA Jovem promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC) – órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc). Durante o sábado e o domingo, 26 jovens com idades entre 20 e 30 anos, vindos de todas as regiões de Santa Catarina, participaram de atividades de incentivo e de capacitação para a liderança.

O encontro foi conduzido pelos instrutores da etapa estadual, Fernando Schneider e Nilmar Paul, acompanhados pelo consultor do CNA Jovem Ricardo Dornas Martim, os jovens foram desafiados a criar soluções para dores enfrentadas pelo Sistema. Os resultados foram elogiados pela coordenadora do CNA Jovem em SC, Francine Iagher, e pelo superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi.

“Foram apresentadas ideias que vêm para reforçar, para ampliar, e para somar, e que estão totalmente conectadas ao Sistema Faesc/Senar”, explicou o Zanluchi, complementando que o programa tem se mostrado importante para a implementação de ações de estímulo à sucessão nas propriedades e de contenção ao êxodo rural.

Ele e a coordenadora do departamento sindical do Senar/SC, Andreia Barbieri Zanluchi, participaram da atividade avaliando as propostas construídas pelos grupos de participantes, na condição de especialistas. Também avaliaram as ideias os jovens produtores rurais e presidentes dos sindicatos de Caçador, Edson Bertotto, e de Santa Cecília, Thiago Balem, na condição de beneficiários.

Inovação

A inovação e a criatividade também foram pauta do encontro, que contou com a palestra do engenheiro agrônomo, mestre em Produção Vegetal, com MBA em Administração Estratégica e Financeira e Aperfeiçoamento em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável Marcos Westphal Gonçalves. Ele contextualizou a importância da inovação no cotidiano de todas as pessoas, inclusive as que atuam no meio rural, ponderando que os avanços tecnológicos, mais do que necessários, são inevitáveis. Porém, avaliou que nem tudo que é inovador precisa ser disruptivo.

“Inovar é fazer o que ninguém fez para o seu público de beneficiários, não é apenas fazer algo totalmente novo ou disruptivo, e sim pequenas melhorias que levam a grandes mudanças ao longo do tempo. A gente fala de agricultura 1.0, 5.0, internet das coisas. Sensacional! Mas para a pessoa que está capinando, e tem culturas que ainda são manuais, a inovação pode ser o acesso a uma nota fiscal eletrônica”, afirmou Westphal.

Etapa nacional

Jovens que participaram do último encontro nacional, em Brasília, compartilharam experiências com os colegas, na manhã de sábado. A pecuarista Maria Vitória Proença, de Caçador, estava entre eles e contou como foi conhecer o Senado Federal e o funcionamento da Casa. O produtor rural Guilherme Romani também compôs o grupo e frisou que a oportunidade deveria ser perseguida por ainda mais lideranças jovens. “A gente acaba conhecendo realidades completamente distintas das nossas e soluções para problemas parecidos que enfrentamos”, afirmou Romani.

Sobre o programa

O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC e vice-presidente de finanças da CNA, José Zeferino Pedrozo, reforça que o Programa CNA Jovem tem sido estratégico para que muitos jovens conquistem espaço nas propriedades rurais e empresas do setor. “Esse público vem se destacando, cada vez mais, pelo potencial de liderança e pelo comprometimento na difusão da cultura empreendedora no setor agropecuário”.

Fonte: Assessoria

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O Brasil da insegurança jurídica

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Enfrentamos um momento crucial em que a segurança jurídica no meio rural tornou-se vital para a sustentabilidade de nosso país. O risco iminente de demarcações indevidas de terras produtivas e invasões, promovidas por diferentes frentes, ameaça não apenas os produtores rurais, mas reverbera negativamente em toda a sociedade.

Ao permitir demarcações em áreas que têm sido fonte de sustento para gerações de agricultores, corremos o sério risco de desmantelar não apenas propriedades, mas o cerne da produção de alimentos que sustenta nossa nação. A história e os esforços incansáveis dos produtores, que adquiriram legalmente essas terras, estão em perigo.

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais. Afetam a produção agrícola, ameaçam o abastecimento de alimentos e geram instabilidade econômica em um momento em que precisamos mais do que nunca de segurança e tranquilidade.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na suinocultura acesse a versão digital de Suínos clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editor-chefe do Jornal O Presente Rural, jornalista Giuliano De Luca
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Agricultura digital promove uma revolução tecnológica nos campos

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Agricultura digital, também conhecida como agri-tech ou agtech, tem emergido como uma revolução nos campos agrícolas, impulsionada pela aplicação de tecnologia e ferramentas digitais. Este avanço abrange uma ampla gama de tecnologias, desde automação até biotecnologia, monitoramento de informações e análise de dados. A crescente demanda por alimentos e a ameaça das mudanças climáticas têm impulsionado a adoção dessas tecnologias nos últimos anos, e os resultados são notáveis.

De acordo com o relatório “Feeding the Economy” de 2023, a agricultura digital está transformando as indústrias agrícola e de cultivo nos Estados Unidos. Os números são impressionantes: mais de 8,6 bilhões de dólares em atividade econômica, o que representa quase 20% do total do país, e o apoio direto a quase 23 milhões de empregos. Esses dados refletem não apenas um avanço econômico, mas também uma mudança fundamental na forma como a agricultura é conduzida.

Uma das grandes vantagens da agricultura digital é sua capacidade de melhorar a eficiência e aumentar a produtividade. Tecnologias como monitoramento de precisão, automação de equipamentos e estufas inteligentes estão possibilitando aos agricultores otimizar seus processos de produção. Imagens de satélite e drones, juntamente com sensores IoT, permitem o monitoramento preciso da saúde das culturas e das condições do solo, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e uma melhor previsão de padrões climáticos. Além disso, a automatização de equipamentos, como tratores autônomos e robôs agrícolas, reduz a dependência de mão de obra humana e aumenta a eficiência operacional.

A sustentabilidade também é um aspecto crucial da agricultura digital. Práticas agrícolas de precisão possibilitadas por essas tecnologias permitem aos agricultores implementar métodos sustentáveis que reduzem suas pegadas de carbono, enquanto aumentam os lucros. Com uma população global prevista para chegar a quase 10 bilhões até 2050, de acordo com as Perspectivas da População Mundial de 2022 da ONU, a agricultura digital se torna não apenas uma opção viável, mas uma necessidade urgente para atender às crescentes demandas alimentares.

Além dos benefícios econômicos e ambientais, a agricultura digital também promove uma maior transparência e conscientização na cadeia de suprimentos alimentar. A gestão eficiente da cadeia de suprimentos, com tecnologias como blockchain e análise de big data, permite uma rastreabilidade eficaz dos alimentos, garantindo a origem e a qualidade dos produtos alimentícios desde a fazenda até o consumidor final.

No entanto, apesar de todos esses benefícios, a agricultura digital enfrenta desafios significativos. Os altos custos iniciais e de manutenção, a vulnerabilidade a ataques cibernéticos e a falta de padronização são apenas alguns dos obstáculos que os agricultores enfrentam ao adotar essas tecnologias. Superar esses desafios é essencial para aproveitar todo o potencial da agricultura digital e garantir um futuro sustentável para a produção de alimentos.

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo. Os agricultores que abraçarem essas tecnologias estarão à frente de uma nova era na produção de alimentos, impulsionando a inovação e garantindo um futuro próspero para a agricultura.

Fonte: Por Ricardo Martins, especialista em comunicação e tecnologia
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Déficit na balança comercial de produtos da piscicultura alcança US$ 914 milhões em 2023

Maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

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Foto: Rodrigo Félix Leal

Em 2023, o déficit da balança comercial de produtos da piscicultura atingiu US$ 914 milhões. O maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

Destaque para o aumento das importações de salmão, que cresceram 4% em valor e 14% em peso, consolidando a espécie como o principal peixe de cultivo importado pelo Brasil no ano passado, alcançando US$ 837 milhões, equivalendo a 89% do total.

O pangasius se manteve na segunda posição, com US$ 97 milhões, seguido por curimatás, com US$ 1,7 milhões, e trutas, com US$ 1,1 milhões.

Por sua vez, a importação de 25 toneladas de tilápia, totalizando US$ 118 mil, na forma de filé congelado, proveniente do Vietnã e destinado ao Estado de São Paulo, fez com que a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) questionasse os ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre os  riscos sanitários associados ao produto, levando a suspensão, no início de 2024, das importações de tilápia do Vietnã.

Fonte: Com assessoria Peixe BR
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