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Embrapa Alimentos e Territórios lança pedra fundamental da nova sede em Maceió

O diferencial do novo centro é o trabalho integrado dos sistemas agroalimentares com o turismo e a cultura.

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Foto: Divulgação/Mapa

Na manhã desta segunda-feira (13), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou do lançamento da pedra fundamental da Embrapa Alimentos e Territórios, em Maceió (AL). O evento marca o início da construção da nova sede do centro de pesquisa e contou com o ministro dos Transportes, Renan Filho, e o governador de Alagoas, Paulo Dantas. As obras têm previsão para ser iniciadas em janeiro de 2024.

Durante o evento, o ministro Fávaro destacou que a unidade da Embrapa em Alagoas é a soma de esforços do Governo Federal, do estadual e da bancada federal do estado para levar tecnologia e desenvolvimento para a região. “É muito mais do que uma simples Embrapa que vem desenvolver tecnologia. Ela vem desenvolver alimentos, turismo e as particularidades daqui. É uma soma de esforços e vamos chegar em torno de R$ 100 milhões de investimento”, disse.

Fávaro ainda salientou que a Embrapa Alimentos e Territórios trará ciência, tecnologia, investimento, eficiência e qualidade para os alimentos, possibilitando o aumento da produtividade do estado e levando a segurança alimentar para a vida dos alagoanos. “Estamos aqui para a realização de um sonho que começou no governo Dilma e termina no governo do nosso presidente Lula”.

O terreno de 16,6 hectares foi doado pelo governo do estado, em 2020, no valor de aproximadamente R$ 3,4 milhões. Para apoiar as obras, houve aporte de recursos de emendas parlamentares da bancada federal alagoana da ordem de R$ 28,3 milhões.

De acordo com o ministro dos Transportes, Renan Filho, fazer a pesquisa se transformar em novos produtos e novos produtos se transformarem em mais renda e mais emprego é a prova do quanto essa é uma iniciativa importante. “A Embrapa é uma das principais empresas responsáveis pelo crescimento econômico deste país e ser um dos poucos estados que não possui a empresa certamente tem dificultado este desenvolvimento. A vinda da Embrapa para cá vai nos inserir nas melhores práticas da agricultura, na produção de alimentos funcionais, de desenvolvimento de sabores para nossa culinária, que é um dos encantos de Alagoas”, disse Renan, que já foi governador do estado.

No novo PAC, lançado pelo Governo Federal em agosto, está previsto o investimento de R$ 7 milhões neste ano para obras civis e, em 2024 e 2025, de R$ 62 milhões para aquisição de mobiliário, equipamentos de laboratório, campo e casas de vegetação, entre outros.

O governador de Alagoas, Paulo Dantas, agradeceu a presença dos ministros e ressaltou que a Embrapa Alimentos vai ampliar o nível de ciência, tecnologia e pesquisa no estado. “Vai promover mais oportunidades de emprego para o agricultor familiar como também para os grandes agricultores por meio do agronegócio, levando rentabilidade e uma melhor produtividade”, disse.

Presidente da Embrapa, Silvia Massruhá afirmou que a nova unidade em Alagoas terá um diferencial pois associará gastronomia, turismo e nutrição. “Esse centro traz uma conexão do sistema agroalimentar ligada a gastronomia e ao turismo, aproveitando os saberes das comunidades locais. Temos o objetivo de divulgar e trazer o quanto a agricultura é importante à nutrição” discursou.

Segundo a presidente, a Embrapa Alimentos terá laboratórios para o treinamento de chefes das marisqueiras da região local e investigação de produtos e da biodiversidade, trazendo novos tipos de alimentos, pesando no valor nutricional.

Alagoas possui agropecuária diversificada, com cadeias produtivas importantes, como as de leite, fruticultura, carnes, apicultura, grãos e mandioca, entre outros.

Também estiveram presentes no evento o chefe-geral da Embrapa Alimentos e Territórios, João Flávio Veloso; o coordenador da Bancada Federal de Alagoas na Câmara dos Deputados, Paulo Fernando dos Santos, além de autoridades do Governo Federal, do Governo de Alagoas e de prefeituras municipais do Estado; parlamentares federais e estaduais; gestores e empregados da Embrapa; representantes de organizações parceiras da Embrapa em Alagoas.

Histórico

A iniciativa de se criar a Embrapa Alimentos e Territórios em Alagoas ocorreu em 2016, quando houve a identificação, por parte do governo federal, da necessidade da criação de um novo centro de pesquisa da Embrapa que fosse referência em soluções tecnológicas e sociais na temática dos alimentos e da alimentação.

O local escolhido para a sede foi em Maceió, no estado de Alagoas, por ser este um dos poucos estados da federação que não possuíam centro de pesquisa da Embrapa.

A efetiva criação do centro ocorreu em 2018, o qual já conta com 43 pesquisadores e técnicos em seu quadro de pessoal.

 

Fonte: Assessoria Mapa

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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