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Dow AgroSciences realiza treinamento sobre boas práticas agrícolas em Marechal Cândido Rondon (PR)

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Em 15 de julho, a Dow AgroSciences realizará, em Marehal Cândido Rondon (PR), o treinamento do Programa de Aplicação Responsável (PAR) – que visa orientar e disseminar as boas práticas agrícolas entre produtores rurais da região. O projeto é uma parceria da Dow AgroSciences com a UNESP, do qual participam agricultores, operadores de pulverizador, técnicos e engenheiros agrônomos. No estado do Paraná, o SANEAR-PR, a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) apoiam esta iniciativa.
Os treinamentos do PAR abordam uma série de ações relacionadas à sustentabilidade do agronegócio, como uso correto de Equipamento de Proteção Individual (EPI), descarte de embalagens, condições climáticas adequadas e qualidade na aplicação de defensivos agrícolas. Os participantes têm a oportunidade de assistir a palestras de conscientização e capacitação e desenvolver atividades práticas relacionadas à inspeção periódica de pulverizados (IPP) e redução do risco de deriva.
Criado em 2010 pela Dow AgroSciences, o PAR já treinou e capacitou mais de 2 mil pessoas em diferentes localidades. Só em 2012, foram 37 cidades visitadas em quatro Estados. A meta de 2013 é expandir o programa para abranger 46 cidades de Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo, de julho a setembro. 
“A ampliação do PAR demonstra o sucesso do programa, no qual a Dow AgroSciences investe e acredita. São projetos como este que fazem a diferença na construção de uma agricultura sustentável e produtiva”, afirma Ana Cristina Pinheiro, especialista em Product Stewardship da Dow AgroSciences. Em 2011, o programa recebeu o Prêmio Mérito Fitossanitário, realizado pela ANDEF, na categoria “Boas Práticas Agrícolas”.
Simulador de deriva
A deriva de defensivos agrícolas pode afetar culturas sensíveis que estejam próximas da área de aplicação. A eliminação do problema é uma das questões mais trabalhadas no PAR. Por este motivo, foi desenvolvido pela Dow AgroSciences e a Unesp, um equipamento que possibilita simular condições reais de vento e tamanhos de gota das aplicações, de forma que os participantes tenham a visualização real do efeito do uso de cada tipo de tecnologia (ponta e pressão de trabalho), de acordo com a velocidade do vento no momento da aplicação. Conhecido como “simulador de deriva”, o equipamento é usado em todas as aulas práticas.
“O processo, extremamente marcante do ponto de vista didático, traz convencimento imediato do efeito das variações da tecnologia de aplicação no risco de deriva”, conta Ulisses Rocha Antuniassi, professor da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu. 
Antes e depois de iniciar a dinâmica, são feitos testes que avaliam os participantes com relação ao conhecimento sobre o assunto. Segundo o professor Ulisses, existe um aumento médio de 77% de acertos no teste realizado após a capacitação em relação aos realizados previamente. 
Serviço
Treinamento do Programa de Aplicação Responsável Marechal Cândido Rondon:
Data: 15/07/2013
Horário: das 14h00 às 17h00
Local: Estação Experimental Copagril – Rod. 491, km 2 – Em frente à Polícia Rodoviária Estadual/ PR
Sobre a Dow AgroSciences
A Dow AgroSciences, com sede em Indianápolis, Indiana, nos Estados Unidos, desenvolve soluções inovadoras para a proteção de cultivos e biotecnologia de plantas para atender aos desafios de um mundo em crescimento. A Dow AgroSciences é uma subsidiária em caráter integral da The Dow Chemical Company e obteve um volume de vendas global de US$ 6,4 bilhões em 2012.

Fonte: Ass. Imprensa da Dow

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Notícias Mercado

JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

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A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
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Notícias Soja

Indicador Paraná atinge recorde nominal

Preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa

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Danilo Estevão/Embrapa

Os preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores mostra preferência em comercializar a soja em detrimento do milho, o que eleva a liquidez no mercado da oleaginosa.

Diante disso, mesmo sendo período de finalização de colheita no Paraná, o Indicador CEPEA/ESALQ da soja atingiu R$ 172,66/saca de 60 kg no último dia 14, recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997. Já outra parcela de vendedores não mostra interesse em fechar negócios para entrega no curto prazo, atentos à maior paridade de exportação para embarques nos próximos meses.

Fonte: Cepea
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Notícias Milho

Falta de chuva preocupa e mantém produtor afastado do mercado

Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade

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As chuvas ainda abaixo do esperado neste mês em importantes regiões produtoras de segunda safra têm deixado vendedores afastados das negociações. Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade.

Compradores, por sua vez, precisam recompor estoques, cenário que mantém os preços em alta. Na parcial de abril (até o dia 16), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) subiu 4,45% fechando a R$ 97,88/saca de 60 kg na sexta-feira (16), novo recorde real da série do Cepea. Em algumas praças, os avanços nos preços são mais expressivos, e vendedores já pedem valores acima de R$ 100 pela saca de 60 kg.

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral

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