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Dirigentes pedem agilidade ao governo para iniciar frigorífico de R$ 500 milhões

Os presidentes reivindicam agilidade nos procedimentos de licenciamento ambiental para que possam dar início às obras de construção de um frigorífico de suínos no Paraná

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Dirigentes da Frimesa Cooperativa Central reivindicam agilidade nos procedimentos de licenciamento ambiental para que possam dar início às obras de construção de um frigorífico de suínos no município de Assis Chateaubriand, no Oeste do estado. Os presidentes também pedem mais investimentos da Copel na infraestrutura de fornecimento de energia elétrica destinada à unidade industrial. A demanda da Frimesa e das cooperativas filiadas foi repassada ao governador do Paraná, Beto Richa, em reunião no início da tarde desta terça-feira (26), no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Mais cedo, os presidentes da Frimesa, Primato, Copacol e Copagril, respectivamente, Valter Vanzela, Ilmo Welter, Valter Pitol e Ricardo Chapla, estiveram na sede do Sistema Ocepar.  Eles foram recebidos pelo superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, e pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti.

Segundo Valter Vanzela, presidente da Frimesa, o objetivo da reunião com o governador Beto Richa foi relatar os entraves que estão dificultando a implantação do projeto do frigorífico de suínos, unidade industrial que terá, em sua primeira fase, capacidade para abater 7 mil suínos/dia. Somente no parque fabril, o investimento inicial é estimado em R$ 500 milhões. “Nossa expectativa é lançar a pedra fundamental da indústria ainda em 2016, com o início do trabalho de terraplenagem. Por enquanto isso não é possível, devido a uma série de obstáculos que estamos enfrentando”, afirmou. “Outro problema que temos que superar é em relação à energia elétrica. Constatou-se que a subestação elétrica de Assis Chateaubriand não comporta instalação industrial e precisa ter ampliação”, disse. De acordo com Vanzela, “é importante manter um diálogo constante com o governo do Estado para que possamos, em conjunto, discutir e fazer os ajustes necessários à implantação desse projeto fundamental para a região, que irá, em sua etapa final, gerar mais de 5 mil empregos diretos”, frisou.

Capacidade

Quando concluído, em sua etapa final, o novo frigorífico da Frimesa será o maior do Brasil, com capacidade para abater 15 mil suínos/dia, ou cerca de mil animais por hora. Segundo Valter Vanzela, ao todo, somando aportes na indústria e na adequação das propriedades, o projeto demandará investimentos estimados em R$ 2 bilhões. Cooperativa central com sede em Medianeira, no Oeste do Paraná, a Frimesa é formada pelas cooperativas Copagril, Lar, C.Vale, Copacol e Primato. Em 2015, teve um faturamento de R$ 2,23 bilhões, gerando 6.500 empregos diretos. “Para que possamos ampliar a base de produção e espaço no mercado, precisamos crescer na capacidade industrial. Por isso, o investimento no frigorífico é crucial para mantermos nossos indicadores de expansão. Tudo está sendo realizado dentro de um planejamento de ação para os próximos 15 anos”, explicou o presidente. “Vamos construir uma indústria da mais alta tecnologia, produzindo com qualidade e custos menores, o que é fundamental no contexto competitivo atual”, finalizou.

Segundo o presidente da Primato, Ilmo Welter, é importante que as obras do frigorífico sigam o cronograma, pois já estão em andamento os investimentos de cooperativas e cooperados na readequação produtiva para o fornecimento de matéria-prima à indústria. “Acredito que o governador Beto Richa se sensibilizará com as dificuldades que enfrentamos e nos auxiliará a superá-las. Estou aqui para somar forças com os demais dirigentes na busca por uma solução que agilize a implantação desse indústria que trará empregos e desenvolvimento a toda a região Oeste”, afirmou.

Na opinião do presidente da Copagril, Ricardo Chapla, faz-se necessário que cada participante do projeto do frigorífico cumpra seu papel com agilidade e organização. “As cooperativas, em conjunto com os cooperados, têm planejado o aumento da produção e, automaticamente, temos a necessidade de contar com a indústria para abater e industrializar essa matéria-prima. Há o compromisso do governo do estado em auxiliar na agilidade da implantação da infraestrutura necessária ao projeto”, lembrou.

Já o presidente da Copacol, Valter Pitol, destacou o impacto do novo frigorífico para a economia estadual. “Sem dúvida nenhuma, essa nova indústria que será instalada em Assis Chateaubriand será uma grande oportunidade não só para as cooperativas filiadas à Frimesa e seus cooperados, mas também para o desenvolvimento do Paraná. Serão criados inúmeros empregos diretos e indiretos e também a oportunidade de que mais produtores possam vir a participar como fornecedores de suínos ou aumentar suas produções atuais. Por isso é importante termos o apoio do governo do estado neste momento de preparação de toda a infraestrutura do local”, disse.

Pitol lembrou que com essa nova indústria de abate da Frimesa, apenas os produtores cooperados da Copacol, que hoje fornecem 25 mil suínos por mês, passarão a entregar mais 60 mil suínos, totalizando ao final do processo 90 mil suínos/mês. “Isso tudo impactará diretamente toda cadeia de produção e consequentemente transferindo mais renda para nossos produtores cooperados”.

Fonte: Ocepar

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BRF planeja aumentar em 300% espaços diferenciados em redes varejistas por todo o Brasil

Companhia já implementou modelo Store in Store em importantes redes como Pão de Açúcar, Extra e BIG

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A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, pretende ampliar em 300% sua presença com espaços diferenciados de venda dentro de redes varejistas do País. O modelo Store in Store, uma opção que reúne os principais produtos das marcas Sadia, Perdigão e Qualy em um único lugar dentro dos supermercados, oferece aos clientes praticidade ao organizar os itens por ocasiões de consumo – como café da manhã, churrasco, feijoada e pratos congelados, por exemplo. O conceito, que já está em operação no Pão de Açúcar, Extra, Makro, Big e G.Barbosa, deve alcançar 400 espaços de venda ainda este ano.

O Store in Store fechou 2020 com mais de 100 espaços instalados. Nesta modalidade de vendas, o varejista cede umlocal dentro do seu estabelecimento comercial para a BRF promover uma experiência de compra diferenciada, transmitindo a mensagem “tudo o que o consumidor precisa em um só lugar”. Com esse formato, a BRF leva para os varejistas uma modalidade inovadora, que permite que os consumidores tenham uma nova experiência de varejo totalmente B2B2C.

O conceito traz para o mundo físico o que o cliente já encontra no canal online Mercato em Casa e expande o modelo da loja própria Mercato Sadia. Nos dois locais de compra, os produtos estão organizados para facilitar a compra por ocasião de consumo e proporciona uma melhor experiência para os consumidores.

“Oferecer alimentos com qualidade, sabor e ainda mais praticidade, onde e como o consumidor quiser, é um dos nossos compromissos: colocar o consumidor sempre no centro das decisões. O Store in Store nos possibilita atingir esta meta. Por meio deste modelo, a BRF busca o acesso direto com o consumidor pelo varejo”,diz Manoel Martins, Diretor Comercial do Mercado Brasil da BRF. “O modelo foi tão bem recebido pelo mercado que planejamos, para este ano, abrir 300 novos espaçosem todo o Brasil”, finaliza o executivo.

A estratégia de expansão do Store in Store está alinhada com a Visão 2030, plano de crescimento da Companhia anunciado no final de 2020 que visa consolidar a liderança da BRF como uma empresa global de alimentos de alto valor agregado, com marcas reconhecidas e produtos de alta qualidade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

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A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
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Notícias Soja

Indicador Paraná atinge recorde nominal

Preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa

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Danilo Estevão/Embrapa

Os preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores mostra preferência em comercializar a soja em detrimento do milho, o que eleva a liquidez no mercado da oleaginosa.

Diante disso, mesmo sendo período de finalização de colheita no Paraná, o Indicador CEPEA/ESALQ da soja atingiu R$ 172,66/saca de 60 kg no último dia 14, recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997. Já outra parcela de vendedores não mostra interesse em fechar negócios para entrega no curto prazo, atentos à maior paridade de exportação para embarques nos próximos meses.

Fonte: Cepea
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