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Notícias Agronegócio

Dilvo recepciona Guto Silva e fala de investimentos e de obras estratégicas

Apesar dos desafios da pandemia, o agronegócio vai bem, abre novas oportunidades de emprego e ajuda o Paraná e o Brasil a avançar economicamente

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Assinatura de contratos de financiamento para novas obras da cooperativa- Foto: Assessoria

A Coopavel experimenta um dos seus melhores momentos, com crescimento a índices históricos e com investimentos em novas unidades e indústrias. Esses foram os principais pontos apresentados pelo presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, ao secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva, em visita à Coopavel na tarde desta sexta-feira, 13. O secretário se fez acompanhar dos deputados estaduais Gugu Bueno e Marcio Pacheco e foi recepcionado também pelo vice-presidente Jeomar Trivilin, diretores, membros do Conselho Fiscal e gerentes de unidades da cooperativa.

Dilvo informou que, apesar dos desafios da pandemia, o agronegócio vai bem, abre novas oportunidades de emprego e ajuda o Paraná e o Brasil a avançar economicamente. Ele falou também sobre novos investimentos da Coopavel que chegarão a R$ 500 milhões nos próximos dois anos. Serão R$ 200 milhões em 2021 e R$ 300 milhões em 2022. Esses recursos serão investidos na construção de novas unidades e fábricas no Oeste e Sudoeste do Paraná.

“Atualmente, estamos em 12 ramos industriais e vamos lançar, segundo um cronograma cuidadosamente elaborado, inúmeros novos produtos no mercado”, segundo o Dilvo. Cinco novas indústrias serão ativadas em 2021 e 2022 nos setores de fertilizante foliar, fertilizante agromineral, adubos biológicos, saneantes e materiais de limpeza e produtos de carne elaborados prontos para consumo.

Grandes obras

A importância da Ferroeste, com ramais a Foz do Iguaçu, interior do Mato Grosso do Sul e futuramente também ao Sudoeste do Paraná, foi destacada por Dilvo Grolli. “Secretário, essa é uma obra imprescindível ao futuro do nosso Estado. E o governo de Ratinho Júnior tem trabalhado muito e acertadamente para fazer da nossa ferrovia um grande corredor de exportações”. Com 1.285 quilômetros de extensão e previsão de investimentos de R$ 25 bilhões, a Nova Ferroeste será uma das principais estruturas da malha ferroviária brasileira.

Dilvo falou também da geração de empregos pela cooperativa, que acaba de ultrapassar a marca histórica de sete mil colaboradores. Ele citou também que 1,8 mil desses funcionários são estrangeiros, de 13 nacionalidades. “São pessoas que, de certa forma são invisíveis para a sociedade, mas que são visíveis e importantes para a nossa e outras cooperativas. Eles encontram aqui a chance de recomeçar as suas vidas, de ter um trabalho, renda fixa e de confiar em um futuro mais promissor”, pontuou o presidente.

Orgulho

O secretário Guto Silva falou que a Coopavel é um grande orgulho aos paranaenses. “É uma cooperativa alicerçada pela união, trabalho, compartilhamento e desenvolvimento, fundamentos que o Governo Ratinho Júnior respeita e compactua”. Guto falou também de investimentos e parcerias para dotar o Paraná de novas tecnologias e inovações, como o 5G. “Vamos investir em tudo que facilite a vida de quem trabalha e empreende”, afirmou o secretário, que citou ainda um projeto de compensação de crédito de ICMS para as cooperativas que viabilizará a implantação de plantas de energia fotovoltaica.

Fonte: Assessoria
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Notícias Análise do Cepea

Com desvalorização dos ovos, relação de troca por milho é a pior da história

Na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

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Arquivo OP Rural

Com os ovos desvalorizados e os preços do milho e do farelo de soja em alta, o poder de compra do avicultor de postura recuou na parcial deste mês (até o dia 20).

Considerando-se o milho, especificamente, a relação de troca em janeiro é a mais desfavorável ao avicultor em toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013 – na média parcial do mês, foi possível ao produtor de Bastos (SP) a compra de 65,9 quilos do cereal com a venda de uma caixa de 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, considerando-se o preço do milho na região de Campinas (SP) – Indicador ESALQ/BM&FBovespa.

Esse volume é o menor da série e ainda 14,9% inferior ao registrado em dezembro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as cotações do milho estão em forte alta neste mês, impulsionadas pela restrição de vendedores – devido às incertezas quanto à produtividade das lavouras – e pela demanda elevada.

Quanto ao farelo de soja, após o recuo dos preços na maior parte do segundo semestre de 2021, os valores passaram a subir em dezembro, principalmente por conta do alto valor da matéria-prima e da firme procura.

Assim, na média parcial de janeiro, o avicultor pôde comprar 38,3 quilos do insumo (mercado de lotes da região de Campinas) com a venda de uma caixa de ovos brancos, a menor quantidade em um ano, considerando-se a série mensal, e ainda 20,8% menor que a média de dezembro.

Fonte: Cepea
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Notícias Incertezas da produção nacional

Diferença entre preços pedidos e ofertados limita comercialização da soja no Brasil 

Agentes do Cepea indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

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Arquivo OP Rural

Incertezas quanto à produção nacional de soja, expectativas de maior demanda e a recente desvalorização cambial (US$/R$) ampliaram a disparidade entre os preços pedidos e ofertados pela oleaginosa, limitando a liquidez no mercado brasileiro.

De um lado, produtores, especialmente os da região Sul, relatam grandes perdas na produção devido à escassez hídrica no principal período de desenvolvimento das lavouras.

De outro, agentes consultados pelo Cepea apontam que as produções nas demais regiões do Brasil devem ser volumosas, compensando boa parte das perdas no Sul.

Agentes também indicam a possibilidade de maiores demandas doméstica e internacional nesta temporada, o que tem deixado produtores reticentes nas negociações do remanescente da safra 2020/2021 e também de contratos a termo da safra 2021/2022.

Consumidores também estiveram cautelosos nos últimos dias, diante da desvalorização do dólar e da expectativa da entrada da nova safra.

No spot nacional, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 1,5% entre 14 e 21 de janeiro, a R$ 177,33/sc de 60 kg na sexta-feira (21).

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) registrou alta de 2%, no mesmo comparativo, a R$ 180,15/sc de 60 kg no dia 21.

Dentre as regiões brasileiras, entretanto, os preços registraram direções distintas.

O dólar registrou queda de 1,17% entre as duas últimas sextas-feiras, a R$ 5,457 no dia 21.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Ritmo de negócios é lento, mas cotações do milho seguem em alta

As consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

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Arquivo OP Rural

Os preços do milho continuam em alta no mercado físico nacional, mesmo com o início da colheita da primeira safra no Sul.

Segundo colaboradores do Cepea, as consecutivas valorizações têm preocupado compradores, que reportam dificuldades para recompor estoques.

No Estado de São Paulo, especificamente, mesmo com o aumento da oferta do Centro-Oeste, demandantes têm preferido comprar o cereal paulista, que estava nos armazéns desde a colheita da segunda safra.

Porém, menores volumes – a preços mais altos – têm sido adquiridos, mas com entrega rápida.

Entre 14 e 21 de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu 1,6%, fechando a R$ 98,33/saca de 60 kg na sexta-feira (21), acumulando 15 dias consecutivos de alta e voltando aos patamares de agosto de 2021.

Fonte: Cepea
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