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Digestibilidade de proteínas é fator primordial para uma correta nutrição de suínos

Concentrado proteico de soja (SPC) da Rio Pardo Proteína Vegetal tem 97,75% de coeficiente, quase 6% a mais do que a média do mercado

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Um dos principais aspectos a serem levados em consideração na hora de se escolher um concentrado proteico de soja (SPC) para a nutrição animal é o coeficiente de digestibilidade, que mostra quanto do ingrediente é digerido, absorvido e aproveitado pelo respectivo organismo: quanto maior, mais qualidade. Na dieta de suínos, a proteína é indispensável, principalmente, para animais jovens crescerem saudáveis e capazes de se reproduzir.

De acordo com o manual de nutrição do Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves (CNPSA) da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), “para a maioria das fases [de vida dos suínos], uma formulação adequada é obtida com a combinação dos alimentos (…) e os leitões novos não admitem ingredientes de baixa digestibilidade”.

Um estudo realizado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) mostra que o produto da Rio Pardo Proteína Vegetal, empresa especializada na fabricação de SPC, está quase 6% à frente da concorrência neste quesito para a nutrição de suínos. Enquanto o coeficiente médio está em 92%, número já considerado excelente pelo mercado, o da Rio Pardo atinge a marca de 97,75%.

“Isto traz inúmeras vantagens. Primeira: o custo-benefício. Hoje, temos um produto melhor frente ao mercado, pois entregamos um valor nutricional superior, gerando economia ao cliente. Em segundo lugar, há uma grande necessidade de produtos mais digestíveis e seguros para animais jovens. E nós oferecemos isto”, explica Leandro Baruel, gerente de exportações da empresa.

Outra vantagem tange o fato de o produto ser vegetal. Embora se equipare, não carrega consigo impurezas e riscos de outros produtos de qualidade, tais como farinhas animais hidrolisadas e plasma sanguíneo, por exemplo. O plasma (fração do sangue oriundo de abatedouros), aliás, é utilizado no mundo todo para suínos por ter altos valor nutricional e digestibilidade: 95,5%, de acordo com a quarta edição do livro “Tabelas Brasileiras Para Aves e Suínos – Composição de Alimentos e Exigências Nutricionais”, publicado a cada cinco anos pela UFV. Coeficiente também abaixo do SPC da Rio Pardo.

“Com salmões, já havíamos observado isto antes. Em experimento realizado pela Aquadvise, no Chile, a digestibilidade passou de 98%, contra 94% da média do mercado. Agora, com este estudo, temos numericamente registrada nossa superioridade. Desta vez, com suínos, e chancelados por uma entidade de credibilidade, reconhecida internacionalmente por suas pesquisas neste mercado”, adiciona Baruel.

De acordo com Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da Rio Pardo, o dado não é apenas importante aos clientes, mas também para a própria empresa. “Isto nos possibilita esclarecer e compreender nosso produto, e permite aos clientes que o explorem melhor e façam uma adequação nutricional, se utilizando deste benefício”, complementa. Hoje, cerca de 50% do volume produzido mensalmente pela companhia abastece o mercado de suinocultura.

Segundo dados atualizados em maio deste ano pela Embrapa, o Brasil é o quarto maior produtor de suínos do mundo, com mais de 4,4 mil toneladas apenas em 2020. Deste total, 77% vão para o mercado interno, enquanto 23% são para exportação. O consumo médio de carne de porco dos brasileiros é de 16 quilos por ano.

Metodologia de produção exclusiva

Uma das explicações para o salto na qualidade está na metodologia exclusiva da Rio Pardo, patenteada neste ano pelo European Patent Office (sendo chancelada pelo órgão como “inovadora”) e dando exclusividade ao processo de produção na União Europeia.

A principal diferença do procedimento é a unificação das etapas de processamento. “Nos processos tradicionais, funciona da seguinte maneira: em um primeiro momento, separa-se o óleo do grão de soja. Depois disso, faz-se um aquecimento para remover os solventes do processo. Em seguida, é preciso uma segunda etapa para tirar os carboidratos solúveis, onde estão os fatores antinutricionais da soja. Nesta extração, utiliza-se álcool e, para removê-lo, se aquece novamente o grão. Em nosso processo, isso tudo é feito de uma só vez. Tira-se o óleo e os carboidratos em apenas uma única etapa e um único aquecimento”, detalha Baruel.

Desta forma, segundo Baruel, a qualidade do produto aumenta consideravelmente, fator também considerado pelo bureau europeu de patentes, que observou não apenas a metodologia e a prática, mas também o produto final. “Quando reduzimos o número de aquecimentos dos grãos, diminuímos a possibilidade de ocorrer o que chamamos de ‘reação de Maillard’, que é a formação de um complexo da proteína com carboidrato e açúcares. Este complexo interfere na digestibilidade do produto”, comenta.

Com isso, além de obter um produto melhor, o rendimento é superior, é economicamente mais viável e, principalmente, traz muito mais sustentabilidade, pois o consumo das energias térmica e elétrica é consideravelmente reduzido. “No mercado de criação de animais há uma pressão muito forte neste sentido. Da matéria-prima ao produto para os clientes, é preciso ser o mais sustentável possível”, completa o gerente de exportações da Rio Pardo.

“Nossos procedimentos, por serem cuidadosos ao extremo, possibilitam uma ótima remoção dos fatores antinutricionais ao mesmo tempo em que evitam uma agressão térmica à proteína, gerando um produto de excepcional qualidade”, conclui Aguiar.

Fonte: Assessoria

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Genômica acelera melhoramento genético e transforma pecuária leiteira

Tecnologia reduz tempo de avaliação, corta custos e amplia ganhos de produtividade nos rebanhos.

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A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

O primeiro impacto é no tempo. Antes da genômica, a avaliação genética dependia diretamente da análise da progênie, processo que pode levar até sete anos em raças taurinas e nove em raças zebuínas. Vamos tomar como exemplo um touro leiteiro. Para avaliar seu potencial melhorador era necessário coletar e distribuir o sêmen, inseminar vacas, aguardar a gestação, o nascimento das filhas, seu crescimento e início e final da lactação para então obter as medidas de produção de suas progênies. Um processo muito demorado, caro e arriscado, já que, na média, apenas um em cada dez animais testados se confirmava como realmente superior. Hoje, com a avaliação genômica, sabemos o potencial genético de um animal diretamente do seu DNA, mesmo quando ainda está em fase embrionária.

Essa redução no tempo está totalmente ligada aos custos do produtor. No período em que fui pesquisador nos Estados Unidos, testes de progênie custavam cerca de US$ 50 mil por animal, chegando a investimento entre US$ 250 mil e US$ 500 mil para identificar um único reprodutor realmente superior dentre os avaliados. Já o processo de avaliação genômica, que mapeia e prevê características como precocidade sexual, eficiência alimentar, produção de leite e outras métricas essenciais, pode ser feito por cerca de R$160 por animal, como no caso do Gir leiteiro. Isso muda completamente a lógica do melhoramento, democratiza a tecnologia e permite sua aplicação em larga escala.

O pecuarista também sente essa rapidez no dia a dia do rebanho. Uma vaca custa, em média, R$10 mil até a primeira lactação (entre investimentos em manejo, nutrição e sanidade). Ao identificar com antecedência os animais com baixo potencial genético, é possível descartá-los antes que esse custo seja totalmente realizado. Num grupo de 100 animais, a eliminação de apenas dois indivíduos inferiores já pode compensar todo o investimento em genotipagem.

O terceiro ponto central é o aumento da acurácia. A seleção tradicional era baseada na combinação de pedigree e dados fenotípicos, como peso, produção de leite e outras características. Com a inclusão das informações de DNA, por meio de marcadores moleculares, passamos a ter uma avaliação mais completa, confiável e tecnológica. Selecionando os melhores indivíduos de forma antecipada e diminuindo o intervalo entre gerações, aceleramos o progresso genético do rebanho.

Vamos a alguns dados que revelam o crescimento na produtividade. No Gir leiteiro, o potencial genético médio para produção de leite passou de 230 kg (em 2005) para 380 kg (em 2018): ganho de 150 kg em 13 anos. Com a adoção da genômica, esse avanço mudou de patamar: entre 2018 e 2025, o valor saltou para 641 kg. O dobro da produtividade em praticamente metade do tempo. Isso se reflete em produtividade no campo. Nos últimos 25 anos, a produção média de leite do Gir leiteiro evoluiu de cerca de 2.700 kg para mais de 5.000 kg, sendo o melhoramento genético o responsável por 31% desse aumento.

Também vale destacar que os investimentos em genômica no Brasil acompanham nosso protagonismo global. Em 2018, iniciamos o trabalho com cerca de 3.300 animais genotipados Gir leiteiro na Embrapa. Hoje, esse número ultrapassa 60 mil animais, com avaliações sendo realizadas não apenas no Brasil, mas também em 13 outros países, especialmente na América Latina. No caso do Girolando, já são mais de 40 mil animais avaliados e todos os touros em teste de progênie dessas raças passam pela avaliação genômica.

Isso coloca o Brasil em um novo patamar no cenário internacional. Recentemente, participamos da exportação de 3.000 embriões de bovinos para a Índia com base em seleção genômica, um marco inédito e muito simbólico. Há 100 anos, o Brasil importava animais da Índia. Hoje, além de exportar animais de alto valor genético, também exportamos tecnologia desenvolvida aqui.

Por fim, é importante reforçar que a genômica não substitui a base do melhoramento genético. A coleta de dados fenotípicos segue essencial para a evolução da própria tecnologia. Sem essas informações, a capacidade de avanço da genômica se limita ao longo do tempo. Somado a isso, é importante destacar que a inseminação artificial é o alicerce do melhoramento genético moderno, pois permite que pequenos e grandes produtores democratizem o acesso a touros de elite, acelerando o ganho de produtividade, longevidade e qualidade em todo o rebanho.

Dessa forma, a atuação de entidades como a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) é fundamental ao promover o uso de genética melhoradora, incentivar a adoção de tecnologias e contribuir para a disseminação de informação técnica confiável. É essa integração entre tecnologia, conhecimento e setor organizado que leva nossa pecuária adiante.

Fonte: Artigo escrito por Marcos Vinicius da Silva, doutor em Genética e Melhoramento e pesquisador da Embrapa Gado de Leite
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Ceva Saúde Animal nomeia Sébastien Huron como CEO Adjunto

Mudança faz parte de uma evolução mais ampla de governança, após a decisão de Marc Prikazsky de criar a posição de CEO Adjunto e adotar uma estrutura de liderança dual.

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Sébastien Huron, CEO Executivo Ceva Saúde Animal: "É uma honra ingressar na Ceva em um momento em que a empresa conta com uma base estratégica excepcional e uma forte cultura de inovação" - Foto: Divulgação

A Ceva Saúde Animal, quinta maior empresa global de saúde animal, majoritariamente controlada por sua equipe de gestão, anuncia hoje a nomeação de Sébastien Huron como CEO Adjunto (Deputy CEO), com efeito imediato.

A mudança faz parte de uma evolução mais ampla de governança, após a decisão de Marc Prikazsky de criar a posição de CEO Adjunto e adotar uma estrutura de liderança dual. Nesse modelo, ele passa a atuar como Presidente Executivo, responsável pelas prioridades estratégicas de longo prazo, enquanto Sébastien Huron assume a liderança da gestão operacional do Grupo e a presidência do Comitê Executivo. 

Fortalecimento do foco estratégico e operacional

Marc Prikazsky – Sébastien Huron Presidente executive – CEO Adjunto – Foto: Ceva Saúde Animal

Como Presidente Executivo, Marc Prikazsky concentrará sua atuação na agenda de longo prazo da Ceva, incluindo o fortalecimento das relações sólidas e de confiança com investidores, a liderança em inovação centrada no cliente, o desenvolvimento de futuras lideranças e o reforço do papel da Ceva no enfrentamento de grandes desafios globais.

Marc Prikazsky comentou: “Essa evolução de governança reflete a dimensão que a Ceva alcançou e nossa ambição de fortalecer tanto o foco estratégico quanto a excelência operacional. Tenho grande satisfação em dar as boas-vindas ao Sébastien, cuja experiência, visão global e liderança profundamente humana serão ativos fundamentais. Tenho plena confiança em sua capacidade de liderar nossas equipes com ambição, coragem e pragmatismo. Sébastien e eu trabalharemos em estreita colaboração para garantir continuidade, ao mesmo tempo em que aceleramos a próxima fase de desenvolvimento da Ceva.”

Perfil global e liderança comprovada

Médico-Veterinário formado pela National Veterinary School of Toulouse, Sébastien Huron iniciou sua carreira em 1994 na Mars Inc., na França, atuando na área de marketing da divisão de alimentos para animais de estimação.

Ainda naquele ano, mudou-se para o Brasil para integrar a Roussel-Uclaf / Hoechst Roussel Vet, onde permaneceu por seis anos em diferentes funções de liderança nas áreas de marketing, P&D e desenvolvimento de negócios para a América Latina e o Brasil.

Em 2000, transferiu-se para os Estados Unidos para ingressar na Intervet, inicialmente como Diretor do Grupo de Desenvolvimento de Mercado para a América do Norte e, posteriormente, como Diretor da área de Animais de Companhia.

Retornou à Europa em 2006, assumindo responsabilidades pelo sul da Europa na Virbac, antes de ser nomeado Diretor de Área para a Europa em 2008. Posteriormente, passou a integrar o Comitê Executivo do grupo e assumiu a liderança das Operações Globais de Negócios.

De 2017 a 2024, atuou como CEO da Virbac, conduzindo a empresa por um período de crescimento orgânico recorde.

Com mais de 30 anos de experiência em diferentes continentes, Sébastien desenvolveu sólida expertise em estratégia, marketing, P&D, operações industriais e gestão geral.

É amplamente reconhecido por sua liderança colaborativa, visão multicultural e forte orientação ao cliente.

Refletindo sobre sua nomeação, Sébastien Huron declarou: “É uma honra ingressar na Ceva em um momento em que a empresa conta com uma base estratégica excepcional e uma forte cultura de inovação. Sempre admirei o espírito empreendedor e a paixão das equipes da Ceva. Minha prioridade será apoiá-las com energia, experiência e uma mentalidade empreendedora para que, juntos, possamos acelerar o desenvolvimento do Grupo e continuar a gerar valor significativo para nossos clientes e parceiros em todo o mundo.”

Fonte: Assessoria Ceva Saúde Animal
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Fazenda Speranza e Cooperl se associam à COBEA em prol do bem-estar animal

Produtora de ovos de Minas Gerais e cooperativa francesa especialista em genética suína são as mais recentes adições à coalisão empresarial.

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Maria Clara Oliveira, gerente de Desenvolvimento da Cooperl do Brasil; Elisa Tjarnstrom, diretora-executiva da COBEA e Graziella Chaudet, CEO da Cooperl do Brasil - Foto: Divulgação/COBEA

A Fazenda Speranza, considerada referência na produção de ovos com foco em bem-estar animal e práticas sustentáveis, formalizou em março sua adesão à Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA), iniciativa inédita lançada em 2024 para promover avanços no BEA e em toda a cadeia de proteína animal no Brasil. No mesmo mês, a Cooperl do Brasil, cooperativa francesa líder na produção de suínos na Europa, com 60 anos este ano de atuação e forte presença internacional, se tornou a primeira Empresa Parceira da entidade.

Com a adesão à Colaboração, a Fazenda Speranza amplia seu compromisso contínuo com práticas responsáveis de produção, alinhadas às melhores diretrizes de sustentabilidade e respeito aos animais. “A associação à COBEA representa um passo importante para fortalecer o diálogo e a cooperação com outros atores do setor, compartilhando a nossa experiência valiosa e promovendo iniciativas coletivas que contribuam para elevar os padrões de bem-estar animal em todo o país”, afirma o proprietário da Fazenda Speranza, Guilherme Baruffi.

Desde sua fundação em 2017, a propriedade tem se destacado pela produção de alimentos saudáveis com foco na liberdade e qualidade de vida das aves. Localizada em São Sebastião do Oeste (MG), a empresa cria galinhas livres e produz ovos caipiras sem o uso de antibióticos, hormônios ou subprodutos de origem animal, priorizando o manejo que permite às aves expressarem seus comportamentos naturais.

A filosofia da Fazenda Speranza – que valoriza tanto a sustentabilidade quanto o bem-estar animal – se alinha aos pilares da COBEA, que busca acelerar avanços no setor por meio de ações colaborativas e diálogo multissetorial.

Apoio de empresas possibilita a produção responsável

A Cooperl é a primeira companhia a aderir à COBEA como Empresa Parceira, um novo formato de adesão que pretende ampliar a rede de atuação da coalizão na cadeia de proteína animal no Brasil, abrindo espaço para que corporações de genética, nutrição animal, equipamentos, instalações, saúde animal e demais players com influência estratégica sobre os sistemas produtivos possam contribuir diretamente para a transformação do setor.

A Cooperl do Brasil é a filial da Cooperl Arc Atlantique, uma das maiores cooperativas francesas de suínos da Europa, com 60 anos de experiência no setor este ano. No Brasil, a entidade atua com foco em soluções sustentáveis e de alto desempenho para a suinocultura. Como parte de um sistema cooperativo, promove com exclusividade a genética Nucléus, que através de uma abordagem integrada com foco no bem-estar animal, promove desempenho zootécnico, qualidade de carne e eficiência industrial.

A Cooperl tem vasta experiencia na Europa e internacionalmente em termos de desenvolver soluções para a maioria dos grandes desafios relacionados a bem-estar animal de suínos. A empresa tem como missão contribuir ativamente para o avanço responsável da suinocultura brasileira, oferecendo soluções inovadoras, sustentáveis e alinhadas às exigências do mercado, gerando valor para todos os elos da cadeia.

“Com a nossa recente chegada ao Brasil, queremos focar na construção de parcerias construtivas e apoiar o setor suíno com soluções que priorizam o bem-estar animal. Vemos um grande potencial em fazer parte deste grupo de trabalho colaborativo que visa desenvolver soluções que facilitem o progresso no Brasil”, pontua a CEO na Cooperl do Brasil, Graziella Chaudet.

“Para nós da COBEA, a chegada da Fazenda Speranza e Cooperl é muito positiva, pois são empresas com conhecimento e perícia em termos de boas práticas de bem-estar animal que trarão uma significativa contribuição aos nossos propósitos. A Cooperl também se destaca como a nossa primeira Empresa Parceira, o que abrirá caminho para uma maior colaboração em todo o setor de proteínas animais”, destaca a diretora-executiva da COBEA, Elisa Tjarnstrom.

Fonte: Assessoria COBEA
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