Conectado com
OP INSTAGRAM

Pet PET

Dia Mundial de Combate ao Estresse: Como os pets podem ajudar na saúde mental?

Pesquisas mostram que o vínculo e o afeto dos tutores com os pets auxiliam na manutenção do equilíbrio emocional e podem combater crises de ansiedade e estresse

Publicado em

em

Divulgação

Desde o início da pandemia, muito tem se falado sobre o aumento de casos de depressão e estafa mental causada pelo isolamento social e pela insegurança relacionada à COVID-19. A rotina atribulada, o tempo de lazer escasso, a pressão do dia a dia, a falta de convívio social e muitos outros fatores são os principais responsáveis pelo estresse.

Para driblar esse sentimento, percebeu-se um aumento no número de casas com pets. Os benefícios de ter um animal de estimação são amplamente conhecidos, pois eles trazem alegria e bem-estar para seus tutores, amenizando os sentimentos negativos.

O Instituto de Pesquisa Animal Waltham Pet Care Science Institute aponta que cuidar de um ser vivo com necessidades específicas, como um gato ou cão pet, pode aumentar os níveis de ocitocina, diminuindo os níveis de estresse. Além disso, o pet tem o poder de trazer um propósito para a vida de um tutor, principalmente para os que moram sozinhos. Nesse caso, especificamente, o pet tem um papel ainda mais importante pois ele é uma companhia que pode amenizar a sensação de solidão, além de ajudar a detectar atitudes, gestos, olhares e emoções, ajudando seus tutores a reduzirem o nível de estresse.

Ao acariciar os pelos de um cão, por exemplo, ou fazer com que eles venham até você em busca de atenção, e outras atividades, como levá-lo para passear, brincar e alimentar, tudo isso pode proporcionar algum alívio emocional, especialmente em momentos difíceis como quando há sinais de ansiedade ou estafa mental.

“Normalmente, os animais que iniciam a sua interação com humanos ainda filhotes têm mais facilidade para reconhecer e se adaptar ao ambiente, e conseguem perceber quando há alguma mudança no estado emocional, principalmente quando essas mudanças são negativas”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin.

Melhora da saúde mental por meio da relação com os pets: uma explicação biológica

Estudos demonstraram que a relação entre pets e tutores pode fornecer um impulso de ocitocina, (hormônio que tem papel importante na criação de vínculo e relaxamento) tanto para o ser humano quanto para o animal de estimação. A ocitocina, também conhecida como hormônio do amor, provoca efeitos fisiológicos no corpo, incluindo a redução dos batimentos cardíacos, o que pode resultar em emoção positiva.

Apesar de todos os benefícios que um animal pode trazer para a redução do estresse, é importante frisar que a escolha de se tornar um tutor é de grande responsabilidade, por isso, deve-se levar em consideração diversos fatores antes de receber um pet. Além do compromisso financeiro, um pet precisa de atenção e cuidados que podem consumir algumas horas do seu dia a dia.

Essa consciência é fundamental pois assim como os humanos, os animais de estimação também podem sofrer com o estresse. Se os pets não tiverem estímulos ou se tornarem emocionalmente dependentes de seus donos, eles podem sofrer com crises de ansiedade. Para cuidar da saúde mental dos bichinhos, é importante mantê-los ativos. Especialistas indicam atividades físicas em conjunto, ter uma rotina que seja previsível ao cão, uma boa alimentação e, se necessário, visitas ao veterinário, caso eles apresentem sintomas. E assim como eles, os tutores que sofrem com estresse ou com alguma outra doença emocional devem procurar ajuda de um profissional para cuidar da saúde da melhor forma.

A prevenção do estresse não é uma tarefa simples. Muitas pessoas têm dificuldade de lidar com emoções, gerando sensações que prejudicam tanto a saúde mental quanto a saúde física.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

um × 2 =

Notícias Setor pet

Instituto Pet Brasil projeta crescimento de 22,1% em 2021

Com base nos números do primeiro semestre deste ano, setor deve chegar a R$ 49,9 bilhões. Pet shops pequenos e médio representam praticamente metade de toda movimentação.

Publicado em

em

Arquivo OPR

Puxado pelo faturamento do pet food, o setor de produtos e serviços para animais de estimação deve chegar a um faturamento de R$ 49,9 bilhões em 2021. O levantamento do Instituto Pet Brasil (IPB) projeta o valor total do ano com base no primeiro semestre, e representa uma alta de 22,1% em relação à movimentação do ano passado.

Em comparação à previsão baseada no primeiro trimestre, houve aumento na projeção. A partir dos dados compilados até março de 2021, a expectativa era de R$ 46,5 bilhões em 2021.

Pet food, isoladamente, deve representar R$ 26,8 bilhões, ou 53% do faturamento. Em seguida vem a venda de animais de estimação diretamente dos criadores, movimentando R$ 5,6 bilhões (11,3% do faturamento, alta de 14% em relação a 2020); produtos veterinários (R$ 5,3 bilhões, 10,6% do faturamento do mercado, alta de 11%); serviços gerais (R$ 4,6 bilhões, 9,3% do mercado e 9,8% de crescimento); serviços veterinários (R$ 4,6 bilhões, 9,4% do mercado e 12,9% de crescimento) e produtos de higiene e bem-estar animal, o pet care (R$ 2,7 bilhões, 5,6% do mercado e 19,3% de crescimento).

“Os números atualizados apontam que, mesmo com as dificuldades impostas pela crise que veio junto da pandemia, as famílias não deixam de cuidar de seu pet, mesmo que esse núcleo familiar seja composto apenas de uma pessoa que mora com um animal de estimação”, comenta o presidente do Conselho Consultivo do IPB, Nelo Marraccini, complementando: “Dessa forma acreditamos que o consumidor deve continuar, ao longo de 2021, a oferecer esses produtos que são em grande parte produzidos pelo Brasil e para os pets brasileiros. A rede varejista é ampla, e é caracterizada pela alta capilaridade, e obteve caráter essencial para as famílias durante esse período tão delicado em que enfrentamos a Covid-19”.

Canal de acesso
Pet shops pequenos e médios continuam a ser o principal canal de acesso aos produtos, representando praticamente metade de todas as vendas do setor (48%); seguidos por clínicas e hospitais veterinários (17,9%); agrolojas (10,2%); varejo alimentar (8,9%); pet shops de grande porte (7,4%); e-commerce (5,4%); e outros como clubes de serviço, lojas de conveniência, entre outros (2,2%). Como destaque, o comércio eletrônico também continua a crescer, indicando uma mudança progressiva de hábitos das famílias que possuem pet em casa. Em 2020, esse canal de acesso representou 4,6% das aquisições de produtos, mas cresceu isoladamente 25% em relação a 2019.

Número de empresas
Em 2020, a quantidade de empresas do setor pet brasileiro ultrapassou 272 mil estabelecimentos, sendo 62,1% presentes nas cadeias de distribuição, que compreendem pontos de vendas como pet shops, consultórios e clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por indústrias (0,2%) e criadores (38,6%).

Isoladamente, o varejo pet especializado registrou um estoque de mais de 40 mil estabelecimentos no Brasil. Dentre esses, a maior parte está na categoria de pet shop do tipo loja de vizinhança (80,5%), que se caracteriza por apresentar faturamento médio de R$ 60 mil a R$ 100 mil, possuir até quatro funcionários e oferecer cerca de 30% de cobertura do mix de produtos pet.

Faturamento 2020
O mercado pet brasileiro concluiu o ano de 2020 com um faturamento de R$ 40,8 bilhões. Os números mantêm o Brasil como um dos principais mercados pet do mundo. O país permanece no top 10 do ranking mundial, porém, caiu para a 7º lugar em virtude da desvalorização do câmbio, ficando atrás do EUA (1º), China (2º), Reino Unido (3º), Alemanha (4º), Japão (5º) e França (6º). O crescimento em relação a 2019 foi de 15,5% no faturamento.

Censo pet
A estimativa de 2020 indica que a população pet no Brasil é de aproximadamente 144,3 milhões de animais. O levantamento aponta um crescimento de 2% em relação a 2019. Em todo o mundo, as estimativas apontam que seja de quase 1,7 bilhão de animais. Dentre esses, destaca-se a população de gatos que cresceu 3,1% frente a 2019.

Fonte: Assessoria Instituto Pet Brasil
Continue Lendo

Pet Dia das Crianças

Entenda por que não é recomendado dar um pet de presente para os pequenos

Na corrida pela escolha do presente, não é raro que um gato ou cão se torne uma opção irresistível. Mas é importante lembrar que ter um pet traz responsabilidades emocionais e financeiras, por isso, a tutela deve ser planejada

Publicado em

em

Arquivo / OP Rural

O mês de outubro chegou e, com ele, o Dia das Crianças. Por conta disso, muitos adultos já ficam na expectativa para escolher o presente ideal e podem acabar utilizando a data para presentear os pequenos com um pet. Mas será que um gato ou cão seria a melhor escolha de presente para essa data?

De acordo com os dados coletados pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC), a principal porta de entrada dos animais de estimação nas famílias brasileiras é por meio da adoção ou como um presente. É o que aponta a porcentagem de tutores que foram presenteados, sendo 44% com cães e 31% com gatos.

A intenção de quem presenteia é sempre a melhor, afinal ser tutor de um animal de estimação pode ser uma das experiências mais surpreendentes na vida de uma criança. Pesquisas feitas pela WALTHAM (Petcare Science Institute) mostram que a convivência com gatos e cães beneficia crianças e adultos de forma geral, reduzindo estresse, medo, fadiga e tristeza e também ajudando no desenvolvimento emocional e social. Sem contar que é gratificante para os animais também, porque muitos se encontram em situação de abandono ou maus tratos. No entanto, presentear a criança com um pet é mais do que um momento de alegria, trata-se de um compromisso de longa data, por toda uma vida.

Para especialistas da ROYAL CANIN, antes de se tornar tutor de um pet é necessário realizar uma pesquisa prévia para identificar as características e o perfil dele, incluindo dados de comportamento, personalidade e nível de energia, a fim de encontrar um pet que tenha sinergia com o cotidiano e perfil da família para uma adaptação positiva e posse responsável.

Ter um pet também significa cuidar dele durante toda a sua vida e, para isso, é importante manter hábitos saudáveis para que tenha uma vida promissora. Além disso, é fundamental criar condições ideais para que o gato ou cão se sinta feliz, seja sociável, bem-comportado e que enriqueça a vida da família e da sociedade, reduzindo riscos de abandono.

A ROYAL CANIN®, sempre comprometida com o bem-estar e posse responsável dos animais, mapeou 7 pontos essenciais que devem ser levados em consideração antes de adquirir um gato ou cão:

1. Qual perfil de pet é o mais recomendado?

Cada gato e cão é diferente. Seu tamanho, idade, níveis de energia e temperamentos podem afetar a dinâmica familiar. Consultar um Médico-Veterinário é um recurso-chave para a busca por informações confiáveis. Eles podem, até mesmo, recomendar criadores, ONGs e abrigos de animais abandonados que adotem diretrizes de bem-estar responsáveis.

2. Você tem condições financeiras para assumir as despesas?

Ter um pet em sua família gerará gastos extras. Lembre-se que o orçamento dedicado precisa atender as despesas de rotina como, por exemplo, alimentos, brinquedos, vacinas, visitas regulares ao Médico-Veterinário e cuidados necessários com a higiene.

3. Você já decidiu quem vai cuidar da saúde do seu pet seu animal de estimação?

Escolha um Médico-Veterinário antes do seu pet chegar e pesquise por potenciais cuidadores para cuidar dele na sua ausência. É importante apresentá-los ao pet antes de contratá-los.

4. Existem condições especiais de saúde ou necessidades alimentares que o seu futuro animal de estimação pode ter?

Saiba o que seu novo pet precisa para estar saudável e feliz em casa com você.

5. A agenda da sua família é agitada?

A guarda responsável também inclui o planejamento de cuidados do tutor. Todos podem ajudar a cuidar do pet – alimentação, exercícios, adestramento e brincadeiras – ou a responsabilidade estará só com você? Importante refletir.

6. Você pesquisou por locais de adestramento e /ou está disposto a dedicar tempo para isso?

Além de amor e atenção, os pets também devem passar por um processo de aprendizado. Ensinar seu cão, por exemplo, requer paciência, dedicação e persistência – e também tempo e recursos.

7. Sua casa está preparada para receber o pet?

Algumas raças precisam de mais estímulo mental e de um espaço maior, enquanto outras, são mais adequadas para ambientes menores. O espaço físico que será disponibilizado para do o seu animal de estimação é importante. Para receber um gato, por exemplo, é necessário telar todas as janelas para evitar fugas e acidentes.

Não dê um animal de estimação de presente, mas planeje para ter um. Contar com um gato ou um cão na família é uma das experiências mais gratificantes. Com o planejamento correto, ele terá um lar feliz e os cuidados necessários para a vida toda.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Pet PET

A primavera chegou e pede cuidados específicos com os pets: descubra quais

Insetos, plantas tóxicas e alergias são mais comuns nessa época do ano. Saiba como proteger os pets

Publicado em

em

Divulgação

A primavera chegou e, com ela, o desabrochar de flores, que deixam os ambientes mais bonitos e perfumados. Porém, para quem tem pets em casa, esse também é um momento que exige bastante atenção e cuidados, pois a estação do ano mais colorida é sinônimo de alergias, irritação e pode elevar o risco de intoxicação.

“Assim como nós, os pets também podem ter alergias que se agravam nesta época. Além disso, parasitas externos são mais comuns durante esta estação do ano, e além das irritações na pele, são responsáveis pela transmissão de diferentes doenças, podendo algumas delas até mesmo agravarem quando não diagnosticadas a tempo”, alerta Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN.

Se você quer saber como manter o seu gato ou cão protegido e ainda aproveitar a primavera, confira as dicas que a Dra. Priscila Rizelo da ROYAL CANIN, separou:

Pets também podem ter alergias

A primavera é sinônimo de flores, mas também de alergias respiratórias. Alguns pets sofrem com esse problema, causado por poeiras, fungos e pólen. Entretanto, a manifestação é diferente da dos humanos. Em vez de espirrar, os gatos e cães tendem a desenvolver coceiras e irritações de pele.

Isso ocorre, pois, ao ter contato com o alérgeno, o organismo desencadeia uma reação alérgica, ou seja, uma hipersensibilidade na pele, causando sintomas como vermelhidão, coceira, descamação e outras lesões. Para tentar acalmar o local, o pet acaba lambendo e coçando a região, provocando feridas e irritações.

Para amenizar o problema, algumas medidas de prevenção devem ser adotadas, como limpar as patinhas dos pets ao voltarem dos passeios, manter a umidade do ambiente nos dias mais secos e deixar sempre à disposição água fresca. O tutor também deve evitar passeios em locais com uma grande quantidade de flores, para minimizar o contato do animal com o pólen.

Além disso, manter a cama e os locais favoritos de descanso do seu cão limpos, pois isso ajuda a remover a poeira e a caspa, um terreno fértil para parasitas que causam coceira. Os cães também devem tomar banho para ajudar a remover agentes irritantes da pele, mas sempre com um xampu adequado para eles. Já os gatos não devem tomar banho regularmente.

Loções hidratantes também podem ajudar. E enquanto você cuida da pele do seu cão, preste atenção a qualquer arranhão. Se seu cão está machucando a pele, é hora de uma visita ao Médico-Veterinário.

Mantendo os parasitas externos afastados

Outro agravante desta estação é o aumento da incidência de parasitas externos, como pulgas, carrapatos, moscas e pernilongos. Eles são os responsáveis pela transmissão de doenças que, se não diagnosticadas a tempo, podem ser fatais. “Nesta época do ano, os passeios com os gatos e cães são mais frequentes, por isso, deve-se manter a aplicação do ectoparasiticida em dia”, indica a Médica-Veterinária.

Além disso, é preciso ter cuidado também com abelhas e formigas que, apesar de não serem insetos transmissores de doenças, podem ocasionar crises alérgicas nos pets através de suas picadas.

Pets e plantas: cuidado em dobro!

Sabemos que os pets são seres curiosos e que adoram novidades e a primavera é a melhor época para deixar a casa mais colorida com plantas e flores. Porém, antes de escolhê-las, é preciso saber que algumas espécies de plantas possuem substâncias que são tóxicas para os animais, podendo colocá-los em risco, caso entrem em contato direto com essas plantas ou ingerirem uma parte delas.

As plantas tóxicas mais comuns são lírios, dama da noite, hera, glicínia, espada de são jorge, comigo-ninguém-pode, costela de adão, jiboia, copo de leite, samambaia, violeta, hibisco, avenca, tulipa entre outras. Mas isso não significa que você não pode tê-las em casa, só deve deixar em um local longe do alcance do seu pet.

E, caso ele goste de interagir com plantas, existem alternativas que não causam danos, como a orquídea, além de ervas como hortelã e manjericão. A valeriana ainda tem propriedades calmantes e pode ser uma boa escolha para pets agitados.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
SBSBL

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.