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Descomplica Rural agiliza processos de licenciamento ambiental na cadeia do leite

Primeiro encontro do ano da CT de Bovinocultura de Leite da FAEP debateu os desafios de 2021 e abordou detalhes do programa estadual

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A Comissão Técnica (CT) de Bovinocultura de Leite da FAEP se reuniu, nesta terça-feira (27), por videoconferência, para debater os principais assuntos referentes à cadeia produtiva do Paraná. Nos últimos anos, o setor deu um salto nos números, o que colocou o Estado no segundo lugar no ranking nacional de produção e produtividade. Isso mostra a importância de manter os produtores bem informados sobre os gargalos e oportunidades desta importante cadeia para o Paraná.

Segundo o presidente da CT, Ronei Volpi, 2021 está sendo desafiador para a cadeia do leite, principalmente em relação ao aumento dos custos de produção. “Temos grandes dificuldades, principalmente com o alto custo da alimentação. Até o início do ano que vem, estamos passando por um período de sobrevivência. Se nós conseguirmos atravessar esse momento com, pelo menos, poucos companheiros deixando a atividade, será uma vitória para o setor”, afirmou.

A partir deste ano, a CT de Bovinocultura de Leite da FAEP conta com novos membros, que irão integrar o grupo até 2024. Para Volpi, esta renovação vem acompanhada de boas expectativas, devido à alta qualificação e expertise dos participantes.

Volpi aproveitou para comentar o trabalho realizado por uma equipe de consultores da FAEP na elaboração de um plano estratégico para o agronegócio, envolvendo qualificação e sustentabilidade para a pecuária de leite. “Esse plano também tem como prioridade a questão de oferta e custo da energia elétrica, um dos pontos vitais para o nosso planejamento a médio prazo”, apontou.

Descomplica Rural

Na reunião, a técnica do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema FAEP/SENAR-PR Carla Beck discorreu sobre as especificações do Descomplica Rural para a bovinocultura de leite. O programa, lançado pelo governo do Paraná em 2020, garante uma metodologia mais moderna para agilizar os processos de licenciamento ambiental.

“O Descomplica Rural modernizou resoluções e portarias e, inclusive, os processos internos da área ambiental. Uma novidade é justamente a questão do licenciamento ambiental de bovinos. A Federação participou dessa discussão para que fosse de forma simplificada e para que grande parte dos produtores se enquadrasse na dispensa do licenciamento ambiental”, explicou.

Antes do programa, não havia previsão específica de prazos de validade das licenças para os empreendimentos de bovinocultura na Portaria 162/2018, do extinto Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Para regularização, não era possível renovar e ampliar a licença do empreendimento de uma única vez.

Agora, licenças poderão ser solicitadas de forma unificada quando o prazo de vencimento da Licença de Operação (LO) em renovação for inferior a um ano. Os prazos de validade são: para Licença Ambiental Simplificada (LAS), até seis anos, podendo ser renovada a critério técnico do órgão ambiental competente; para Licença Prévia (LP), dois anos, prorrogáveis por mais dois; para Licença de Instalação (LI), seis anos, sendo passível de renovação; e para Licença de Operação (LO), seis anos, podendo ser renovada.

A Portaria 162 do IAP também estabelecia um prazo de 24 meses para a regularização ambiental dos empreendimentos de bovinocultura. Com a nova resolução do programa, o prazo de 24 meses continua valendo, mas a partir da data de publicação. Ou seja, os produtores ganharam mais um ano para realizar a regularização ambiental.

Critérios para licenciamento

O tipo de licenciamento ambiental depende do tamanho do porte do empreendimento, ou seja, de acordo com o número de animais em lactação. Para até 100 animais confinados e 200 semiconfinados, o produtor pode solicitar a Dispensa do Licenciamento Ambiental (DLAE). De 101 até 300 animais confinados e de 201 até 650 semiconfinados, o produtor deve requerer a Licença Ambiental Simplificada (LAS).

Na recria de novilhas, a DLAE é indicada para empreendimentos com até 160 cabeças, e a LAS, de 161 até 600 cabeças. Outros tipos de licenciamento são necessários apenas para empreendimentos maiores.

Segundo a técnica do DTE, a DLAE e a LAS atendem a maioria dos produtores de leite do Paraná. “Mesmo a dispensa do licenciamento é obrigatória e deve ser solicitada por meio do Sistema de Gerenciamento Ambiental [SGA], que contém uma base de dados georreferenciados. O processo é realizado completamente online, com análise simultânea das informações, e a licença chega por e-mail em até dois dias”, observou Carla.

Para isso, o produtor deve estar com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e com a Declaração de Uso Insignificante ou Outorga de Uso da Água em mãos. Em caso de necessidade de supressão florestal, é necessário requerer a Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF) antes das obras de instalação. Em caso de LAS, ainda é preciso apresentar um Projeto de Controle de Poluição Ambiental (PCPA).

A área de criação dos bovinos (incluindo armazenagem, tratamento e disposição final de dejetos) também deve atender a alguns requisitos de localização, respeitando a distancia mínima de 50 metros das divisas de terrenos vizinhos, 12 metros de estradas de municipais, 15 metros de estradas estaduais e 55 metros de estradas federais.

Outros critérios incluem consideração das condições ambientais da área e entorno com o objetivo de impedir a propagação de odores, implantação de medidas para controle do consumo de água e destinação correta de animais mortos.

Fonte: Comunicação FAEP
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Notícias

Autoridades reforçam importância do Brasil para garantir a segurança alimentar global na abertura do SIAVS 2022

Até a próxima quinta-feira (11) são esperados mais de 20 mil visitantes de 50 países no Parque Anhembi, na cidade de São Paulo (SP).

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O Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) reúne, a partir desta terça-feira (09), os principais elos da cadeia produtiva dos setores no Parque Anhembi, na cidade de São Paulo (SP). A cerimônia de abertura contou com a presença de lideranças dos Estados maiores produtores e exportadores, do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, do presidente da República, Jair Bolsonaro, e demais autoridades.

Promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o anfitrião do evento, presidente da entidade, Ricardo Santin destacou em seu discurso o status sanitário das cadeias de proteínas animal, livre de Peste Suína Africana e de Influenza Aviária enquanto várias nações do mundo sofrem e tentam recuperar os impactos destas doenças, reduzindo a oferta de comida.

Neste contexto, Santin lembrou, que a crise do Leste europeu se tornou um grande complicador. “Os impactos gerados na oferta internacional de insumos impulsionaram o quadro inflacionário que já abalava o desde a retomada pós-Covid. Assustadas pelos efeitos da inflação, algumas nações fecharam suas portas, isso é um grande erro, pois o protecionismo não é e nunca será o caminho para superação de crises, é por isso que tenho defendido mundo a fora não pode haver fronteiras para os alimentos, mas para isso precisamos preservar e ampliar a nossa capacidade competitiva”, enfatizou.

Estudo de competitividade

Registro da entrega do estudo sobre competitividade das cadeias produtivas ao presidente da República, Jair Bolsonaro

Em seguida, Santin apresentou um estudo de competitividade da cadeia produtiva do país. Dentre os principais pontos levantados estão os parâmetros de custos de produção como insumos e energia, gargalos logísticos e outros fatores, além de análises comparativas com grandes competidores globais dos setores de aves, ovos e suínos, documento esse entregue ao presidente Jair Bolsonaro durante a solenidade.

A relevância do estudo foi defendida pelo presidente da ABPA em seu discurso. “O estudo é uma diretriz que analisa, sob a perspectiva econômica, o que nos trava e o que nos coloca em vantagem no xadrez internacional, permitindo construir soluções mais assertivas para a manutenção de nossa posição como grandes produtores globais de alimentos”, ressaltou Santin.

Olhos do mundo estão voltados ao Brasil

Jair Bolsonaro destacou que as atenções do mundo estão concentradas no desenvolvimento pujante do agronegócio brasileiro. “Não somos mais um Brasil do futuro, somos um Brasil do presente. O mundo todo está interessado em nós, em especial no que nós temos aqui além das nossas riquezas minerais, em nossas universidades, no solo propício para a produção de alimentos e na competitividade que vocês produtores rurais estão colocando na produção de proteína animal e nos demais setores do nosso agronegócio. O Brasil é hoje um dos principais produtores do mundo para garantir a segurança alimentar, sem a produção brasileira o mundo passa fome”, declarou.

SIAVS 2022

Em mais de 20 mil metros quadrados de exposição, todas as grandes empresas de equipamentos para o setor, casas genéticas, laboratórios, rações e prestadoras de serviços participam da Feira de Negócios, junto com quase 50 agroindústrias de aves, suínos, ovos, peixes de cultivo, bovinos de corte e de leite, além do setor de bubalinos.

O SIAVS 2022 vai receber decisores de compras dos frigoríficos, produtores integrados e independentes das agroindústrias, importadores de mercados alvo para as proteínas do Brasil, supermercadistas de atacado e varejo, entre outros clientes.

Com linhas de crédito especiais para o público do agro, às instituições financeiras do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal estão presentes no evento com suas unidades itinerantes

Até a próxima quinta-feira (11) são esperados mais de 20 mil visitantes de 50 países, no Parque Anhembi, na cidade de São Paulo (SP).

O Jornal O Presente Rural é parceiro de mídia do SIAVS 2022 e fará a cobertura completa do evento, que você confere pelos nossos canais de comunicação e na nossa próxima edição.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Especial Cooperativismo

Sustentabilidade vai virar vantagem competitiva, avalia Frimesa

Boas práticas de gestão e produção exigem mudança e inovação no setor cooperativista.

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Foto: Shutterstock

“Sempre praticamos a sustentabilidade com ênfase no social e ambiental, sem deixar de viabilizar economicamente o agronegócio”, avalia o diretor-executivo da Frimesa Cooperativa Centra, Elias Zydek, em referência a agenda ESG no cooperativismo.

Segundo Zydek, as cooperativas, pela natureza do sistema, são pioneiras em governança corporativa, atuam fortemente no social e agem com práticas ambientalmente corretas. “O que acontece agora é o aperfeiçoamento desse sistema para que obtenham vantagens competitivas. A agenda ESG avançará na avaliação e competitividade do agronegócio, desta forma as cooperativas poderão liderar as práticas do ESG”, ressalta.

Elias Zydek, diretor-executivo da Frimesa: “As cooperativas do Paraná estão avançando com rapidez na adoção das práticas preconizadas pelo ESG. A Ocepar lidera e estimula as orientações e preparação do sistema cooperativista para a aceleração das ações”

Conforme Zydek, a cooperativa possui uma área de Gestão de Risco e Integridade (GRI) conduzida por um gerente com equipe especializada, onde trata-se de compliance, sustentabilidade e governança. “A importância para os negócios com a agenda ESG crescerá cada vez mais. Não vemos interferências negativas em relação ao ESG”, afirma.

De acordo com Zydek, o desafio dos negócios, hoje e no futuro, está na sustentabilidade. “A questão básica é garantir a perenidade das empresas num ambiente de mudanças e inovações”, aponta. Para ele, a agenda ESG estabelece o roteiro e os pilares da sustentabilidade. A despoluição, a economia circular, a ética nos negócios, o comprometimento social, são contribuições e diretrizes que as cooperativas e empresas devem seguir. “Essa será a grande contribuição para um ambiente de bem-estar e paz social para todos”, afirma.

Social

A Frimesa atua em duas instâncias sociais: uma interna, com seus colaboradores e fornecedores de leite e suínos. Outra externa, que envolve instituições e as comunidades onde atua. Entre as ações, destaque para a distribuição de resultado anual, doações de alimentos, auxílios em planos de saúde e seguro, transportes, bonificações por conformidade, contribuições com escolas, hospitais e igrejas. Além de doações para pesquisas, subsídios aos estudos e aperfeiçoamentos.

De acordo com o presidente, a Frimesa contempla em seu planejamento estratégico, no orçamento anual, projetos e ações voltados a oportunidades e benefícios aos públicos envolvidos. “São investimentos no bem-estar dessas pessoas envolvidas com nossa cooperativa”, ressalta.

Governança

A gestão de qualquer empresa, pública ou privada, exige comprometimento e atenção a detalhes que requerem ajustes finos para evitar perdas financeiras e desgaste na imagem da instituição. No cooperativismo não é diferente, e talvez as exigências sejam ainda maiores do que em outros setores.

A Frimesa possui como órgão máximo a AGO (Assembleia Geral Ordinária), onde presta contas anualmente. Tem ainda um Conselho Fiscal, auditorias externas e internas, Conselho de Administração, Diretoria Executiva e Gerências profissionais.

Segundo Zydek, a ferramenta de gestão é o Planejamento Estratégico que estabelece as metas e os níveis de controle.

“Internamente temos a Gerência de Riscos e Integridade que conduz também o programa de Compliance e Sustentabilidade. A nível estadual pertencemos ao programa de Autogestão da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), que avalia o sistema de gestão. Tem ainda o Canal de Denúncias, gerido por empresa externa, bem como o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

A cooperativa tem todos os processos administrativos sistematizados, digitalizados e integrados em tempo real, e os Fundamentos Corporativos contendo o Código de Conduta orientam e regulamentam as ações dos colaboradores, explica Zydek. “Todos os indicadores são acompanhados e avaliados pelas áreas e consolidados pela nossa controladoria”, expõe.

Respeito ao meio ambiente

Uma das premissas da Frimesa é respeitar e preservar o meio ambiente em todas as atividades desenvolvidas pela cooperativa. O reflorestamento de áreas com eucalipto para abastecer as caldeiras das indústrias é uma prática recorrente, e, segundo Zydek, a cooperativa pretende ampliar essas áreas para atingir a autossuficiência em biomassa. “Implantamos nos principais frigoríficos o sistema de biodigestor com geração de gás para uso nas operações e destino dos resíduos para adubação orgânica”, explica.

Parque Ambiental Frimesa é um local rico em biodiversidade e aspectos histórico-culturais, voltado à educação ambiental – Fotos: Divulgação/Frimesa

De acordo com Zydek, através da redução na compra de gases como CO2 e GLP de uso nas indústrias e da captação de gás carbônico pelos reflorestamentos, “estamos contribuindo com a melhoria do meio ambiente e atenuando as mudanças climáticas no planeta”, destaca.

A cooperativa também reutiliza as águas dos processos indústrias e capta água das chuvas nos telhados das instalações, e todos os efluentes industriais são tratados antes do lançamento nos corpos hídricos.

Outra ação que impacta de forma positiva o meio ambiente é a implantação de uma usina para geração de energia solar, com o objetivo de reduzir o consumo da rede elétrica fornecedora.

A Frimesa também pratica a logística reversa através da participação econômica com as entidades que recolhem e reciclam as embalagens descartadas.

A cooperativa pretende ainda desenvolver ações nas propriedades rurais que produzem suínos e leite. A meta é conseguir a certificação delas para o manejo ambientalmente correto.

Outra iniciativa apontada por Zydek e que pode trazer ótimos resultados para a cooperativa é a produção de GNV (gás natural veicular), a partir do biogás. “Estamos analisando a viabilidade dessa produção”, sustenta.

Para saber um pouco mais de como a agenda ESG está movimentando o cooperativismo brasileiro acesse a versão digital da edição Especial de Cooperativismo clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Nesta terça-feira

Ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, abre programação de palestras do SIAVS2022

 Maior feira de aves e suínos do país contará com ampla programação e tem prevista a presença do presidente Jair Bolsonaro na cerimônia de abertura.

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Foto: Sérgio Lima

Maior produtor e exportador de carne de aves e quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo, o Brasil sedia, a partir desta terça-feira (09), o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS). Promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento, que acontece até a próxima quinta-feira (11), no Anhembi Parque, em São Paulo (SP), deve contar, durante a cerimônia de abertura, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Além de Bolsonaro, a solenidade de abertura, que será realizada a partir das 10h30, contará com a presença das principais autoridades dos Estados maiores produtores e exportadores. Fica, assim, reforçado como diferencial, o peso político e o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores. Após a cerimônia, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, e o presidente da ABPA, Ricardo Santin, seguirão em caminhada ao lado dos convidados pelos corredores da exposição comercial do SIAVS.

Antes da solenidade, às 09h30, acontecerá a palestra de abertura do SIAVS, que será realizada pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, com o tema “Sustentabilidade e a Produção de Alimentos”.

Maior feira das cadeias produtivas e exportadoras de aves, suínos e ovos do país, o SIAVS já acumula recordes antes mesmo do início. Os organizadores registraram crescimento de mais de 30% em relação à última edição, em 2019, e o salão terá o dobro de tamanho sobre a edição anterior, em 2017. Assim, a edição 2022 do salão contará com a adesão de mais de 200 empresas e organizações em mais de 20 mil metros quadrados de exposição.

Todas as grandes empresas de equipamentos para o setor, casas genéticas, laboratórios, rações e prestadoras de serviços participarão da feira, junto com quase 50 agroindústrias de aves, suínos, ovos, peixes de cultivo, bovinos de corte e de leite, além do setor de bubalinos. O SIAVS 2022 deverá receber decisores de compras dos frigoríficos, produtores integrados e independentes das agroindústrias, importadores de mercados alvo para as proteínas do Brasil, supermercadistas de atacado e varejo, entre outros clientes.

O SIAVS 2022 também contará com a participação do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Com linhas de crédito especiais para o público do agro, às instituições financeiras levarão unidades itinerantes, que estarão estacionadas em meio à feira. São esperados mais de 20 mil visitantes de 50 países, de acordo com a expectativa da ABPA. “A feira contará com diversas atrações exclusivas, voltadas para o estímulo à tecnificação, inovação e desenvolvimento do setor de proteína animal. São esperados milhões de reais em negócios durante o evento, que marcará a retomada do maior evento da avicultura e da suinocultura. Estamos motivados por isso”, saúda o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Lançamentos

A maior feira dos setores no Brasil reunirá lançamentos em tecnologia e serviços voltados para as cadeias produtivas de proteína animal, das granjas e unidades produtoras às plantas frigoríficas, além da participação exclusiva das agroindústrias produtoras e exportadoras de proteína animal — ou seja, todos os elos da cadeia produtiva em um único espaço.

MultiProteínas

Além de empresas de aves, suínos, ovos e material genético, o SIAVS contará nesta edição com empresas dos setores de peixes de cultivo, bovinos de corte, lácteos e bubalinos. O formato de participação é semelhante ao que é realizado em feiras internacionais, com a promoção de encontros de negócios com clientes do mercado interno e potenciais importadores. As entidades parceiras também realizarão encontros com stakeholders internos e internacionais.

SIAVS Talks

Iniciativa inédita no evento, o SIAVS Talks reunirá incubadoras de empresas, instituições de pesquisa e acadêmicos, além de empresários do setor em um espaço exclusivo, em meio à exposição comercial. Com apresentações inspiradas no formato TED – falas curtas, com média de 40 minutos de duração – o SIAVS Talks realizará a propagação de boas ideias com a apresentação de iniciativas inovadoras dentro do setor ou voltadas para a cadeia produtiva.

SIAVS Experience

Com o objetivo de promover uma imersão na cadeia produtiva, o SIAVS Experience – nome dado ao espaço – contará com uma área de mais de 70 metros quadrados destinados exclusivamente para a experiência. Serão diversas telas gigantes de LED em um labirinto com jogos de espelhos, além de uma sala com projeção mapeada que promove uma ilusão de ótica em 3 dimensões. A experiência é completa pela sonorização e pelo cheiro de terra molhada, que é liberado estrategicamente por odorizadores espalhados pelo espaço. A experiência será pautada por apresentações sobre os setores, a produção de alta qualidade, o papel do país como parceiro pela segurança alimentar e a importância da superação das barreiras para a produção e distribuição dos alimentos no mundo.

O SIAVS

Realizado pela ABPA, o principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil será ainda maior que a edição anterior, realizada em 2019. A área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países.

O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivo e legislativo nacional e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

Em 2019, o evento recebeu mais de 20 mil visitantes de 50 países, com mais de 170 expositores. Nas dezenas de salas do congresso ocorreram apresentações de mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países para 2,4 mil congressistas.

O Jornal O Presente Rural é parceiro de mídia do SIAVS 2022 e fará a cobertura completa do evento, que você confere pelos nossos canais de comunicação e na nossa próxima edição.

Fonte: Ascom
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