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Notícias Triticultura

Desafios e oscilações de mercado marcam as perspectivas para o futuro do trigo no Brasil

28º Congresso do Trigo analisará o cenário atual e de futuro para o setor, no dia 21 de setembro, das 9h às 17h30

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O ano de 2021 chega a seu segundo semestre com muitos desafios e incertezas para o trigo, em todo o mundo. Questões climáticas e a volatilidade do mercado podem influenciar muito a produção e, consequentemente, os resultados de toda a cadeia. Visando debater as perspectivas para os próximos meses, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo – Abitrigo volta a reunir o setor para a 28ª edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo.

O evento, que, pelo segundo ano, será realizado em formato on-line, será promovido no dia 21 de setembro, das 9h às 17h30 e pretende, por meio de seus debates e apresentações, contribuir para o fortalecimento e o crescimento de toda a cadeia da triticultura brasileira e de outros países.

“Temos pela frente muitos desafios e um mercado com possíveis oscilações nos próximos meses, o que deve ser analisado de perto pelo setor moageiro do Brasil. O Congresso será um espaço destinado a debater e entender esse cenário, por meio de temas atuais e relevantes para toda a cadeia”, destacou presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa.

Com a transmissão em três idiomas, o evento será iniciado com a palestra “Perspectivas Políticas e Econômicas”, que será ministrada pela consultora Econômica e colunista do jornal O Globo, Zeina Latif. Em sua apresentação, Zeina fará uma análise das perspectivas econômicas brasileiras e mundiais, dos investimentos e do mercado financeiro e do cenário político para 2022.

Seguindo a programação, o painel “A dinâmica do mercado do trigo”, que será moderado pelo jornalista, William Waack, contará com o depoimento do Presidente da EMBRAPA, Celso Moretti e os seguintes debatedores: o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que abordará o mercado nacional; o Consultor Privado do Mercado de Trigo, Pablo Maluenda, que falará pelo mercado internacional e o jornalista especializado em agronegócio e Marketing, José Luiz Tejon, que fará uma análise do comércio mundial e a relevância do Brasil no mercado do grão.

O segundo painel terá como tema “O Futuro do Negócio Trigo” e como debatedores a gerente de Novos Negócios da NielsenIQ, Andrea Stoll, que fará uma análise sobre o futuro do negócio trigo, a presidente do Fundo JBS pela Amazônia, Joanita Karoleski, que apresentará as melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) e o diretor presidente do Moinhos Cruzeiro do Sul, Antonio Celso Bermejo, que abordará a rentabilidade, o desempenho e inovação da indústria. A moderação será do jornalista, William Waack.

Painéis temáticos

A novidade da edição desse ano é a realização de seis painéis temáticos, que serão promovidos na parte da tarde. Com o tema “Atualidades de mercado e tendências na Europa”, o primeiro painel da tarde será moderado pelo gerente Comercial América Latina da Biotrigo, Fernando Michel Wagner e contará com a palestra do diretor de Exportação para as Américas do Grupo Eurogerm, Sébastien Jollet.

O painel “Como melhorar a rentabilidade do seu moinho?”, contará com as palestras do chefe de tecnologia de processos da Bühler na América do Sul, Gustavo Prado e do gerente de vendas Sênior da área de Moagem da Bühler, Sebastian Stein. A moderação também será do gerente Comercial América Latina da Biotrigo. Fernando Michel Wagner, ainda, mediará a palestra ““Inovação do B2B ao B2C – O que é tendência nos produtos/alimentos à base de trigo?”, promovida pela Prozyn, em que as perspectivas serão abordadas pela fundadora e CEO da Equilibrium, Cynthia Antonaccio.

A presidente do Moinho Globo Alimentos, Paloma Venturelli será a moderadora de três painéis, na parte da tarde. O tema “Da imunização ao crescimento: as tendências do “novo” normal se tornarão o “novo” hábito?”, será trabalhado pela gerente de Marketing Insights LATAM da Corbion, Luciana Zaneti e o diretor de Desenvolvimento de Negócios LATAM da Corbion, Rafael Contador.

Em seguida, o evento terá a palestra da supervisora de Pesq. e Desenv. da AIT Ingredients Brasil, Kassia Kiss F. Dourado, que responderá a pergunta: sua empresa conta com as soluções para atender às legislações vigentes para panificação e da nova rotulagem nutricional?

A programação será encerrada com o tema “Promovendo conexões, convergindo interesses e desenvolvendo a digitalização da indústria de trigo”, que será abordado pelo Co-fundador e CEO da OpenSolo, Eduardo Gradiz e o gerente de Suprimentos do Moinho Anaconda, Nelson Montagna.

“Para esse ano, ampliamos nossa programação para trazer aos participantes mais informações e dados que os auxiliem nas tomadas de decisão em seus negócios. Esperamos debater e analisar, ao longo do evento, as propensões e expectativas para o mercado mundial, por meio de assuntos de extrema relevância para o setor. Esperamos contar com a presença de um público de qualidade, que acompanhará debates atuais”, finaliza o presidente-executivo da Abitrigo.

As inscrições para a 28ª edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo podem ser feitas pelo site: www.congressoabitrigo.com.br.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

SC amplia a exportação de carnes e ultrapassa US$ 2 bilhões de faturamento em 2021

De janeiro a agosto deste ano, os catarinenses aumentaram em 3,9% a quantidade de carnes exportadas

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Maior produtor de carne suína e segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, Santa Catarina amplia os embarques internacionais e o faturamento já passa de US$ 2 bilhões em 2021. De janeiro a agosto deste ano, os catarinenses aumentaram em 3,9% a quantidade de carnes exportadas, gerando uma alta de 10,3% nas receitas geradas. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“O agronegócio catarinense não para de crescer. A avicultura e a suinocultura são os principais produtos da pauta de exportações de Santa Catarina e seguimos batendo recordes de venda mundo afora. Temos muito a comemorar, porque esses números se traduzem em geração de emprego e desenvolvimento econômico, além de demonstrar a  qualidade da produção catarinense, que atende aos mercados mais exigentes do mundo”, destacou o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

Os embarques de carne de frango seguem em alta e este ano são 661,5 mil toneladas vendidas ao Exterior – 0,7% a mais do que no mesmo período de 2020. O faturamento ultrapassa US$ 1,1 bilhão, um crescimento de 11,8%. Santa Catarina responde por 24% do total exportado pelo país e os principais mercados são Japão, China e Arábia Saudita. Segundo o analista da Epagri/Cepa Alexandre Giehl, a carne de frango segue ainda com demanda elevada no mercado interno, principalmente em função dos preços elevados das demais carnes e da descapitalização dos consumidores, que buscam opções mais econômicas.

Carne suína

De janeiro a agosto deste ano, Santa Catarina ampliou em 24,7% o faturamento com os embarques de carne suína, superando US$ 945,8 milhões, com mais de 380 mil toneladas exportadas.  Os principais mercados são China, Chile e Hong Kong. “É importante observar que outros países têm ganho importância relativa no ranking de exportações de Santa Catarina, como é o caso do Chile, Argentina, Filipinas e Emirados Árabes Unidos. Esse processo é importante pois, no médio prazo, diminui a dependência excessiva da suinocultura catarinense em relação aos chineses”, destacou Alexandre Giehl.

Diferenciais da produção catarinense

O Estado é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, o que demonstra um cuidado extremo com a sanidade animal e é algo extremamente valorizado pelos importadores de carne. Além disso, Santa Catarina, junto com o Rio Grande do Sul, é zona livre de peste suína clássica.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

População ocupada no agronegócio cresce e recupera perdas causadas por covid-19

Frente ao primeiro trimestre deste ano, o avanço no número de ocupados é de 3,6%

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A evolução no número de pessoas ocupadas no agronegócio no segundo trimestre deste ano evidencia uma recuperação frente à forte diminuição observada no mesmo período de 2020, quando a pandemia de covid-19 no País começava a se acelerar com força e a causar reduções nos postos de trabalho – no caso do agronegócio, naquele período, as perdas mais acentuadas no número de ocupações ocorreram no ramo agrícola, seja na agricultura dentro da porteira ou na agroindústria.

Cálculos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostram que, de abril a junho de 2021, eram 18,04 milhões de pessoas atuando no agronegócio, contra apenas 16,73 milhões no mesmo período de 2020, ou seja, recuperação de 7,9% (o equivalente a 1,319 milhão de pessoas). Frente ao primeiro trimestre deste ano, o avanço no número de ocupados é de 3,6% (ou de 628 mil pessoas).

Segundo pesquisadores do Cepea, todos os segmentos apresentaram crescimentos no número de ocupados entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano, com destaque para a agropecuária (+4,2% ou de quase 353 mil pessoas). Na comparação entre os segundos trimestres de 2020 e de 2021, o destaque novamente foi para a agropecuária (+12,07% ou mais de 940 mil pessoas).

Participação do agronegócio no Brasil

Com essa recuperação no segundo trimestre de 2021, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro avançou um pouco, sendo de 20,55%, contra 20,33% no primeiro trimestre deste ano e 20,07% de abril a junho de 2020, ainda conforme cálculos do Cepea.

Escolaridade e gênero

Os principais aumentos em termos de ocupações foram verificados para trabalhadores com ensino fundamental ou médio. Quanto ao gênero, o aumento relativo das ocupações foi superior para as mulheres.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Exportações do Agronegócio em agosto de 2021 são 26,6% maiores que no mesmo período do ano passado

No acumulado do ano até o momento, o agronegócio totalizou USD 83,7 bilhões de exportações, 20,8% acima do mesmo período do ano passado

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O complexo soja é o principal setor exportador do agronegócio - Foto: O Presente Rural

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou as exportações do agronegócio de agosto/21 que somaram USD 10,9 bilhões, 26,6%superior em relação à agosto de 20. No acumulado do ano até o momento, o agronegócio totalizou USD 83,7 bilhões de exportações, 20,8% acima do mesmo período do ano passado.

Segundo levantamento da Radar Agro, consultoria agro do Itaú, o complexo soja é o principal setor exportador do agronegócio, e no acumulado do ano até agosto somou o valor de USD 38,1 bilhões, alta de 24,7% comparado com o mesmo período de 2020. A alta nos valores exportados é proveniente da combinação do aumento dos preços e volumes comparados com 2020. Em agosto os três principais produtos do complexo apresentaram crescimentos de volume frente à agosto do último ano, sendo a soja em grãos (+11%), farelo de soja (+137%) e óleo de soja (+9%). Com relação aos preços, os aumentos foram de 37%, 94% e 26%, respectivamente, quando comparado ao embarcado há um ano.

Já no complexo de proteínas animais, a carne bovina in natura apresentou alta de 11,3% e a carne de frango in natura alta de 3,5% no volume exportado comparado com agosto/20. Por outro lado, a carne suína in natura embarcou volume menor neste período em 7%, porém no acumulado a variação é positivaem12,6%.

Lácteos

Ai segunda a Radar Agro, os lácteos continuam com a maior variação no volume acumulado do ano até agosto com 38% acima do mesmo período de 2020, e preços com variação positiva em 12,4%. Ainda assim, vale destacar que o trade de lácteos é pequeno relativamente ao tamanho da produção e o saldo comercial do setor é negativo já que as importações são ainda maiores.

Fonte: O P Rural /Radar Agro
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CONBRASUL/ASGAV

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