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Copagril intensifica preparativos ao Dia de Campo 2019

Evento deste ano terá mais expositores e maior área, dentre outras novidades

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Carina Ribeiro/Copagril

Será realizado na próxima semana, dias 23 e 24 de janeiro, o Dia de Campo Copagril 2019, na Estação Experimental, em Marechal Cândido Rondon. Para organizar o maior evento da cooperativa estão sendo intensificados os trabalhos no campo, que envolvem a montagem de pirâmides, cobertura de corredores, instalações elétricas e de internet, tablados, dentre vários outros equipamentos e estandes.

A realização do Dia de Campo Copagril segue os propósitos do planejamento estratégico Rota 50 Copagril, abrangendo a diversificação e o desenvolvimento de novos mercados, além de ter como objetivo oferecer ao público a oportunidade de acesso às melhores tecnologias voltadas ao agronegócio.

Conforme o coordenador do evento, gerente da Divisão Agropecuária da Cooperativa, Enoir José Primon, o evento da cooperativa cresce a cada ano. “Nesta edição de 2019 tivemos aumento no número de expositores e também ampliamos em aproximadamente 20% a área destina à exposição, visando oferecer ainda mais conforto e bem-estar para as empresas parceiras e para o público visitante”, enfatiza.

Também foram realizadas melhorias na estrutura da área da exposição, com o aumento da largura da avenida principal da estação experimental, visando facilitar a organização e também a locomoção das pessoas que circulam pelo evento, além da melhoria na distribuição dos espaços dos estandes. “Houve ainda um incremento nas áreas de cultivo para atender as empresas parceiras da Copagril”, acrescenta Primon.

Segundo o coordenador, o Dia de Campo é um evento de referência regional para os produtores rurais e tem atraído também muitos profissionais do segmento do agronegócio, estudantes e inclusive moradores das áreas urbanas, tendo em vista os atrativos diversificados que o evento reúne, proporcionando oportunidades de negócios, obtenção de conhecimento, diversão e lazer. “Os experimentos realizados na nossa estação e demonstrados no Dia de Campo servem de referência para o cultivo de grãos na região Oeste paranaense, daí a importância do evento e do papel da cooperativa”, declara Primon.

Digital

Dentre as novidades para a edição deste ano está o lançamento do e-commerce das Lojas Agropecuárias Copagril. “Aproveitaremos o evento para dar início às atividades de comercialização de produtos on-line, lançando a loja virtual da Copagril”, enfatiza o gerente.

Na estação experimental também haverá um espaço das Lojas Agropecuárias Copagril para o público conferir eletrodomésticos, calçados, produtos para camping, assim como produtos da marca própria Copagril.

No local do evento, os colaboradores da cooperativa ainda oferecerão a oportunidade dos associados e público em geral baixarem o aplicativo da Copagril. Conforme o gerente, o aplicativo oferece acesso facilitado às informações da cooperativa para os associados, que têm a opção de baixar em seus smartphones o aplicativo da Copagril, disponível para os sistemas Android e iOS. A partir desse app é possível ter acesso a notícias, informações sobre cotações agrícolas, previsão do tempo, histórico do volume de chuvas, ofertas e promoções, dentre outros. “No Dia de Campo iremos cadastrar nossos associados no aplicativo para que eles possam acompanhar a sua movimentação com a cooperativa nas áreas agrícola, leite, aves e suínos. Assim, eles podem conferir no seu próprio celular os dados referentes a lotes, índices de desempenho e remuneração”,

Agricultura

A feira terá demonstração de ensaios de diferentes variedades de soja e híbridos de milho, participação de empresas de sementes e agroquímicos, parceiras da Copagril, que apresentam seus portfólios de produtos e serviços. Também haverá demonstração de espécies de pastagens aos pecuaristas, com foco na produtividade de leite. O público poderá saber mais sobre o programa de agricultura de precisão ProSolo Copagril e ainda obter informações sobre seguro agrícola.

O setor de máquinas e implementos agrícolas terá exposição dos mais avançados produtos que proporcionam eficiência operacional desde o plantio à colheita.

Pecuária

Os Fomentos Suínos, Aves, Leite e Peixes e as Unidades Industriais de Rações Copagril demonstrarão as melhores tecnologias de produção, nutrição, manejo, sanidade e reprodução, bem como as rações, concentrados e suplementos produzidos pela Copagril, além de contar com a presença de fornecedores dos respectivos segmentos.

Novamente será possível visitar a Central de Automação e Climatização para Aves e Suínos, com demonstração de equipamentos para ambiência, higienização e nutrição.

Aos produtores de leite, a Copagril oferecerá a oportunidade de aquisição de novilhas holandesas e jersey, no local do evento.

Programação

A programação do Dia de Campo terá início às 08 horas da quarta-feira (23/01), com café da manhã para recepção aos visitantes. A abertura para visitação aos estandes está marcada para as 08h30. A programação do primeiro dia será estendida até 20 horas, proporcionando horário estendido para o público prestigiar as atrações.

No segundo dia do evento também haverá café da manhã às 08 horas e abertura para visitação às 08h30. O encerramento da feira está marcado para as 18 horas da quinta-feira.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Projeto “Cadec Brasil” é apresentado às federações de agricultura e associações de produtores

Iniciativa foi apresentada na sede CNA e contou com a presença da ABCS e de diversas associações de produtores integrados.

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Foto: Divulgação

A equipe técnica e política da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) participou, ontem (14), em Brasília (DF), da primeira reunião da Comissão de Aves e Suínos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Durante a reunião, o projeto “Cadec Brasil” foi apresentado às federações de agricultura e associações do setor. Idealizado pela CNA, a iniciativa é uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) para levar capacitação aos produtores integrados de aves e suínos do Brasil que pertencem às Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs). As comissões são responsáveis por harmonizar a relação entre produtores integrados e agroindústria.

A capacitação tem como público alvo os produtores (ou seus representantes na Cadec) e começa este ano. Os conteúdos dos treinamentos estão divididos em módulos independentes que irão abordar os temas presentes na Lei da Integração 13.288/16 de forma descomplicada,  além de preparação e condução de reuniões, técnicas de negociação e gerenciamento de custos de produção.

Segundo o assessor técnico do Senar, Rafael Costa, a meta é capacitar 25 produtores por turma, totalizando 400 capacitados apenas na primeira rodada do projeto, que começa ainda no primeiro semestre de 2019. “Será uma capacitação diferenciada em relação aos cursos de Formação Profissional Rural que o Senar ministra. Os quatro módulos foram elaborados para dar mais segurança e estratégia aos profissionais que trabalham com as negociações nas Cadecs”, explicou o assessor.

Além dos treinamentos presenciais, uma plataforma online que será lançada em abril. Assim,  com uma base de dados fornecerá informação sólida e robusta sobre as negociações em outras regiões do país aos produtores das Comissões. Os produtores poderão consultar os dados divulgados na plataforma e quem tiver dúvidas poderá solicitar à CNA uma assessoria técnica e/ou jurídica sobre a sua especificidade.

Para a diretora técnica da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Charli Ludtke, a iniciativa da CNA e do Senar atende a uma grande parte dos produtores, visto que atualmente cerca de 40% dos suinocultores brasileiros são integrados. Ela ainda ressaltou a importância do projeto. “O Projeto Cadec Brasil é uma ferramenta para unir mais o setor dos suinocultores integrados e melhorar o entendimento sobre a Lei da Integração 13.288/16. Acredito que por meio da capacitação aos produtores e formação de multiplicadores nas Cadecs será possível aprimorar a gestão de custos nas propriedades rurais, que ainda é um desafio. O produtor precisa entender mais sobre a remuneração da atividade que desempenha e ,com isso, essas capacitações beneficiarão todos os elos da cadeia suinícola”.

Outra questão debatida no encontro foi a metodologia para o cálculo do valor de referência da remuneração de produtores integrados de aves e suínos no Brasil. O assunto é prioridade no grupo de trabalho (GT) do Fórum Nacional de Integração para Avicultura e Suinocultura (Foniagro), que foi criado para construir essa base de cálculo.

Os trabalhos do GT estão em fase final e a ideia é apresentá-los na próxima reunião do Fórum Nacional de Integração Agroindustrial de Aves e Suínos (Foniagro), que acontecerá em março. O presidente da Comissão, Iuri Machado, acredita que no encontro de março a indústria e os representantes dos produtores rurais devem entrar em consenso sobre as remunerações dos integrados. “Esperamos, em breve, instruir as Cadecs de como conduzir as negociações em relação à remuneração dos integrados em cada unidade, mas para isso terá que haver concordância entre os integrantes do Foniagro,” afirmou Machado.

 

Fonte: ABCS
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Notícias Cooperativismo

Coamo tem receita global de R$ 14,80 bi e sobra líquida de R$ 800,38 mi

O recebimento da safra 2017/2018 foi um das maiores já recebidas pela Coamo

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Foto: Divulgação

A Coamo Agroindustrial Cooperativa realizou na tarde de sexta-feira (15), em Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná), a 49ª Assembleia Geral Ordinária (AGO),  com apresentação e aprovação por centenas de associados do balanço do Exercício 2018. A receita global da cooperativa em 2018 totalizou R$ 14,80 bilhões, um crescimento de 33,6% em relação ao ano anterior. A sobra líquida atingiu o montante de R$ 800,38 milhões.

Nesta segunda-feira (18), os associados receberão a segunda e maior parcela das sobras referente ao exercício de 2018 pela sua movimentação no abastecimento dos insumos e entrega da produção na Coamo.

 

Melhor ano da Coamo –  “É importante ressaltar que as condições de mercado propiciaram um bom momento para os associados comercializarem a produção, refletindo no aumento das receitas da cooperativa. Os saldos a fixar de safras passadas foram reduzidos trazendo os estoques de passagem para níveis normais”, destaca o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini. Ele cita que 2018 foi o melhor ano da Coamo em relação as receitas globais. “Os bons resultados alcançados foram possíveis, graças a participação dos associados no abastecimento dos insumos e na entrega da produção, e ao trabalho dedicado do quadro de funcionários”, ressalta. A Coamo conta com mais de 28,6 mil associados e 7,8 mil funcionários.

Safra – O recebimento da safra 2017/2018 foi um das maiores já recebidas pela Coamo, e só não foi maior devido ao milho segunda safra ter sido plantado com atraso e sofrido perdas com a seca no desenvolvimento da cultura.  Foram utilizadas 112 unidades de recebimento, localizadas estrategicamente no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul para o recebimento da produção dos associados.

Estrutura – A capacidade estática de armazenagem passou para 5,45 milhões de toneladas a granel e 956,50 mil toneladas de ensacados, totalizando 6,41 milhões de toneladas. Com esta estrutura a Coamo recebeu 7,20 milhões de toneladas de produtos, correspondente a 3,2% da produção brasileira de grãos.

Investimentos – De acordo com Gallassini, o total dos investimentos em 2018 somaram R$ 671,47 milhões, um crescimento de 71,4% em relação ao ano anterior. “Destacamos valores investidos nas obras das novas indústrias de processamento de soja e refinaria de óleo de soja em Dourados (MS), cujo cronograma está dentro da normalidade e com previsão de entrar em funcionamento no segundo semestre de 2019”, assinala.

Foram industrializados em 2018 um total de 1,50 milhão de toneladas de soja, 196,08 mil toneladas de trigo, 3,73 mil toneladas de café beneficiado e 6,50 mil toneladas de algodão em pluma, no Parque Industrial da Coamo.

A  Coamo atingiu no ano passado o recorde de volumes exportados num total de 4,58 milhões de toneladas de produtos, atingindo também o faturamento recorde de US$ 1,80 bilhão, posicionando-nos como a maior exportadora do Estado do Paraná e uma das maiores do Brasil.

 

Lançamento do livro

Durante a Assembleia Geral Ordinária, foi lançado um livro com a biografia do engenheiro agrônomo, José Aroldo Gallassini, idealizador e diretor-presidente da Coamo, com o título “José Aroldo Gallassini – Uma Visão Compartilhada,  a inspiradora trajetória do presidente da maior cooperativa agrícola da América Latina”.

A obra é de autoria do jornalista, escritor e palestrante Elias Awad, e foi motivada pelo propósito de Gallassini partilhar um pouco da sua experiência, empreendedorismo e cooperativismo mostrando o que foi realizado e deu certo, o que alcança o sucesso e a aprendizagem  nesses anos todos. Além de contar um pouco da sua trajetória empresarial e também sua origem e relata sua

Fonte: Assessoria
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Notícias Região Sul

Agricultura discute ações para fortalecer setor produtivo de lácteos

PR, SC e RS se uniram para desenvolver a cadeia produtiva e ampliar os mercados para o leite produzido na região

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Arquivo/OP Rural

Os secretários da Agricultura de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul estarão juntos na próxima segunda-feira (18) para tratar dos desafios e oportunidades para a cadeia produtiva de leite.  Os três estados já produzem 38% do leite brasileiro, podendo alcançar metade da produção nacional até 2020. Os membros da Aliança Láctea Sul Brasileira se reúnem na sede da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), em Curitiba. Santa Catarina estará representada pelo secretário da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa, além de lideranças do agronegócio catarinense.

Na pauta do encontro estão: a apresentação das prioridades e programas de trabalho da Aliança Láctea Sul Brasileira; o debate sobre a viabilidade da exportação de lácteos produzidos no Brasil e a análise do Novo Regulamento Técnico do Leite.

Aliança Láctea Sul Brasileira

Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul se uniram para desenvolver a cadeia produtiva e ampliar os mercados para o leite produzido na região. Os membros da Aliança Láctea acreditam que o Sul do Brasil é capaz de produzir o leite mais competitivo do mundo, só que para isso o setor deve passar por uma grande transformação. Principalmente, na organização logística da cadeia produtiva, na melhoria da qualidade e na redução de custos de produção.

Produção de Leite no Sul

Os três estados do Sul produziram 12,8 bilhões de litros de leite em 2017 – 38% do total produzido no país. E as expectativas são de que até 2020 a região produza mais da metade de todo leite brasileiro.

Em Santa Catarina, o leite já é a atividade agropecuária com o maior crescimento. Envolvendo 45 mil produtores em todo o estado, a produção girou em torno de 3,4 bilhões de litros em 2017 – um incremento de 8% em relação a ano anterior. Os números consolidaram o estado como o quarto maior produtor de leite do país.

Fonte: Assessoria
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