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Coodetec: melhorias da UBS em Palotina garantem mais segurança e qualidade para o produtor

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A produção de sementes de milho CD ganha mais fôlego. A partir de agora, os híbridos da Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola – Coodetec chegam com ainda mais qualidade e agilidade para o agricultor. A UBS da filial de Palotina/PR recebeu um investimento de mais de R$ 10 milhões e ontem, dia 04 de dezembro, foi reinaugurada. A solenidade contou com a presença de 100 convidados, entre profissionais e agricultores.
“O trabalho de melhoramento de milho da Coodetec começou em 1982, quando ainda éramos um departamento de pesquisa da Ocepar e, de lá para cá, foram realizadas muitas mudanças. Há quatro anos beneficiávamos 180 mil sacas de milho anualmente. Com o crescimento da cultura, nas safra e safrinha passadas, aumentamos o processamento para quase um milhão de sacas”, informou o presidente executivo da Coodetec, Ivo Carraro. Ainda de acordo com ele, a ampliação da UBS foi necessária devido à importância que o milho ganhou nos últimos anos. “Hoje somos a 5ª empresa em vendas de sementes de milho no Brasil e vamos continuar investindo para garantir que o produtor receba um produto cada vez melhor.”
A UBS, mais moderna e melhor estruturada, conta também com uma unidade de Tratamento de Sementes Industrial (TSI) da Bayer CropScience. Esse fator garante que a qualidade das sementes de milho CD será preservada com um dos melhores tratamentos existentes no mercado. “Estamos olhando o futuro e, por isso, associamos o nosso produto, líder no mercado de tratamento de sementes, a uma empresa competente como a Coodetec, que investe na pesquisa e realiza o trabalho com primazia. Isso levará todos ao sucesso. Conseguimos casar a tecnologia da Bayer CropScience com a expertise da Coodetec. Com semente tratada e milho de qualidade vamos garantir a satisfação do agricultor”, argumentou o gerente regional da multinacional, Everton Queiroz.

Ampliação

A Coodetec ampliou a UBS de milho da filial em 43%. Hoje, a capacidade de beneficiamento chega a quatro mil sacas de milho ao dia. Os investimentos foram realizados nas áreas de secagem, classificação e expedição. O processo antigo de secagem direta foi substituído por um sistema indireto, com um conjunto de secadores e uma moderna caldeira, que evitam o contato das sementes com fuligem e hormônios provenientes da queima de material vegetal. A UBS também conta com novas máquinas na torre de classificação, que garantem maior uniformidade das peneiras, e um novo armazém, com capacidade para abrigar 120 mil sacas. Além disso, a Unidade em Palotina recebeu uma nova calandra e melhorias no sistema de despalha.

Sobre a Coodetec

A Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola – Coodetec é uma empresa que pertence a 185 mil agricultores filiados a 32 cooperativas no Brasil, que juntas somam um faturamento anual de R$ 30 bilhões. Os produtores, além de contar com um fluxo contínuo de produtos e tecnologias de ponta, têm a oportunidade de apontar suas demandas para definição das linhas de pesquisa. O aumento do potencial produtivo das cultivares de trigo e soja, e dos híbridos de milho da Coodetec, safra após safra, se deve aos trabalhos de pesquisa e melhoramento genético, desenvolvidos para cada região produtora do Brasil e Paraguai, de forma específica. A sede da Coodetec fica na cidade de Cascavel, no Oeste paranaense, onde funciona uma rede complexa de ensaios e um departamento de pesquisa estruturado, com modernos laboratórios de melhoramento genético, biotecnologia, fitopatologia, qualidade de sementes e solos. Outros Centros de Pesquisa da Coodetec estão localizados em Palotina/PR, Goioerê/PR, Rio Verde/GO e Primavera do Leste/MT

Fonte: Ass. Imprensa da Coodetec

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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