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Congresso de Ovos APA: Inscrições antecipadas encerram na segunda (07)

Evento deve reunir mais de 500 participantes para debater o futuro da avicultura de postura, de 15 a 17 de março, em Ribeirão Preto, SP

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Termina na próxima segunda-feira, dia 7 de março, o último prazo para fazer inscrições antecipadas para o 14o Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos. Até esta data, as inscrições podem ser realizadas no site do evento (www.congressodeovos.com.br) pelo valor de R$ 280 para estudantes com comprovante, R$ 420 para professores e pesquisadores, R$ 450 para associados da Associação Paulista de Avicultura (APA) e R$ 560 para profissionais.

Em sua 14a edição, o evento realizado pela Associação Paulista de Avicultura (APA) vai debater as mais recentes tecnologias, pesquisas e tendências para a avicultura de postura em áreas como nutrição, sanidade, manejo, bem-estar animal, genética, ambiência, equipamentos e marketing. O encontro reúne representantes do setor produtivo, pesquisadores e empresas fornecedoras de equipamentos, insumos e biologicos  das mais importantes instituições de vários países em uma discussão sobre o futuro da atividade.

"Este debate é extremamente importante em função da troca de informações entre o campo, o meio acadêmico e provedores. Lá, temos de um lado cientistas apresentando as principais tendências da produção e comercialização de ovos e de outro os profissionais de campo que apresentam suas demandas, para ajudar nortear o desenvolvimento de novas tecnologias de aplicação e a prática no dia a dia do produtor", defende o presidente da Associação Paulista de Avicultura (APA), Érico Pozzer.

A para esta edição, a expectativa é reunir mais de 500 participantes, entre produtores, empresários, técnicos,  pesquisadores e acadêmicos ligados a cadeia produtiva para debater as mais importantes tendências da produção e comercialização de ovos. Outras informações sobre o evento podem ser encontradas no site do congress (www.congressodeovos.com.br) ou através do telefone (11) 3832.1422.

Programa

A secretaria do evento será aberta a partir das 10h do dia 15 de março, terça-feira, para a realização de inscrições e entrega de material. A abertura será a partir das 14h. O programa científico do congresso será aberto às 14h15 com uma palestra sobre "Inovações no manejo de dejetos", ministrada pela zootecnista com mestrado em Ciência Animal pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e doutorado em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Karolina Von Zuben Augusto. Em seguida, o professor da Universidade de Zulia, na Venezuela, Francisco Perozo, vai debater "Interferência das doenças imunossupressoras no controle e prevenção das doenças respiratórias".

A programação do primeiro dia será encerrada pelo fundador e ex-presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócios (ABMRA) e presidente da TCA Internacional, José Luiz Tejon Megido. Jornalista, publicitário, administrador com ênfase em Marketing e especializações em universidades como Pace University, de Nova Iorque, Harvard, e MIT, nos Estados Unidos, além de Insead, na França, ele será responsável pela palestra magistral do evento, a partir das 17h15, com o tema "Marketing Rural voltado para a Avicultura de postura". Após sua apresentação haverá um debate entre os participantes e a abertura oficial do evento, que será seguida de um coquetel.

Na quarta-feira, dia 16 de março, a programação começa às 8h com apresentação de trabalhos científicos. A partir das 8h30, o médico veterinário presidente do Comitê Estadual de Sanidade Avícola do Estado do Rio de Janeiro (Coesa – RJ), Marcos Fabio de Lima, vai destacar "Nutrição de precisão em poedeiras para melhor aproveitamento do potencial produtivo". Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ), ele tem mestrado em Produção Animal e doutorado em Produção e Nutrição de Monogástricos. Em seguida, a médica veterinária Liliana del Carmen Revolledo Pizarro vai falar sobre "Plano de ação para controle do tifo aviário". Formada pela Universidad Mayor de San Marcos, ela tem mestrado e doutorado em Patologia Experimental e Comparada pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado na mesma instituição. A partir das 11h haverá uma programação do Espaço Empresarial da Ceva com o lançamento da vacina Vectormune IBD Rispens, de proteção forte e completa contra as doenças de Marek e Gumboro, que será apresentada pelo médico veterinário Jorge Luis Chacon.

Em seguida, a programação oficial segue com o tema "Marketing do ovo: como fortalecer sua marca", apresentado pelo especialista em Marketing e negócios internacionais e ex-presidente do Instituto Latinoamericano del Huevo (ILH), James Abad. Na sequência, a médica veterinária e professora da Universidad nacional Autónoma de México (Unam), Socorro Magdalena Escorcia Martinez, vai destacar o "Impacto da Influenza Aviária na Avicultura". A partir das 16h30, o engenheiro agrônomo Xico Graziano vai promover um debate sobre a "Situação Econômica, Política e Social do Agronegócio no Brasil". Mestre em Economia Agrária pela USP e doutor em Administração pela FGV, ele foi professor da Unesp – Campus de Jaboticabal e ocupou uma série de cargos públicos, como Secretário Estadual do Meio Ambiente (2007-2010), Secretário Estadual de Agricultura (1996-98) e Chefe do Gabinete Pessoal do Presidente Fernando Henrique Cardoso (1995), entre outros.

O programa técnico do segundo dia será encerrado pelo professor coordenador do Núcleo de Pesquisa em Ambiência (Nupea) da Esalq-USP, Iran Oliveira com uma apresentação sobre "Efeitos da climatização de galpões na produtividade das poedeiras". Engenheiro agrícola formada pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), ele tem mestrado e doutorado em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Sua apresentação será seguida de um debate entre os participantes e um Happy Hour patrocinado pela Ourofino Saúde Animal no Centro de Convenções. 

Na quinta-feira, dia 17 de março, a programação será aberta às 8h, pelo zootecnista e professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Antônio Gilberto Bertechini, com a palestra "Mitos e verdades sobre ovos de codornas". Logo depois, o médico veterinário e presidente da Associação das Casas Genéticas de Corte e Postura para a avicultura americana, Travis Schaal, vai apresentar um "Up date da Influenza Aviária nos EUA e programas de controles e biosseguridade adotados". Na sequência, a palestra "A nutrição ideal de poedeiras para alcançar 100 semanas de vida com produtividade e qualidade" será ministrada pelo especialista em nutrição animal alemão, Robert Pottgueter.

A partir das 11h10, o debate será sobre "Mercado de ovos processados: Perspectiva nacional e mercado de exportação", que será realizado pelo especialista em qualidade e segurança do alimento pela Unicamp, Rodrigo Molitor. Na sequência, o geneticista holandês Jeroen Visscher encerra a programação com um debate sobre "A seleção genética com vistas às necessidades do bem estar das aves". As palestras internacionais terão tradução simultânea para o português.

Apoio

As principais empresas do setor confirmaram patrocínio para a próxima edição do evento: Abase, Adisseo, Agroceres Multimix, Alltech do Brasil, Amicil, Artabas, Big Dutchman, Biocamp, Biovet, BR Nova, Ceva, De Heus, Des-Vet Produtos Veterinários, DSM, Elanco, Fatec, Granja Fujikura, H&N Avicultura, H&N Avicultura Internacional, Hendrix Genetics, Hy-Line do Brasil, Ilender do Brasil, Interaves Agropecuária, Kilbra, Lohmann do Brasil, Mercoaves, Merial, Ourofino Saúde Animal, Planalto Postura, Sanphar Saúde Animal, Uniquímica, Vicami e Zoetis. 

O evento tem o apoio de divulgação das principais mídias do setor, como Avisite, A Hora do Ovo, Ovosite, Avicultura Industrial, Feed&Food, O Presente Rural, Setor Avícola, AveWorld, Mundo do Agronegócio e Avimig (Associação de Avicultores de Minas Gerais). 

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado

Preços da soja sobem, mas mercado segue retraído no Brasil

Mercado brasileiro de soja teve uma semana de preços firmes e de poucos negócios

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Ivan Bueno/APPA

O mercado brasileiro de soja teve uma semana de preços firmes e de poucos negócios. As cotações domésticas foram sustentadas pela recuperação dos contratos futuros em Chicago, após a queda determinada pelo relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na sexta, 9.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos está cotada a R$ 170,00. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 169,00. No porto de Rio Grande, o preço subiu para R$ 176,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 170,00 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 176,00. Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 165,50. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 159,00. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 161,00.

O relatório indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,135 bilhões de bushels em 2020/21, o equivalente a 112,53 milhões de toneladas, repetindo o relatório anterior.

Os estoques finais estão estimados em 120 milhões de bushels ou 3,26 milhões de toneladas, sem alteração. O mercado apostava em carryover de 119 milhões ou 3,24 milhões de toneladas.

O USDA indicou esmagamento em 2,19 bilhões de bushels e exportação de 2,28 bilhões. Em março, as estimativas tinham sido de 2,2 bilhões e 2,25 bilhões de bushels, respectivamente.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2020/21 de 363,19 milhões de toneladas. Em março, o número era de 361,82 milhões de toneladas.

Os estoques finais estão estimados em 86,87 milhões de toneladas. O mercado esperava por estoques finais de 83,7 milhões de toneladas. Em março, a previsão era de 83,74 milhões de toneladas.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 112,55 milhões de toneladas. Para o Brasil, a previsão é de uma produção de 136 milhões de toneladas, contra 134 milhões de março. O mercado apostava em safra de 134,4 milhões de toneladas.

A Argentina deverá produzir 47,5 milhões de toneladas, repetindo a previsão anterior. O mercado estimava um corte, para 46,8 milhões de toneladas. A previsão de importação da China foi mantida em 100 milhões de toneladas.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Preços do milho buscam recorde de R$ 100 a saca no Brasil

Oferta restrita no país vai levando a essas contínuas elevações nos preços

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Renata Silva

O mercado brasileiro de milho seguiu com preços galgando novos recordes, mantendo altas graduais em todas as praças nesta última semana. Em muitas praças, sobretudo no Sul do Brasil, mas também em São Paulo, o mercado vem buscando e atingindo o patamar histórico de R$ 100 a saca de 60 quilos.

A oferta restrita no país vai levando a essas contínuas elevações nos preços58. O risco climático com escassez de chuvas para a safrinha, ao menos no curto prazo, que está com a colheita encerrada, faz os produtores reduzirem ainda mais a disponibilidade do milho no mercado e os valores sobem. Além disso, o foco segue com as vendas da soja, e o milho é deixado em segundo plano, encurtando a oferta.

O consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, diz que os problemas de abastecimento do primeiro semestre vão ficando cada semana mais evidentes no mercado brasileiro. Ele diz que, para o mercado se ajustar, há necessidade de importar para conter a pressão nos custos. “O câmbio, as regras de importação e os preços altos também no mercado internacional limitam esta alternativa”, avalia.

O mercado de milho vai confirmando um quadro de abastecimento difícil neste primeiro semestre de 2021 em, praticamente, todo o país. “O Mato Grosso já desenhava uma situação crítica de abastecimento e opera com preços acima de R$ 70,00 um patamar alto para uma praça que sempre foi reservada como o milho mais barato do Brasil. O motivo desta alta no estado não tem a ver com a indústria de etanol, longe disso, mas com o fluxo de exportações, o qual sempre promove um esvaziamento dos excedentes no estado”, comenta.

Para ele, a situação de preços nas regiões Sul e Sudeste não deve ser considerada como surpresa. Talvez o nível de preços alinhados na semana, entre R$ 95,00/100,00 a saca na maior parte das praças e R$ 85,00 em Minas Gerais e Goiás, possa ser considerado como surpreendente, diz. Com todas as despesas para importação do milho, o custo CIF para consumidores mais próximos aos portos não se distancia de R$ 100,00 a 105,00 a saca. “Desta forma, mesmo parecendo caro no mercado interno, o milho brasileiro ainda é mais acessível em relação ao importado. Por isso, os preços internos estão se alinhando a R$ 100,00”, explica Molinari.

A questão adicional diz respeito ao prolongamento da entressafra 2021. A safrinha geralmente tem seu início de colheita em junho e avança em julho/agosto, comenta Molinari. “Com o atraso de plantio, haverá alguma colheita em junho e julho, porém pode não atender toda a demanda interna que chegará a julho com abastecimento complicado. A colheita de safrinha este ano estará realmente concentrada em agosto e setembro. Então, uma entressafra prolongada em mais 30/40 dias acentua a necessidade de abastecimento com milho da safra de verão e/ ou com estoques ainda de 2020”, aponta.

No entanto, estes estoques de 2020 foram consumidos neste primeiro trimestre de 2021 e agora, o que resta, é o milho da safra de verão, o qual vai sendo fortemente procurado, assim como as primeiras lavouras a serem colhidas em junho e julho na safrinha. E agora ainda há a preocupação com a falta de chuvas na safrinha, incrementando ainda mais os temores com oferta e levando o produtor a buscar preços ainda mais altos. Justifica-se assim essa subida frenética das cotações, semana a semana batendo novos recordes.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (07 de abril) e a esta quinta-feira (15 de abril), o preço do milho em Campinas/CIF subiu na venda de R$ 101,00 para R$ 102,00 a saca, elevação de 1%. Na região Mogiana paulista, o cereal avançou na venda de R$ 97,50 para R$ 100,00 a saca, aumento de 2,6%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço disparou de R$ 96,00 para R$ 102,00 a saca, incremento de 6,25%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação avançou de R$ 82,00 para R$ 85,00 a saca, elevação de 3,7% no balanço semanal. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, a cotação se manteve em R$ 100,00 na base de venda.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho subiram de R$ 85,00 para R$ 90,00 a saca, alta de 5,9%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado avançou no comparativo de R$ 86,00 para R$ 90,00 a saca, subindo 4,65%.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Avicultura

Preços do frango voltam a subir no atacado, refletindo consumo em alta

Mercado brasileiro de carne de frango registrou preços mais altos para os cortes vendidos no atacado

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne de frango registrou preços mais altos para os cortes vendidos no atacado. “Para o quilo vivo, houve avanço nas cotações apenas em São Paulo, como forma de repasse frente aos custos de nutrição animal elevados”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias.

Ele sinaliza que a segunda metade de abril tende a ser marcada por ajustes mais limitados nos preços, dada a tradicional demanda mais retraída por parte dos consumidores. “Na primeira quinzena o consumo foi bastaste aquecido, favorecendo uma melhor demanda por parte das indústrias”, avalia.

No atacado, o recebimento de salários pela população e a nova rodada do auxílio emergencial contribuíram para o aumento na demanda de produtos básicos, como a carne de frango, que detém a maior predileção entre os consumidores brasileiros.

De acordo com levantamento semanal de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango. No atacado, o preço do quilo do peito subiu de R$ 6,50 para R$ 6,60, o quilo da coxa de R$ 6,00 para R$ 6,10 e o quilo da asa de R$ 8,55 para R$ 8,65. Na distribuição, o preço do quilo do peito passou de R$ 6,70 para R$ 6,80, o quilo da coxa de R$ 6,10 para R$ 6,20 e o quilo da asa de R$ 8,75 para R$ 8,85.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações dos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito avançou de R$ 6,60 para R$ 6,70, o quilo da coxa de R$ 6,10 para R$ 6,20 e o quilo da asa de R$ 8,65 para R$ 8,75. Na distribuição, o preço do quilo do peito aumentou de R$ 6,80 para R$ 6,90, o quilo da coxa de R$ 6,20 para R$ 6,30 e o quilo da asa de R$ 8,85 para R$ 8,95.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 178,019 milhões em abril (6 dias úteis), com média diária de US$ 29,669 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 118,062 mil toneladas, com média diária de 19,677 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.507,80.

Na comparação com abril de 2020, houve alta de 24,85% no valor médio diário, ganho de 22,71% na quantidade média diária e avanço de 1,75% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60. Em São Paulo o quilo vivo mudou de R$ 4,60 para R$ 4,70.

Na integração catarinense a cotação do frango permaneceu em R$ 3,30. No oeste do Paraná o preço prosseguiu em R$ 4,80. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo continuou em R$ 4,30.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,50. Em Goiás o quilo vivo se manteve em R$ 4,50. No Distrito Federal o quilo vivo continuou em R$ 4,60.

Em Pernambuco, o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,30. No Ceará a cotação do quilo continuou em R$ 5,30 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 5,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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CONBRASUL/ASGAV

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