Conectado com
VOZ DO COOP

Empresas Pecuária de corte:

Confinamento sem fronteiras

Biogénesis Bagó lança materiais técnicos para produtores e profissionais do setor e traz perspectivas positivas para 2020

Publicado em

em

Foto: Divulgação

O sistema de confinamento hoje é uma ferramenta imprescindível em qualquer projeto de intensificação dentro da pecuária. Em 2019, os pecuaristas confinaram 5,26 milhões de animais, uma alta de 2% ante os 5,18 milhões de bovinos em engorda no cocho, no ano anterior, de acordo com o Censo de Confinamento DSM. Para este ano, se aposta numa “explosão” deste sistema de produção, que poderá atingir de 5,5 milhões a 6 milhões de animais.

Em uma conjuntura composta por baixa oferta de boiadas, puxada pela demanda internacional aquecida e um novo patamar de preço para a arroba bovina, a Biogénesis Bagó, uma das empresas líderes na América Latina na produção de soluções para a saúde animal e na vanguarda da extensão pecuária, desenvolveu um Manual e um vídeo técnico de Confinamento para auxiliar produtores e profissionais envolvidos nesse sistema para que possam se capacitar e ter acesso a informações e números atualizados do setor. A iniciativa integra o movimento “Fronteiras Produtivas”, que encoraja o pecuarista brasileiro a melhorar os seus índices de produtividade utilizando os recursos disponíveis.

No Brasil são 180 milhões de hectares de área de pastagem e provavelmente nos próximos dez anos haja uma redução de 10 milhões de hectares dessa área. “O nosso papel junto com o produtor e os demais elos da cadeia é encontrar maneiras de produzir mais intensivamente. Neste cenário, o confinamento é uma das oportunidades para que possamos produzir mais e melhor, em uma área cada vez menor. Em termos de produtividade, tivemos bons resultados nos últimos anos e um aumento significativo na quantidade de carne produzida: 258,32 quilos por animal. Estamos no caminho correto, batemos recordes de produtividade. Mas, em se tratando do celeiro do mundo, temos muito ainda para avançar e muito espaço para implementar tecnologias e desenvolver uma produção cada vez maior, na qual a tecnologia é quem vai puxar esse trabalho para frente”, aposta Carlos Eduardo Godoy, gerente de Marketing da Biogénesis Bagó Brasil.

Para ele, a pecuária precisa buscar o seu espaço à altura que o mercado exige. “Atualmente no Brasil são mais de 5 milhões de cabeças confinadas e acreditamos que esse número nos próximos anos possa crescer de forma significativa. Aliando uso de tecnologia, adoção de protocolos sanitários e manejo nutricional adequados podemos ter bons resultados, aumentando cada vez mais essa modalidade de produção e a produtividade”, acrescenta.

 

Manual e Vídeo completos sobre o sistema de confinamento no Brasil

Os materiais elaborados pela Biogénesis Bagó trazem dados técnicos e práticas de como deve ser feita a gestão de custos de produção no confinamento, quais sãos as estruturas adequadas, o que é necessário para se confinar, além de esclarecer sobre como fazer um manejo sanitário a fim de diminuir perdas e quais os riscos sanitários e os desafios nesta modalidade de produção.

“Estima-se que 71,9% das intercorrências no confinamento sejam por problemas respiratórios. Isso porque houve um aumento para 83,3% de inclusão de concentrado na dieta dos confinamentos, a chamada dieta seca. Essa intensificação acaba contribuindo para as doenças respiratórias, um cenário comum que vamos nos deparar ao longo deste ano. Com um protocolo sanitário bem estabelecido, fornecemos as ferramentas corretas para combater este e outros tipos de problemas”, afirma o gerente de Relacionamento com Fazendeiros da Biogénesis Bagó, Bruno Di Rienzo.

Além de abordar as doenças respiratórias, o manual e também o vídeo técnico trazem informações sobre como fazer a prevenção e/ou combater clostridioses, lesões de casco, raiva, feridas e miíases, tristeza parasitária, verminoses, diarreias, timpanismo, acidose ruminal e poliencefalomalácia.

Segundo Di Rienzo, as projeções para o primeiro giro de confinamento apontam que o custo com sanidade corresponde a 0,4% do valor total da operação, que chega a R$ 12,87 por animal. “Esse valor é irrisório pelo benefício e retorno oferecidos. A cadeia produtiva de carne bovina conta com alta disponibilidade de tecnologias, que se bem empregadas, poderão gerar resultados robustos na produção de bovinos de corte e na competitividade do setor. O conhecimento de todas essas etapas é fundamental para o resultado positivo da engorda intensiva em sua excelência”, reforça.

Uma das medidas que o produtor deve adotar é ter indicadores sanitários para a tomada de decisão precisa, baseada na análise crítica dos dados da fazenda. “A partir daí, após tomar conhecimento de todos os pontos críticos de controle e os riscos inerentes ao sistema adotado, iniciamos o processo de construção do programa sanitário que melhor se adeque àquela situação específica”, explica.

 

Produzir cada vez mais e melhor

Contribuir para que o pecuarista possa identificar seus atuais índices de produção, estimular a reflexão de como avançar na brecha tecnológica e auxiliar o produtor a otimizar os recursos dentro da fazenda é a missão da Biogénesis Bagó com o “Fronteiras Produtivas”. “Muitos pecuaristas estão longe dos índices tidos como ideais e a chave para alcançar a Fronteira Produtiva está em utilizar de forma eficiente os recursos disponíveis, já que não é viável aumentar a quantidade de cabeças, pois áreas destinadas à pastagem não estão avançando. O pecuarista só vai encontrar o modelo ideal analisando seu custo de produção. Não há fórmula pronta. É preciso trabalhar para produzir mais e melhor com os recursos disponíveis no momento”, comenta Marcelo Bulman, Country Manager da Biogénesis Bagó no Brasil.

“Esperamos que o conteúdo do manual e o vídeo de Confinamento sejam suportes para que a produção avance sem nenhum contratempo e os investimentos sejam cada vez mais otimizados”, finaliza Bulman.

O material completo está disponível em nossas plataformas digitais:

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=HWEO-8dBOcw

Instagram / Facebook: @biogenesisbagobr

Fonte: Assessoria

Empresas

Transição águas-seca: uso estratégico da suplementação proteica para potencializar o desempenho animal

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares

Publicado em

em

Keuven dos Santos Nascimento - Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition - Foto : Assessoria

Por Keuven dos Santos Nascimento – Consultor Técnico Ruminantes da Trouw Nutrition

A criação de bovinos de corte a pasto tem seu ápice produtivo no período chuvoso; momento em que é possível reduzir os custos com o aumento da produtividade baseando-se na quantidade e qualidade da forragem disponível. Com o avanço das estações, o fim do período chuvoso é marcado pelo amadurecimento do capim e pelo declínio considerável da quantidade e qualidade nutricional das pastagens – fato que pode resultar em deficiências dietéticas, prejudicando o desempenho animal.

Um dos principais fatores que afetam o ganho de peso é a redução da ingestão de matéria seca (MS) em decorrência da diminuição da oferta de forragem. De acordo com o NRC (National Research Council), principal base de informações para a formulação de dietas de bovinos, as pastagens com oferta menor que 2.000 kg de MS oferecem menor consumo de pasto e aumento do tempo de pastejo. Ou seja, o animal tem de caminhar e gastar mais horas do dia em busca de alimentos que atendam à sua exigência, muitas vezes sem sucesso, devido às limitações físicas e climáticas.

Além disso, o consumo também pode ser reduzido quando a forragem ingerida tem porcentagem de proteína bruta inferior a 6 a 8%, o que ocorre devido ao menor suprimento de nitrogênio no rúmen. Sendo necessário para o crescimento microbiano e a digestibilidade adequada do alimento ingerido.

Para otimizar a utilização dos nutrientes ingeridos e manter o desenvolvimento do animal, é desejável aumentar a ingestão e a digestão da forragem através de estratégias nutricionais suplementares. A suplementação ajuda a atender às exigências nutricionais dos animais em pastejo, desde que a disponibilidade de forragem não seja limitante. O fornecimento de suplementos proteicos permite ajustar o teor de nitrogênio na dieta total dos animais, maximizando o consumo de forragem que antes era limitado pela baixa digestibilidade.

Nesse sentido, é essencial oferecer suplementos que atendam a demanda proteica dos animais a pasto nos diferentes momentos de desenvolvimento da forragem. Como é o caso de Lambisk VS, suplemento proteico idealizado para animais a pasto no período de transição. Além de minerais e aditivos, o Lambisk VS possui em sua composição 40% de PB decorrente de um ajuste das diferentes fontes de proteína e nitrogênio ruminal (proteína verdadeira e NNP), que permitem corrigir o teor proteico da dieta a níveis que maximizem a ingestão e digestão de MS (i.e. retornando a dieta para valores entre 6 e 8% de proteína).

Por exemplo, animais de recria (300 kg) em pasto de transição com teor proteico 5%, ao serem suplementados, têm ingestão proteica de 120 g via suplemento. Esse ajuste nutricional tem o potencial de elevar o teor proteico da dieta em 1,7 pontos percentuais, ou seja, corrigindo a dieta para valores entre 6 e 8% de PB. Fato que melhora a utilização da forragem ingerida e o desempenho animal, com ganhos adicionais esperados de 150 a 200 g/cabeça/dia em relação ao sal mineral.

Além de uma ótima estratégia para maximizar a utilização de forragem no período seco, o Lambisk VS atua na melhoria dos processos digestivos e metabólicos do animal nesses períodos tão desafiadores do ponto de vista nutricional.

Referencias bibliográficas com o autor – via email: thiago@textoassessoria.com.br

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas Palestrante convidado

CEO da Agrifim LATAM levou experiências e visões sobre oportunidades e desafios para alunos da USP

Como palestrante convidado da 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia, Rodrigo Miguel, ex-aluno, contribuiu apresentando uma visão holística sobre as mudanças do consumidor e projeções sobre produção de proteína animal

Publicado em

em

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, durante sua palestra sobre oportunidades e desafios na produção de proteína animal

A Agrifirm marcou sua presença na 41ª Semana Acadêmica de Zootecnia da USP, um evento organizado pelas agremiações acadêmicas Zotti Junior e Zooforte associadas à Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da Universidade de São Paulo (USP), que aconteceu entre os dias 15 e 18 de maio, no prédio principal do Campus.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, e ex-aluno da USP retornou à faculdade como palestrante convidado em um evento tradicional, apresentando aos graduandos o tema: “Tendências de Mercado da Proteína”. Segundo ele, “o propósito da Agrifirm é construir uma cadeia alimentar responsável e sustentável para as futuras gerações, e os profissionais que estão ingressando agora no mercado serão os protagonistas dessa realidade”.

Durante sua palestra, Rodrigo Miguel destacou a importância de eventos como a Semana da Zootecnia para o desenvolvimento dos futuros profissionais da área. Ele compartilhou sua visão sobre as mudanças no comportamento dos consumidores e as projeções para o futuro da cadeia de produção de proteína animal.

“Participar da Semana da Zootecnia foi muito importante. Eu tenho falado sobre as tendências do mercado de consumo de proteína no mundo para diversos públicos, mas o que mais me marcou aqui foi a atenção e o interesse dessa nova geração no tema. O assunto flui. As perguntas vieram de uma geração que já entendeu as mudanças de comportamento do consumidor e do perfil de consumo de proteína no mundo.”

Ele também ressaltou a relevância de eventos acadêmicos para a formação dos estudantes: “Aqui no ambiente universitário, é o local ideal para relembrar uma frase, um slogan que usamos muito: ‘esta turma está tendo acesso a mais conhecimento para se tornar à prova de futuro’, ou seja, participar ativamente e ser protagonista na construção do amanhã.”

Rodrigo Miguel expressou sua satisfação em retornar à USP como palestrante convidado: “Foi muito bom receber esse convite. Como fruto da casa, foi uma experiência gratificante. A USP segue sendo a referência em formação universitária e poder contribuir com isso nos dá a sensação de retribuição.”

A Agrifirm tem o compromisso em contribuir para o desenvolvimento do setor agropecuário, promovendo a troca de conhecimento e apoiando a formação de novos profissionais.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas

Com vocação em mercado internacional, Rio Pardo Proteína Vegetal chega à sua 4ª Fenagra

Empresa bateu marca de 21 países importadores de seu concentrado proteico de soja; processo de produção é patenteado em todo o mundo

Publicado em

em

Estande da Rio Pardo Proteína Vegetal na Fenagra 2023 (Foto: Divulgação)

A 4ª participação na Fenagra (Feira Internacional da Agroindústria) por mais um ano, confirma, novamente, a vocação da Rio Pardo Proteína Vegetal: além de abastecer o mercado interno com o concentrado proteico de soja (SPC, para utilização na composição de rações) mais digestível do Brasil (segundo estudo da Universidade Federal de Viçosa, principal especialista do país no assunto), também ser um grande exportador do setor em diversos continentes. A empresa, que estará nos próximos dias 5 e 6 de junho (quarta e quinta-feira), com estande montado no setor I 12 do Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), pela 17ª edição do evento, já bateu a marca de 21 países para os quais exporta o seu principal produto: cinco asiáticas (Filipinas, Tailândia, Taiwan, Vietnã e Malásia), dez europeias (Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Dinamarca, Turquia, Lituânia, Portugal, Grécia e Holanda) e seis nas Américas (Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, Peru e Venezuela).

“Nossa ‘expansão’ continentes afora tem muito a ver com parcerias firmadas em contatos em feiras internacionais, como a Fenagra, que, neste ano, aumentou e terá presença ainda mais robusta de público e empresas multinacionais”, explica Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da empresa.

Na França e na Alemanha, por exemplo, o SPC da Rio Pardo chegou por meio de parceria com a Barentz, gigante mundial de distribuição de insumos alimentícios. “A Barentz representa a Rio Pardo nos principais países da Europa. Hoje, estamos em 22 países, contando o Brasil, e as feiras do setor são importantes ferramentas para o desenvolvimento desse mercado global”, adiciona.

 

Produção diferenciada

Fábrica da Rio Pardo Proteína Vegetal, em Sidrolândia (MS) (Foto: Divulgação/ Rio Pardo)

Patenteada no Brasil, nos Estados Unidos, na União Europeia, no Japão, no Chile e no Canadá, a tecnologia desenvolvida pela Rio Pardo traz vantagens que agregam em saúde e no melhor refino do SPC. A principal diferença é a unificação de etapas no processamento dos grãos de soja. “Nos tradicionais, primeiro, separa-se o óleo do grão e faz-se um aquecimento para remover os solventes. Em seguida, uma segunda etapa extrai os carboidratos solúveis, onde estão os fatores antinutricionais. Para isso, utiliza-se álcool e, para removê-lo, o grão é aquecido novamente. Em nosso processo, tudo isso é feito de uma só vez”, detalha Leandro Baruel, gerente de exportações da Rio Pardo.

Além de ser mais sustentável, pois reduz drasticamente o consumo das energias térmica e elétrica, a qualidade do produto aumenta. “Com menos aquecimentos dos grãos, diminuímos a possibilidade de ocorrer a ‘reação de Maillard’, que é a formação de um complexo da proteína com carboidrato e açúcares que interfere na digestibilidade”, adiciona.

Segundo recente artigo científico publicado pela revista Animal Nutrition, uma das mais respeitadas no mundo sobre nutrição animal, quanto maior a digestibilidade do ingrediente proteico da ração, além de melhorar a absorção dos nutrientes, mais saúde a leitões recém desmamados: tal fator reduz a transferência de proteínas não digeridas no intestino grosso, diminuindo a produção de resíduos tóxicos do metabolismo microbiano, resultando em profunda melhora da saúde intestinal dos animais. Assim, contribui diretamente para que cresçam com melhores desempenho, desenvolvimento muscular e ganho de peso.

“Proteínas altamente digestíveis permitem aos leitões absorverem os aminoácidos essenciais (blocos de construção das proteínas) mais eficientemente. Isso resulta na melhor utilização dos nutrientes, promovendo um crescimento mais rápido e saudável. Além disso, auxilia na melhora do sistema imunológico e da saúde da mucosa intestinal, com a redução de doenças e infecções”, complementa Baruel.

Grãos de soja são a principal matéria-prima da Rio Pardo (Foto: Pixabay)

Segundo o estudo da UFV, a digestibilidade de proteína e dos aminoácidos dos RPSOY700 e RPSOY180 (Concentrados Proteicos da Rio Pardo) foi significativamente superior (veja tabela com os principais produtos do mercado).

“A melhor digestibilidade das proteínas ainda proporciona economia ao produtor com a nutrição, que representa o maior custo da produção. E o impacto ambiental também diminui, pois uma ração mais digestível resulta em menor excreção de resíduos de nitrogênio pelos animais, poluindo bem menos o meio ambiente”, conclui.

 

Fenagra 2024

A Fenagra chega à 17ª edição e é a junção de seis grandes eventos no mesmo local e horário, dentro do Distrito Anhembi: Feed&Food: Tecnologia e Processamento; Reciclagem Animal; Expo Pet Food, Expo Aqua Feed, Expo Animal Feed e Expo Óleos & Gorduras. Desta forma, é a principal feira de negócios do setor de Nutrição Animal e Nutrição Humana juntas (e a maior do setor na América Latina no mercado Feed e Food), abrangendo setores importantes da economia brasileira como: Biodiesel, Frigoríficos e Graxarias, Nutrição Animal – Pet Food, Aqua Feed e Animal Feed (aves, suínos e bovinos), Indústria de Óleos e Gorduras Vegetais, Grãos e Derivados.

Em mais de 11 mil metros quadrados de área, ao todo, quase 260 expositores, 260 marcas e 120 palestras vão compor a programação durante os dois dias de evento, que deve passar da marca de 7,1 mil visitantes de 17 países, fora o Brasil. A organização, que gerou dois mil empregos diretos e injetou R$ 7 milhões em recursos na economia local, projeta um giro de mais de R$ 500 milhões em negócios.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
IMEVE BOVINOS EXCLUSIVO

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.