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China passa a aceitar laudo do Tecpar para que pets possam entrar no país

Agora, 37 países aceitam o laudo do teste de sorologia antirrábica em animais de estimação emitido pelo instituto. O documento comprova que o pet que recebeu a vacina antirrábica no Brasil realmente está imunizado e produziu anticorpos contra o vírus da raiva.

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Foto: Divulgação/Tecpar

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) ampliou o rol de países que aceitam o laudo do teste de sorologia antirrábica em animais de estimação, emitido por seu laboratório, com a inclusão da China em seu portfólio. O Tecpar é o único laboratório do Sul do Brasil credenciado para a emissão de laudos a tutores com destino ao país asiático. Agora, o laudo do Tecpar é aceito em 37 países.

O documento comprova que o animal que recebeu a vacina antirrábica no Brasil realmente está imunizado e produziu anticorpos contra o vírus da raiva.

Atualmente, além da China, os testes realizados pelo Instituto são aceitos nos 27 países-membros da União Europeia, no Reino Unido, nos Estados Unidos, na Suíça, na Noruega, na Coreia do Sul e nos Emirados Árabes. Nos primeiros seis meses deste ano, os três países para os quais o Tecpar mais emitiu laudos foram Portugal, Estados Unidos e Itália, nessa ordem.

A apresentação do laudo do exame é obrigatória para viajantes brasileiros que queiram levar consigo seus animais de companhia em viagens internacionais. Os testes são feitos pelo Laboratório de Ensaios In Vitro da Divisão de Controle da Qualidade do Tecpar.

O diretor-presidente do Tecpar, Celso Kloss, ressaltou que está no Plano de Governo do Estado a expansão do número de ensaios ofertados pelo instituto. “Além de estarmos ampliando o número de testes ofertados a cada semestre, o Tecpar também atua para aumentar o número de países no qual o instituto está credenciado. Somos referência em sorologia antirrábica veterinária no Sul do Brasil e trabalhamos para reforçar essa posição de destaque”, pontuou.

O instituto obteve a primeira habilitação internacional em 2021 junto à União Europeia. Para ser credenciado foi necessário passar por um teste de proficiência organizado pela agência francesa Anses-Nancy, laboratório de referência da UE. O Tecpar também foi o primeiro laboratório do Sul credenciado para fazer o teste de sorologia em animais para os EUA. A autorização foi concedida pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças (Centers for Disease Control and Prevention – CDC), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.

Exigência legal

O viajante brasileiro que deseja levar seu animal de estimação para o Exterior precisa fazer uma série de procedimentos e cumprir exigências legais para o embarque e transporte de animais, de acordo com o seu país de destino.

É necessário se informar com antecedência, já que cada país estipula documentação, prazos e regras distintos. Entre as exigências estão a microchipagem, tratamento parasitário, vacinação e sorologia antirrábica, atestado de saúde, obter o certificado veterinário internacional (CVI), entre outros itens.

Os documentos solicitados pelos EUA e pela União Europeia estão no site do Tecpar.

Passo a passo

A Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que os viajantes que queiram levar seus pets a países que exijam o Certificado Veterinário Internacional (CVI) façam o exame em seus animais e apresentem o laudo do exame de sorologia antirrábica. O documento comprova que o animal que recebeu a vacina antirrábica no Brasil realmente está imunizado e produziu anticorpos contra o vírus da raiva.

Para isso, o tutor deve entrar em contato com um médico veterinário, que vai orientar sobre os procedimentos necessários, e fará solicitação do exame a um laboratório habilitado, além de posteriormente fornecer o atestado de saúde do animal. A amostra para o teste deve ser coletada em uma clínica ou laboratório veterinário.

Fonte: Agência Estadual de Notícias do Paraná

Pet

Conferência sobre alimentos para animais de estimação destaca esforços de sustentabilidade e tendências emergentes

Evento reuniu 500 profissionais da indústria de alimentos para animais de estimação, esta semana, para ouvir as últimas novidades em inovação, sustentabilidade e tendências emergentes em alimentos para animais de estimação que impactam a indústria na 17ª Conferência Anual de Alimentos para Animais de Estimação da American Feed Industry Association.

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Foto: Divulgação/EPPE

Quase 500 profissionais da indústria de alimentos para animais de estimação se reuniram esta semana para ouvir as últimas novidades em inovação, sustentabilidade e tendências emergentes em alimentos para animais de estimação que impactam a indústria na 17ª Conferência Anual de Alimentos para Animais de Estimação da American Feed Industry Association (AFIA), realizada durante a Conferência Internacional de Produção e Processamento de 2024.

“A AFIA Pet Food Conference deste ano reuniu um número recorde de participantes, demonstrando o compromisso da indústria de alimentos para animais de estimação em aprender mais sobre como eles podem inovar e se tornar mais sustentáveis ​​para enfrentar os desafios futuros da nutrição de animais de estimação”, disse Louise Calderwood, diretora de assuntos regulatórios da AFIA. . “A programação de palestrantes deste ano certamente nos levou a pensar mais sobre como abordamos as realidades atuais e aproveitamos as oportunidades futuras na indústria.”

A conferência incluiu sessões sobre tendências do mercado global, formulações e embalagens sustentáveis ​​de alimentos para animais de estimação, impactos da indústria nas mudanças climáticas e o burburinho em torno da biótica. 

Além disso, a conferência organizou um painel de discussão com dois convidados ilustres, o Embaixador Doug McKalip, negociador-chefe agrícola no Gabinete do Representante de Comércio dos Estados Unidos, e Alexis Taylor, subsecretário de comércio e assuntos agrícolas estrangeiros do Departamento de Agricultura dos EUA.

O painel de discussão gerou conversas animadas em torno da intersecção entre a agricultura e a política comercial e como os fabricantes de alimentos para animais de estimação podem se envolver mais na educação dos compradores estrangeiros sobre os seus produtos. “Olhando para o panorama geral, personalização de produtos e formulações, produtos naturais e fáceis de entender pelo consumidor e, claro, sustentabilidade são tendências importantes para a indústria de alimentos para animais de estimação”, disse Lynn Dornblaser, diretora de inovação e visão na Mintel. “Os donos de animais de estimação querem saber o que há em um produto, por que está nele e como chegou lá”, frisou.

O Comitê AFIA Pet Food, que tem a tarefa de construir a agenda da conferência todos os anos, convidou quatro estudantes de pós-graduação para apresentarem pesquisas atuais na indústria de alimentos para animais de estimação. Os tópicos de pesquisa incluíram: “Ingrediente à base de levedura afeta a dinâmica de fermentação da microbiata gastrointestinal canina”, “Análise situacional para sorgo focado no consumidor em alimentos para animais de estimação na América do Norte”, “Efeitos da reformulação de uma dieta de referência de aminoácidos cristalinos em cães para determinar a qualidade da proteína de ingredientes” e “Percepção dos produtores de alimentos para animais de estimação sobre o sorgo como ingrediente em alimentos/guloseimas para animais de estimação”.

A AFIA também anunciou Angele Thomas, Ph.D., fundadora e presidente da Thompson PetTech, como ganhadora do prêmio 2024 Friend of Pet Food .

A AFIA agradece aos patrocinadores ouro da Pet Food Conference 2024, ADM, Alltech, Wilbur-Ellis Nutrition e Zinpro, bem como aos patrocinadores de mídia All Pet Food, Petfood Industry e Pet Food Processing.

A AFIA Pet Food Conference 2025 acontecerá em 28 de janeiro em Atlanta, Geórgia. Para obter mais informações, visite afia.org/events .

Fonte: Assessoria EPPE Expo
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Pet

Governo do Paraná convida organizações da sociedade civil para o Conselho de Direitos Animais

É uma oportunidade para participarem da formulação e avaliação das políticas públicas, contribuindo para a promoção de uma cultura de respeito, cuidado e proteção aos animais. As entidades interessadas devem enviar a documentação até 23 de fevereiro.

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Foto: Divulgação/ONG Bicho Bom

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável do Paraná (Sedest-PR) faz um chamamento público para inscrição das organizações da sociedade civil (OSC) de Proteção Animal que desejam compor o Conselho Estadual de Direitos Animais (CEDA) na gestão 2024-2025.

É uma oportunidade para essas OSCs participarem da formulação e avaliação das políticas públicas, contribuindo para a promoção de uma cultura de respeito, cuidado e proteção aos animais.

Foto: Karolina Fabbris Pacheco/AEN-PR

As entidades que desejam participar do processo seletivo devem enviar um e-mail para cedapr@sedest.pr.gov.br até 23 de fevereiro de 2024 com a documentação exigida.

O secretário do Desenvolvimento Sustentável do Paraná, Valdemar Bernardo Jorge, reforça importância da participação da sociedade civil no CEDA para a definição das políticas estaduais. “O CEDA tem como missão promover o bem-estar animal e a convivência harmoniosa entre humanos e animais no Estado. Com a participação da sociedade civil podemos encontrar soluções que atendam os diversos setores envolvidos com a causa animal”, afirma.

Para serem consideradas aptas a participar, as OSCs devem ter mais de dois anos de atuação comprovada na área de proteção animal, conforme atestado em relatório de atividades enviado.

Conselho

O CEDA é um órgão que tem por finalidade subsidiar e assessorar tecnicamente as secretarias de Estado na regulamentação e execução das ações previstas na Política Estadual de Direitos Animais. É composto por 22 membros, sendo nove representantes do poder público estadual e nove da sociedade civil, além de Ibama, CRBio, CRMV e OAB.

Dos nove assentos destinados à sociedade civil, quatro serão ocupados pelas OSCs interessadas com maior tempo de atuação e cinco serão definidos por sorteio entre as demais interessadas.

O sorteio só será realizado caso haja mais de nove OSC habilitadas. O mandato dos membros é de dois anos. Se houver necessidade de sorteio, ele ocorrerá em 26 de fevereiro de forma online. As OSCs participantes receberão um link para acompanhar ao vivo.

O CEDA se reúne a cada três meses – em março, junho, setembro e dezembro – podendo os encontros serem presenciais ou virtuais conforme a disponibilidade e a conveniência dos conselheiros.

Foto: Divulgação/ONG Corbélia Proteção Animal

As OSCs integrantes da nova gestão serão comunicadas por e-mail para indicação dos seus representantes, e terão seus nomes publicados no site da Sedest. A posse dos novos conselheiros está prevista para março de 2024, durante a primeira reunião ordinária do CEDA.

Documentação

As entidades que desejam participar devem encaminhar a seguinte documentação por mail: comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; cópia da ata de fundação devidamente registrada em cartório; cópia do estatuto em vigor devidamente registrado em cartório; cópia da ata de eleição e posse da atual diretoria da entidade registrada em cartório; comprovante de endereço da organização; e relatório de atividades desenvolvidas nos últimos 24 meses, assinado pelo representante legal.

Fonte: AEN-PR
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Pet Tutoria responsável

De furão e iguana à aranhas e serpentes: saiba como garantir segurança de pets exóticos e silvestres

Cuidados como registro e documentação e escolha correta garantem bem-estar para animal e proteção do meio ambiente

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Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

Furão, iguana, sagui, porquinho-da-índia, chinchila, tartaruga, cacatua e até mesmo aranhas e serpentes são algumas das muitas espécies exóticas que caíram no gosto dos tutores de pet. No entanto, para preservar o bem-estar do animal e evitar riscos aos ecossistemas, é preciso seguir uma série de parâmetros para uma tutoria responsável.

Em São Paulo, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) é o órgão responsável por normatizar a criação e o comércio de animais silvestres e exóticos para fins de companhia. Assim, todos os estabelecimentos precisam de autorização específica para a venda ou criação, de acordo com cada espécie.

Já os animais precisam de uma marcação individual e permanente. No caso das aves, o mais comum é ter uma anilha, que é uma espécie de anel colocado na pata; e no caso de répteis e mamíferos, um microchip, implantado abaixo da pele do animal. Ambos possuem numeração única, que funcionam como uma espécie de “RG” e ajudam a identificar a sua origem.

Esta numeração precisa estar impressa na nota fiscal da compra, bem como nomes popular e científico da espécie e o sexo do animal. No caso de aves, também é necessário informar a marcação dos pais e a data de nascimento. Além de ser preciso efetuar a leitura do microchip ou anilha antes do transporte do animal, para que o tutor tenha certeza que os dados estão inseridos no sistema da Semil.

O estabelecimento também tem que emitir um documento chamado Autorização de Transporte para Consumidor Final, contendo todos os dados idênticos aos da nota fiscal. Este documento, emitido pelo pelo sistema de controle da Semil, indica que tanto o estabelecimento quanto o animal estão regulares.

Também é necessário verificar se o criadouro ou a loja possui Autorização de Uso e Manejo (AM), documento que garante que o estabelecimento é registrado e está apto para exercer a atividade.

Riscos

Todos estes cuidados são necessários para garantir não apenas o bem-estar do animal, mas também para evitar riscos ao meio ambiente e para rastrear os animais em caso de abandono em área verde.

Uma espécie exótica – ou seja, que não pertence à fauna local – ainda que domesticada, pode representar riscos, como predar espécies locais, reproduzir ou levar parasitas e outros microrganismos desconhecidos, o que pode acarretar infestações indesejadas, causar desequilíbrio ambiental.

Portanto, é preciso também estudar sobre o animal antes de decidir pela tutoria. Aspectos como espaço adequado, alimentação correta, limpeza, cuidados veterinários, necessidade de atividades físicas, disponibilidade para brincadeiras e companhia, entre outros, devem ser ponderados antes da decisão.

Também são vetadas, desde 1998, a importação e implantação de novos criadores de invertebrados, anfíbios, répteis, marsupiais, insetívoros, coelhos e lebres, roedores, carnívoros e ungulados (como cervos, girafas e hipopótamos). Isso inclui os hedgehogs (ouriço pigmeu) e esquilos voadores.

Entenda a diferença entre animais silvestres e selvagens

Diferente dos pets mais comuns, como gatos e cachorros, que passaram por um processo de domesticação de milhares de anos, os animais silvestres ou não são domesticados, ou foram domesticados recentemente. Porém são, necessariamente, da fauna local. Exemplos: araras, papagaios, coelhos, lagartos e tartarugas.

Já os animais exóticos não pertencem à fauna local, independente de terem sido domesticados ou não. Ou seja, podem ser animais silvestres em outros ecossistemas. Exemplos: cobra píton, ferret (furão) e hamster.

Fonte: Governo de São Paulo
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