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Ceva Saúde Animal promove debate sobre as principais doenças respiratórias da suinocultura

A empresa reuniu especialistas para abordar as inovações para o controle das patologias no plantel

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Durante a Pork Expo 2018, a Ceva Saúde Animal promoveu um workshop com especialistas para fomentar o debate sobre as inovações para o controle das principais doenças respiratórias que afetam o plantel brasileiro.

“A Pork Expo é o principal evento do setor e uma excelente oportunidade de compartilhar experiências e abordar novas tecnologias do segmento. Participamos para mostrar nossas soluções e para promover uma atualização dos participantes sobre o combate das patologias respiratórias”, afirma o Diretor da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, Júlio Acosta.

O painel contou com a participação do Prof. Dr. Mathias Ritzmann, responsável pela Clínica Suína da Universidade de Ludwing-Maximilians em Munique, Alemanha. O pesquisador abordou as novas variantes circulantes do PCV2 ao redor do mundo e reforçou o impacto das doenças associadas ao patógeno, como a Síndrome de Refugagem Multissistêmica Pós-desmame (PMWS), Dermatite suína e síndrome da nefropatia (PDNS), e o mycoplasma, responsável pela Pneumonia Enzoótica.

“A vacinação contra o PCV2 associada a gestão de biosseguridade no plantel é a melhor estratégica para o combate e controle da doença. Além disso, quanto maior o número de animais imunizados, menor será a taxa de contaminação, e isso estimulará a diminuição do uso de antibioticoterapia na granja”, conta Mathias.

Na palestra, o profissional também compartilhou dados de um estudo clínico realizado em granjas na Europa, que traçou o sequenciamento genômico do PCV2, apresentando três diferentes genótipos, PCV2a, PCV2b e PCV2d, identificado pela primeira vez na Alemanha em 2012.

Na sequência, o Dr. Philippe Mazerolles, Gerente Corporativo da Unidade de Suínos na matriz da Ceva em Libourne, França, abordou os desafios atuais da saúde respiratória dos suínos.

O profissional mostrou pesquisas recentes sobre a ação do mycoplasma hyopneumoniae. Os dados demostram os prejuízos causados pela doença, como a alta taxa de mortalidade, lesões pulmonares, diminuição nos ganhos zootécnicos, entre outros.

Dr. Philippe também reforçou a importância da análise das lesões causadas pelas doenças do complexo respiratório para o desenvolvimento de um plano de controle assertivo, que leve em consideração os patógenos que estão afetando o rebanho.

O destaque da palestra foi a apresentação de um estudo de larga escala realizado em 2017, no Brasil, com oito estados suinocultores, através do Ceva Lung Program (CLP). A pesquisa visou identificar os principais patógenos atuantes no país, por meio da análise de 150 lotes. A pesquisa buscou entender a prevalência e incidência das doenças respiratórias medindo as lesões encontradas nos pulmões coletados.

“Mensurar as lesões é uma forma de entender a epidemiologia das patologias, a PCV2 e a Pneumonia Enzoótica não antigas, e estão no centro de outras patologias, por isso mensurar o impacto e os patógenos que agem em conjunto com essas enfermidades é imprescindível para controlar as doenças do sistema respiratório dos suínos”, afirma  Philippe.

O CLP, programa desenvolvido com exclusividade pela Ceva, faz uma avaliação no abatedouro para analisar quais os níveis de prevalência e o grau das lesões pulmonares apresentados pelo rebanho. Com base nesses dados é criado um protocolo de controle, que une desde o treinamento das equipes, até o acompanhamento em campo do lote durante toda a fase produtiva.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Suinocultura

Agroceres PIC fará povoamento da nova UDG da Cooperativa Central Aurora

A unidade será uma das mais modernas do País, com 300 reprodutores de alto valor genético e capacidade para produzir 45.500 doses por mês. Foco da Aurora é ampliar o atendimento aos suinocultores de suas cooperativas filiadas na região Sul do País, dando-lhes acesso a uma tecnologia de ponta.

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AGPIC 337 - Foto: Divulgação

A Agroceres PIC, empresa líder em genética suína no Brasil, será responsável pelo povoamento da nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG) da Cooperativa Central Aurora Alimentos. Resultado de um investimento de R$ 17 milhões, a UDG será uma das mais modernas do país, com 300 reprodutores de alto valor genético alojados e capacidade para produzir 45.500 doses inseminantes por mês. A inauguração marca os 50 anos de fundação da Aurora Alimentos.

Localizada em Chapecó, a nova UDG da Aurora foi construída dentro dos mais avançados padrões arquitetônicos, tecnológicos, sanitários e de bem-estar animal. As instalações são totalmente automatizadas, o que confere agilidade, qualidade e segurança no processamento das doses que serão utilizadas pelos produtores. Todos os machos da unidade serão alojados em baias com 6 m² de espaço individual.

A UDG II conta com o que há de mais avançado em genética suína. Para a produção de sêmen serão utilizados os machos comerciais AGPIC 337, reconhecido no mercado mundial como o reprodutor terminador de maior desempenho econômico. “Para a Agroceres PIC é uma distinção muito grande poder fazer parte desse projeto da Aurora. Não apenas pelo seu caráter inovador, mas, principalmente, pela oportunidade de contribuir para o aumento da competitividade de seu sistema de suínos”, afirma Sandro Cardoso de Moura, Gerente Técnico-comercial da Agroceres PIC.

 

Com o foco no pequeno produtor

A Inauguração da UDG II permitirá à Aurora ampliar em 67% a produção de sêmen de seu complexo agroindustrial de suínos. Atualmente, a cooperativa conta com a UDG I, também localizada em Chapecó, onde estão alojados 372 machos e cuja produção é de cerca de 60 mil doses por mês. Juntas, as UDGs I e II, responderão por uma produção mensal de aproximadamente 100 mil doses, volume capaz de atender 185 mil fêmeas suínas, o que representa 80% do plantel de fêmeas da base produtiva da Aurora.

O foco da Aurora ao investir na nova UDG é ampliar o atendimento à demanda dos suinocultores de suas cooperativas filiadas, dando-lhes acesso a uma tecnologia de ponta, apta a elevar sua produtividade e rentabilidade. As doses inseminantes serão entregues aos produtores a custo acessível, pois parte do valor será subsidiado pela Aurora.

 

Raio X AGPIC 337

Reprodutor com excelente eficiência de crescimento em termos de conversão alimentar, ganho de peso e qualidade de carcaça. Sua progênie também incorpora excepcional potencial para produção de carne com ótimas características de pH, cor e capacidade de retenção de água. Livre do gene halotano e do gene da carne ácida. Estima-se que do total do abate brasileiro de cevados realizado em 2018, cerca de 65% tenham sido filhos de machos 337 Agroceres PIC.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Cobb promove seminário sobre inspeção sanitária em parceria com a ABPA e com o MAPA

Especialistas abordaram visões americanas, europeias e brasileiras sobre o tema, em Brasília (DF)

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress, Inc., uma das principais fornecedoras de matrizes de frangos de corte e serviços técnicos para o setor avícola, realizou, em parceria com a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) e com o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) o seminário “O Sistema de inspeção de Produtos de Origem Animal – Visões do Brasil, EUA e União Europeia”. O evento foi realizado no dia 4 de abril, em Brasília (DF).

Durante o seminário, o especialista mundial em Abatedouros da Cobb, Mike Casto, e o médico veterinário Philip Hammond, do núcleo de saúde aviária da BVetmedPGCert, abordaram as visões europeia e americana do sistema de inspeção em abatedouros de aves. O evento contou ainda com apresentação da Diretora do DIPOA/MAPA, Ana Lúcia Viana, retratando a realidade brasileira sobre o tema.

Presente no evento, o Especialista em Processos de Qualidade do Serviço Técnico da Cobb, Éder Barbon, falou sobre a importância do seminário. “Foi uma discussão muito importante, com informações extremamente úteis à nossa realidade. O intercâmbio entre os países fortalece a atuação brasileira na inspeção dos produtos de origem animal e contribui para que novas iniciativas sejam colocadas em prática, a fim de melhorar o nosso sistema, que é muito elogiado internacionalmente”, disse.

O seminário foi coordenado pelo Diretor-técnico da ABPA, Rui Eduardo Saldanha Vargas, e registrou ainda a participação do Secretário de Defesa Agropecuária do MAPA, José Guilherme Tollstadius Leal, do Coordenador-geral da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Leandro Feijó, entre outros.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Biocamp durante o SBSA

Biocamp – êxito em sua participação no Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Empresa celebra seus 20 anos junto com o 20º SBSA e lança nova identidade visual durante o evento.

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A Biocamp realizou um workshop sobre Controle de Salmonelas paratíficas – visão europeia e brasileira – trazendo como palestrantes, dois grandes especialistas na área, Dr. Paul Barrow, da Universidade de Nottinghan, Reino Unido e Dr. Angelo Berchieri Junior – da Unesp, Jaboticabal. O evento aconteceu no último dia 3 com a participação de quase 200 pessoas que trouxeram discussões valiosas de interesse para a Avicultura Industrial.

Na 11ª Poultry Fair, a empresa lançou sua nova identidade visual e reforçou, nesta oportunidade, o mais completo portfólio de probióticos do mercado, a linha Colostrum®, com produtos indicados para diferentes necessidades da produção avícola.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Abraves
Conbrasul 2019
Biochem site – lateral
Facta 2019

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