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Capital Nacional do Leite reúne o que há de melhor no setor durante o Agroleite 2018

Entre os pontos altos do evento estão o Troféu Agroleite, a Trilha do Leite, o Torneio Leiteiro e os seminários e fóruns para troca de conhecimentos

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O município de Castro (PR) recebe de 14 a 18 de agosto um dos eventos mais completos do setor leiteiro do país: o Agroleite, que ocorre na Cidade do Leite e no Parque de Exposições Dario Macedo. Com o tema “Capital Nacional do Leite”, o maior objetivo do evento é levar conhecimento aos produtores, por meio de palestras e fóruns técnicos, troca de informações com empresas e expositores do setor. Está confirmada a participação de 205 empresas de diversos ramos entre nutrição, medicamentos, genética, máquinas, ordenhadeiras e sementes. “Esperamos que após o Agroleite todos os nossos visitantes voltem para suas propriedades abastecidos de informações e soluções para tornar seus negócios mais rentáveis, seus rebanhos mais produtivos e com ideias para profissionalizar cada dia mais a gestão de suas fazendas”, afirma o presidente da Castrolanda, Frans Borg, organizadora do Agroleite.

Para este ano, a expectativa é superar os excelentes números da edição de 2017, que contou com 62 mil visitantes que movimentaram R$ 55 milhões. Para atrair um público maior ainda, o Agroleite 2018 conta com o famoso Torneio Leiteiro, que premiará por volume e aproximação.

Outra novidade é a Trilha do Leite, voltado para aqueles que querem conhecer todos os detalhes desse setor produtivo. Em uma instalação perto da Arena Agroleite, serão apresentadas pequenas palestras que mostram desde a criação da bezerra até o processo de industrialização e envasamento do leite. As apresentações serão diárias, em horários estipulados e com número limitado de pessoas por edição. Algumas das sessões serão exclusivas para o público infantil.

No Centro de Eventos Pessutão serão realizados fóruns para diversos públicos como jovens e mulheres cooperativistas. Haverá também o Seminário Internacional, com dois painéis: Controle de Carrapatos e as Estratégias Nutricionais para aumentar a imunidade das vacas leiteiras. A programação completa e as inscrições para os fóruns e para o seminário internacional estão em http://www.agroleitecastrolanda.com.br/home.

Paralelamente, na pista de julgamento da Arena Agroleite, acontecerá o tradicional desfile de animais, onde serão julgados os melhores exemplares das raças Holandesa e Jersey. Os animais passam por um verdadeiro olhar de raio-x dos juízes. São avaliados quanto a úbere, pernas, abertura de peito, linha dorsal, característica e força leiteira, feminilidade e até os cascos são levados em conta. No dia 18, último dia do evento, no começo da noite, três juízes escolhem aquelas que são as melhores vacas do evento: a Vaca do Futuro e a Campeã Suprema Agroleite 2018. A programação também contempla o julgamento de gado de corte das raças Caracu, Brahman, entre outras,
no Parque Dario Macedo.

 

Noite de Gala

Uma das atrações mais aguardadas é a cerimônia de premiação do Troféu Agroleite, entregue desde 2002, e que neste ano acontecerá às 20h do dia 15 de agosto, no Memorial da Imigração Holandesa. O evento contará com a presença de autoridades, personalidades do agronegócio brasileiro, presidentes, diretores e profissionais das empresas nacionais e multinacionais participantes do Agroleite.

A premiação reconhece os destaques de 2107 em 18 categorias. Os finalistas são as três empresas mais votadas pela internet. Confira os finalistas de cada categoria:

Categoria Genética: ABS Pecplan, Alta e Semex
Categoria Nutrição: DSM, Nutron e Vaccinar
Categoria Medicamentos: Biogénesis Bagó, Ouro Fino e Vallée
Categoria Forragens: Agropecuária Leffers, Agropecuária Santa Cruz e Nobre Nutrição Animal
Categoria Sementes: Agroceres, Dekalb e DuPont Pioneer
Categoria Ordenhadeiras e Refrigeração: DeLaval, GEA e Ordemilk
Categoria Equipamentos para Ensilagem: Claas, JF Máquinas e Nogueira
Categoria Equipamentos para Fenação: Casale, Krone e Kuhn
Categoria Tratores Agrícolas: John Deere, Massey Fergusson e New Holland
Categoria Prestador Serviços Agrícolas: Agroholanda, Cia da Silagem e De Boer
Categoria Técnico do Ano:  Claudio André da Cruz Aragon, Fábio Nogueira Fogaça e Sérgio Soriano
Categoria Agente Financeiro: Banco do Brasil, Sicoob e Sicredi
Categoria Associação de Produtor: Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Associação Brasileira dos Produtores de Leite e Associação Paranaense dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa
Categoria Produtor de Leite do Ano: Fazenda Fini, Grupo Melkstad e Sekita Agronegócios
Categoria Laticínios: Italac, ITA e Piracanjuba
Categoria Embalagens: Plastirrico, Sig Combibloc e Tetra Pak
Categoria Mídia Impressa: Revista Balde Branco, Revista Leite Integral e Revista Mundo do Leite
Categoria Mídia Digital: Beba Mais Leite, Leite Online e Milk Point

 

Castro: Capital Nacional do Leite

A cidade paranaense de Castro, na região dos Campos Gerais, é conhecida por suas belezas naturais, como o Canyon Guartelá, pelo moinho De Immigrant, o segundo maior da América Latina, e pelo tropeirismo. Mas o que muita gente ainda não sabe, é que no município se encontra uma das principais bacias leiteiras do país, o que lhe garantiu, por meio da Lei Federal nº 13.584, o título de Capital Nacional do Leite. Puro merecimento, pois segundo o IBGE, Castro liderou a produção nacional por municípios, com a marca de 255 milhões de litros de leite no ano de 2016. “A lei é um incentivo ao produtor de leite que vê sua atividade valorizada e reconhecida. Sermos legalmente a Capital Nacional do Leite agrega valor à nossa matéria-prima e se reflete nos produtos que industrializamos”, comemora Frans Borg, presidente da Castrolanda, cooperativa agroindustrial que realiza o Agroleite, evento técnico voltado para a cadeia do leite, realizado anualmente em Castro no mês de agosto.

Esse resultado é fruto de árduo e longo trabalho e tem relação intrínseca com a formação da Cooperativa Castrolanda, cuja história começou com a chegada de 46 famílias holandesas ao município, em 1951, com seus rebanhos somando 1.200 cabeças de gado. A atividade leiteira se firmou na região, e aos poucos a tradição somou-se ao investimento em tecnologia, melhoria genética dos rebanhos, atenção às normas de controle sanitário e muita dedicação dos produtores. “Esse alto índice de produção atual só é possível porque os produtores têm compromisso com a atividade que desenvolvem. Essa é uma conquista de todos os pecuaristas de Castro”, explica Borg.

 

SERVIÇO: O Agroleite 2018 acontece entre os dias 14 a 18 de agosto, sempre das 8h às 18h, na Cidade do Leite, anexa ao Parque de Exposições Dario Macedo, localizado no KM 198 da PR 340 (Estrada de Castro), em Castro, no Paraná. A entrada é gratuita. Mais informações e inscrições no site www.agroleitecastrolanda.com.br.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Piscicultura

Mercado registra aumento de consumo e de produção de pescado, peixes e camarões. Mas como ficará a situação pós-Covid-19?

Temos potencial para fazer a Aquacultura crescer no mercado doméstico

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Artigo escrito por João Manoel Cordeiro Alves, gerente de produtos para Aquacultura da Guabi

O novo coronavírus – Covid-19 – mudou o mundo. Todas as áreas têm sido afetadas assim como o fornecimento de pescados para alimentação. Mas acredito que a aquacultura – produção de organismos aquáticos (peixes, crustáceos, moluscos, algas, etc) – terá um papel ainda mais importante neste novo cenário. Apesar de correntes contrárias, os pescados cultivados são mais sustentáveis e baratos, rastreáveis e tão nutritivos quantos os de extrativismo. Sem querer causar alarme, mas os peixes preferidos e oriundos da pesca são os carnívoros, o topo da cadeia alimentar e é no topo que se concentram todos os metais pesados e outros contaminantes cumulativos. Os pescados cultivados são alimentados com vegetais e são apenas o segundo elo da cadeia alimentar. As rações são feitas com subprodutos da agroindústria: grãos e farelos de grãos (primeiro elo) e subprodutos do abate de animais, principalmente, de aves e suínos (segundo elo).

E, hoje, mais do que nunca a segurança alimentar é uma pauta relevante. O consumidor está mais preocupado com a procedência do alimento, seu modo de fabricação e os prejuízos que podem causar tanto para sua saúde como para o meio ambiente. Sem dúvidas, temos um consumidor mais consciente de sua importância na preservação e perenização da vida com qualidade na Terra, trabalhamos para ter um planeta de abundância.

O consumo  de pescado aumentou de acordo com o relatório bianual sobre o estado da Pesca e Aquicultura Mundial (http://www.fao.org/state-of-fisheries-aquaculture), divulgado no final do primeiro semestre deste ano, pela FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, em Sophia, na Bulgária.  Os dados são referentes a 2018 e serão usados como principal fonte pelos pesquisadores de todas as áreas: aquicultura e pesca, economia, estatística, geopolítica, etc.

Em 2018, a produção global de pescados atingiu 179 milhões de toneladas, com faturamento de US$ 401 bilhões. A aquacultura foi responsável por 82 milhões de toneladas e US$ 250 bilhões. Do total produzido (pesca e aquicultura) 156 milhões de toneladas foram para consumo humano, o que representa um consumo médio global per capita de 20,5 kg. Os outros 22 milhões de toneladas foram usados, principalmente, para produção de farinha de peixe e óleo de peixe. A aquacultura produziu 46% do total e foi responsável por 52% do consumo humano.

A China, de acordo com o relatório, continua sendo o maior produtor com 35% do total. Exceto a China, a Ásia contribuiu com 34%, as Américas com 14%, a União Europeia com 10%, a África com 7% e a Oceania com 1%.

O consumo global de pescados (soma da pesca e aquacultura) cresceu na média anual 3,1% de 1961 para 2018 quase o dobro do que o crescimento da população e foi mais alta do que todas as outras proteínas de origem animal (bovina, suína, aves, leite, ovos, etc.). O consumo per capita foi de 9 kg para 20,5 kg de 1961 para 2018, média anual de crescimento próxima de 1,5% ao ano.

No Brasil não foi diferente. Nas décadas mais recentes houve ampliação da produção de pescados cultivados, estabilização da pesca extrativa, acréscimo das importações, resultando maior volume da oferta. Hoje temos, não apenas aumento da oferta, mas inúmeras variedades de pescados, visível aumento da qualidade e mais produtos semiacabados. E esta gama de produtos são oferecidos em todos os comércios, desde os açougues, que antes só vendiam carnes vermelhas, pequenas mercearias e supermercados de bairros até as grandes redes de atacadistas. Não há um bar, por mais simples que seja, que não ofereça uma porção de algum pescado. Até escolas servem pescado nas refeições dos alunos. Enfim, é um crescimento consistente, apesar das repetidas crises e dificuldades que a população brasileira enfrenta.

Piscicultura e carcinicultura

Conforme dados divulgados pelo Anuário 2020 da Peixe BR – Associação da Piscicultura – em 2019 foram produzidas 722.560 toneladas, com receita em média R$ 5,6 bilhões. O Brasil é o quarto maior produtor de tilápia, espécie que representa 55,4% da produção do país. Os peixes nativos, liderados pelo tambaqui, participam com 39,8% e outras espécies com 4,6%. Um mercado que gera em torno de 1 milhão de empregos diretos e indiretos.

Já a carcinicultura brasileira (criação de camarões) enfrentou grandes desafios como doenças, ação antidumping pelos pescadores de camarão dos Estados Unidos e efeitos do câmbio nos últimos 15-20 anos. É uma atividade relativamente nova no Brasil, mas está se recuperando. Segundo a ABCC – Associação Brasileira de Criadores de Camarão – em 2019, foram produzidas 90 mil toneladas.

Tanto a piscicultura quanto a carcinicultura foram duramente afetados pelo fechamento geral da rede de food service (bares, restaurantes, cozinhas industriais, etc.), principal canal de vendas de pescados. Para fomentar o consumo, os produtores se reinventaram e começaram a atender pedidos menores para mercados mais próximos da produção. Mas a comercialização já está no caminho de volta com o relaxamento da quarentena em muitos estados.

O Brasil é o país do Agro, somos responsáveis pela alimentação de boa parte da população do planeta. Além de grãos, estamos entre os maiores produtores e exportadores de proteínas de origem animal. Temos potencial para fazer a Aquacultura crescer no mercado doméstico, cujo crescimento de consumo está limitado à oferta, mas temos oportunidades para exportação também. O Brasil exporta pescados oriundos da pesca, mas a produção de pescados no Brasil é competitiva em muitos mercados e alguns negócios estão sendo fechados neste início de ano, principalmente tilápias e camarão.

Fonte: Assessoria
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Notícias Artigo

A safra está chegando

Chegou a hora de pensar na próxima safra, que tecnicamente se iniciou em julho passado

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Cleverson Beje

Artigo escrito por Pedro Abel Vieira, pesquisador da Embrapa; Antônio Marcio Buainain, professor do Instituto de Economia da Unicamp; Elisio Contini, pesquisador da Embrapa; e Roberta Grundling, analista da Embrapa

Mais uma vez o agro é a exceção aos infortúnios da pandemia. Em ambiente de recessão econômica, o PIB da agropecuária brasileira aumentou 0,4% no segundo trimestre de 2020. Com a primeira e a segunda safras colhidas, a produção de grãos em 2020 já superou os 250 milhões de toneladas, aumento de 4,8% em relação à safra anterior, podendo chegar a 260 milhões de toneladas, a depender do desempenho da terceira safra e da safra de inverno.

Chegou a hora de pensar na próxima safra, que tecnicamente se iniciou em julho passado. São previstos 270 milhões de toneladas de grãos e com a conjugação do aquecimento do mercado internacional e a desvalorização cambial, estima-se rentabilidade cerca de 20% maior que na safra que se encerra.

A euforia reina no agro conforme indicam as operações de crédito e as antecipações na comercialização. A comercialização antecipada da safra de soja 2020/2021 já chegou próximo a 50%, o maior nível histórico, e as operações de crédito têm se concentrado no investimento. Bom sinal, revela confiança no futuro e cria condições para manter o ritmo de crescimento dos últimos anos; porém, é preciso melhor qualificar essa euforia.

No que diz respeito à produção, as perspectivas são positivas. As informações divulgadas por instituições como o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos e o National Oceanic and Atmospheric Administration não sugerem anomalias climáticas extremas durante os próximos meses.

Quanto ao mercado, a variável cambio deverá se manter favorável durante a safra que se inicia. Independente da valorização cambial ocorrida nos últimos dias em função do ambiente externo mais favorável e do possível encaminhamento das reformas econômicas no Brasil, não é esperada apreciação cambial além de R$ 4,50 durante a safra que se inicia. Se, por um lado, a taxa cambial prevista é um fator inflacionário suficiente para que setores do governo flertem com o controle de preços dos alimentos, expondo assim a falta de atenção com a segurança alimentar do país, ela garante maior receita aos agricultores.

Do lado da demanda, o rastro de destruição deixado pela Covid 19 não foi suficiente para inibir o apetite dos compradores internacionais. Os dados disponibilizados pelo Trade statistics for international business development, indicam que, após uma redução drástica entre janeiro a abril de 2020, as importações globais de alimentos processados e produtos agrícolas já igualaram os valores de julho de 2019. Dos 10 maiores compradores mundiais (União Europeia, Estados Unidos da América, China, Japão, Canada, Coreia, Rússia, Austrália, Singapura, Malásia e Tailândia) de alimentos processados e produtos agrícolas, apenas Japão (-11%), Canada (-3%), Rússia (-2%) e Austrália (-3%) não retomaram os valores de julho de 2019. Desse grupo, apenas o Japão apresentou redução significativa em relação ao mesmo período de 2019, porém, a retomada japonesa está sendo vigorosa com aumento de 17% entre maio, pior mês das importações, a julho de 2020.

As importações da UE28 (US$ 29 milhões) e dos EUA (US$ 8,5 milhões) igualaram a marca de 12 meses atrás, enquanto o terceiro maior importador mundial, a China (US$ 5,1 milhões), aumentou em quase 10% o valor das suas importações. O desempenho da China é um sinal importante para a agropecuária brasileira, porém, é preciso atenção com a disputa geopolítica entre EUA e China.

A disputa geopolítica Sino Americana chegou a um acordo histórico, denominado por Fase Um, sobre reformas estruturais e mudanças no regime econômico e comercial da China nas áreas de propriedade intelectual, transferência de tecnologia, agricultura, serviços financeiros. A Fase Um também inclui o compromisso de a China aumentar as compras dos EUA nos próximos anos.

O Capítulo de agricultura da Fase Um, que tem o ano de 2017 como base, prevê que a China faça compras adicionais de produtos agrícolas (carnes, frutos do mar, arroz, lácteos, fórmulas infantis, produtos hortícolas, ração animal e produtos de biotecnologia agrícola) dos EUA ao longo de dois anos. O Acordo previa aumento de US$ 12,5 bilhões durante 2020, em relação a 2017. Até julho de 2020, as importações chinesas de produtos agrícolas cobertos pelo Acordo foram de US$ 9,9 bilhões.

Considerando que menos de 50% do capítulo agrícola do Acordo foi cumprido, são esperadas novas tensões. Não era um problema de demanda, pelo contrário, a recomposição dos rebanhos suínos na China produz forte demanda por soja. A questão é que, enquanto outros grandes produtores de soja, como o Brasil, registravam números recordes de exportação para a China no primeiro trimestre deste ano, as vendas dos Estados Unidos se reduziram. O Departamento de Agricultura dos EUA reconheceu em um relatório recente que os compromissos de exportação para a China continuam a ficar atrás dos níveis de 2018 e 2017.

A grande questão do momento não é se o acordo comercial sobreviverá, mas, que forma este confronto comercial tomará em face dos interesses eleitorais da próxima eleição presidencial nos Estados Unidos. A eleição de novembro avaliará a capacidade dos candidatos em se posicionar com relação à China. Não serão aceitos os ‘abusos’ cometidos pela China ou ideias vagas sobre como trabalhar com aliados para fazer oposição à China.

O desempenho do comércio global de alimentos é um sinal auspiciosos para a safra que se inicia no Brasil. Todavia, isso não significa que os efeitos da política internacional e da pandemia não vão atingir a agricultura brasileira nas safras subsequentes. A questão não está apenas na capacidade de produção e/ou de comercialização do Brasil, mas também no poder de negociação internacional do País, face aos conflitos geopolíticos existentes. China e Estados Unidos é um deles.

Fonte: Embrapa
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Notícias Vigilância

Governo Federal autoriza contratação de 140 médicos veterinários para Affa

Profissionais reforçarão a Defesa Agropecuária do país, principalmente o Serviço de Inspeção Federal

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Divulgação/MAPA

O presidente Jair Bolsonaro autorizou na quarta-feira (23) a nomeação de 140 médicos veterinários aprovados em concurso para o cargo de Auditor Fiscal Federal Agropecuário (Affa) realizado em 2017. Esses profissionais reforçarão a Defesa Agropecuária do país, principalmente o Serviço de Inspeção Federal. A ministra Tereza Cristina deu a notícia através de suas redes sociais. “Estou aqui para dar uma boa notícia. Acabamos de receber, depois de muito trabalhar, a boa notícia de que fomos autorizados a chamar os 140 veterinários do concurso do Mapa para inciarmos o processo de chamamento para contratação”, afirmou.

“A ministra Tereza Cristina levou essa pauta da Defesa Agropecuária para o presidente, que entendeu a necessidade e após estudos técnicos da área econômica decidiu aprovar essa nomeação”, conta o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Guilherme Leal.

Segundo o secretário, os trâmites para alocação das vagas já estão adiantados e o processo de convocação dos veterinários será feito o mais rápido possível. “O serviço está muito estrangulado, principalmente com o afastamento de alguns colegas em função do grupo de risco da covid-19. Os profissionais que estão chegando vão permitir que a gente mantenha o controle necessário à saúde pública e a segurança e qualidade dos produtos, que são verificadas pelos Affas, tanto para o mercado interno quanto para as exportações”, diz José Guilherme Leal.

O concurso havia sido homologado em 2018 e ofertava 300 vagas para o cargo.  No ano passado, foi autorizado o provimento de 100 novas vagas. Agora, são mais 140 profissionais.

Fonte: O Presente Rural com informações do Anffa Sindical
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