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Campanha contra aftosa entra na última semana no PR

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Os pecuaristas paranaenses têm mais uma semana para vacinarem seus bovinos e bubalinos contra febre aftosa e comprovarem a medida junto à Agência de Defesa Agropecuária (Adapar) via on-line. O prazo da Campanha Estadual de Vacinação Contra Aftosa encerra na sexta-feira (29). Em Marechal Cândido Rondon, conforme avaliação do escritório local da Adapar, em torno de 45% dos produtores ainda não comprovaram a vacina. A estimativa é de que hajam 60 mil cabeças de bovinos/bubalinos no município. O escritório local atende, ainda, Mercedes (12 mil animais) e Quatro Pontes (9,5 mil).
A ênfase nesta etapa da campanha, que contempla a imunização de animais de todas as idades, é a comprovação on-line. O objetivo da Adapar é tornar, no futuro, toda a comprovação de forma virtual. Nesta edição, os produtores que tiverem dúvidas ou não conseguirem concluir o processo pela internet, podem entrar em contato com as agências da Adapar. O importante é não deixar de comprovar. A vacinação é obrigatória, bem como a comprovação. Quem não fizer ambos enfrenta problemas burocráticos e funcionais futuros, como a não liberação de Guia de Transporte Animal (GTA). E mais, o produtor é sujeito à multa de R$ 110 por cabeça de animal não vacinado/comprovado. 
Fiscalização
A partir do dia 02 de dezembro os fiscais da Adapar estarão a campo fiscalizando quem não vacinou ou não comprovou a imunização. Além da multa, rebanhos não vacinados estão sujeitos à vacinação compulsória, feita pela Adapar às custas do proprietário dos animais.
Na região de Marechal Cândido Rondon, propriedades de fronteira passam por vacinação assistida contra aftosa. No município, 40 propriedades tiveram vacinação acompanhada por técnicos da Adapar ou da prefeitura. Em Mercedes foram 16 e em Quatro Pontes dez.

Fonte: O Presente Rural

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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