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"Caminhos da ILPF" será um dos destaques da InterCorte SP

Serão abordados desde aspectos práticos de plantio até a viabilidade econômica da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

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Um dos destaques da InterCorte São Paulo, o principal evento da cadeia produtiva da carne no Brasil, que será realizado de 21 e 23 de novembro, no WTC Golden Hall, será a realização de painéis do “Caminhos da ILPF”, um desdobramento das etapas do “Caminho do Boi” para aprofundar questões relativas à Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), estratégia de produção que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área.

Os painéis do “Caminhos da ILPF” ocorrerão ao longo da programação e tratarão de temas, como “Sistemas Integrados como estratégia de conservação de solos”  por Orlando Melo de Castro, coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – APTA, pelo zootecnista Mauricio Bassani, da MB Parceiro e pelo professor do Departamento de Ciência do Solo da ESALQ-USP. Outra abordagem será “Plantabilidade nos sistemas integrados de produção” com a participação do professor da UNESP – Botucatu, Paulo Arbex, além do detalhamento dos arranjos produtos para ILPF e sucessão de culturas. O “Manejo de pastagem nos Sistemas Integrados de Produção” será discutido pelo engenheiro agrônomo especialista em pastagens Wagner Pires e pela engenheira agrônoma Flavia Gimenes, pesquisadora do IZ – Instituto de Zootecnia.

“Trataremos de forma bastante ampla dos diversos aspectos que envolvem a ILPF: desde o tipo de solo, sistemas de plantio, arranjos produtivos, manejo de pasto, nutrição animal, produção animal, índices reprodutivos e zootécnicos até a viabilidade econômica de implantação. Será uma excelente oportunidade de ter uma visão completa dessa tecnologia”, explica a zootecnista Renata Helena Branco Arnandes, diretora geral do IZ, que está coordenando a programação do “Caminhos da ILPF” por meio da Unidade de Referência Tecnológica do IZ de Ribeirão Preto (SP).

“Caminhos da Genética”

A programação da InterCorte terá ainda um painel denominado “Caminhos da Genética”, que foi o principal do evento na edição de 2017, para mostrar as mais recentes evoluções nesse segmento, especialmente no que diz respeito à genômica e outras técnicas, como proteômica (ciência da área de biotecnologia que estuda o conjunto de proteínas e suas isoformas contidas em uma amostra biológica de um organismo, que são determinadas pelo genoma), metabolômica (estudo científico que identifica e quantifica o conjunto de metabólicos – o metabolona – produzidos e/ou modificados por um organismo) e epigenética (termo para se referir a características de organismos unicelulares e multicelulares que são estáveis ao longo de diversas divisões celulares mas que não envolvem mudanças na sequência de DNA do organismo) afetando a produção animal. Esse painel terá a participação de Mario Chizzotti, professor da Universidade Federal de Viçosa, Renata Branco, do IZ e Cesar Franzon, Gerente de Inovação e Rebanho da CRV-Lagoa.

Outras atrações

A InterCorte terá ainda o “Caminhos do Leite”, que será concluído com degustações de queijos e vinhos; InterTechAgro, um espaço destinado à apresentação de startups, com uma programação de conteúdo específico desenvolvida para apresentar tecnologias que facilitam a gestão das propriedades e geram mais eficiência à produção animal; painel de encerramento do Circuito InterCorte 2018; entrega do prêmio “Touro de Ouro”, promovido pela Editora Centauro, que edita as revistas AG e A Granja; painel GPB em Ação – Os caminhos do balizador; Caminhos do Boi 7.7.7.; Caminhos da Comunicação e painel conduzido pelo GTPS – Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável sobre pegada de carbono a partir da ótica da pecuária.

Feira de Negócios

A edição da InterCorte em São Paulo terá ainda uma feira de negócios com a participação de empresas de referência na pecuária, como CRV Lagoa, Marfrig, Matsuda, Nutron, Ourofino, DSM Tortuga, Trouw Nutrition, Instituto de Zootecnia, Premix, Allflex, Arysta, Bayer, Beckhauser, Coimma, Estância Bahia Leilões, Multibovinos, Oro Agri, Prodap, Toledo do Brasil, Premix e UPL.

O evento terá ainda o Empório InterCorte, em que empresas comercializarão alimentos, bebidas, utensílios e acessórios ligados à pecuária e ao agronegócio em geral.

Angus Beef Week

Enquanto o setor produtivo se reúne no WTC para discutir melhorias, o consumidor é convidado a conferir o resultado desse trabalho na Angus Beef Week em diversos restaurantes da capital paulista, que oferecem ao consumidor pratos especiais com cortes de animais Angus, de 15 a 25 de novembro.

Mais informações pelo site: www.intercorte.com.br/saopaulo2018
 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Clima seco e oferta escassa mantêm preços do boi em forte alta

Preços do boi gordo voltaram a subir com força nas principais regiões de produção e comercialização do Brasil

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo voltaram a subir com força nas principais regiões de produção e comercialização do Brasil ao longo da última semana. “O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta nos preços, mesmo que de maneira comedida na segunda quinzena do mês”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a oferta de animais terminados permanece restrita nas principais praças, e o quadro não deve apresentar grande evolução no restante do ano. “A estiagem prolongada indica que a entrada dos animais de safra no mercado será mais tardia, pois as boiadas estarão aptas ao abate provavelmente apenas no primeiro trimestre de 2021”, assinalou.

Enquanto isso, as exportações de carne bovina seguem positivas em 2020, com uma presença marcante da China, importando volumes substanciais de proteína animal brasileira.

No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem subindo gradualmente. Conforme Iglesias, a tendência é de reajustes mais modestos nos preços no restante de setembro, diante de uma reposição mais lenta entre atacado e varejo em um período pautado pela desaceleração do consumo, com o brasileiro médio mais descapitalizado.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 17 de setembro:

  • São Paulo (Capital) – R$ 253,00 a arroba, contra R$ 248,00 a arroba em 10 de setembro (+2%).
  • Goiás (Goiânia) – R$ 242,00 a arroba, ante R$ 240,00 a arroba, subindo 0,83%.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 250,00 a arroba, ante R$ 243,00 a arroba, subindo 2,88%.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 248,00 a arroba, ante R$ 242,00 a arroba (2,5%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 235,00 a arroba, contra R$ 225,00 a arroba (4,44%).

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Preços do frango seguem em elevação no Brasil, mas custo preocupa

Mercado brasileiro de frango vivenciou mais uma semana de preços em alta

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango vivenciou mais uma semana de preços em alta tanto para o quilo vivo quanto para os cortes vendidos no atacado e na distribuição. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, um fator de preocupação do setor neste momento, apesar da boa demanda registrada, está no alto custo de produção, principalmente no que tange ao farelo de soja.

Iglesias ressalta que ainda há margem para novos reajustes nos preços, embora de forma mais comedida nos próximos dias diante da reposição mais lenta da cadeia, com o arrefecimento tradicional da demanda por parte dos consumidores na segunda metade do mês.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram mudanças para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado passou de R$ 5,35 para R$ 6,00, o quilo da coxa de R$ 5,40 para R$ 6,25 e o quilo da asa de R$ 12,50 para R$ 12,75. Na distribuição, o quilo do peito subiu de R$ 5,45 para R$ 6,20, o quilo da coxa de R$ 5,50 para R$ 6,50 e o quilo da asa de R$ 12,70 para R$ 13,00.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito aumentou de R$ 5,45 para R$ 6,10, o quilo da coxa de R$ 5,50 para R$ 6,35 e o quilo da asa passou de R$ 12,60 para R$ 12,85. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 5,55 para R$ 6,30, o quilo da coxa continuou de R$ 5,60 para R$ 6,60 e o quilo da asa de R$ 12,80 para R$ 13,10.

Conforme Iglesias, o saldo das exportações permanece positivo em setembro e a tendência é que a retomada das atividades de maneira mais contundente no Oriente Médio e no Japão aumente o fluxo de embarques durante o último trimestre do ano.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 189,259 milhões em setembro (8 dias úteis), com média diária de US$ 23,657 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 138,429 mil toneladas, com média diária de 17,304 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.367,20.

Na comparação com setembro de 2019, houve baixa de 8,96% no valor médio diário, avanço de 8,31% na quantidade média diária e retração de 15,95% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo passou de R$ 4,00 para R$ 4,15. Em São Paulo o quilo vivo aumentou de R$ 4,00 para R$ 4,10.

Na integração catarinense a cotação do frango avançou de R$ 3,25 para R$ 3,50. No oeste do Paraná o preço na integração subiu de R$ 3,75 para R$ 3,85. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo teve elevação de R$ 3,75 para R$ 3,85.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango passou de R$ 3,90 para R$ 4,00. Em Goiás o quilo vivo mudou de R$ 3,95 para R$ 4,00. No Distrito Federal o quilo vivo seguiu em R$ 3,95.

Em Pernambuco, o quilo vivo subiu de R$ 4,65 para R$ 4,75. No Ceará a cotação do quilo vivo avançou de R$ 4,65 para R$ 4,75 e, no Pará, o quilo vivo aumentou de R$ 4,75 para R$ 4,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Sem oferta, preços da soja renovam máximas históricas no Brasil

Ritmo dos negócios é lento, com operações localizadas, dependendo da necessidade dos compradores

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Divulgação

Os preços da soja voltaram a atingir patamares históricos no mercado brasileiro na última semana. Sem oferta, as cotações são, em sua maioria, nominais. O ritmo dos negócios é lento, com operações localizadas, dependendo da necessidade dos compradores.

O produtor eleva suas pedidas, acompanhando principalmente a elevação das cotações futuras na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O dólar oscila na casa entre R$ 5,20 e R$ 5,30. Os prêmios seguem em patamares firmes.

No interior do Rio Grande do Sul, houve indicações de preços a R$ 150,00 para entrega em dezembro e pagamento em janeiro. Em geral, a cotação em Passo Fundo ficou em torno de R$ 145,00. No Porto de Paranaguá, a saca subiu para a casa de R$ 137,00.

Em Chicago, os contratos atingiram o maior nível desde maio de 2018 no gráfico contínuo, com a alta semanal superam 4% e novembro atingindo a casa de US$ 10,40 por bushel. O mercado segue impulsionado pela forte demanda pela soja americana, com anúncios diários de novas vendas por parte dos exportadores privados.

O clima também não tem ajudado e a expectativa é de que a safra americana fique abaixo do esperado inicialmente, com queda no potencial produtivo e projeções de estoques dos Estados Unidos apertados.

Oferta e Demanda

As exportações de soja do Brasil deverão totalizar 82,5 milhões de toneladas em 2021, repetindo o volume projetado para 2020. A previsão faz parte do quadro de oferta e demanda brasileiro, divulgado por SAFRAS & Mercado.

No levantamento anterior, divulgado no início de agosto, os números eram de 83 milhões de toneladas para 2021 e de 81 milhões para 2020.

SAFRAS indica esmagamento de 45,5 milhões de toneladas em 2021 e de 44,5 milhões de toneladas em 2020, representando um aumento de 2% entre uma temporada e outra.

Em relação à temporada 2021, a oferta total de soja deverá subir 1%, passando para 132,782 milhões de toneladas. A demanda total está projetada por SAFRAS em 131,6 milhões de toneladas, crescendo 1% sobre o ano anterior. Desta forma, os estoques finais deverão subir 156%, passando de 461 mil para 1,182 milhão de toneladas.

O analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque, destaca a elevação na projeção para as exportações em 2020 e a consequente queda nos estoques finais do ano, agora projetados abaixo de 500 mil toneladas.

SAFRAS trabalha com uma produção de farelo de soja de 34,98 milhões de toneladas, com aumento de 2%. As exportações deverão subir 4% para 17,5 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno está projetado em 17,25 milhões, aumento de 3%. Os estoques deverão subir 11% para 2,249 milhões de toneladas.

A produção de óleo de soja deverá subir 2% para 9,2 milhões de toneladas. O Brasil deverá exportar 800 mil toneladas, com queda de 27% sobre o ano anterior. O consumo interno deve subir de 8,23 milhões para 8,45 milhões de toneladas. O uso para biodiesel deve subir 6% para 4,5 milhões de toneladas. A previsão é de estoques estabilizados em 127 mil toneladas.

Fonte: Agência SAFRAS
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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