Conectado com

Notícias Durante o Show Rural

BRDE libera R$ 112 milhões a cooperativas, empresas e produtores rurais

Montante foi liberado para financiamentos a empresas inovadoras, cooperativas, prestadores de serviços e produtores rurais

Publicado em

em

Divulgação/Assessoria

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) liberou R$ 112,6 milhões em financiamentos a empresas inovadoras, cooperativas, prestadores de serviços e produtores rurais das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná na quarta-feira (06), durante o Show Rural Coopavel 2019, em Cascavel.

“Solenizamos hoje, reunindo grandes parceiros, o volume de R$ 2,36 bilhões contratados pelo BRDE em 2018, nos três estados do Sul”, disse o diretor-presidente do Banco, Orlando Pessuti. O presidente adiantou que a previsão para 2019 é investir em torno de R$ 2,5 bilhões na Região Sul, dos quais R$ 1 bilhão no Paraná.

A liberação dos financiamentos aconteceu no estande do BRDE no Show Rural, com a assinatura dos contratos e a entrega de cheques simbólicos no valor dos investimentos. O diretor de Operações do BRDE, Guilherme Guerra, também participou do evento, ao lado de gerentes e técnicos do Banco.

“O BRDE faz um papel que temos de aplaudir, que é o de incentivar o desenvolvimento de empresas e o crescimento dos produtores rurais. Sem esse apoio, o sistema cooperativo não teria dinheiro para investir e crescer”, afirmou o diretor-presidente da Cooperativa Frimesa, Valter Vanzella.

A Cooperativa Frimesa investirá os recursos contratados no BRDE, no valor de R$ 1 milhão, na modernização das atividades da unidade de suínos da cooperativa no município de Medianeira, incluindo a aquisição de equipamentos.

“BRDE e Sicoob são duas entidades fortes, que estão de mãos dadas fazendo a diferença no cooperativismo de crédito, sempre inovando, para benefício dos cooperados, do pequeno produtor”, disse o Guido Bresolin Junior, do Conselho Administrativo da Cooperativa Sicoob Credicapital Cascavel.

Com o Sicoob Credicapital foi assinado um convênio de R$ 10 milhões, para investimentos em projetos de energias renováveis, com recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), do governo federal, e demais linhas de financiamento disponibilizadas pelo BRDE.

A empresa Innova Ltda – Fábrica de Fertilizantes Líquidos, de Foz do Iguaçu, contratou R$ 7 milhões no BRDE para dar início a um novo projeto – a produção de fertilizantes biológicos. “O BRDE está nos apoiando nessa ideia, que representa um mercado promissor” disse o diretor da empresa Marco Casagrande.

Investimentos

Dos financiamentos liberados, R$ 4 milhões são destinados a produtores associados às cooperativas Credi Coopavel, Cresol, C Vale, Copacol e Sicredi, com recursos de linhas voltadas à inovação, para as áreas de avicultura, suinocultura e piscicultura, e do programa Pronaf-Trator Solidário.

Investimentos de empresas representam R$ 39,2 milhões dos contratos assinados. São financiamentos para empresas dos setores hoteleiro, de tecnologia, inovação, comércio e prestação de serviços.

Para as cooperativas de produção Coasul, Copacol, Tradição, Coprossel e Frimesa foram liberados R$ 59,7 milhões, destinados à ampliação e à construção de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos; modernização de atividades e melhorias em unidades industriais.

Inovação

O BRDE trouxe ao Show Rural linhas de financiamento voltadas ao agronegócio, à inovação e a projetos de desenvolvimento sustentável. Além do estande tradicional, o Banco participa da feira com um segundo espaço no Show Rural Digital, para um atendimento diferenciado ao setor da inovação.

O presidente do BRDE, Orlando Pessuti, destacou a importância do Show Rural para o agronegócio paranaense, lembrando que a chamada agroeconomia representa entre de 65% e 70% das operações do Banco na Região Sul. Atualmente, o BRDE tem R$ 14 bilhões aplicados nos três estados, dos quais perto de R$ 6 bilhões no Paraná.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

4 × três =

Notícias Informação

Abertas as inscrições para a 14ª jornada de iniciação científica Embrapa/UnC

O objetivo principal é divulgar e valorizar o conhecimento gerado em instituições de ensino

Publicado em

em

Divulgação

Estudantes universitários de qualquer curso superior já podem fazer a inscrição de trabalhos para a 14ª edição da Jornada de Iniciação Científica (Jinc) organizada pela Embrapa Suínos e Aves e a Universidade do Constestado – UnC Campus Concórdia, com apoio do Instituto Federal Catarinense (IFC). O tema deste ano é “Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira”. O prazo termina no dia 8 de setembro.

No site da Jinc (www.cnpsa.embrapa.br/14jinc) é possível baixar os modelos de apresentação e as normas de submissão. Os trabalhos serão analisados por uma comissão científica formada por profissionais das instituições organizadoras e apresentados na forma de comunicação oral e pôster. O evento acontece no dia 21 de outubro, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, na UnC em Concórdia.

A Jinc faz parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do município e se consolidou como um evento voltado para a discussão da ciência e da pesquisa, com o foco na iniciação científica. O objetivo principal é divulgar e valorizar o conhecimento gerado em instituições de ensino.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
Continue Lendo

Notícias Suinocultura

Preço pago pelo quilo do suíno sobe R$ 0,20 no RS

Média do preço pago pelo quilo do suíno vivo registrada na primeira semana do mês de julho foi de R$ 4,64

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Com baixas sendo registradas desde a segunda quinzena do mês de março, por conta do novo coronavírus, o preço pago pelo quilo do suíno vivo vem se recuperando gradativamente e tendo aumentos expressivos no Rio Grande do Sul.

A pesquisa realizada semanalmente pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS com o apoio da MSD Saúde Animal, Minitube e Choice Genetics, apontou aumento de R$ 0,20. A média do preço pago pelo quilo do suíno vivo registrada na primeira semana do mês de julho foi de R$ 4,64.

O primeiro vice-presidente da ACSURS, Mauro Antonio Gobbi, explica que a pandemia, que ocasionou o baixo consumo de carne suína no mercado interno e também o fechamento de algumas plantas frigoríficas, resultou nas quedas registradas nos últimos meses. “Além disso, tradicionalmente o preço da carne suína no primeiro trimestre costuma não ter os preços tão elevados”, frisa.

Já em relação ao atual momento, quando os aumentos começam a ser expressivos, Gobbi justifica que assim como os altos índices de exportação e a retomada das plantas frigoríficas, as temperaturas baixas registradas no Estado também  são uma influência, já que o mercado interno volta a consumir com mais frequência a proteína animal.

Outro fator que o vice-presidente da entidade destaca são os altos custos de produção. “Com os custos de produção muito altos, o preço precisa subir para remunerar o suinocultor”, conclui.

A saca de 60 quilos do milho está custando em média de R$ 44,83. O preço da tonelada do farelo de soja (preço da indústria – FOB) é de R$ 1.775,00 para compras à vista e no prazo (30 dias) é de R$ 1.795,00.

Agroindústrias e cooperativas

O preço médio na integração apontado pela pesquisa é de R$ 4,16. As cooperativas e agroindústrias apresentaram as seguintes cotações: Cooperalfa/Aurora: R$ 4,20 (base suíno gordo) e R$ 4,20 (base leitão de 6 a 23 quilos); Cosuel/Dália Alimentos R$4,15; Cooperativa Languiru R$ 4,12; Ouro do Sul R$ 4,20; Alibem R$ 4,10; Adelle Foods R$ 4,20 e Pamplona R$ 4,20.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Mercado

Vendas de máquinas agrícolas no país caem no semestre, mas projeção é de alta no ano

Vendas de máquinas agrícolas e tratores no Brasil fecharam o primeiro semestre com queda de 1,3% na comparação com o mesmo período do ano passado

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

As vendas de máquinas agrícolas e tratores no Brasil fecharam o primeiro semestre com queda de 1,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, para 19.642 unidades, em meio a impactos da pandemia de Covid-19, informou nesta segunda-feira (06) a associação nacional dos fabricantes de veículos Anfavea.

Mas a associação está confiante de que terá um segundo semestre melhor nas vendas de máquinas agrícolas e elevou as projeções para uma alta de 3% em 2020 —ante aumento de 0,5% na previsão de janeiro—, com o agronegócio sendo menos afetado pela crise do coronavírus, diante do impulso do câmbio nos preços das commodities.

No que diz respeito às chamadas máquinas rodoviárias, a Anafavea reduziu as estimativas para 2020, de uma alta de 22% prevista em janeiro, para queda de 24%, devido à menor demanda para construção de estradas, com a indústria fabricante de tratores sofrendo neste ano.

Em junho, as vendas totais, de máquinas agrícolas e rodoviárias, somaram 3.910 unidades, alta de 0,9% ante maio e uma queda de 9,6% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As vendas de tratores de rodas somaram 2.614 unidades, queda de 15% ante maio e de 23,4% na comparação com junho do ano passado, o que resultou uma baixa de 5% no primeiro semestre.

Já as vendas de colheitadeiras de grãos atingiram 734 unidades em junho, alta de 130,8% versus maio e de 39,3% na comparação com junho do ano passado. No semestre, o setor ainda vê recuo de 9%.

Contudo, após um primeiro semestre de negócios mais mornos em meio a incertezas relacionadas à crise do coronavírus, o setor de máquinas agrícolas espera uma movimentação maior dos agricultores nos seus últimos meses do ano, quando é semeada a safra de soja, a principal do país, conforme executivos ouvidos pela Reuters anteriormente.

Montadoras de máquinas agrícolas estão até mesmo reajustando preços para repassar o aumento de gastos com peças importadas encarecidas pela alta do dólar, e devem ter a seu favor a boa rentabilidade de produtores de grãos do Brasil, um dos poucos setores que, também pelo câmbio, obteve margens positivas neste momento de crise histórica.

Já a comercialização de colhedoras de cana somou 52 unidades, aumento de 225% ante maio e de 160% na comparação com junho do ano passado. No semestre, as fábricas apontaram aumento de 24,2%, mesmo diante das dificuldades relatadas pelas usinas no mercado de etanol, enquanto as exportações de açúcar estão elevadas.

Fonte: Reuters
Continue Lendo
Farma Talks- Farmabase

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.