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Biogénesis Bagó exporta vacinas contra febre aftosa para Indonésia com o objetivo de deter o surto que afeta o país

A companhia de biotecnologia fornecerá vacinas à nação asiática para que possa implementar um plano de vacinação para frear o surto que ocorreu após estar livre da doença há mais de 35 anos

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Fotos: Divulgação

A Biogénesis Bagó, empresa de biotecnologia com ampla experiência na produção e fornecimento de vacinas contra a febre aftosa a várias regiões do mundo, fez neste dia 11 de agosto sua primeira exportação para a Indonésia. O intuito é o de ajudar a controlar a emergência sanitária que foi declarada no país.

A nação asiática, uma das 20 maiores no mundo em termos de número de animais de produção, detectou um foco da doença que afeta gravemente a saúde e a produtividade de bovinos, caprinos, ovinos e suínos. O surto foi declarado em maio e se propagou rapidamente para as suas duas principais ilhas, Sumatra e Java, após mais de 35 anos de a Indonésia deter o status de livre de febre aftosa, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

De acordo com dados divulgados pelo governo indonésio, a doença havia afetado mais de 455 mil cabeças de gado em 23 das 37 províncias do arquipélago até o início de agosto, causando a morte natural de 4.720 animais e o abate de outros 7.561.

A Biogénesis Bagó, líder mundial na luta contra a febre aftosa, exportará várias milhões de doses de Aftogen Oleo entre agosto e setembro. Trata-se de uma vacina monovalente com eficácia comprovada em vários países e em diferentes espécies, assim como em atender emergências.

A contribuição da Biogénesis Bagó é fundamental para que o país asiático possa controlar o surto e esteja em condições de recuperar o status de livre de febre aftosa que detinha desde 1986. A companhia é uma aliada para este objetivo, uma vez que conseguiu consolidar a sua posição desempenhando um papel-chave na manutenção do status sanitário em todo o mundo graças à qualidade de suas vacinas. Outro fator de peso é a sua sólida trajetória na atenção a emergências causadas por surtos de febre aftosa em diferentes países, como foi o caso do Vietnã (2018-2019), da Coreia do Sul (2016), do Uruguai (2002), da Argentina (2001) e de Taiwan (1997).

“Tais doenças afetam os sistemas de produção e geram prejuízos econômicos milionários, pois alteram o comércio regional e internacional de animais e produtos de origem animal. A Indonésia conta com o nosso compromisso de fornecer a Aftogen Oleo, uma vacina líder e de classe mundial para neutralizar os efeitos desta emergência sanitária”, disse Fernando Barroumeres, Diretor de Operações Comerciais da Biogénesis Bagó.

O envio das vacinas da Biogénesis Bagó será feito em parceria com a P.T. Elanco Animal Health Indonesia, com escritórios em Jacarta e estrutura para garantir a cadeia fria, suporte técnico local e gestão comercial, essenciais em um contexto de emergência.

Graças à vasta experiência de seus profissionais, sua trajetória e de seu constante investimento em pesquisa e desenvolvimento, a Biogénesis Bagó comercializou mais de 3 bilhões de doses de vacina antiaftosa, aprovadas pelas autoridades sanitárias mais exigentes do mundo. Há mais de 20 anos, a companhia conta com um banco de antígenos e/ou vacinas para atender aos Estados Unidos, Canadá, Taiwan, Coréia do Sul e Argentina.

Fonte: Assessoria

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Conheça o mais novo membro da Família Zoetis

Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

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Divulgação Zoetis

Os vírus da Doença Infecciosa da Bursa (IBDV) continuam sendo uma das mais desafiadoras preocupações de saúde avícola em todo o mundo. A proteção rápida contra IBDV é importante para reduzir a amplificação viral e a imunossupressão. No Brasil, o potencial de infecção por IBDV nas primeiras 3 semanas de idade é alto, uma vez que frangos de corte são criados em cama reutilizada, e os anticorpos maternos transmitidos pelas reprodutoras diminuem por volta dos 14 dias de idade a níveis não protetivos.

Os vírus de maneira geral, evoluem com o passar do tempo, baseado na pressão ambiental, vacinal, recombinações e rearranjos, o que torna a prevenção, controle e erradicação de doenças virais muito complexo.

Nesse sentido, as vacinas como ferramentas imunoprofiláticos exercem um papel fundamental para redução de perdas na avicultura.

A Zoetis, alinhada com o seu proposito de trazer inovações para o mercado de saúde animal, orgulhosamente apresenta o mais novo membro das vacinas vetorizadas, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD. Essa vacina é uma poderosa ferramenta atualizada para proteger os lotes contra os vírus de Gumboro e Marek que circulam entre os plantéis de frangos de corte no Brasil, incluindo a cepas variantes de Gumboro.

Um dos grandes desafios das vacinas vetorizadas é o estabelecimento de imunidade precoce, e é exatamente nesse ponto, que a Poulvac ® Procerta HVT-IBD se diferencia quando comparado com as vacinas vetorizadas de mercado.

Em estudos recentes a Poulvac ® Procerta HVT-IBD demonstrou alta precocidade nas repostas imunes, protegendo os pintinhos mais rapidamente (onset of immunity), e ofereceu melhor proteção geral aos desafios atuais do DIB em comparação com os concorrentes¹, no gráfico abaixo é possível visualizar essa diferença, e demonstrou proteção eficaz contra em pintinhos com altos níveis de anticorpos maternos, além disso, se mostrou eficiente contra cepas variantes².

Gráfico 1: Numa avaliação da atrofia bursal, apenas o Poulvac ® Procerta HVT-IBD forneceu mais de 90% de proteção após um desafio clássico de DIB no dia 14.

Poulvac ® Procerta HVT-IBD

Na produção avícola o tempo vale ouro. E é por isso que a Zoetis oferece uma vacina vetorizada que coloca o tempo ao seu favor. Respaldada por inúmeros trabalhos, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD, administrada por via in ovo ou subcutânea gera imunidade contra os vírus clássicos (virulentos ou muito vi­rulentos) e variantes de Gumboro. Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

Por: Gleidson Salles, Médico Veterinário, Mestre, Doutor em Biotecnologia, Gerente de Marketing – Poultry.

 

Fonte: Comunicação Zoetis
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Importações caem pelo terceiro mês consecutivo

Foram adquiridos 179 milhões de litros em equivalente leite em março, volume 3,3% abaixo do registrado em fevereiro, mas ainda 14,4% maior que a quantidade importada no mesmo período do ano passado.

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Fotos: Divulgação/Arquivo OPR

As importações brasileiras de derivados lácteos seguiram em queda em março, terceiro mês seguido de baixas. Quanto às exportações, também recuaram frente a fevereiro. Ainda assim, houve redução no déficit da balança comercial no mês. De acordo com dados da Secex, foram adquiridos 179 milhões de litros em equivalente leite em março, volume 3,3% abaixo do registrado em fevereiro, mas ainda 14,4% maior que a quantidade importada no mesmo período do ano passado.

As compras de leites em pó em março (que representaram 71,8% do total de produtos lácteos importados no mês) caíram 8,5% frente a fevereiro/24, totalizando 128,7 milhões de litros em equivalente leite. O volume desse produto importado do Uruguai, especificamente, caiu expressivos 18%.

Já as importações de queijos, que participaram com 27,7% do total, avançaram 13,42% de fevereiro para março, somando 49,5 milhões de litros em equivalente leite no último mês. As informações também são da Secex.

Quanto aos embarques de derivados lácteos, a queda foi de 11,9% de fevereiro para março, somando pouco mais de 15 milhões de litros em equivalente leite, ainda conforme dados da Secex.

Essa queda na exportação foi influenciada principalmente pelos menores volumes de leite em pó e de leite condensado negociados no mercado internacional, que recuaram 28,1% e 86,6%, respectivamente, frente a fevereiro.

O principal responsável pela diminuição da exportação de leite em pó foi Cuba, país que comprou 27% a menos de um mês para o outro. Em contrapartida, as vendas de creme de leite (que representaram 3% das exportações) aumentaram fortes 463,8% frente a fevereiro, totalizando 466,4 mil litros em equivalente leite. O volume embarcado de queijos (que representaram 21,1% das vendas totais) avançou 20,9% no mesmo comparativo.

Balança comercial

Em março, a balança comercial dos lácteos fechou com déficit de US$ 65,5 milhões, com leve melhora frente ao segundo mês do ano. Em volume, o déficit foi de aproximadamente 164,1 milhões de litros em equivalente leite, redução de 2,4% na mesma comparação

Fonte: Por Rafael Fracalanza, do Cepea.
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Cobb-Vantress apresenta controle de temperatura na incubação e no manejo como ponto-chave para melhor desempenho do frango, no SBSA

Palestra foi ministrada pelos especialistas do Serviço Técnico, Cristiano Pereira e Lucas Schneider, no dia 10 de abril

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Foto O Presente Rural

Durante participação na 24ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), a Cobb-Vantress reuniu mais de 260 participantes na palestra técnica sobre “Incubação e sua Interação no Manejo e nos Resultados do Frango de Corte”, no dia 10 de abril, em Chapecó (SC). A apresentação foi ministrada pelo especialista em Incubação, Cristiano Pereira, juntamente com o especialista em Frango de Corte, Lucas Schneider, que integram o Serviço Técnico da companhia. Nestas duas áreas, foram abordados os pontos mais relevantes para assegurar a melhor performance em frango de corte.

A palestra foi aberta com as boas-vindas de Vitor Hugo Brandalize, diretor do Suporte Técnico da Cobb LatCan, abordando as recentes mudanças nas necessidades das aves modernas, que registram crescimento intenso. “Por efeito do processo de melhoramento genético, hoje as aves crescem mais rapidamente, o que isso afeta o metabolismo delas. O frango gera mais calor e precisa de novas técnicas de manejo para expressar o máximo potencial genético. A velocidade de crescimento mais acelerada impacta na conversão alimentar, que é otimizada”, explicou Brandalize.

Foto: Assessoria

Na sequência, o especialista Cristiano Pereira explicou que a qualidade do  pintinho deve ser observada além da cicatrização de umbigo, da desidratação e das lesões do tarso. “A fisiologia do embrião é que entregará um pintinho de qualidade, capaz de performar de forma adequada. Para atingir os objetivos do incubatório, desde gerar a maior eclosão possível, com um bom peso aos 7 dias, menor descarte e boa atividade da ave, a incubação deve seguir padrões já conhecidos”, afirmou.

Segundo o palestrante, há uma série de etapas que devem corresponder às metodologias indicadas para ganho de performance, como o manejo do ovo incubado, controle de riscos de contaminação, avaliação de indicadores de perda de umidade, transferência e janela de nascimento, temperatura de cloaca e transporte. Para ele, acompanhar o desenvolvimento embrionário nos aponta onde serão necessários os principais ajustes na produção.

A produção de calor do embrião não é expressiva até o 10º dia, como explicou o especialista, mas tende a ser significativa após o 16º dia. “O recomendado é que a incubadora possa fornecer todos os parâmetros necessários. Na época da transferência, a temperatura da casca fornece uma temperatura bastante próxima do embrião, o que nos dá informações sobre a distribuição de calor no interior da incubadora. Temperaturas muito altas comprometem o embrião e, consequentemente, o desempenho do frango de corte”, enfatizou Pereira.

Ambos os especialistas destacaram as diferenças existentes entre as linhagens genéticas de alto rendimento, no que tange à fisiologia.

Cristiano Pereira apresentou diversos trabalhos com resultados registrados em campo a respeito das consequências do sobreaquecimento na incubação, que pode levar à letargia, comprometimento ósseo, menor tamanho da ave e piora a qualidade do umbigo. Além disso, pode ocasionar menor massa cardíaca e sistema digestivo menos desenvolvido, com comprometimento do sistema imune, problemas locomotores e pré-disposição a infecções e morte súbita.

O especialista demonstrou que as temperaturas elevadas na fase de incubação também refletem em menor peso na idade de abate, o que compromete o rendimento ao final do processo. “Temos que monitorar os padrões de temperatura das incubadoras, controlar a transferência e a janela de nascimento, não misturar linhagens genéticas, já que possuem necessidades diferentes, e proporcionar o conforto térmico necessário para cada fase do desenvolvimento do embrião”, finalizou.

Foto: Assessoria

Lucas Schneider abordou o crescimento acelerado do frango de corte como o motivador dos novos desafios em campo, para os quais as novas orientações são válidas. “Não é possível aplicar o mesmo manejo para linhagens genéticas diferentes. O frango que cresce mais rápido é o que gera mais calor. Ele também tem menor empenamento, o que requer mais ventilação, para que auxilie as aves com a remoção de calor corporal”, afirmou.

Na visão do especialista, a medição da temperatura cloacal oferece informações importantes que ajudam na tomada de decisão sobre a temperatura no interior do aviário e necessidade de ventilação. “Fraqueza e cansaço, como consequência do aumento da temperatura corporal das aves, impactam no desenvolvimento metabólico e podem ocasionar problemas respiratórios, locomotores e abrem espaço para contaminações. O terço final da incubação com sobreaquecimento também impacta na chamada abertura de botão e na dilatação cardíaca, já que o frango precisa ter maior esforço para se regular”, disse.

Segundo Schneider, a temperatura no transporte do pintinho para a granja também deve ser monitorada, mesmo que em viagens curtas. A desidratação, também por consequência de temperaturas elevadas no alojamento, leva à perda de peso e ao maior risco de morte. “Um dos grandes inimigos da avicultura de corte é a umidade que, quando alta, contribui para o aumento da temperatura corporal. Então quando se baixa a umidade, a temperatura também se reduz, por consequência: a maior ventilação é capaz de solucionar a umidade. O pintinho que come mais também gera mais água no processo digestivo, outro problema resolvido pela ventilação”, explicou o especialista.

Por meio de dados obtidos em registros em campo, o palestrante demonstrou que o pintinho superaquecido na incubação tende a nascer com coração menor. “Para compensar o aumento da temperatura, o músculo cardíaco se esforça mais. Por isso, o aumento as temperaturas elevadas nos primeiros dias de granja resultam em maior chance de o frango não completar seu ciclo de vida”, ponderou.

Além disso, o calor excessivo no aviário pode causar sofrimento e prostração da ave. “É preciso proporcionar um crescimento saudável do frango para que ele obtenha o melhor peso no abate. Por isso, a ventilação é tão importante, assim como a qualidade do ar. A ave com maior ganho de peso diário gera mais calor, mas é possível reverter este impacto com ações focadas, a partir do monitoramento e do manejo adequado”, finalizou.

 

Fonte: Assessoria
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