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Bet: “Em meio à pandemia, o balaço é positivo”

Confira a entrevista com o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet

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Confira a entrevista com o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet:

Tínhamos a expectativa de o país crescer 2% do PIB este ano, ou seja, seriam 2 milhões de empregos formais a mais. Em março, o Titanic muda de rumo de forma abrupta com o novo coronavirus. Qual seu sentimento nesses últimos 60 dias?

Estamos vivendo algo totalmente diferente dos últimos 100 anos, após a gripe espanhola. O Brasil esboçava deslanchar e o COVID 19 mexeu com a vida da Terra. É um momento delicado, com o barco à deriva e sem timoneiro. Veem-se empresários angustiados. Gostaríamos de desfrutar de um rumo. Não o temos! Quando o vírus vai parar? Quando será o pico da curva? Resta-nos os cuidados e prosseguir, todos unidos.

Seu Bet, e a situação da economia do país em meio à pandemia?

É extremamente preocupante e grave, juntamente com a situação política. Viramos para 2020 com um dólar na faixa de R$ 4,00 e agora disparou, batendo praticamente a R$ 6,00 em meados de maio. Isso desnorteou a todos. Quem atua com negócios de grandes volumes, volumosos, não se sabe se compra hoje, se vende amanhã. Parece ser sempre um tiro no escuro.

Qual o cenário atual das cooperativas e agroindústrias?

Por incrível que pareça, com o câmbio supervalorizado, aquela fatia de produtos exportados – no caso da Aurora Alimentos são cerca de 20% -, está sendo bem valorizada. É alta a procura internacional por carnes. Esse fator ajuda a manter as atividades agropecuárias internamente. Tivemos um quadrimestre bom em 2020, com boa safra e preços compensadores, e resultados animadores. O agricultor está satisfeito e, junto com ele, efetivamos negócios, a exemplo do Galpão Cheio Alfa, pois a equivalência de troca beneficiou, naquele momento, o comprador. Se o dólar estabilizar, ou cair, lógico que o cenário muda. Como isso ninguém sabe se vai acontecer, a sugestão que damos ao associado é que compre o que precisa e se tranquilize.

Proteínas, como aves, leite e suínos, seria possível “ver” os próximos meses?

A não ser que haja uma reviravolta, algum fato novo, a tendência das proteínas continuará de satisfatória a boa, seja para as indústrias, seja para o produtor. Exceção seja feita ao leite, cujo preço não está tão compatível quanto deveria. Caso a procura de fora por carnes continue acelerada, deveremos ter um 2021 bem interessante.

Com a atual volatilidade do Dólar, como está o planejamento logístico para a chegada dos insumos. Vamos dar conta de cumprir prazos?

Sim, estamos adiantados. Antes mesmo da virada do ano, já compramos alguns estoques e no início de 2020 operamos mais compras. Estamos aproveitando a ida de soja ao porto, para os fretes de retorno. E os compradores podem ficar tranquilos. Na hora do plantio, todos os pedidos serão atendidos.

Em relação aos investimentos, a Alfa está em que nível?

O bom senso indica levantar o pé do acelerador, exceto naqueles planos que já estavam em andamento. Os demais projetos, colocamos as barbas de molho. Com a elevada compra de cereais (soja e milho) a preços altos e grandes volumes, tivemos que contrair financiamentos a curto prazo. Em três ou quatro meses, vamos observar muito bem quais investimentos poderão ser contratados. Tudo vai depender dos resultados gerais da cooperativa e isso, hoje (fim de maio), são uma incógnita.

Há um grande investimento previsto para quase R$ 300 milhões, que é a nova indústria de soja da Tomazelli. Em que pé está?

A terraplanagem está praticamente finalizada, e o ´coração´ da indústria (extração), que soma em torno de R$ 70 milhões, já foi contratado e em breve deveremos estar levantando mais recursos, para mais um passo da obra. Tudo deverá estar concluído no fim de 2022, se nada de estranho atravessar o caminho.

Em 2019, a frota técnica da Alfa girou 103 voltas na Terra prestando assistência, com mais de 4 milhões de quilômetros rodados. Como fica esse serviço para esse período, incluindo eventos?

Tivemos uma certa interrupção nos contatos presenciais, momentaneamente. Tão logo se normalize a situação, pretendemos manter o mesmo ritmo. Os programas sociais foram suspensos (Jovens, liderança, mulheres). Se os encontros puderem ser feitos com segurança, vamos retomar tão logo sejam permitidos pelas autoridades competentes.

A Cooperalfa vai continuar executando o CDA?

Sim, este ano não tivemos e em 2021, já decidimos que, também não. Porém, provavelmente em 2022 retornaremos. Para isso, estamos preparando nova área, pelo menos para os sócios do RS, MS e Oeste.

Que outros destaques o senhor apontaria, os quais não foram aqui indagados?

Todos os dias, assinamos adesão de novos sócios, sendo a maioria, jovens. Isso é bom! As diretorias futuras deverão olhar com carinho para esse movimento de mudanças. Tenho absoluta segurança na continuidade da cooperativa. É evidente que a Alfa, nos próximos anos, terá que ser repaginada, em algum sentido. Se tudo muda, não é a cooperativa que vai ficar paralisada. Esse papel caberá à próxima diretoria a parir de janeiro de 2021, o de acompanhar essa evolução. Exceção a alguma catástrofe, como essa do vírus e a do cenário político atual, a Alfa deverá se manter firme. O papel primeiro é da Alfa, é o de continuar gerando segurança para que os cooperados consigam negociar com tranquilidade e confiança.

Como o senhor se sente, hoje, à frente da Alfa, já perto de findar seu 3º mandato?

Na saúde, me sinto bem. Claro, na minha idade, é natural perder um pouco o vigor. No fim ano, como rotina, certamente uma avaliação geral de minhas condições físicas será necessária. Independe de mim, tudo deve prosseguir, e bem! Quem estiver no comando, caso eu não esteja, que possa ter o mesmo equilíbrio e o mesmo discernimento, assim como foram as gestões anteriores. E que ninguém esqueça da essência da Alfa que é o de cuidar dos negócios com seriedade e das pessoas.

Uma palavra final.

Otimismo, sempre! Fazer as coisas bem-feitas. Cada um na sua atividade, buscar seu espaço, inovar, pois a evolução tecnológica é impressionante. Assumir e executar. Uma lavoura bem conduzida, o produtor de leite assimilar a assistência técnica, melhorar a genética e o produto final, da mesma forma o suinocultor e o avicultor. Por ora, talvez, não avançar o sinal em termos de negócios. E que, o mais rápido possível, tudo fique mais claro em relação a essa pandemia. Que o Menino Jesus proteja a cada um pois, tendo saúde, temos mais prazer em relação à vida e a tudo aquilo que precisa ser feito.

Fonte: Assessoria

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Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja

Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

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Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.

Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.

Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock

padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.

O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.

Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.

Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.

Fonte: O Presente Rural
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El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens

Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

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O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias

A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.

Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.

Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.

Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock

tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.

Efeitos diferentes dentro do Brasil

Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.

Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.

Oferta maior e preços menores

No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.

Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.

Fonte: O Presente Rural
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Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros

Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

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O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak

A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.

Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.

Anistia a multas

Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.

O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

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das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.

A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.

Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

Foto: Divulgação/Freepik

Frete mínimo  
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).

A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.

Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

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pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.

A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

Foto: Divulgação

A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.

Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.

Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.

Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.

A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.

As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.

Fonte: Agência Senado
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