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Aviagen Business Conference aborda as perspectivas futuras da produção avícola na América Latina

Novas tecnologias emergentes e tendências de negócios na América Latina foram analisadas por especialistas

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A Aviagen® reuniu 160 clientes, incluindo proprietários, diretores e gerentes de empresas avícolas para o evento “Aviagen Business Conference – América Latina (ABC-LA)”, realizado entre 11 e 14 de setembro, em Lisboa, Portugal.

Os participantes do evento, provenientes de 12 países, representaram em grande parte a indústria avícola da América Latina. Esta edição do evento tratou do tema "The Road to 2030 and Beyond" (“O Caminho para 2030 e Além”) e, junto com especialistas mundiais, analisou em profundidade o panorama avícola da América Latina, incluindo os índices de produção esperados para o futuro, as preferências dos consumidores e a crescente demanda por proteína animal.

Matriz de inovações e tendências atuais e futuras apresentadas por especialistas do setor

O evento foi repleto de conhecimentos e orientações sobre as tendências atuais que afetam o mercado latino-americano. Os temas tratados pretendiam ajudar os clientes da Aviagen a planejar seus negócios para o presente e os próximos anos, com uma perspectiva estratégica para o ano de 2030. Além da abordagem futurista sobre as perspectivas de produção de carne de frango na região, o evento abordou também melhorias genéticas que contribuíram para aprimorar a saúde, o bem-estar e a produtividade das aves nas últimas décadas. Dentre as tecnologias emergentes, destacam-se a aplicação da Tecnologia da Informação, Farm Intelligence, Internet das Coisas (IoT), automação e Big Data na produção avícola, além dos grandes benefícios na utilização de energias renováveis na avicultura.

Os tópicos foram apresentados por especialistas globais de diversas empresas e consultorias de alto nível, como o estrategista global do Rabobank, Justin Sherrard; o consultor da PricewaterhouseCoopers, Eduardo Kimura; o líder de desenvolvimento de negócios da IBM, André Maltz; o diretor da Agroconsult, André Pessôa; o consultor da Archipel, Ralf Lattouf; os consultores avícolas Gordon Butland e Paul Aho; o professor emérito da Universidade de Auburn, Sarge Bilgili; e o professor emérito de Marketing de Alimentos do Imperial College de Londres, David Hughes, entre outros palestrantes da Aviagen.

“A visão de longo prazo para a avicultura é muito positiva, uma vez que a atividade lidera o crescimento da produção e do consumo globalmente. A carne de frango é a proteína que mais cresce na maioria das regiões do mundo, e a América Latina será a maior produtora global”, acredita o estrategista global do Rabobank em proteína animal, Justin Sherrard.

Sobre as perspectivas de crescimento populacional no mundo, o consultor Gordon Butland afirma: “O maior crescimento populacional esperado é para países da África, Índia e Ásia, com exceção da China, cuja população não deve crescer muito mais nos próximos anos”.

A respeito do futuro do processamento de aves, o professor emérito da Universidade de Auburn, Sarge Bilgili assinala: “A população cresce e a demanda por carne de frango aumenta. É a proteína certa, com maior versatilidade e não tenho dúvidas de que será a principal proteína do mundo. Produzimos em menos tempo em comparação com outras espécies, usando menos ração, menos pegada de carbono e menos uso de recursos”.

“As mais de 2 bilhões de pessoas adicionais que o mundo terá em 2050 representam uma oportunidade brilhante para a avicultura. Mesmo com uma diminuição no consumo de carne, especialmente entre os jovens na Europa e algumas mudanças nos hábitos de consumo, a carne de frango deve continuar crescendo, especialmente na medida em que a indústria seja capaz de trabalhar aspectos como conveniência de preparação, saúde e sustentabilidade, e alcançar novos canais de consumo e distribuição criados pela revolução tecnológica. Carne de frango é um substantivo. É necessário trabalhar na busca de adjetivos, como saudável, sustentável, prático, saboroso, conveniente etc.”, ressalta o professor emérito do Imperial College London, David Hughes, especialista em Marketing de Alimentos.

Tecnologias disruptivas

Para o consultor Eduardo Kimura, da PricewaterhouseCoopers, o uso de tecnologias promissoras para a atividade deve aumentar: “Tecnologia da Informação, Inteligência Agrícola, Internet das Coisas (IOT), automação e Big Data estão cada vez mais presentes no agronegócio e devem se intensificar ainda mais nos próximos anos. A evolução exponencial de novas tecnologias e modelos de negócios inovadores aceleram a reinvenção de indústrias, incluindo o agronegócio. De acordo com estudos publicados pela Universidade de Stanford, um dos maiores centros de pesquisa no Vale do Silício, nos Estados Unidos, algumas das principais tendências de inovação na indústria dizem respeito à rastreabilidade, fazendas autônomas, agricultura de precisão e fazendas verticais perto de centros urbanos e mercados consumidores”.

“O agronegócio é um setor muito fértil para a inovação e a avicultura tem um grande potencial para desenvolver tecnologias disruptivas. Hoje temos inovações como automação em limpeza de granjas, robôs que checam a saúde das aves e sistemas baseados em inteligência artificial para a tomada de decisões diversas, mas podemos esperar muito mais”, pontua o líder de desenvolvimento de negócios da IBM Research & Innovation Lab, André Maltz.

Outro aspecto abordado no ABC-LA foram as perspectivas para o uso de energias renováveis na avicultura. “Como a demanda por energia na avicultura é muito alta, há grandes possibilidades e oportunidades em energias renováveis, especialmente solar, eólica e biomassa. A demanda por energia representa custos consideráveis no setor avícola. Somente o sistema de ventilação representa mais de 50% dos custos, sem contar a energia para alimentação, resfriamento, nebulização, iluminação e aquecimento. Portanto, fontes alternativas e renováveis, como solar e eólica, são bastante relevantes e devem ser levadas em conta”, analisa o consultor da Archipel, Ralf Lattouf. Ele compartilhou estudos de caso sobre o uso de painéis solares na Austrália, energia eólica em uma região com bastante vento em uma propriedade avícola canadense, bem como uma granja dos EUA que usa biomassa para gerar energia a partir de resíduos da própria operação.

O diretor da Agroconsult, André Pessôa, fez uma análise sobre o futuro da produção de grãos na América do Sul. “O fato de os três principais fornecedores globais de grãos – Brasil, EUA e Argentina – enfrentarem tempos difíceis dificulta a tarefa de analisar cenários de curto prazo, mas, de acordo com as previsões da Agroconsult, a América do Sul continuará a desempenhar um papel de liderança na produção de grãos, com países como Paraguai, Colômbia e Venezuela como possíveis players. Até 2030, o Brasil deve produzir 183,2 milhões de toneladas de soja, os EUA, 156,7 milhões de toneladas e a Argentina, 76 milhões de toneladas. O Brasil e os EUA devem ter ganhos significativos de produtividade na soja, e também a Argentina em menor escala, graças à busca por um uso mais eficiente, maquinário com tecnologia embarcada, mais atenção ao solo e treinamento de equipes, além de um salto significativo com as inovações tecnológicas”, explica Pessôa. Já em relação ao milho, as perspectivas para a safra de 2029-2030 são de uma produção de 437,5 milhões de toneladas dos EUA, 303,2 milhões de toneladas da China e 163,8 milhões de toneladas do Brasil.

O consultor Paul Aho traçou o cenário sobre o futuro da produção de grãos na América Central e do Norte. “A possibilidade de estiagem anual na safra norte-americana é um fator que torna vulnerável sua produção, cuja ocorrência ou não interfere diretamente no cenário global de produção de grãos”.

Aviagen apresenta suas inovações para o futuro da avicultura

Durante a programação do ABC-LA, especialistas da Aviagen apresentaram os planos e inovações da companhia para o futuro.

O gerente geral da Aviagen para Portugal, Espanha e Marrocos, Sergio Illán, compartilhou com os presentes algumas das inovações para controle inteligente de granjas que já estão em funcionamento em unidades da empresa. “Já temos controle de biossegurança e de acesso às granjas, monitoramento de salmonela nos colaboradores, balanças automáticas para pesagem, controle climático de temperatura e nível de umidade na câmara de ovos, aviso automático quando a ração está acabando nos silos, entre outros”. E completa: “As inovações não param. Outras que temos em desenvolvimento são: detecção biométrica facial para o acesso das pessoas às granjas, leitura automática do registro dos veículos que entram na área, balança de pesagem para diferenciação automática de machos e fêmeas, instalação de medidor de vazão de água em cada galpão para medir o consumo, integração com sistema de controle de ventilação e distribuição de ração, integração com a fábrica de ração para envio automático aos caminhões, seleção automática de recria, sistema que escaneia o local e mostra mapas climáticos, além do Big Data com acesso em tempo real a todas as estações de monitoramento”, detalha Illán.

Para apontar como será o frango do futuro, o vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Aviagen nos EUA, Eduardo Souza, relembrou os avanços obtidos no setor nas últimas décadas, especialmente no que diz respeito à conversão alimentar. “Em 1957, foram necessários 28,2 kg de ração para produzir 1 kg de carne de peito. Em 1977, caiu para 17 kg e em 2005 para 9,4 kg. É um avanço fantástico!”, lembra Souza.

Na década de 40 eram necessários 85 dias para atingir 1.312 g de peso vivo com conversão alimentar de 4,00. Em números de 2017 foram necessários 47 dias para se ter 2.805 g de peso vivo com conversão alimentar de 1.85. Diante disso, a Aviagen apresentou o que acredita ser o frango do futuro: 26 dias de idade para atingir 2 kg, com conversão alimentar de 1,270, 76% de rendimento de carcaça e 29% de rendimento de peito.

“Estudos indicam que o melhoramento genético foi responsável pela maior parte dessa evolução em aves (de 85 para 90%); os outros 10 a 15% seriam devidos aos avanços na nutrição. No entanto, outros fatores, como melhoria no manejo das aves, equipamentos, controle sanitário e biossegurança certamente contribuíram para o grande avanço da avicultura nas últimas décadas. Além da maior produtividade da atividade, os índices atuais contribuem para tornar a avicultura cada vez mais sustentável”, atesta Souza.

O diretor global de genética da Aviagen, Santiago Avendaño, apresentou o trabalho de seleção genômica da empresa, cujo laboratório na Escócia processa mais de 2 milhões de amostras de DNA por ano. “Na Aviagen, desde 2013 estamos usando a seleção genômica para o melhoramento genético das linhagens. A contribuição da genômica para a seleção genética é de 5% a 15%. Em conversão alimentar, isso significa 3 g a menos que a razão por quilograma de peso vivo por ano”, explica Avendaño.

O CEO da Aviagen, Jan Henriksen, reafirmou o compromisso da empresa com pesquisa e desenvolvimento. “Na Aviagen, somos apaixonados pelo que fazemos para alimentar o mundo. A população mundial está crescendo e não sabemos se teremos proteína suficiente para alimentar essas pessoas. Com a queda da renda per capita mundial, precisamos ser eficientes e sustentáveis. Nossa estratégia é desenvolver uma ampla seleção de aves com características variadas, para ajudar nossos clientes em todo o mundo a atender às diversas necessidades em seus mercados”, assinala Henriksen.

Objetivos do ABC-LA 2018 cumpridos

Para o presidente da Aviagen América Latina, Ivan Lauandos, os objetivos do ABC-LA deste ano foram cumpridos. "Os dois principais objetivos foram atingidos, que eram trazer informações para nossos clientes na América Latina com foco no futuro e oferecer oportunidades para que eles trocassem ideias e fortalecessem relacionamentos uns com os outros. A Aviagen está comprometida com a melhoria contínua para o benefício de nossos clientes e acionistas, e o evento ABC-LA mostrou nossas decisões estratégicas em termos de produto, investimentos e pessoas para este futuro, que chegará muito rapidamente. Como uma empresa de genética, estamos fortemente dedicados à indústria avícola global, e especialmente para a nossa região, que continua a crescer e prosperar. Nossa intenção é que os clientes voltem às suas operações com informações para que estejam preparados adequadamente para o sucesso agora e no futuro”, avalia Lauandos.

Palavras dos clientes

Para Juan Miguel Curbelo, da Corp. Avicola Del Caribe (República Dominicana), excelente é a palavra para definir a participação no ABC-LA. “É um evento que cresceu bastante e é muito interessante conhecer as tendências, o que se espera para o futuro no mundo e a nossa responsabilidade como avicultores em entender como está pensando o mundo e como alimentá-lo”, afirma.

“Gostei muito do evento porque pude conhecer vários avicultores e ter contato com diversos pontos de vista e de boas práticas. Pudemos ter uma ampla visão da indústria avícola como um todo e da Aviagen. Definitivamente, o frango segue como a proteína mais barata, a que tem a melhor conversão para alimentar o mundo. E, com os avanços que teremos nos próximos 15 ou 20 anos, vamos continuar alimentando o mundo com qualidade”, declara Jose Maria Barba del Cojo, da Sabropollo (México).

“Para mim, o evento foi ótimo porque nos deu uma visão clara da Aviagen e dos seus planos futuros. Foi muito importante conhecer, entender e sentir que a empresa, além de ser forte em todo o mundo, também se preocupa em desenvolver novas tecnologias, buscando o avanço da produtividade das matrizes. Entendo que fortalecendo as parcerias podemos crescer juntos e servir alimento para o mundo”, avalia Valter Pitol, da Copacol (Brasil).

“Foi ótimo visualizar o progresso que a avicultura teve em menos de 20 anos. Nada mais me surpreende dentro da avicultura e do avanço da genética”, atesta Alfredo Lang, da CVale (Brasil).

“Temos visto um grande progresso genético nas aves Aviagen. Olhando para o futuro, vemos uma maior produção de proteína e a de frango é a que tem o menor custo. Na América Latina, especialmente no Equador, é um produto que compõe a cesta básica de consumo do dia a dia, com um custo acessível e que as pessoas gostam. Em 2015 tínhamos um consumo de 32 kg por pessoa/ano e, em três anos, esse número aumentou 10 kg, com um consumo per capita atual de mais de 40 kg”, diz Manuel Enrique Acosta, da Avitalsa (Equador).

Para Roberto Luiz Kehl, da Granja Pinheiros (Brasil), eventos como o ABC-LA são muito importantes, pois todo empresário e profissional tem que ter o olho no futuro. “O tempo passa muito rápido, as mudanças são muito grandes, então temos que estar atentos a toda e qualquer mudança, tentando prever com a maior exatidão possível novas técnicas para nos adequar ao que está por vir. Eventos como o ABC-LA nos dão a possibilidade de conhecer novas tecnologias, com muita informação e também ter contato com outros empresários, pois a troca de experiências também é muito importante”.

História em reunir líderes do setor 

O ABC-LA teve início em 2004 como Associação Latino-Americana Ross® (LARA) em Santiago, no Chile. Nos primeiros anos, o evento foi dedicado apenas a distribuidores e clientes de avós da marca Ross na região. Em 2012, o evento passou a se chamar “Aviagen Business Conference – América Latina” (ABC-LA) e foi realizado em Cancún, no México, expandindo para atender, adicionalmente, aos clientes de matrizes e da marca Arbor Acres®. A Aviagen organiza o ABC-LA a cada dois anos.
 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Auster Nutrição Animal abre inscrições para programa de trainee com foco nas áreas técnica e comercial

São 8 vagas para atuação nos estados de Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

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Empresa 100% brasileira, a Auster Nutrição Animal é especializada no desenvolvimento, pesquisa, produção e distribuição de produtos para nutrição de animais. Com a missão de crescer acima da média do mercado, a empresa  iniciar processo de seleção de trainees, objetivando prepará-los para assumir responsabilidades nas áreas técnica e comercial de nutrição animal, contribuindo para a expansão da Auster na suinocultura, avicultura, pecuária leiteira e pecuária de corte.

São 8 vagas para atuação nos estados de Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Podem participar do programa de seleção de jovens talentos os alunos com até 2 anos de formação em Zootecnia, Medicina Veterinária e Engenharia Agronômica, com Mestrado e Doutorado em área correlatas.

“A Auster Nutrição Animal investe para atender às necessidades dos clientes com novas soluções e serviços de alta qualidade, que contribuem para o aumento da produtividade e a obtenção de resultados econômicos superiores. Procuramos jovens que se interessem em fazer parte do nosso time, com o comprometimento de garantir a qualidade da nutrição de animais em todo o Brasil”, destaca Paulo Portilho, CEO da Auster Nutrição Animal.

As provas online acontecem em agosto e setembro. Depois, em outubro, ocorre a primeira fase de dinâmicas em Chapecó (SC), Cascavel (PR), São Paulo (SP) e Uberlândia (MG). Em novembro, começam as seleções e visitas à sede da empresa, em Hortolândia (SP). Para deslocamentos, a Auster arcará com os custos de transporte e hospedagem.

A partir de janeiro de 2020, os novos colaboradores iniciam sua trajetória de crescimento profissional na empresa. Entre os benefícios oferecidos estão convênio médico e odontológico, cesta básica, vale-refeição e seguro de vida.

Para mais informações, acesse https://www.feeta.com.br/programa-trainee-auster-2020/

O cadastro do currículo deve ser feito no site https://www.vagas.com.br/vagas-de-Auster

Fonte: Ass. de Imprensa
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Leite: fazendas paulistas que investem em tecnologia de monitoramento obtêm melhora na produtividade

Sistema fornece informações individualizadas de ruminação em tempo real, permite assertividade na tomada de decisão, tornando atividade mais lucrativa e sustentável

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Rubens Câmara Junior, da RC Genética, investiu em um sistema de monitoramento do rebanho fornecido pela Allflex

De acordo com estudo “Projeções do Agronegócio, Brasil 2018/19 a 2028/29” do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a produção brasileira de leite deve crescer 21,7% na próxima década. O crescimento do setor deve apresentar taxas anuais de 2% a 2,8%, puxado por melhorias na gestão das fazendas e na produtividade dos animais. Os números de crescimento são justificados pelo investimento dos produtores na adoção de novas tecnologias.

Exemplo disso é o produtor Rubens Câmara Junior, da RC Genética, que investiu em um sistema de monitoramento do rebanho fornecido pela Allflex, integrado com a ordenha via software de gestão Data Flow™. A tecnologia fornece informações sobre o bem-estar e a saúde dos animais, bem como o tempo médio de ordenha por vaca, alertas de ruminação, alertas de cio e o volume do tanque de ordenha atualizado.

A propriedade localizada em Cafelândia (SP) tem 135 vacas em lactação, Gir e Girolando, que produzem 2.300 litros de leite por dia. Até 2020 a expectativa é ousada: produzir 6.000 litros diários com 300 animais.

“Acredito e aposto muito na pecuária de precisão e em trazer soluções tecnológicas para a fazenda. O sistema de monitoramento e de ordenha automática nos proporcionou ter maior controle da atividade e gestão da propriedade. As tecnologias nos permitem acompanhar os animais de qualquer lugar, seja da administração da fazenda ou do meu escritório em Lins (SP). Isso otimiza o tempo. Sem esse sistema não teríamos como aumentar a meta de produção para o próximo ano”, enfatiza Rubens.

Para ele, a aquisição da tecnologia trouxe inúmeros benefícios como identificar doenças de forma antecipada e até mesmo saber se uma vaca está dando lucro ou não. “O sistema fornece informações em tempo real e isso nos traz assertividade na tomada de decisão. O sistema nos mostra quando a vaca realmente está em cio, indicando o melhor horário para inseminar, por exemplo. Por meio do aplicativo também consigo acompanhar o indicador de quantas vacas estão com possível doença, o tempo de ordenha, fluxo de leite, entre outras informações”, aponta.

Em Itapetininga (SP), a Fazenda Uehara também investiu no sistema de monitoramento. O rebanho é composto por 400 animais, sendo 160 vacas em lactação, que produzem mais de 3 mil litros de leite por dia. O produtor César Atsushi Uehara escolheu investir na raça holandesa, que é uma excelente produtora de leite, mas sensível às condições climáticas. Esse foi um dos fatores que levou o pecuarista a adotar a tecnologia, pois, por meio dos colares de monitoramento Allflex é possível avaliar o estresse térmico dos animais.

“Desde a instalação do sistema, a taxa de serviço também aumentou e mesmo se um lote estiver no pasto, é possível detectar a baixa ruminação que nos mostra que algo na saúde não vai bem. Já conseguimos identificar doenças de forma antecipada e iniciar o tratamento imediatamente”, conta.

Com a adoção da tecnologia e aprimoramento da atividade ele está expandindo a atividade. “Estou construindo mais uma área do compost barn para alojar mais 250 animais e chegar a 200 vacas em lactação e 5 mil litros/dia. No entanto, nosso projeto é ainda maior: ter de 300 a 350 vacas em lactação nos próximos dois anos. Na atividade leiteira é preciso sempre modernizar e se aperfeiçoar. Isso é melhoria contínua”, ressalta.

Como funcionam as soluções de monitoramento SenseHub, Heat Time Pro + e Data Flow™

O sistema de monitoramento animal da Allflex funciona por meio de sensores colocados nos animais, em formato de colar ou brinco, que fazem a captação de dados em tempo real e os envia para um software de gestão instalado na propriedade ou plataforma online. As informações captadas pelo sistema são a atividade, o tempo comendo, o tempo ruminando e a taxa de ofegação.

“O monitoramento animal, dentro da pecuária leiteira, nos permite a coleta de dados individual para a tomada de decisão mais assertiva, em tempo real”, aponta a gerente técnica e comercial de monitoramento da Allflex, Brenda Barcelos.

Segundo ela, a partir desses dados, inúmeros relatórios podem ser gerados para análise, seja em nível individual ou de rebanho. Com isso, a ferramenta auxilia o pecuarista a ter mais produtividade.

A Allflex Livestock Intelligence é líder mundial em design, desenvolvimento e fabricação de soluções de identificação, monitoramento e rastreabilidade de animais. Nossas soluções são baseadas em dados e utilizadas por produtores, empresas e países para gerenciar centenas de milhões de animais em todo o mundo. Nossa missão é disponibilizar aos produtores informações de gerenciamento inteligente e de fácil acesso para que possam agir de maneira assertiva visando à saúde e o bem-estar de seus animais, enquanto obtêm resultados de produção ideais de alimentos saudáveis.

A Allflex Livestock Intelligence é uma das marcas que integram a MSD Animal Health. Como o maior fornecedor de tecnologia de identificação animal, atendemos às crescentes necessidades dos clientes e já fornecemos mais de 500 milhões de tags para identificar, rastrear e monitorar animais todos os anos, além de monitoramos mais de 5,5 milhões de vacas diariamente, o que permite acesso a dados e informações em tempo real para ajudar a melhorar o manejo animal e os resultados de saúde.

Com cerca de 1.900 colaboradores em todo o mundo, a Allflex conta com uma rede global de especialistas e expertise construída em mais de 60 anos de história. A Allflex possui subsidiárias de fabricação e tecnologia na América do Norte, Europa, Israel, América do Sul, China, Austrália e Nova Zelândia, com produtos distribuídos em mais de 100 países.

A fábrica da Allflex no Brasil está instalada em Joinville (SC) desde 2002. Considerada uma das mais modernas fábricas do Grupo no mundo, foi dimensionada para atender a todo continente americano.

Fonte: Ass. de Imprensa
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De Heus apresenta soluções nutricionais sustentáveis no SIAVS

Focada no programa Responsible Feeding, a multinacional reforça pesquisas para uma alimentação que promova saúde em toda a cadeia de alimentação

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Renato Klu, gerente de Negócios — Aves da De Heus.

Em sua segunda participação no SIAVS (Salão Internacional de Suinocultura e Avicultura) — que acontece entre 27 e 29 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo —, a De Heus enfocará suas soluções nutricionais, que estão alinhadas ao programa Responsible Feeding. O plano de sustentabilidade da empresa está em concordância com as pressões sociais e da legislação nacional, que têm direcionado as boas práticas de produção, visando a inocuidade dos alimentos de origem animal, destacando maior controle e a restrição gradativa ao uso de antibióticos e proibição dos promotores de crescimento.

Com mais de 100 anos de existência, a multinacional holandesa acompanha o movimento — que existe há mais de 30 anos na Europa — de redução da utilização de antibióticos na produção animal e a proibição de uso na ração, que transformaram a atividade agropecuária no continente. “Estamos trazendo para o Brasil todo esse conhecimento do Responsible Feeding, pois isso é uma modernidade, um caminho sem volta, e já temos clientes brasileiros com essa exigência. A nossa preocupação com a sustentabilidade e a saúde em todas as cadeias da alimentação envolve clientes, fornecedores, colaboradores e a sociedade de forma geral. O conceito é baseado em 5 ingredientes: obtenção da maior produtividade possível a partir de animais saudáveis (que chamamos de Natural Power); aquisição de matérias-primas com responsabilidade; produção de menor impacto ambiental; time de funcionários engajados e contribuições com soluções úteis para o mercado e a sociedade. Estamos investindo em pesquisa que impulsione o progresso por meio de um profundo conhecimento em ciência e nutrição animal, pois responsabilidade social e nutricional é muito importante para todas as cadeias produtivas”, detalha Renato Klu, gerente de Negócios — Aves da De Heus.

Com uma rede internacional de tecnologia, a companhia investe frequentemente em inovações e conecta experiências, conhecimentos e soluções com mais de 75 países, alimentando um processo muito forte de inovação em produtos, serviços e estrutura. “Isso é constatado na nossa fábrica dedicada de Toledo/PR, que é livre de contaminação cruzada entre linhas e pioneira no Brasil, especialmente voltada para a produção de rações iniciais, entre elas a Galdus e Romelko”, explica.

Neste ano, o SIAVS estará 30% maior e trará inúmeros lançamentos voltados para a cadeia produtiva, sendo uma vitrine para quem busca tecnologia para a produção. “Este é um dos eventos mais importantes do segmento no Brasil, pois cada vez mais ganha amplitude e visibilidade. Em nossa exposição, vamos compartilhar experiências e resultados obtidos com os programas nutricionais de vanguarda. O cliente que sempre nos recebe em sua produção tem a oportunidade de nos visitar em acontecimentos como este para conversar, trocar experiências e se atualizar sobre o mercado. Nossa equipe fica à disposição no estande para entender as necessidades deles e apresentar soluções que se adequem às demandas de cada um. Nosso objetivo é reforçar parcerias e prospectar novas oportunidades”, finaliza Klu.

O grupo Royal De Heus é uma organização internacional de origem holandesa que mantém posição de liderança na indústria de nutrição animal. Fundada em 1911, acumula experiência de mais de 100 anos em ciência e nutrição animal e está presente em mais de 75 países, sempre com tecnologias inovadoras e de sucesso entre os produtores. Emprega mais de 5 mil pessoas e está entre as Top 13 empresas de alimentação animal no mundo. No Brasil, são cinco unidades industriais: Rio Claro/SP (2), Apucarana/PR, Toledo/PR e Guararapes/SP; uma unidade administrativa em Campinas/SP e um centro de distribuição em Caruaru/PE.

Evento:
SIAVS – Salão Internacional de Suinocultura e Avicultura
Local:
Anhembi Parque – São Paulo – SP
Data:
27 a 29 de agosto

Estande De Heus: 29

Horário:
Terça e quarta-feira – Feira: 11h às 19h

Quinta-feira: 11 às 17h

Site do evento:
http://www.siavs.com.br/
Site De Heus:
www.deheus.com.br

Fonte: Ass. de Imprensa
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