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Aurora Alimentos completa 50 anos

A Aurora tem atuado também como difusora do conhecimento científico, assegurando o acesso do pequeno produtor aos avanços da pesquisa agropecuária

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A matriz da Aurora Alimentos está localizada em Chapecó, no oeste catarinense - Foto: Divulgação

A Cooperativa Central Aurora Alimentos – o terceiro maior conglomerado industrial do setor de carnes do Brasil – chegou aos 50 anos de fundação com uma marca formidável: tornou-se uma comunidade produtiva formada por mais de 100 mil famílias espalhadas por cerca de 300 municípios brasileiros. Os festejos do cinquentenário iniciam dia 12 de abril e encerram em 23 de novembro.

Nesse cálculo estão os mais de 28.000 colaboradores diretos da Aurora, as 65.500 famílias rurais cooperadas que formam a base produtiva no campo e os 10.200 colaboradores das 11 cooperativas agropecuárias que a constituem, totalizando 104.000 famílias.

No dia 15 de abril de 1969, dezoito homens representando oito cooperativas do Oeste Catarinense assinaram uma ata com o objetivo comum: construir uma Cooperativa Central para industrializar e comercializar a produção de suínos dos associados.
A Cooperativa Central Oeste Catarinense foi fundada pela Cooperativa Mista Agropastoril Chapecó, Cooperativa de Laticínio Chapecó, Cooperativa Mista Xaxiense, Cooperativa Mista Lajeado Grande de Xaxim, Cooperativa Agrícola Regional Xanxerê, Sociedade Cooperativa Mista de Palmitos, Cooperativa Agropecuária de São Carlos e Cooperativa Mista Modelense.

Ao organizar a produção e obter uma oferta em escala, a Coopercentral criou as bases para a industrialização da produção gerada pelos associados das cooperativas filiadas. A determinação e o arrojo dos dirigentes cooperativistas – tendo à frente o pioneiro Aury Luiz Bodanese – permitiram construir uma estrutura agroindustrial capaz de absorver, transformar e conquistar mercado para essa produção.

Em uma época em que as políticas de desenvolvimento não chegavam ao campo e ao produtor rural era destinado o incipiente papel de fornecedor de matérias-primas baratas para a indústria de transformação de outras regiões, Bodanese teve lucidez suficiente para romper com essa estrutura de dependência. No comando da Coopercentral e da CooperAlfa, projetou a instalação do parque agroindustrial das próprias cooperativas para processar carnes, grãos e leite.

Iniciou um movimento de autoindustrialização que marcou o cooperativismo brasileiro, agregando valor à produção e garantindo renda à família rural. Assegurou assistência técnica, extensão rural e benefícios à população – inclusive um inédito serviço de assistência médica no campo – muito antes do Poder Público estruturar e oferecer algo parecido. Enfim, Bodanese tornou-se um dos principais pilares do cooperativismo catarinense.

A Aurora tem atuado também como difusora do conhecimento científico, assegurando o acesso do pequeno produtor aos avanços da pesquisa agropecuária. A proteção econômica, a atualização tecnológica e a defesa política que a cooperativa proporciona ao seu universo de cooperados são faces da doutrina cooperativista. Graças ao cooperativismo, o campo incorporou novas tecnologias, diversificou as atividades, tecnificou a agricultura e outras explorações pecuárias, adquiriu mais máquinas e equipamentos, automóveis e utilitários, móveis e eletrodomésticos. O cooperativismo ajudou a levar a eletrificação rural a todos os recantos, garantiu assistência técnica em todas as propriedades rurais, proporcionou habitação e saneamento. Enfim, elevou a qualidade de vida da família rural.

Unidades 

A Coopercentral Aurora Alimentos é um conglomerado agroindustrial sediado em Chapecó (SC) que pertence a 11 cooperativas agropecuárias, sustenta 28.000 empregos diretos e tem uma capacidade de abate de 20 mil suínos/dia, 1 milhão de aves/dia e um processamento de 1,5 milhão de litros de leite/dia. Mantém 42 estabelecimentos: oito unidades industriais de suínos, sete unidades industriais de aves, seis fábricas de ração, 13 unidades de ativos biológicos (incluindo granjas, incubatórios e unidade de disseminação de gens), oito unidades de vendas e a sede central (matriz).

As oito unidades industriais de suínos são: Indústria Aurora Chapecó (SC), Frigorífico Aurora Chapecó (SC), Frigorífico Aurora São Miguel do Oeste (SC), Frigorífico Aurora São Gabriel do Oeste (MS), Frigorífico Aurora Sarandi (RS), Frigorífico Aurora Chapecó II (SC), Frigorífico Aurora Erechim (RS) e Frigorífico Aurora Joaçaba (SC).

As sete plantas para processamento de aves são: Frigorífico Aurora Maravilha (SC), Frigorífico Aurora Quilombo (SC), Frigorífico Aurora Erechim (RS), Frigorífico Aurora Abelardo Luz (SC), Frigorífico Aurora Guatambu (SC), Frigorífico Aurora Xaxim (SC) e Frigorífico Aurora Mandaguari (PR).

As seis fábricas de rações estão instaladas em Chapecó (SC), Erechim (RS), Cunha Porã (SC), Guatambu (SC), Xaxim (SC), Mandaguari (PR).

As duas unidades armazenadoras de grãos estão instaladas em Chapecó (SC) e em São Gabriel do Oeste (MS).

Cooperativas

A Coopercentral Aurora é um conglomerado agroindustrial sediado em Chapecó (SC) que pertence a 11 cooperativas agropecuárias: Cooperalfa (Chapecó/SC), CooperA1 (Palmitos/SC), Coopercampos (Campos Novos/SC), Copérdia (Concórdia/SC), Auriverde (Cunha Porã/SC), Cooperitaipu (Pinhalzinho/SC), Coasgo (São Gabriel do Oeste/MS), Coopervil (Videira/SC), Cocari (Mandaguari/PR), Colacer (Lacerdópolis/SC) e Caslo (São Lourenço do Oeste/SC).

Fundação Aury Luiz Bodanese

A Fundação Aury Luiz Bodanese (FALB), braço social da Aurora Alimentos, comemorou dez anos de história em 2018. Desde que foi revitalizada, em 2008, a entidade tem como missão valorizar o ser humano e contribuir para o exercício da cidadania com a visão de ser referência em ações que promovam a sustentabilidade e o cooperativismo. Ética, cooperação, confiança, respeito e transparência são os pilares da Fundação. Em dez anos já foram atendidas quase 1,4 milhão de pessoas em 13.085 ações. Por meio do trabalho voluntário, a Fundação chega até as comunidades em que a Aurora Alimentos atua levando, por meio de oito programas, através do trabalho social, ambiental e cultural, alegria e momentos de lazer, informação e conscientização proporcionando, por meio de suas ações, melhor qualidade de vida.

Através da Fundação, a Aurora Alimentos desenvolveu uma ampla política de responsabilidade social, implementando – somente em 2018 – 1.803 ações de natureza educativa, cultural, ambiental e assistencial, beneficiando 135.181 mil pessoas.

Desempenho anual

Em 2018, a receita bruta com vendas da Cooperativa alcançou R$ 9,1 bilhões, um crescimento de 2,5% em relação ao ano anterior. O mercado interno representou 76% das receitas e, o mercado externo, 24%.

Na área de suinocultura, as oito plantas industriais operaram à plena carga, totalizando, em 2018, o abate e processamento de 5 milhões e 80 mil cabeças, aumento de 7,7% em relação ao ano anterior. A produção in natura de carnes suínas atingiu 424,7 mil toneladas, com 8,3% de expansão. A industrialização também cresceu (6,3%) e totalizou 347,4 mil toneladas de curados, defumados, empanados, linha festa, fatiados, hambúrgueres, linguiças cozidas, linguiças frescais, mortadelas, presuntaria, refinados, salsichas e porcionados.

O reconhecido padrão de qualidade Aurora em suinocultura foi garantido pelos exitosos programas mantidos na base produtiva rural, como o Leitão Ideal, Destaques de Suinocultura (premiação dos melhores resultados zootécnicos), Coleta Segura e Propriedade Rural Sustentável Aurora (PRSA), além do programa de melhoramento genético de fêmeas.

No segmento de avicultura, as sete indústrias avícolas totalizaram o abate de 229,5 milhões de cabeças. Destaque do ano de 2018 foi a obtenção de resultados recordes de índice de eficiência produtiva durante todos os meses, exceção em junho em função da paralisação dos caminhoneiros ocorrida em maio. Também se obteve resultados extraordinários nos lotes de fêmeas e machos, com seis quebras de recordes internos.

No setor de lácteos, a Aurora recebeu de dez cooperativas agropecuárias filiadas o volume de 502 milhões de litros de leite, volume 3,52% superior ao ano anterior. A industrialização manteve-se praticamente estável (-1%) e totalizou 230,3 mil toneladas de leites UHT, bebidas lácteas, leite em pó, creme de leite, queijos, requeijão e soro em pó.

Para nutrição animal foram produzidas 1 milhão 607 mil toneladas de rações destinadas a aves de corte, aves matrizes e suínos, além de núcleos e concentrados. Esse volume encolheu 4,89%. O consumo da Aurora é imenso e equivale a 5,8 mil toneladas de milho por dia, necessidade suprida por 145 cargas diárias de caminhão (40 toneladas).

No exercício findo, a Aurora Alimentos investiu R$ 188 milhões para a ampliação e contínua modernização de unidades industriais: implantação do terceiro turno no Frigorífico Aurora Chapecó I (R$ 42,7 milhões); incremento de linguiças cozidas e curados na Indústria Aurora Chapecó (R$ 31,8 milhões), aquisição de máquinas desossadoras de pernas no Frigorífico Aurora Guatambu (R$ 16,9 milhões) e de máquinas desossadoras de coxas Mayekawa no Frigorífico Aurora Mandaguari (R$ 8,4 milhões), e incremento de linguiças cozidas e mortadelas no Frigorífico Aurora Chapecó II (R$ 6,6 milhões).

Efeitos sociais regionais

O desempenho econômico da ampla estrutura produtiva da Aurora produziu salutares efeitos sociais nas comunidades. Nos quase 300 municípios onde atua nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul – diretamente ou através de suas cooperativas filiadas – a Aurora dinamizou a economia regional. Gerou R$ 1 bilhão 243 milhões em ICMS, R$ 3 bilhões 583 milhões em valor adicionado na atividade agropecuária, R$ 2 bilhões 811 milhões na atividade industrial e R$ 1 bilhão 101 milhões em remuneração e encargos sobre a folha de pagamento.

A Aurora encerrou 2018 com 28.149 colaboradores, sendo 16.343 homens e 11.806 mulheres. A empresa figurou entre “As melhores empresas em IDHO – Índice de Desenvolvimento Humano Organizacional” e obteve a sexta posição entre “As empresas mais amadas do Brasil” no ranking elaborado pelo site de carreira Love Mondays.

No decorrer do exercício, a Cooperativa Central Aurora Alimentos foi distinguida por diversos prêmios, entre eles, Top Of Mind 2018, Personalidade de Vendas da ADVB/SC para o presidente Mário Lanznaster, 500 Maiores do Sul do Brasil da Revista Amanhã, Empresa Cidadã ADVB/SC 2018, 67ª maior empresa do País do ranking Melhores e Maiores da Revista Exame.

A Aurora está comprometida com o bem-estar dos animais e das pessoas envolvidas nos processos produtivos. Pioneira na adoção de programas de bem-estar animal. Foi uma das primeiras empresas brasileiras a aderir ao Programa Nacional de Abate Humanitário, mundialmente conhecido pela sigla STEPS. Para exteriorizar a prioridade que dedica a esse tema, foi criada no site oficial uma aba derivada específica (dentro da aba de sustentabilidade) para apresentação e acompanhamento do programa de bem-estar animal da empresa.

Novo mandato

O presidente Mário Lanznaster foi reeleito em janeiro para mais um mandato de quatro anos, ao lado de Neivor Canton (vice-presidente) e Marcos Antonio Zordan (secretário do Conselho e diretor de agropecuária). Destaca que a orientação “é prosseguir investindo no aumento da produção e no desenvolvimento de novos produtos para permanecer entre as melhores companhias de alimentos do mundo”. Lanznaster assinala que, em razão de sua natureza cooperativista, a Aurora, ao tempo em que busca a eficiência produtiva e o sucesso econômico, cumpre importante papel social.

Laznaster salienta que “as perspectivas para 2019 – ano do nosso cinquentenário – são estimulantes em face da decisão da nova administração federal em manter uma política econômica ortodoxa e priorizar a aprovação de reformas estruturais, que podem promover o reequilíbrio fiscal, abrindo espaço para recuperação mais rápida da economia. A agenda liberal do novo Governo e a pauta de franco apoio à produção são positivas e influenciam a retomada da confiança e a volta dos investimentos”.

 

Moderna indústria da lácteos da Aurora Alimentos está localizada em Pinhalzinho

A Aurora Alimentos conta com um moderno centro logístico em São José dos Pinhais (PR)

Frigorifico Aurora Quilombo (SC)

Os empregados da Aurora Alimentos estão entre os mais felizes do País

A Aurora Alimentos é uma das empresas mais amadas do Brasil

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

EUA esperam elevar exportação de carne de aves à China em US$1 bi após fim de embargo

China proibiu aves e ovos dos EUA em janeiro de 2015 devido a um surto de gripe aviária

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Arquivo/OP Rural

A decisão da China de suspender a proibição de quase cinco anos a importações de carne de aves dos Estados Unidos deverá acrescentará 1 bilhão de dólares anualmente às exportações norte-americanas, disseram autoridades nesta quinta-feira (14).

“A China é um importante mercado de exportação para os criadores de aves da América, e estimamos que agora eles poderão exportar mais de 1 bilhão de dólares em aves e produtos avícolas a cada ano para a China”, disse o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, em comunicado.

A alfândega da China informou nesta quinta-feira que suspendeu restrições à importação de carne de aves dos Estados Unidos, com efeito imediato.

O plano para suspender a proibição ao produto norte-americano foi anunciado pelo Ministério do Comércio da China no final de outubro, mas a publicação no site da administração aduaneira é um reconhecimento formal da reabertura do comércio.

A reabertura do mercado ocorre em momento em que a China enfrenta uma escassez sem precedentes de proteínas, depois da epidemia de peste suína africana matar milhões de porcos no país, maior consumidor global de carne suína.

O aval para a retomada do comércio acontece depois de o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar dos EUA alterar o Registro Federal na semana passada para aprovar as importações de produtos avícolas derivados de aves na China.

As aprovações para o setor avícola dos dois lados seguem ainda em meio a negociações entre os países para resolver uma guerra comercial de 16 meses, na qual cada país pagou tarifas de bilhões de dólares em mercadorias uns dos outros.

Melhorar o acesso aos produtos agrícolas dos EUA no mercado chinês tem sido uma parte crítica das negociações, com a remoção de barreiras não-tarifárias vistas como chave para alcançar o objetivo de Donald Trump de dobrar as vendas agrícolas para a China.

A China proibiu aves e ovos dos EUA em janeiro de 2015 devido a um surto de gripe aviária, e as importações caíram naquele ano para um quinto dos 390 milhões de dólares importados em 2014.

Fonte: Reuters
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Notícias Guerra Comercial

China diz manter negociações “profundas” com EUA sobre acordo comercial interino

Grau de cancelamento das tarifas deve refletir completamente a importância da “fase um” de um acordo

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REUTERS

A China e os Estados Unidos estão mantendo discussões “profundas” sobre a primeira fase de um acordo comercial, e o cancelamento de tarifas é uma condição importante para se chegar a um pacto, disse o Ministério do Comércio chinês nesta quinta-feira (14).

O grau de cancelamento das tarifas deve refletir completamente a importância da “fase um” de um acordo, disse o porta-voz do ministério, Gao Feng, durante um briefing. “A China tem enfatizado muitas vezes que a guerra comercial começou com tarifas adicionais e deve terminar com o cancelamento de tarifas adicionais”, disse Gao.

Na terça-feira (12), o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que um acordo comercial com a China estava “próximo”, mas não deu detalhes e alertou que ele aumentaria as tarifas “substancialmente” sobre produtos chineses sem tal pacto.

A ameaça de Trump foi uma referência às tarifas de 15% anunciadas anteriormente sobre cerca de US$ 156 bilhões em bens de consumo chineses, que entrarão em vigor em 15 de dezembro, segundo especialistas em comércio e uma fonte próxima à Casa Branca.

Na semana passada, assessores da Casa Branca disseram que as tarifas de 15 de dezembro provavelmente seriam evitadas se um acordo comercial de primeira fase fosse alcançado.

“Se os dois lados chegarem à ‘fase um’ de um acordo, o grau de cancelamento tarifário deveria refletir completamente a importância da ‘fase um’; e sua importância deveria ser avaliada pelos dois lados em conjunto. Os dois lados estão conduzindo negociações profundas sobre isso neste momento”, disse Gao.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Cepea

Valor do leitão é recorde nominal

Bom ritmo de embarques e aumento da procura doméstica têm feito com que grandes frigoríficos busquem novos lotes para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do leitão atingiram os maiores patamares nominais de toda a série histórica do Cepea, iniciada em setembro de 2013. Na média parcial de novembro (até o dia 13), o leitão desmama comercializado em Erechim (RS) registra média de R$ 14,27/kg, avanço de 1,8% em relação à de outubro. Para o leitão creche, na mesma comparação, a alta é de 2,2%, com o animal comercializado, em média, a R$ 7,80/kg.

Esses são os maiores patamares nominais da série do Cepea, iniciada em setembro de 2013. Segundo pesquisadores, o bom ritmo de embarques de carne suína e o aumento da procura doméstica pela proteína têm feito com que grandes frigoríficos busquem novos lotes de animais para abate, principalmente no mercado independente. Esse cenário, por conseguinte, tem impulsionado as cotações dos leitões creche e desmama.

Fonte: Cepea
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