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Aplicadores que fazem prega subcutânea evitam refluxo ou subdose na hora de imunizar o rebanho

Tecnologia neozelandesa também auxilia a reduzir a incidência de abscessos na vacinação

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Um dos problemas enfrentados pelos produtores após a vacinação são os abscessos. Entre as causas mais comuns que colaboram para isso são os erros no manejo, falta de higiene e o tipo de equipamento utilizado para aplicar vacinas.

De acordo com o médico-veterinário Diego Lima, gerente de vendas varejo da Simcro no Brasil, para esta época do ano em que os produtores precisam imunizar o rebanho contra a febre aftosa, a recomendação é que a aplicação seja feita preferencialmente de forma subcutânea, por ser menos invasiva e com menos chances de reações indesejadas.

 “Quando isso não ocorre e a agulha ‘pica’ o músculo, o risco de dar reação é muito grande”, explica. Ele também recomenda que a equipe envolvida com o manejo esteja atenta para não cometer erros que podem levar ao desperdício da vacina, como a aplicação de forma inadequada, causando refluxo ou ainda dando ao animal uma dose menor que a recomendada pelo fabricante, as chamadas subdoses.

 “Muitas vezes o erro está na hora da aplicação e a vacina é desperdiçada por erros de manejo, tais como uso de agulhas em más condições e uso de aplicador inadequado. A eficácia da vacina está diretamente ligada à dose indicada e sua correta forma de aplicação”, ressalta.

O médico-veterinário orienta os produtores para testarem e calibrarem as seringas antes de iniciar o manejo, pois desta forma estão seguros de que a dose correta será aplicada nos animais. “Alguns produtores se queixam que o produto aplicado não funciona, mas às vezes é a ferramenta de serviço que está mal regulada”, afirma.

O profissional explica que há disponível no mercado um aplicador que traz uma tecnologia diferenciada e pode ser um grande aliado na redução de reações e abscessos. “Os produtores já podem ter acesso à uma seringa que possui uma ponteira. É ela quem faz a prega subcutânea e garante uma correta aplicação do medicamento no local certo, minimizando eventuais riscos de reações locais que podem comprometer a carcaça dos animais”, explica.

Outro ponto importante é que este tipo de aplicador permite o carregamento automático, que além de tornar mais ágil o manejo, não contamina o produto que está dentro do frasco por não ser necessário perfurar com as agulhas para a recarga, como ocorre durante o uso das pistolas convencionais.

“Aliado à capacitação da equipe, praticamente zeramos a possibilidade de reação vacinal e, consequentemente, de causar abscesso nos animais”, finaliza. 

A Simcro é líder mundial no fornecimento de dispositivos de aplicação de medicamentos para a indústria veterinária. Com unidades de produção na Nova Zelândia e Austrália, escritórios na China, Reino Unido e Estados Unidos, a Simcro conta com uma bagagem de 80 anos desenvolvendo inovações tecnológicas para as principais indústrias veterinárias do mundo em forma de aplicadores pensados para facilitar a aplicação e auxiliar na eficácia dos produtos veterinários fabricados pela indústria de saúde animal. A empresa coleciona diversos prêmios de design e inovação por seus produtos, que são desenvolvidos para oferecer ergonomia, leveza e segurança para quem aplica os produtos. São levados em consideração no desenvolvimento também cuidados com o bem–estar animal, precisão das doses, o que garante um melhor desempenho do produto aplicado.

A Simcro já atuava no Brasil fornecendo produtos para a indústria veterinária, que usa aplicadores junto com os produtos que fabrica. Agora, além de continuar a fornecer para a indústria veterinária, a Simcro passou a atuar no varejo veterinário brasileiro, levando ao produtor conhecimentos de uma maneira moderna de aplicar produtos veterinários que acompanha as mudanças e exigências por eficiência no setor produtivo. A distribuição dos produtos no Brasil é feita pela Basso Pancotte. 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Líder em nicarbazina no mundo, Phibro atende aos limites de PNA e M4NPC, indicadores de qualidade do anticcodiano para aves

O uso de anticoccidianos em produção de frangos de corte é uma das ferramentas empregadas para a manutenção da saúde intestinal, bem-estar animal e desempenho zootécnico.  

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Foto e texto: Assessoria

A Phibro Saúde Animal atende aos novos limites dos compostos PNA (paranitroanilina) e M4NPC (nitrofenilmetilcarbamato) presentes na nicarbazina, regulamentados pela Instrução Normativa 117, de 2022, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

PNA e M4NPC são impurezas advindas do processo de síntese da nicarbazina e indicadores indiretos da qualidade e do controle do processo de produção. Os teores de PNA e M4NPC não podem ultrapassar 0,1% e 0,4%, respectivamente.

A Phibro reforça, assim, seu compromisso com as atualizações regulatórias, a qualidade e a segurança dos seus produtos e as exigências dos seus clientes.

IN 117 é a Instrução Normativa que instituiu novos e mais permissivos LMRs (Limites Máximos de Resíduos) para nicarbazina em músculo e órgãos de frangos de corte no Brasil. Os LMRs passaram de 200 ppb em todos os tecidos para 4.000 ppb em músculo, 15.000 ppb em fígado, 6.000 ppb em rim e 4.000 ppb em pele + gordura.

 

A tabela a seguir resume as determinações da IN 117 (2022), da ANVISA

O uso de anticoccidianos em produção de frangos de corte é uma das ferramentas empregadas para a manutenção da saúde intestinal, bem-estar animal e desempenho zootécnico.

A nicarbazina, lançada em 1955, está entre os anticoccidianos mais eficazes utilizados em frangos de corte pelos maiores produtores e exportadores de carne de frangos em todo o mundo. Tanto utilizada isoladamente quanto na associação com ionóforos, é um anticoccidiano químico versátil com uso nas fases iniciais de programas anticoccidianos de verão e inverno.

Nicarbazina é formada pela complexação de duas moléculas: dinitrocarbanilida (DNC) e dimetilhidroxipirimidina (DHP). Somente a DNC tem atividade anticoccidiana, porém seu potencial é aumentado quando complexada com a DHP.  (EFSA, 2008).

Importante: a simples mistura das duas moléculas (DNC + DHP) não aumenta a atividade anticoccidiana do produto final. É necessária a complexação das moléculas. Uma mistura não balanceada de DNC e DHP é indicativo de produto com menor potencial anticoccidiano e com maior nível de impurezas.

E, mais: a qualidade da nicarbazina, desde sua síntese até a produção, é condição primordial para a ação anticoccidiana adequada dos programas e deve ser considerada na escolha pelas agroindústrias avícolas.

A Phibro é a principal produtora de nicarbazina em nível mundial e possui plantas no Brasil para produção de sua linha de anticoccidianos à base de nicarbazina, composta por Nicarmix 25 (nicarbazina 25%) e Aviax Plus (associação de nicarbazina 8% + semduramicina 3%).

Fonte: Assessoria
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Quais os impactos da Brucelose e da Febre Aftosa na pecuária nacional?

A doença embora não apresente grandes riscos à saúde dos humanos, tem um grande impacto econômico e social

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Foto e texto: Assessoria

A pecuária brasileira é uma das mais produtivas do mundo, produzindo cerca de 7,9 milhões de toneladas de carne (IBGE) e cerca de 23,7 milhões de toneladas de leite (USDA) apenas em 2022. Apesar dos números grandiosos, algumas doenças que podem ser prevenidas por meio de vacinação acabam impactando a produção do Brasil, dois exemplos são a Brucelose e a Febre aftosa.

A Brucelose bovina é uma zoonose altamente contagiosa causada principalmente pela bactéria Brucella abortus, responsável por promover abortos em vacas já no terço final da gestação, nascimento de bezerros fracos e inflamação nos testículos dos machos. A doença é presente em todo o mundo, e é considerada uma doença endêmica no Brasil, causando prejuízos tanto para a pecuária de corte quanto para a pecuária de leite.

“De acordo com a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo, a brucelose bovina é responsável por perdas entre 20-25% da produção de leite, e impacta entre 10-15% dos resultados na produção de carne bovina. Estas perdas são calculadas considerando o número de abortos, queda na produtividade, nascimentos prematuros e morte dos bezerros, além do descarte obrigatório do leite e da carcaça do animal positivado para a doença e consequente desvalorização dos produtos frente ao mercado internacional”, explica Marcos Malacco, médico-veterinário gerente de serviços veterinários para bovinos da Ceva Saúde Animal.

Entre os animais, a doença é transmitida de diversas formas, como quando ocorre o contato de um bovino sadio com secreções de um bovino previamente contaminado pela bactéria, contado direto com fetos abortados, anexos fetais e secreções pós aborto, contato com secreções pós-parto de vacas brucélicas, ingestão de restos de placenta ou alimentos contaminados pela bactéria. A bactéria normalmente penetra no organismo através das mucosas respiratória, oral, conjuntiva ou por ferimentos na pele.

“A doença também pode acometer os humanos, sendo de difícil diagnóstico por apresentar sintomas inespecíficos como febre, mal-estar, fraqueza, dores pelo corpo e nas articulações, calafrios, sudorese e perda de peso. Os trabalhadores de fazenda, técnicos de reprodução, técnicos de laboratórios de diagnóstico ou indústria produtora de vacinas e médicos veterinários são os principais grupos acometidos pela brucelose humana, mas a bactéria pode estar presente em produtos lácteos não pasteurizados e carne crua, oriundos de fazendas com controle sanitário deficiente”, conta Malacco.

Já a Febre Aftosa é uma doença causada por vírus altamente contagioso que acomete principalmente os animais de produção (bovinos, ovinos, suínos, caprinos) biungulados, ou seja, de cascos bipartidos ou fendidos. Os bovinos são os mais susceptíveis à infecção pela via respiratória, tendo papel importante na manutenção do ciclo epidemiológico da doença e geralmente são os primeiros animais a manifestarem sinais clínicos, cuja gravidade varia de acordo com a cepa viral envolvida, o grau de exposição, a idade e a imunidade dos animais.

“Os sinais de Febre Aftosa nos bovinos são bem característicos: uma ou múltiplas vesículas ou bolhas, úlceras ou cicatrizes nas mucosas oral e nasal, focinho, pés e tetos. Além disso os animais apresentam febre alta, anorexia, apatia, descarga nasal e salivação excessiva. Todo esse conjunto de lesões ulcerativas prejudicam o bem-estar animal como um todo, dificultam a alimentação e movimentação natural do gado, o que desencadeia uma queda brusca de produtividade”, elucida o médico-veterinário.

A doença embora não apresente grandes riscos à saúde dos humanos, tem um grande impacto econômico e social. Os animais doentes demoram até 15 dias para se recuperar e podem continuar portadores e transmissores do vírus até 3 anos após o quadro e, por esta razão, as estratégias de controle da Febre Aftosa incluem o abate dos animais doentes, o que reduz a produção e disponibilidade de alimentos de origem animal.

 

Como mitigar estes impactos?

Dada a sua importância para a cadeia produtiva nacional, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) instaurou planos nacionais de controle e erradicação para a Brucelose (PNCEBT ou Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e as Tuberculose) e para a Febre Aftosa. Em ambos os casos, a vacinação é a principal medida adotada contra estas doenças e deve estar sempre no radar dos pecuaristas.

“Na imunização contra a brucelose, podemos empregar vacinas produzidas com a cepa B19 da Brucella abortus (Anavac® B-19), sendo realizada em dose única e apenas nas fêmeas bovinas e bubalinas entre os 3 e 8 meses de idade. Estas vacinas são adquiridas com a emissão de receita por médico veterinário e em pontos de venda cadastrados no PNCBT-MAPA. A aplicação é realizada por médico veterinário devidamente cadastrado ou por pessoas (vacinadores) ou pessoal treinado e cadastradas na Defesa Agropecuária”, Malacco explica. “Após a vacinação é obrigatória a marcação a ferro quente com o último algarismo do ano dessa vacinação, na face do lado esquerdo de todas as bezerras imunizadas, que é realizada pelo responsável pela vacinação. O médico veterinário responsável emite o atestado de vacinação ao produtor. Este controle rígido faz parte das normas do PNCEBT e, também, em virtude da vacina contra a doença ser uma vacina viva atenuada, que sem os devidos cuidados de manipulação e aplicação pode infectar o vacinador”.

Já a vacina contra a Febre Aftosa deve conter as duas das cepas do vírus existentes no território nacional, a O1 Campos e a A24 Cruzeiro, como é o caso da Aftomune®.

O mês de maio é um mês importante para a sanidade do rebanho nacional, visto que ocorre de forma concomitante a imunização contra estas duas enfermidades em alguns Estados. Para manter o controle sanitário da propriedade de forma prática, outras vacinas de importância para a propriedade, como a vacina contra as clostridioses, também podem ser aplicadas.

“O produtor precisa estar atento às vacinas exigidas para o seu estado, assim como para outras vacinas que devem constar no calendário sanitário da fazenda, elaborado pelo médico veterinário. A conservação (manter refrigeradas, nunca congelar ou deixar em temperaturas acima dos 8°C), a manipulação, e a aplicação das vacinas também exigem cuidados é preciso também estar atento ao prazo de validade das vacinas já existentes na fazenda.”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Cargill expande produção para ficar mais próxima de produtores de Minas Gerais

Fábrica em Patrocínio irá produzir suplemento mineral da marca Nutron no estado mineiro

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André Brichi, gerente comercial da Cargill Nutrição Animal - Foto e texto: Assessoria

A Cargill vai ampliar a produção de seu portfólio de Nutrição Animal em Minas Gerais . A empresa passa a contar com uma fábrica parceira em Patrocínio (MG), a partir de um contrato firmado com a Bom Negócio, proprietária do empreendimento. A novidade faz parte do compromisso da Cargill em estar sempre próxima aos produtores e oferecer soluções para nutrição de animais, o que inclui produtos, serviços e ferramentas dentro da marca Nutron.

A produção vai focar em suplementos minerais para bovinos de corte, com um potencial de crescimento, já que Minas Gerais conta com um rebanho de cerca de 20 milhões de cabeças.

De acordo com André Brichi, gerente comercial da Cargill Nutrição Animal, a escolha do parceiro para essa expansão foi um dos primeiros desafios para essa decisão. “Existe uma demanda por produtos de qualidade na produção de bovinos de corte no estado, e era fundamental encontrar uma empresa que tivesse valores como os nossos, e a Bom Negócio se mostrou ser a melhor opção”, comemora o gerente da Cargill. De acordo com ele, a qualidade de produção e o compromisso com o agronegócio marcam a trajetória de ambas as empresas.

Com essa nova produção do portfólio transferida para a cidade de Patrocínio, a Cargill ganha em eficiência, além de facilitar a logística e reduzir a emissão de gases com efeito estufa com menor distância entre a fábrica e o campo.

“Os pecuaristas conhecem a qualidade dos produtos da marca Nutron e confiam na Cargill. Com a fábrica, temos ganho no setor, porque o que fazemos está diretamente conectado com alimentação dos rebanhos e, por consequência, com a produção de proteína animal no estado mineiro”, complementa André Brichi.

A capacidade máxima da fábrica trabalhando em apenas um turno é de 70 mil toneladas ano e conta com 65 colaboradores diretos.

 

Fonte: Assessoria
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