Conectado com
VOZ DO COOP

Suínos / Peixes

Apesar das vantagens, implementação das tilápias supermachos enfrenta resistência no Brasil

Com taxas de crescimento mais rápidas e uma alta taxa de produção de lotes monosexo masculino, que pode chegar a 100%, as tilápias supermachos oferecem um controle populacional eficaz. Além disso, a produção com essa técnica é livre de hormônios, contribuindo para a sustentabilidade da aquicultura.

Publicado em

em

Fotos: Shutterstock

Quando a intensificação da produção de tilápias começou no Brasil, na década de 1980, foi observado um crescimento desigual entre machos e fêmeas, com uma clara vantagem para os machos. Isso se deve, em parte, ao fato de que quando os dois sexos estão juntos, durante a reprodução precoce, os animais direcionam uma parte significativa de sua energia metabólica para o desenvolvimento de espermatozoides e óvulos, em vez de direcioná-la para o crescimento muscular. Além disso, o gasto energético associado ao comportamento de corte (cortejo do macho) era considerável, o que comprometia ainda mais o crescimento muscular. Como consequência, os produtores frequentemente tinham lotes mistos, caracterizados por uma heterogeneidade significativa e baixa produtividade. Diante desse cenário, tornou-se evidente a necessidade de produzir lotes monossexuais.

Mestre em Biologia Ambiental, doutor em Genética e Biologia Molecular e pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, Eduardo Varela: “Os marcadores moleculares ligados ao sexo têm aumentado as chances de superar os desafios de produção do supermacho” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Como resultado, explica o mestre em Biologia Ambiental, doutor em Genética e Biologia Molecular e pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, Eduardo Varela, os produtores produziam lotes pouco produtivos. “Diante desse cenário se tornou evidente a necessidade de produzir lotes monossexuados para otimizar a produção e garantir uma criação mais eficiente e lucrativa”, evidenciou em sua palestra sobre ‘Tecnologia de produção de supermachos para tilapicultura’, realizada em meados de abril durante o Inovameat, um dos principais eventos de proteína animal do Paraná, promovido em Toledo, no Oeste do Paraná.

Varela menciona que entre as vantagens da tecnologia do monosexo estão a taxa de crescimento média mais elevada, devido à ausência de energia desviada para a produção de gônadas e comportamento de corte. Além disso, há a redução de interações agressivas, resultando em um ambiente de cultivo mais harmonioso, e uma maior uniformidade do tamanho no momento da despesca, o que reduz a necessidade de classificação dos peixes e minimiza o estresse durante o cultivo. “Somado a isso, a tecnologia do monosexo também previne impactos indesejáveis da maturação sexual na qualidade da carne e na aparência dos peixes”, ressalta o especialista.

Tecnologias de produção do monosexo

Entre as tecnologias de produção do monosexo, existem seis métodos distintos. O primeiro é a reversão sexual hormonal, comercialmente aplicável e de fácil execução. No entanto, suas desvantagens são significativas, como a intensiva mão de obra necessária, o custo relativamente alto, o potencial de deterioração da qualidade da água e do bem-estar animal devido aos hormônios, a necessidade de um alto nível de controle e os possíveis impactos ambientais decorrentes da fuga de organismos.

Outra técnica é a hibridização interespecífica, também comercialmente aplicável, que compartilha a vantagem de ser de fácil processamento. No entanto, suas desvantagens incluem preocupações ecológicas devido às fugas e a dificuldade de aplicação em muitas condições de produção.

O método de androgênese, embora não seja comercialmente aplicável, é adequado para espécies com machos homogaméticos. No entanto, sua aplicação não é fácil e nem sempre consistente, exigindo vigilância na seleção e manutenção de estoques.

Já a técnica de supermacho YY/GMT é comercialmente aplicável e adequada para espécies heterogaméticas, sendo rápida, consistente e amigável ao ambiente. No entanto, sua aplicação em larga escala comercial pode ser difícil e a produção de peixes pode não se adequar às expectativas dos consumidores.

E as técnicas de transgenia e edição gênica, embora promissoras, ainda não são comercialmente aplicáveis. Enquanto oferecem a possibilidade de alcançar alta consistência de homogeneidade, enfrentam desafios significativos em termos de aplicação comercial, como a dificuldade de adequação às expectativas dos consumidores e a percepção negativa em relação aos transgênicos. A edição gênica está ainda em fase de avaliação industrial.

Pesquisa de campo

Varela enfatiza que por muito tempo houve uma lacuna no avanço do conhecimento nesta área. No Brasil, essa lacuna persistiu devido à falta de aceitação da técnica pelos brasileiros na década de 90. “Embora haja poucos relatos e experiências no desenvolvimento de tilápias supermachos no país, algumas iniciativas foram realizadas no Paraná, São Paulo e no Rio Grande do Sul”, relembra.

O pesquisador afirma que a masculinização por reversão sexual hormonal é considerada uma técnica primordial para a tilapicultura. Segundo Varela, essa tecnologia extensivamente é estudada e avaliada na década de 90, com foco especial na biotransformação do hormônio no ambiente natural e nos possíveis efeitos do escape na água. “Mais de 30 esteroides foram testados nesse período, mas há uma carência de estudos claros sobre o assunto, considerando que muitos hormônios surgiram desde então. Atualmente, o hormônio amplamente usado para reversão sexual é o 17-a-metiltestosterona e seus derivados, com uma taxa de conversão de masculinização de 98%”, aponta.

Sobre as desvantagens da masculinização por reversão sexual hormonal, o doutor em Genética e Biologia Molecular cita a degradação hormonal, visto que o hormônio pode se

deteriorar durante o armazenamento ou trânsito pelo trato digestivo, reduzindo sua eficácia. “Além disso, a inconsistência na ração, com variações na concentração do hormônio, pode resultar em doses discrepantes, comprometendo a uniformidade dos resultados. Há também o risco de doses excessivas, que podem causar efeitos adversos como esterilidade ou terminação paradoxal dos peixes, devido à conversão de andrógenos em estrógenos por meio da aromatização”, informa.

Produção de tilápias supermachos

Diante desses desafios, Varela afirma que surge a necessidade de desenvolver novas tecnologias, como as tilápias supermachos (GMT), também conhecidas como tilápias geneticamente masculinas ou naturalmente masculinas.

O especialista explicou que as tilápias supermachos (GMT) são obtidas através do cruzamento entre machos XY e fêmeas XY, resultando em parte dos filhotes machos YY. “São chamados de supermachos ou geneticamente masculinos por apresentarem duas cópias do cromossomo Y”, esclarece.

Com taxas de crescimento mais rápidas e uma alta taxa de produção de lotes monosexo masculino, que pode chegar a 100%, as tilápias supermachos oferecem um controle populacional eficaz. Além disso, a produção com essa técnica é livre de hormônios, contribuindo para a sustentabilidade da aquicultura. “Esses avanços representam um passo significativo para a indústria, oferecendo soluções inovadoras e promissoras para o futuro da produção de tilápias”, exalta o pesquisador.

No entanto, Varela ressalta que o caminho até alcançar o produto final desejado é repleto de testes e desafios. Ele enfatiza que, embora pareça simples na teoria, a aplicação em escala industrial é uma tarefa complexa, especialmente em países com um modelo de produção intensiva, em que os produtores buscam resultados imediatistas. “Essa é uma das razões pelas quais o Brasil não adotou amplamente a técnica, mesmo com a eficácia já comprovada de 98% de inversão hormonal. Investir em uma técnica ainda em fase de entendimento dos processos de inversão e testes de progênie é visto como arriscado para muitos produtores brasileiros”, salienta, acrescentando que outros países têm avançado as pesquisas nesse campo. “Na Indonésia, o segundo maior produtor de tilápias do mundo, foi desenvolvida uma tilápia geneticamente melhorada supermacho. Essa iniciativa foi difundida através de programas públicos e incentivos do governo e difundida mais tarde para outros países”, expõe.

Tilápias supermachos que foram para o mercado

Entre as tilápias supermachos que chegaram ao mercado estão a linhagem Gesit, originalmente desenvolvida na Indonésia, resultado da engenharia genética da terceira geração da GIFT. Esta linhagem de tilápia foi projetada para ter uma taxa de crescimento mais rápida e maior resistência a doenças, tornando-se muito popular entre os criadores indonésios.

Outra iniciativa vem da Europa, onde uma empresa holandesa desenvolveu a tecnologia de tilápias naturalmente masculinas (NMT). Esse processo de produção é livre de hormônios, com disseminação e produção de matrizes YY. “Duas linhagens foram produzidas: a tilápia prateada, com peso médio de 800 gramas, ideal para filetagem e com características de resistência; e a tilápia red, menor e voltada para o mercado de consumo do peixe inteiro”, menciona Varela.

Essa tecnologia também foi adotada em outros países. No Egito, a tilápia NMT alcançou uma eficácia de 97%, apresentando crescimento uniforme. Nas Filipinas, a mesma tecnologia atingiu conversão de 96%, apresentando um crescimento excelente. No Quênia, a espécie alcançou uma eficácia de 96% e foi adaptada ao clima frio local. Além disso, utilizando a base genética da GIFT, foi desenvolvida uma tilápia NMT com uma eficácia de 98%, também apresentando um crescimento excelente. “Esses avanços refletem o potencial significativo dessa tecnologia para aprimorar a aquicultura em diferentes regiões do mundo”, reforça Varela.

Porque as tilápias supermachos não se disseminaram no mundo?

Varela afirma que apesar de suas vantagens competitivas, com altas taxas de crescimento e conversão alimentar, as tilápias supermachos enfrentaram desafios significativos de implementação na indústria e não se disseminaram de forma ampla no mundo. “A produção de pesquisa e desenvolvimento para tilápias supermachos remonta à década de 1990, com muitos acordos de cooperação entre países. Houve 121 relatos científicos em 25 anos, com uma taxa de cooparticipação internacional de 19%. Reino Unido, China e México lideraram o desenvolvimento, com uma média de 1,55 de publicações científicas ao ano”, menciona o pesquisador.

O ciclo de vida da tecnologia de tilápias supermachos passou por diferentes fases. Varela explica que, no primeiro período de pesquisa, a linhagem se consolidou como viável para a tilapicultura, mas no segundo período houve um vazio de avanços tecnológicos devido aos desafios de implementação na indústria, enquanto que no terceiro período surgiram novas tecnologias de apoio, como recursos genômicos e edição gênica, embarcando na tecnologia YY. “Atualmente, há uma tendência de que essa técnica seja acessória a novas frentes tecnológicas, como a edição genômica”, expõe o mestre em Biologia Ambiental.

Variação populacional

Varela diz que a existência de variação populacional no sistema de determinação sexual é um desafio adicional desta técnica, citando como exemplo a tilápia do Nilo, em que os resultados do emprego desta tecnologia mostraram uma variação genética na população, afetando a proporção de sexos. “A história da domesticação da tilápia do Nilo revela eventos de introgressão interespecífica, afetando a proporção de sexos nesta população. Contudo, os marcadores moleculares ligados ao sexo têm aumentado as chances de superar os desafios de produção do supermacho”, pontua.

O pesquisador afirma que a evolução dos genes sexuais em tilápias é fascinante e ao mesmo tempo desafiadora para ser incorporada em uma tecnologia inovadora. “A alta precisão, previsibilidade e regularidade são essenciais para mostrar à indústria sua viabilidade. A Embrapa está sendo desafiada a desenvolver este produto e verificar sua viabilidade na indústria brasileira, representando uma nova oportunidade para a aquicultura no país”, aponta Varela.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor da piscicultura brasileira acesse a versão digital de Aquicultura, que pode ser lida na íntegra on-line clicando aqui. Tenha uma boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

Suínos / Peixes

Primeiro dia do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural explora a cadeia suinícola

Evento será retomado nesta quarta-feira (12), a partir das 09h30, com palestras voltadas para o setor avícola. Você pode acompanhar a transmissão ao vivo pelas nossas redes sociais.

Publicado em

em

Fotos: Sandro Mesquita/OP Rural

Hoje, 11 de junho, foi marcado pelo início do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural em Marechal Cândido Rondon (PR). O evento, que já se consolida como um dos mais importantes diretamente dedicados ao produtor, trouxe discussões aprofundadas e palestras ricas em conhecimento sobre a suinocultura. Realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados e transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube do jornal O Presente Rural, disponível on demand para você assistir quantas vezes quiser.

O dia começou com a palestra de abertura ministrada por Elias José Zydek, presidente da Frimesa. Zydek abordou os desafios atuais da suinocultura, destacando a importância da inovação e da adaptação às novas exigências do mercado.

Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), trouxe uma análise detalhada sobre o mercado da carne suína, abordando o cenário atual, perspectivas futuras, aumento do consumo interno e exportações. “A suinocultura brasileira tem um potencial enorme de crescimento, e precisamos estar preparados para os desafios e oportunidades que surgirão nos próximos anos”, afirmou Lopes.

A terceira palestra foi conduzida por Charli Ludtke, diretora técnica da ABCS. Ela frisou o papel do produtor no bem-estar animal, ressaltando a importância das boas práticas para garantir a qualidade e sustentabilidade da produção suína.

Visita aos lounges
Após uma pausa para interação com os expositores e visitas aos lounges das empresas participantes, a programação técnica retornou às 13h30 com a palestra de Luciana Diniz dos Santos da Silveira, presidente regional da Abraves-PR, que discutiu a identificação e tratamento de doenças em suínos.
Marcos Mores, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, continuou com uma apresentação sobre as causas, prevenção e impactos das doenças respiratórias em suínos, trazendo dados e estratégias essenciais para a sanidade do rebanho.

Encerrando o dia, Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Adapar, abordou os pontos de atenção que ameaçam a biosseguridade nas granjas suínas, destacando a importância de medidas preventivas e de controle rigorosas para evitar surtos e garantir a segurança sanitária.

Primeiro dia
Selmar Marquesin, diretor do jornal O Presente Rural, destacou a importância do primeiro dia do congresso. “As palestras de hoje trouxeram reflexões importantes e atualizadas, fundamentais para a evolução da suinocultura no Brasil. O compartilhamento de conhecimento entre especialistas e produtores é essencial para enfrentarmos os desafios do setor e aproveitarmos as oportunidades de crescimento”, ressalta.

Edição 2025

Em parceria com a jormalista Eliana Panty e a Frimesa, o Jornal O Presente Rural lançou o novo formato do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural para 2025, que a partir da próxima edição passa a se chamar Alimenta: Congresso Brasileiro de Proteína Animal & Rendering. O evento será realizado a cada dois anos, em Foz do Iguaçu (PR), com a promessa de ainda mais novidades e oportunidades para o setor agropecuário brasileiro.

Programação do segundo dia
Neste dia 12 de junho, o foco do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural se volta  para a avicultura. A programação começa às 09h30 com uma palestra de Paulo Sérgio Cândido, diretor do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), que vai discutir o mercado de carnes e as perspectivas para a avicultura.

Às 10h15, Rafael Gonçalves Dias retorna ao palco para abordar o atual cenário da Influenza aviária, seus impactos na avicultura comercial e as medidas de controle e prevenção necessárias.

E às 11 horas o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Marcos Mores, vai falar sobre estratégias de biosseguridade para evitar a entrada de doenças nos aviários, destacando práticas eficazes para a proteção do plantel.

Às 14 horas, Rudolf Giovan Portela, da Anfeas, vai apresentar uma palestra sobre a escolha, manutenção e uso correto de equipamentos, ressaltando a importância da tecnologia para a eficiência produtiva.

Encerrando o evento, às 14h45, Irineo da Costa Rodrigues, diretor presidente da Lar Cooperativa, falará sobre os 25 anos da avicultura na Lar e uma visão para o futuro, trazendo uma retrospectiva das conquistas e os planos para o desenvolvimento contínuo do setor. “Esperamos que o segundo dia do Congresso seja tão enriquecedor quanto o primeiro, promovendo a troca de conhecimentos e a colaboração entre todos os participantes para o fortalecimento da avicultura e suinocultura no Brasil”, cita Marquesin.

Realização, apoio e patrocínio

O evento é realizado pelo jornal O Presente Rural, Lar Cooperativa Agroindustrial e Frimesa, com o apoio do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar) e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Além disso, conta com o patrocínio de importantes empresas do setor, incluindo na cota diamante Agrifirm, Agroceres PIC, American Nutrients, Biochem, Boehringer Ingelheim, Casp, Dandred, Grasp, MSD Saúde Animal, Oligo Basics, Sicredi e Vetanco; na cota ouro Cargill, Cobb, Huvepharma, Phibro, Salus, Suiaves, Vaccinar; na cota prata Agroceres Multimix, Aleris, Cinergis Agronegócios, DNA South America, Equittec, GD Brasil, HB Agro, Imeve, MS Schippers, NNATRIVM, Sanex, Sauvet, Sicoob, Suitek e Xcare; e na cota especiais BioSyn, MM2, Natural BR Feed, Ourofino, Polinutri, Vaxxinova e VetQuest.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Suínos / Peixes

Abertura do Congresso O Presente Rural reúne grande público; confira as fotos do evento

Programação desta terça-feira (11) está sendo direcionada aos suinocultores.

Publicado em

em

Fotos: Sandro Mesquita e Jaqueline Galvão/OP Rural

O primeiro dia do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural atraiu centenas de produtores e profissionais ligados ao setor suinícola a Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná.

O evento, que contou nesta terça-feira (11) com a programação direcionada aos suinocultores, fornecedores e distribuidores de insumos, contou com a presença dos presidentes da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Luis Folador; da Associação Sul-matogrossense de Suinocultores (Asumas), Milton Bigatão; da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes; da Associação Paranaense de Suinocultores, Jacir José Dariva, além do presidente da Frimesa, Elias Zydec.

Dentre os tópicos abordados estão os desafios contemporâneos enfrentados pela suinocultura, as tendências do mercado da carne suína, as projeções para o futuro, o crescimento do consumo doméstico, as estratégias de exportação, o papel do produtor na promoção do bem-estar animal, as práticas de manejo e tratamento de doenças, a importância da biosseguridade e a prevenção das doenças respiratórias na criação suína.

O evento está sendo realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados e transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube do jornal O Presente Rural.

Realização, apoio e patrocínio

O evento é realizado pelo jornal O Presente Rural, Lar Cooperativa Agroindustrial e Frimesa, com o apoio do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Além disso, conta com o patrocínio de importantes empresas do setor, incluindo na cota diamante Agrifirm, Agroceres PIC, American Nutrients, Biochem, Boehringer Ingelheim, Casp, Dandred, Grasp, MSD Saúde Animal, Oligo Basics, Sicredi e Vetanco; na cota ouro Cargill, Cobb, Huvepharma, Phibro, Salus, Suiaves, Vaccinar; na cota prata Agroceres Multimix, Aleris, Cinergis Agronegócios, DNA South America, Equittec, GD Brasil, HB Agro, Imeve, MS Schippers, NNATRIVM, Sanex, Sauvet, Sicoob, Suitek e Xcare; e na cota especiais BioSyn, MM2, Natural BR Feed, Ourofino, Polinutri, Vaxxinova e VetQuest.

Confira as fotos do primeiro dia do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural 

 

 

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Suínos / Peixes

Suinocultor, Charrua te espera para o 48º Dia Estadual do Porco

Localizada no Noroeste do Rio Grande do Sul, a cidade que integra a quarta região mais bem posicionada no ranking de suínos produzidos para abate, fica próxima de outros grandes produtores de suínos, o que aumenta a expectativa de público.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Com as programações do 48º Dia Estadual do Porco marcadas para o dia 26 de julho, Charrua (RS), anfitriã do evento, já está se organizando para esperar todos os suinocultores gaúchos.

Localizada no Noroeste do Rio Grande do Sul, a cidade que integra a quarta região mais bem posicionada no ranking de suínos produzidos para abate, divulgado pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), ainda fica próxima de outros grandes produtores de suínos, o que aumenta a expectativa de público.

O vice-presidente da Acsurs e da Associação de Produtores de Suínos de Charrua (Aprosui), Jean Fontana, que lidera a comitiva organizadora, ressalta que o público será muito bem recebido. “Estamos organizando tudo com muito carinho, pois queremos proporcionar aos suinocultores, um grande evento. Além disso, estamos nos esforçando para apresentar grandes novidades, como um cardápio vasto e atrações musicais durante e após o almoço”, finaliza.

Nos próximos dias, a comitiva que já vem mobilizando público e empresas do setor, deve iniciar a divulgação do evento nos municípios vizinhos que se destacam na produção de suínos.

Convites oficiais
A organização do evento, composta por membros da Acsurs e do município de Charrua, inicia neste mês a entrega dos convites oficiais para representantes de entidades do setor e órgãos públicos.

Material gráfico
Com o material gráfico finalizado, a divulgação do evento torna-se agora ainda mais forte. Para isso, a organização conta com o apoio de associações, secretarias, escritórios e parceiros, que auxiliam na distribuição do material em centenas de municípios gaúchos

Adquira seu almoço
O cardápio do almoço, terá como como destaque a carne suína, apresentada através de cortes de picanha, copa lombo e barriga com pele.

Os cartões podem ser adquiridos com antecedência pelo valor de R$ 60, através do WhatsApp (54) 99661-2571, com a Ana.

Patrocínio

O evento conta com patrocínio Diamante da Adubos Coxilha, Alfa, Basso Pancotte/Virbac , Granja Fontana, Industrial Margil, Machado Agropecuária, Mig-PLUS, MS Schippers, Ordemilk, Sicredi e Topigs Norsvin; Ouro da Biotecno, Bretanha, Construschorr, Construsui, Danbred Brasil, Farenzena, Importherm, Insui, Lídio Carraro, Ourofino, Plasson, Protec/Alltech e Sistemilk; Prata da Agroceres Multimix, Agroceres PIC, American Nutrients, Artegranja/Casp , Axiom, Be8, BL Agro/Ceva , Boehringer Ingelheim, De Heus, DFS Pignan, Elanco, Gasco, Hypor, IMV Technologies, Minitube, Nutron/Cargill, RF Equipamentos, Sanex, Vetanco, Vitalltech do Brasil e Xcare.

E também conta com o apoio da Agrodanieli, Allgoods, Aurora Coop/ Top Aurora Coop, Avesul, Bioköhler Biodigestores, Concórdia TEC, Contemix, Cresol, Lídersul, Majestade, Metalzan, Phosphea, Roboagro, Rota Agrícola/Concessionária Stara, SLC Máquinas, Tacca Agronegócios e Tecal Agroindustrial, além do apoio institucional da ABCS, Farsul, Fundesa, SIPS, Emater/RS, PPGVET Educação e Associação dos Suinocultores de Charrua.

O jornal O Presente Rural é mais uma vez parceiro de mídia do evento, junto com a PorkExpo e a 3tres3.

Fonte: Com assessoria Acsurs
Continue Lendo
SIAVS 2024 E

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.