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Avicultura

Ambiência e instalações em aviários: o futuro presente na avicultura

Palestrante enaltece que esta necessidade de melhorar a ambiência trouxe excelentes oportunidades para aprimorar o desempenho do lote, o potencial genético, uma maior lucratividade, bem como a economia de energia, que é possibilitada pela evolução dos equipamentos, a menor mortalidade das aves, o aproveitamento máximo do espaço físico e o bem-estar dos animais.

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Foto: Arquivo/OP Rural

Apresentar a importância da ambiência de qualidade, bem como a necessidade de excelência nas instalações avícolas, além de enaltecer as possibilidades que a inteligência artificial oferece à avicultura, foi o objetivo do painel sobre ambiência e instalações, exibido durante a 40ª edição da Conferência Facta WPSA-Brasil 2023, em meados de maio. Realizado de forma online, o evento reuniu profissionais renomados e abordou temas relevantes para o setor, destacando a importância da gestão de dados e o papel da inteligência artificial (IA) na avicultura.

Conforme explanado por Luiz Cavagnoli, de uma fornecedora de equipamentos, a história da avicultura demonstra a evolução do setor ao longo dos anos. Se no passado, as aves tinham um porte menor e consequentemente eram menos produtivas, com o avanço da genética e as técnicas de manejo aprimoradas, os frangos atuais apresentam maior conversão alimentar e ocupam maior espaço físico. “Os aviários passaram a ter a necessidade de controlar a ambiência, porque os novos portes de galinha necessitam de mais espaço e de mais cuidados para que a produção atinja todo o potencial desejado”, afirma.

Engenheiro Luiz Cavagnoli – Foto: Divulgação/Facta

O palestrante enalteceu que esta necessidade de melhorar a ambiência trouxe excelentes oportunidades para aprimorar o desempenho do lote, o potencial genético, uma maior lucratividade, bem como a economia de energia, que é possibilitada pela evolução dos equipamentos, a menor mortalidade das aves, o aproveitamento máximo do espaço físico e o bem-estar dos animais.

Inteligência Artificial na Avicultura

Neste cenário no qual a produção avícola está cada vez mais eficiente, a inteligência artificial vem trazendo muitas vantagens, isso porque ela possibilita utilizar dados que são importantes e que ajudam muito no aprimoramento das vantagens competitivas, além de melhorar a performance e oferecer o controle total do clima dentro do aviário. “A IA oferece muitas vantagens à ambiência, porque ela possibilita um melhor desempenho do lote, a melhoria do potencial genético ajuda no controle dos gases e possibilita que a tabela de temperatura seja atualizada em tempo real e, desta forma, eventuais problemas podem ser sanados muito rapidamente”, observa.

O palestrante enalteceu a previsibilidade que a IA oferece à avicultura, pois ela possui por meio de análise dos algoritmos computacionais, a possibilidade de alinhar e recalcular eventuais procedimentos que estão sendo realizados para que a eficiência não seja perdida. “Uma das grandes dificuldades de hoje é o trabalho realizado de forma empírica, ou seja, o famoso eu acho. As tecnologias estão aí para dar subsídios científicos do que é preciso fazer para melhorar o trabalho avícola”, expõe.

Luiz elencou alguns procedimentos que podem ser beneficiados com a utilização da IA, tais como: o correto mapeamento das necessidades dos animais, histórico de performance, informações sobre a genética, equipamentos específicos para cada aviário, o que vai possibilitar resultados únicos para cada plantel. “Isso é muito importante porque as granjas não precisarão mais ter um plano único que é repetido em todo o país, pelo contrário, cada produtor pode encontrar na IA uma aliada para ajustar a sua produção específica, levando em conta as suas características”, informa.

Entre os desafios para a implantação da IA o profissional destacou que muitos produtores e profissionais que trabalham com a produção de proteína animal ainda estão escolhendo trabalhar de forma empírica, fazendo o manejo da forma que sempre foi feito, sem utilizar as novas oportunidades que a tecnologia oferece. “A falta de pessoas qualificadas para operar os equipamentos, além da falta de conectividade, também são empecilhos que estão atrasando a utilização da IA na avicultura. Por outro lado, temos inúmeros exemplos de planteis que já estão utilizando a IA e estão beneficiando-se do potencial que ela oferece, desta forma, estamos aprendendo a caminhar com a IA, mas temos um enorme potencial de crescimento que vai trazer grandes benefícios para o futuro”, adianta.

Climatização

Consultor Pedro Rogério Reitz Júnior – Foto: Divulgação/Facta

Conforme o consultor de uma fornecedora de equipamentos, Pedro Rogério Reitz Júnior, controlar a climatização das granjas é questão de contribuir para que a produção avícola atinja todo o seu potencial. Ele apresentou as novas tendências do mercado que são circuladores de ar e exaustores com maiores vazões, que foram projetados para promover uma maior eficiência para as novas granjas que concentram um maior número de animais, bem como aves mais robustas e eficientes. Entre os benefícios da utilização dos circuladores de ar o palestrante destacou que eles promovem a homogeneização da temperatura do ar ao longo da granja, reduzem a estratificação do ar, que é o efeito do ar quente subir e do ar frio descer. Na época de inverno úmido, promovem a mistura do ar quente com o ar frio para um melhor controle dessa umidade e também reduzem o consumo de energia.

“Os circuladores de ar promovem a homogeneização da temperatura e reduzem a estratificação do ar, enquanto os exaustores possibilitam uma maior vazão e redução do consumo de energia. A correta instalação e utilização desses equipamentos fará toda a diferença para o sucesso desta utilização”.

Energias alternativas

Consultor da Globoaves, Álvaro José Baccin – Foto: Divulgação/Facta

Além do grande investimento em ração que é preciso para produzir frangos de qualidade, outro investimento que precisa ser bem planejado nos aviários são quais as fontes de energia que serão utilizadas, por que a ambiência dos aviários é fator importantíssimo para o sucesso da produção. O consultor da Globoaves, Álvaro José Baccin, participou do painel e discorreu sobre as principais fontes alternativas de energia.

O profissional destacou que o Brasil é exemplo na utilização de fontes renováveis de energia, apresentando o dado de que o país conta com 48,4% de fontes renováveis de energia, enquanto o restante do mundo utiliza apenas 15%. Entre as principais fontes de energia que são mais utilizadas na avicultura o palestrante destacou os pellets, pinus, gás GLP, lenha eucaliptus, cavaco, biogás e a energia elétrica. “Destes a lenha eucalipto é a mais barata e a energia elétrica é a mais cara”, cita.

Ele chamou a atenção para a necessidade de um bom isolamento nas granjas, porque isso possibilita um melhor aproveitamento das fontes energéticas. “Na avicultura de hoje precisamos eliminar tudo aquilo que não é benéfico ou que atrapaha o desempenho das aves, desta forma, ter um bom controle do alojamento é fundamental para que o aviário tenha condições de atuar com o seu potencial máximo”, afirma.
Com relação as novas opções de matrizes energéticas, o profissional destacou a oportunidade de utilizar biodigestores que utilizem a cama dos frangos. “Existem muitos estudos e experiências que mostram que é vantajoso utilizar os biodigestores, vale a pena investir e estudar mais este assunto, bem como as possibilidades da utilização do hidrogênio verde”, orienta.

O palestrante frisou que todas as formas de matrizes energéticas podem ser utilizadas e cada produção precisa planejar e verificar qual é a mais eficiente. “Existem variáveis diferentes em cada plantel, desta forma é preciso projetar qual é a melhor utilização específica para cada aviário. Olhando para o futuro enxergamos muitas possibilidades, por isso o estudo para melhorar a utilização das fontes renováveis de energia não pode parar e os produtores precisam ficar atentos às novidades para que consigam implantar e valer-se das oportunidades que estão sendo criadas”, finaliza.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor avícola acesse acesse gratuitamente a edição digital Avicultura Corte e Postura. Boa leitura!

 

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

Avicultura em foco no segundo dia do Congresso O Presente Rural

Programação repleta de palestras e discussões voltadas para o setor avícola. Você pode acompanhar tudo pelo Facebook e YouTube do jornal O Presente Rural.

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Fotos: Sandro Mesquita/OP Rural

O segundo dia do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural começou cedo em Marechal Cândido Rondon (PR), com uma programação repleta de palestras e discussões voltadas para a avicultura. Este dia promete trazer informações importantes e atualizações para os profissionais do setor. Você pode acompanhar tudo pelo Facebook e YouTube do jornal O Presente Rural.

A abertura do acontece às 09h30 com palestra de Paulo Sérgio Cândido, diretor do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar). Em sua explanação ele aborda o mercado de carnes, Cândido o cenário atual e as perspectivas para a avicultura, destacando as oportunidades de crescimento e os desafios que o setor enfrenta.

Às 10h15, Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), sobe ao palco para abordar o atual cenário da influenza aviária, seus impactos na avicultura comercial e as medidas de controle e prevenção necessárias. A palestra traz uma análise detalhada das ações necessárias para garantir a biosseguridade e prevenir surtos da doença.

Logo após, às 11 horas, Marcos Mores, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, apresenta estratégias de biosseguridade para evitar a entrada de doenças nos aviários. Mores destaca práticas eficazes para a proteção do plantel, enfatizando a importância de uma abordagem preventiva.

A programação da manhã encerra com uma pausa para visitação aos estandes dos expositores e interação entre os participantes. Esta é uma oportunidade para os produtores e profissionais do setor conhecerem as últimas inovações e tecnologias disponíveis no mercado.

Às 14 horas, a programação técnica é retomada com Rudolf Giovan Portela, da Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos para Aves e Suínos (Anfeas), que fala sobre a escolha, manutenção e uso correto de equipamentos, ressaltando a importância da tecnologia para a eficiência produtiva.

Encerrando o evento, às 14h45, Irineo da Costa Rodrigues, presidente da Lar Cooperativa, detalha os 25 anos da avicultura na Lar e oferece uma visão para o futuro. Rodrigues traz uma retrospectiva das conquistas e os planos para o desenvolvimento contínuo do setor, destacando as estratégias de crescimento e inovação da cooperativa.

Selmar Marquesin, diretor de Comunicação e Marketing do jornal O Presente Rural, expressou seu entusiasmo com o segundo dia do evento: “Hoje focamos na avicultura, um setor vital para o agronegócio brasileiro. As palestras foram essenciais para compartilhar conhecimento e promover a inovação contínua na produção avícola nacional”, enlateceu Marquesin.

Realização, apoio e patrocínio

O evento é realizado pelo jornal O Presente Rural, Lar Cooperativa Agroindustrial e Frimesa, com o apoio do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar) e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Além disso, conta com o patrocínio de importantes empresas do setor, incluindo na cota diamante Agrifirm, Agroceres PIC, American Nutrients, Biochem, Boehringer Ingelheim, Casp, Dandred, Grasp, MSD Saúde Animal, Oligo Basics, Sicredi e Vetanco; na cota ouro Cargill, Cobb, Huvepharma, Phibro, Salus, Suiaves, Vaccinar; na cota prata Agroceres Multimix, Aleris, Cinergis Agronegócios, DNA South America, Equittec, GD Brasil, HB Agro, Imeve, MS Schippers, NNATRIVM, Sanex, Sauvet, Sicoob, Suitek e Xcare; e na cota especiais BioSyn, MM2, Natural BR Feed, Ourofino, Polinutri, Vaxxinova e VetQuest.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Especialistas debatem em torno da vacinação contra Influenza aviária

Enquanto em muitos países as vacinas são uma estratégia à prevenção e controle da doença, no Brasil, sua aplicação é proibida, fundamentada pelas condições sanitárias, econômicas e de políticas públicas, além da não identificação da enfermidade em unidades comerciais de produção.

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Foto: Renato Lopes/APA

Devido ao seu potencial devastador para as aves e possíveis riscos à saúde humana, a Influenza aviária (IA) representa uma preocupação crescente para a indústria avícola global. Enquanto em muitos países as vacinas são uma estratégia à prevenção e controle da doença, no Brasil, sua aplicação é proibida, fundamentada pelas condições sanitárias, econômicas e de políticas públicas, além da não identificação da enfermidade em unidades comerciais de produção. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e outros órgãos reguladores justificam que a adoção de estratégias de vigilância ativa, controle de tráfego de aves e biossegurança nas granjas são mais eficazes na prevenção da enfermidade.

Durante o 21º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, realizado em Ribeirão Preto (SP), uma das discussões mais importantes girou em torno da mesa redonda dedicada às vacinas para Influenza aviária. Com a participação de especialistas da área, o debate proporcionou uma visão para explorar os desafios contemporâneos enfrentados nesse campo.

A zootecnista, diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade e Meio Ambiente do Conselho Mundial da Avicultura (IPC), Sula Alves, atuou como mediadora. Ela enfatizou que a vacinação preventiva não é permitida no Brasil e ressaltou que, no contexto internacional, o mercado tem se posicionado contra a vacinação como método de controle sanitário. “Esse é também o nosso posicionamento, que é sempre dependente do contexto atual e suscetível às mudanças conforme a situação e o momento exigirem”, ressaltou.

Brasil

A chefe da Divisão de Gestão de Planos de Vigilância do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Daniela de Queiroz Baptista, detalhou estratégias para o enfrentamento da doença e o posicionamento do Mapa em relação ao uso da vacina. “A principal estratégia do Ministério da Agricultura para vigilância, controle e monitoramento da Influenza aviária é o nosso Plano de Contingência”, frisou.

Daniela ressaltou que a biosseguridade é uma peça-chave nesse processo. “A biossegurança é imprescindível para a prevenção, não apenas da IA, mas também de outras doenças”, salientou, adiantando que o Mapa está fazendo a vigilância genômica dos vírus que chegaram ao Brasil para fazer uma caracterização completa desses agentes patogênicos.

Quanto à vacinação, esclareceu que, segundo a Instrução Normativa 32 de 2002, a aplicação de vacinas contra IA só é permitida em situações excepcionais quando da comprovação da doença em aves comerciais, avaliação do risco, análise da situação epidemiológica e após autorização do Departamento de Saúde Animal do Mapa, e não como medida preventiva rotineira. “O registro de vacinas contra Influenza aviária ainda não é autorizado pelo Mapa, mas existe a prerrogativa de solicitar a importação desses produtos para vacinar um lote em uma situação de emergência, se necessário, por meio do decreto 5053 para atendimento aos programas oficiais a qualquer momento, mesmo que essas vacinas não estejam registradas no Brasil. E isso quer dizer que a aplicação deste imunizante é proibida no Brasil, mas pode ser aplicado mediante avaliação”, explicou.

América Latina

Autoridade em sanidade avícola reconhecido mundialmente, o médico-veterinário Luiz Sesti apontou como preocupante a falta de informação sobre a vacinação contra a gripe aviária no mundo, especialmente entre a indústria avícola e as autoridades de diversos países. “É impressionante a desinformação sobre vacinação contra a gripe aviária no mundo”, apontou.

Em alguns países da América Latina, a aplicação da vacina é restrita a aves de longa vida, como poedeiras comerciais e aves de reprodução pesadas e medianas, sendo adotada apenas por Equador, Peru, Bolívia e Uruguai, contudo nenhum lote de frango de corte destes países foi vacinado até o momento. México, Guatemala e República Dominicana vacinam todas as aves.  “Uma limitação importante é que nenhum desses países na América Latina possui a capacidade de realizar o teste de diferenciação entre aves vacinadas e infectadas (DIVA), devido ao uso de plataformas de vacinas que não permitem essa tecnologia”, evidenciou.

Já o doutor em Medicina Veterinária, Filipe Fernando, destacou as tecnologias de imunizantes disponíveis no mercado e os países que já adotam a vacinação em escala. Ele ressaltou que os desafios enfrentados no mundo atualmente não se limitam apenas às aves, mas afetam todos os elos da cadeia avícola global e têm implicações na segurança alimentar do planeta.

Com sua atuação no Peru, o médico-veterinário Cesar Alfredo Reyes Macedo trouxe uma perspectiva regional, destacando os desafios únicos enfrentados pelo Peru na luta contra a Influenza aviária, destacando os conceitos aprendidos ao longo de mais de um ano do registro da gripe aviária no país, onde a imunização das aves é uma prática consolidada.

Com 85% da indústria avícola peruana situada na costa, Macedo ressaltou a preocupação com a propagação do vírus através da migração. Ele sublinhou a importância da saúde única em nível global, destacando os impactos ecológicos da doença nos países afetados. “É preciso cada vez mais reforçar que o controle do vírus não apenas protege a indústria avícola, mas também é imprescindível para prevenir novas pandemias e garantir a segurança alimentar global”.

O médico-veterinário Marcelo Zuanaze encerrou a mesa redonda com uma visão sobre o futuro da pesquisa e o desenvolvimento de vacinas. Sua apresentação destacou a importância da inovação contínua e da colaboração global para enfrentar os desafios impostos pela Influenza aviária. “Não existe uma solução única. Devemos adotar uma abordagem abrangente, incluindo biossegurança, vigilância ativa e passiva, além de educação e comunicação. Seguir as diretrizes do plano nacional contra a doença é essencial para garantir transparência e confiança na segurança alimentar. Educar a população é vital para evitar impactos negativos tanto no consumo como nas relações comerciais do Brasil”, enfatizou.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor avícola acesse a versão digital de Avicultura de Corte e Postura clicando aqui. Boa leitura

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural: programação para impulsionar conhecimento e inovação

Evento anual reúne os principais nomes da avicultura e suinocultura, oferecendo uma programação abrangente e diversificada destinada a promover o conhecimento e a inovação nesses setores vitais para o agronegócio brasileiro.

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Em uma semana, nos dias 11 e 12 de junho, Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, será o palco do Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural. Este evento anual reúne os principais nomes da avicultura e suinocultura, oferecendo uma programação abrangente e diversificada destinada a promover o conhecimento e a inovação nesses setores vitais para o agronegócio brasileiro. O evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial para convidados e com transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube do jornal O Presente Rural.

No primeiro dia, 11 de junho, as atividades serão dedicadas à suinocultura. A programação inicia às 09h40 com uma palestra sobre os desafios atuais da suinocultura, ministrada por Elias Zydek, presidente da Frimesa. Às 10 horas, Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), discutirá o mercado da carne suína, abordando o cenário atual, perspectivas futuras, aumento do consumo interno e exportações. Em seguida, às 10h45, Charli Ludtke, diretora técnica da ABCS, falará sobre o papel do produtor no bem-estar animal.

Após uma pausa para interação com empresas, as atividades serão retomadas às 13h30 com Luciana Diniz dos Santos da Silveira, presidente regional da Associação Brasileira dos Médicos Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves-PR), que discutirá a identificação e tratamento de doenças em suínos. Às 14h15, Marcos Mores, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, abordará a prevenção e os impactos de doenças respiratórias em suínos. A programação do dia será encerrada às 15 horas com Rafael Gonçalves Dias, gerente de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), que falará sobre biosseguridade na granja suína.

No dia 12 de junho, o foco será a avicultura. A programação começa às 09h30 com Paulo Cândido, diretor do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), discutindo o mercado de carnes e as perspectivas para a avicultura. Às 10h15, Rafael Gonçalves Dias retornará para abordar a Influenza aviária e suas implicações na avicultura comercial. Às 11 horas, Marcos Mores falará sobre biosseguridade.

Às 14h00, Rudolf Giovani Portela, da Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos para Aves e Suínos (Anfeas), apresentará uma palestra sobre a escolha, manutenção e uso correto de equipamentos. Encerrando o evento, às 14h45, Urbano Inácio Frey, segundo vice-presidente da Lar Cooperativa, falará sobre os 25 anos da avicultura na Lar e sua visão para o futuro.

Selmar Marquesin, diretor de Comunicação e Marketing do jornal O Presente Rural, enfatiza a importância do evento: “A programação deste ano foi cuidadosamente elaborada em colaboração com especialistas do setor para atender às reais necessidades da avicultura e suinocultura nas propriedades rurais. Queremos proporcionar um ambiente de aprendizado e troca de conhecimento que seja verdadeiramente relevante e impactante para os produtores”, ressalta.

Feira de Negócios

Entre as novidades do evento deste ano está a Feira de Negócios com algumas das mais importantes empresas brasileiras e grandes multinacionais, com focos variados dentro da nutrição e saúde animal , equipamentos, genética, dentre outros segmentos.

Realização, apoio e patrocínio

O evento é realizado pelo jornal O Presente Rural, Lar Cooperativa Agroindustrial e Frimesa, com o apoio do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Além disso, conta com o patrocínio de importantes empresas do setor, incluindo na cota diamante Agrifirm, Agroceres PIC, American Nutrients, Biochem, Boehringer Ingelheim, Casp, Dandred, Grasp, MSD Saúde Animal, Oligo Basics, Sicredi e Vetanco; na cota ouro Cargill, Cobb, Huvepharma, Phibro, Salus, Suiaves, Vaccinar; na cota prata Agroceres Multimix, Aleris, Cinergis Agronegócios, DNA South America, Equittec, GD Brasil, HB Agro, Imeve, MS Schippers, NNATRIVM, Sanex, Sauvet, Sicoob, Suitek e Xcare; e na cota especiais BioSyn, MM2, Natural BR Feed, Ourofino, Polinutri, Vaxxinova e VetQuest.

Com uma programação tão rica e diversificada, o Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural promete ser uma experiência enriquecedora para todos os envolvidos, refletindo o compromisso contínuo com a inovação e o avanço do agronegócio brasileiro.

Fonte: O Presente Rural
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