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Alltech do Brasil completa 20 anos

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Fundada há mais de 30 anos pelo irlandês – Pearse Lyons –, em Lexington, (Kentucky – EUA), a Alltech é conhecida pela qualidade e pioneirismo em tecnologia para nutrição animal. Hoje, é considerada uma das líderes mundiais e está entre as 10 maiores empresas do segmento no mundo.

A empresa fatura em torno de 700 milhões de dólares em todo o mundo e a América Latina é responsável por 38% do faturamento global. A perspectiva é que o grupo atinja cifras de US$ 1 bilhão em faturamento em 2013 e US$ 4 bilhões de dólares em vendas nos próximos cinco anos.

A Alltech comemorou 20 anos no Brasil neste ano, país que conta com o segundo maior mercado global. De acordo com Clodys Menacho, Diretor Comercial, a Alltech Brasil cresceu 30% em 2012 em relação a 2011. “Definitivamente 2013 está sendo muito desafiante, mas a perspectiva é crescer em torno de 25% a 35%. Temos estratégias para desenvolver e produzir novas tecnologias que possam otimizar este rendimento e nossa produtividade. Uma de nossas apostas é a alga – nova matéria-prima para o mercado, que promete conquistar bons mercados”, ressalta Clodys.

Investimentos em tecnologia
Em média, 7% a 10% do faturamento mundial/ano são investidos em pesquisa na área de nutrição para o desenvolvimento de soluções naturais inovadoras. A empresa tem focado os investimentos, nos últimos quatro anos, em nutrigenômica, algas e soluções diretas ao consumidor final.

Desde 2008, a Alltech dispõe de um laboratório de nutrigenômica, onde aplica as mais modernas tecnologias com o objetivo de gerar bases de dados que detalham os efeitos da nutrição sobre os perfis da expressão dos genes nos tecidos de várias espécies. Além da nutrigenômica, nos centros de pesquisa da Alltech são realizados estudos de glicômica funcional; fermentação em estado sólido; fermentação ruminal; emissão de gases de efeito estufa; aquicultura; microminerais orgânicos e algas.

“Nossa missão é melhorar a saúde e o rendimento animal, potencializando o valor nutricional do alimento e, consequentemente, a saúde e a nutrição animal”, diz o vice-presidente da empresa para a América Latina, Guilherme Minozzo.

Minozzo comenta que a fermentação de algas, que está entre as fontes de alimento e energia mais renováveis do mundo, irá desempenhar um papel importante na saúde e nutrição, tanto humana como animal em um futuro próximo. “Por esta razão que compramos uma das maiores unidades de fermentação de algas do mundo, em Winchester, Kentucky,  Estados Unidos,” conta.

No mercado brasileiro a Alltech lançou recentemente o SP1 – ingrediente em pó à base de algas. Este pode ser adicionado à ração e garante o nível desejável de DHA (Ômega 3). Para atender a esta necessidade, a Alltech possui um sistema de produção de algas heterotróficas, que utilizam açúcares como principal fonte de energia para se desenvolverem, sem a necessidade de luz solar. “A biomassa das algas pode conter inúmeros componentes disponíveis como proteína, ácidos graxos, vitaminas, pigmentos, óleos, minerais, além de serem substitutas potenciais de óleo e farinha de peixe e um antioxidante natural. Ambas podem ser encontradas em águas doce ou salgada”, explica Clodys Menacho.

Um dos programas que resultou dos investimentos em nutrigenômica foi a Nutrição Programada. O objetivo do projeto é fazer com que o animal atinja seu potencial máximo, aumente a lucratividade na produção de proteína animal e atenda a demanda de mercado.  O produtor busca esta eficiência para proporcionar proteína de melhor qualidade, mais nutritiva e macia ao consumidor.

Nos últimos três anos, a Alltech tem realizado importantes investimentos e após um período de joint venture com outros investidores, assumiu 100% do controle acionário da planta de biotecnologia do São Pedro do IVAÍ-PR – maior fábrica de biotecnologia dedicada à nutrição animal do Brasil – e da estrutura no México. No mundo, a Alltech tem realizado diversas aquisições de plantas de premixes (aditivos, vitaminas e minerais que  compõem as rações).

Apostando no segmento equino, a empresa é, pela segunda vez, a patrocinadora titular dos Alltech FEI World Equestrian Games 2014™ – Jogos Equestres Mundiais, que irão ocorrer entre os dias 23 de agosto e 7 de setembro de 2014, na Normandia, região noroeste da França.

Em torno de 1000 competidores, junto aos seus cavalos, deverão participar do evento. Mais de 60 países estarão representados nos jogos pelos concorrentes e também por aproximadamente 500 mil visitantes. A Alltech conta com a parceria de uma das maiores produtoras de ração animal – em todos os segmentos – do Brasil: a Guabi parceiro oficial dos jogos no país.

Esse campeonato resume os valores da Alltech: paixão, excelência e desempenho. O patrocínio oferecido aos esportes equestres dá vida à marca e agrega valor aos nossos parceiros, gerando fortes laços com o consumidor de nossas soluções nos momentos de grande emoção. Será um ano de muita organização e com muitas expectativas”, ressalta Dr. Pearse Lyons. Para obter mais sobre o evento, acesse o site www.alltechfeiweg2014normandy.com

Cronologia da Alltech Brasil
1993 – Inaugurada a unidade Brasil da Alltech – uma das mais importantes do mundo.

– Aidan Connolly, ex-gerente da Alltech França – iniciou as atividades no Brasil. Os primeiros clientes da Alltech foram Mogiana Alimentos, Cargill e Braswey. Atualmente, a Alltech cresce em torno de 20% ao ano.

1994 /1995– Guilherme Minozzo ingressa na Alltech como gerente de Vendas para região do Paraná; hoje ocupa o cargo de Vice Presidente da Alltech para América Latina. Em 1995 foram contratados: Maurício Rocha (hoje Gerente Nacional de Vendas para Petfood América Latina) e Simone Cavalli (atualmente Diretora de Operações para América Latina).

1994 a 2000 – Foi um período de investimentos para consolidar a empresa no mercado e aumentar a sua presença.

2000 a 2010 – Neste período, a Empresa focou em seu core business – Actigen; Bioplex; Mycosorb, Selplex e Bio-mos. A pecuária foi o segmento que mais cresceu neste período.

2011 – até hoje – A Alltech busca cada vez mais soluções  tecnológicas e sustentáveis para oferecer um melhor produto, pensando em melhor qualidade de vida para os humanos e animais. Hoje, a Alltech atua em todos os segmentos e sua atuação no mercado divide-se em: ruminantes (30%); avicultura (25%); suinocultura (20%); pets (20%); aquicultura e equinos (5%).

Alltech no Mundo 
Com mais de 33 anos de mercado, a Alltech é líder em nutrição animal natural do mundo e umas das principais em biotecnologia. Sediada em Lexington, Kentucky (EUA), possui 31 plantas e cinco centros de Biociência localizados nos EUA, Irlanda e China além de escritórios e distribuidores em 128 países. No Mundo, a Alltech conta com mais de 3.100 colaboradores.

A empresa é focada no desenvolvimento de soluções naturais para melhorar a saúde e o desempenho de peixes, camarões, aves, equinos, suínos, pets, bovinos de leite e corte. Esse é o negócio da Alltech e a rastreabilidade é prioridade. Todas as unidades estão sujeitas aos rigorosos sistemas de garantia de qualidade que excedem os padrões estabelecidos por órgãos regulatórios locais, regionais e internacionais. Para garantir a qualidade de todos seus processos a Alltech desenvolveu e implantou em todas as unidades produtivas o Alltech Quality System (AQS), um sistema próprio para garantir a excelência em qualidade.

Fonte: Ass. de Imprensa Alltech

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Notícias Agronegócio

Volume exportado cresce, mas faturamento se mantém estável no início de 2019

De janeiro a abril deste ano, as exportações dos produtos do agronegócio cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018

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Ivan Bueno/APPA

Após atingirem volume recorde no ano passado, os embarques dos produtos do agronegócio brasileiro se mantêm firmes em 2019. De acordo com pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, de janeiro a abril deste ano, as exportações (em quantidade) dos produtos do agronegócio brasileiro cresceram 8% frente às do mesmo período de 2018.

Já o faturamento em dólar se limitou a crescer apenas 0,3% no mesmo período. Neste caso, pesquisadores do Cepea destacam que foi a queda dos preços médios em dólar que não permitiu ao setor obter um faturamento maior no primeiro quadrimestre deste ano. Além disso, a valorização da moeda nacional reduziu a atratividade das vendas agrícolas brasileiras. Nesse sentido, foi o volume exportado que manteve o faturamento em dólar do setor no início de 2019 em patamar positivo.

Produtos exportados

Quando comparado o primeiro quadrimestre deste ano frente ao mesmo período de 2018, o algodão em pluma foi o produto que registrou o aumento mais significativo nos embarques, de 75%. As vendas externas de milho e café também apresentaram crescimentos expressivos, de 42% e 32%, respectivamente.

Pesquisadores do Cepea indicam que o ano tem se apresentado promissor para algodão, milho e carnes. Há expectativa de que as carnes continuem apresentado aumentos nas vendas externas, principalmente para os países asiáticos. No caso do algodão, exportadores brasileiros conquistaram a segunda posição no ranking de vendas internacionais do produto.

Destino

A China segue como principal parceira comercial do setor, mas tem uma pauta muito concentrada nos produtos do complexo da soja, com destaque para soja em grão. A Europa é o segundo maior destino dos produtos agrícolas e os Estados Unidos são o terceiro. Países que compõem o grupo “outros” também têm participação significativa de 30% nas exportações brasileiras totais, com destaque para os asiáticos.

2019

Este deve ser mais um ano de boa colheita de grãos, o que deve manter elevada a disponibilidade dos produtos, tanto para consumo doméstico quanto para exportação. O exportador deve se manter atento à disputa comercial entre China e Estados Unidos, tendo em vista que esse contexto favorece o Brasil, que pode manter fatia maior nas exportações de produtos agrícolas à China, inclusive para o mercado de carnes. Por outro lado, os preços no mercado internacional têm se reduzido.

Há que se considerar, também, o efeito do câmbio. O Real tem se desvalorizado com mais força nos últimos meses, o que ajuda a manter a atratividade dos produtos brasileiros no mercado externo, favorecendo o crescimento do volume exportado. Caso a moeda nacional se mantenha mais desvalorizada, o faturamento em Real do setor pode continuar crescendo em 2019.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Arc Mercosul

Adiantada, colheita de milho do Brasil atinge 12,5% da área

Após plantio antecipado, colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos

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Divulgação

O Brasil havia colhido até esta semana 12,5% de sua área de milho segunda safra, em ritmo acelerado que supera os 3,9% registrados na mesma época em 2018, informou na quarta-feira (19) a consultoria Arc Mercosul. Após um plantio antecipado, a colheita da safra que promete ser recorde também está adiantada em relação à média de cinco anos, de 4%, segundo dados da Arc Mercosul.

O Paraná é o Estado mais adiantado nos trabalhos, com 21% da área colhida, disse a consultoria, apontando o mesmo percentual divulgado na véspera pelo Departamento de Economia Rural (Deral), do governo paranaense.

Em Mato Grosso, maior produtor nacional, a colheita avançou para 16,9%, seguido por Goiás, com 7%, segundo a Arc Mercosul.

Com uma segunda safra favorecida por boas condições climáticas, o Brasil deverá colher mais de 100 milhões de toneladas de milho na temporada 2018/19, segundo algumas consultorias especializadas.

Fonte: Reuters
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Notícias Map autorizou

Produtor pode usar Virginiamicina como melhorador de desempenho

Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos, que trata da intenção de proibição de comercialização

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Arquivo/OP Rural

A Virginiamicina é autorizada para uso como aditivo melhorador de desempenho na produção animal. A informação foi confirmada por parecer técnico da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/MAPA), divulgado no dia 7 de junho.

Ofício 309/2019 assinado pelo titular da SDA/MAPA, José Guilherme Tollstadius Leal, confirma parecer favorável da Secretária à “manutenção por 24 meses do uso da molécula (Virginiamicina) na finalidade do atual registro”.

Dessa forma, a Virginiamicina é retirada da lista de antimicrobianos da Portaria 171/2018, que trata da intenção de proibição de comercialização.

“A comunicação da SDA/MAPA reconhece o importante papel da Virginiamicina como melhorador de desempenho, possibilitando aos pecuaristas, produtores de leite, suinocultores e avicultores o uso dessa molécula para a melhoria de desempenho na produção animal, com consequente aumento da produtividade”, ressalta Mauricio Graziani, presidente da Phibro Animal Health.

Fonte: Assessoria
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