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Alimentos Preparados ganha painel inédito na InterCorte São Paulo

Espaço debaterá o papel da carne além do churrasco

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Pecuaristas de todo o Brasil se reúnem nos dias 21, 22 e 23 de novembro na capital paulista para a última etapa da InterCorte 2018, evento itinerante que percorre os principais polos de produção da pecuária no Brasil, com o objetivo de levar informações e tecnologias aos criadores de gado. O evento, que será realizado no WTC Golden Hall, oferece em três dias uma série de atrações que pretendem promover uma integração não só entre os players do setor pecuário de corte, mas também outros setores do agronegócio que fazem parte da cadeia produtiva de alimentos.

Dentre as atrações confirmadas para o segundo dia do evento está o painel “A carne além do churrasco”, liderado pela JBS, por meio das diretorias de Originação e Alimentos Preparados, com uma programação de palestras e degustações que pretendem quebrar paradigmas dos eventos do setor em apresentar apenas a carne in natura. “Essa é uma iniciativa da JBS, que tem como objetivo reforçar o conceito de que a carne vai além do churrasco, trazendo discussões sobre o mercado de alimentos preparados a partir da carne bovina, evidenciando os processos de produção e a qualidade do produto final, possibilitando a degustação dos participantes”, afirma Fabio Dias, diretor de Relacionamento com Pecuarista da JBS.

O painel apresentará aos participantes um panorama do mercado de alimentos preparados no Brasil e no mundo, mostrando o perfil do consumidor desses produtos, tendências e a preocupação com o controle de qualidade no processo produtivo. “Além de apresentar o conceito e a parte teórica deste mercado, pretendemos reforçar, por meio das degustações, a qualidade e o comprometimento com o sabor da carne. Vamos oferecer aos participantes da InterCorte uma experiência gastronômica real com os produtos que são encontrados diariamente no mercado”, ressalta Rodrigo Simioni, diretor Comercial de Alimentos Preparados da JBS Carnes.

“A InterCorte é um evento que pretende levar para a cadeia da pecuária não apenas tecnologias e informações que auxiliem na eficiência produtiva das propriedades, mas também inovações e tendências de mercado que podem ajudar no crescimento da produção de carne no Brasil. O painel de alimentos preparados é uma dessas oportunidades de mercado que a cadeia produtiva precisa estar atentar para aumentar seus números de produção e, consequentemente, a rentabilidade de todos os envolvidos”, destaca Carla Tuccilio, diretora do Terraviva Eventos, que promove a InterCorte.

Outras atrações

A edição da InterCorte São Paulo traz uma programação diferenciada com painéis que atendem a necessidade não apenas do setor produtivo, mas sim para todos os elos da cadeia da carne. Dentre os destaques estão o painel “Caminhos da ILPF”, desdobramento do projeto “Caminho do Boi”, para detalhar aspectos da integração lavoura-pecuária-floresta; “Caminhos da Genética” para abordar as evoluções do segmento de genética; o “Caminhos do Leite”, que tratará da busca por maior produtividade na atividade leiteira e será concluído com degustações de queijos e vinhos; o “Caminhos do Boi 7.7.7” para tratar da técnica para produzir um animal com 21@ em 24 meses; o GPB em Ação – Caminhos do Balizador, promovido pelo Grupo Pecuária Brasil – GPB para discutir ferramenta de balizador de preço da arroba criada pelos pecuaristas; o  Caminhos da Comunicação, espaço onde serão apresentados cases de como outros setores do agronegócio se comunicam com a sociedade; Painel GTPS – Carbono: uma visão prática pela ótica da pecuária, promovido pelo Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) sobre as oportunidades de mitigação das emissões por meio de sistemas bem manejados de pastagens; o InterTechAgro, espaço destinado à apresentação de startups, com uma programação de conteúdo específico desenvolvida para apresentar tecnologias que facilitam a gestão das propriedades e geram mais eficiência à produção animal, inclusive com uma premiação das melhores startups, entre outras atrações.

Fonte: Assessoria

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Notícias Boi Gordo

Oferta limitada mantém indicador firme neste ano

Cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme

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Arquivo/OP Rural

Os preços da arroba do boi gordo estão firmes no mercado brasileiro em 2019. Pesquisadores do Cepea afirmam que esse cenário está atrelado à menor oferta interna de animais prontos para o abate e à demanda firme, especialmente por conta do bom desempenho das exportações nacionais.

No acumulado de 2019 (de 28 de dezembro de 2018 até 17 de abril deste ano), o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 subiu 0,4%, fechando a R$ 154 nessa quarta-feira (17). A firmeza nos valores da arroba somada à queda nos preços do milho (devido à maior oferta), por sua vez, têm favorecido a relação de troca de produtores, que registra o momento mais favorável ao pecuarista desde janeiro de 2018.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Preços da carne de frango sobem com força em abril

Cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano

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Arquivo/OP Rural

As cotações dos produtos de praticamente todos os elos da cadeia têm subido desde o início deste ano, favorecidas pela demanda aquecida e pela produção ajustada, segundo dados do Cepea. Na parcial de abril (até o dia 17), o frango inteiro congelado, negociado no atacado da Grande São Paulo, registra média de R$ 4,65/kg, elevação de 4,4% frente à do mês anterior e de expressivos 51,8% em relação a abril/18, em termos reais (valores foram deflacionados pelo IPCA de março/19).

Para o produto resfriado, os negócios apresentam média de R$ 4,66/kg na parcial deste mês, avanços de 4% e de significativos 54,1% nos mesmos comparativos. Quanto aos cortes, um dos avanços mais significativos nos valores de março para abril, de 7,8%, é observado para a coxa/antecoxa congelada, que registra média de R$ 4,87/kg na parcial deste mês – no ano, o aumento é de 40%.

Fonte: Cepea
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Notícias Prioridade para o bem-estar animal

Aurora inaugura moderna UDG em Chapecó

UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial

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Divulgação

Bem-estar animal é o princípio orientador da Unidade de Disseminação de Genes (UDG II) da Cooperativa Central Aurora Alimentos – terceiro maior grupo industrial de alimentos cárneos do Brasil – inaugurada nesta semana, em Linha Tomazzelli, em Chapecó, SC. A UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial, adotando o que há de mais avançado em genética suína. A unidade absorveu investimentos da ordem de R$ 17 milhões.

O ato inaugural foi presidido pelos diretores Mário Lanznaster (presidente), Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antônio Zordan (diretor de agropecuária), na companhia dos presidentes das cooperativas filiadas, do vice-prefeito Élio Cella, do gerente de produção de suínos Valdir Schumacher e do coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar. O padre Domingos José Dias e o pastor Altair Boita ministraram a benção inaugural.

O presidente Mário Lanznaster destacou que o investimento foi necessário para manter o programa de expansão da produção de suínos da Aurora. O coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar detalhou a complexidade da gestão e da operação da produção de sêmen. O vice-prefeito Élio Cella discorreu sobre a importância da Aurora na economia regional.

O diretor de agropecuária Marcos Zordan destacou que a UDG II atende aos requisitos da legislação europeia de bem-estar animal. A boa alimentação é uma das prioridades, mediante controle da qualidade e potabilidade da água e o fornecimento de nutrição balanceada. Os reprodutores estarão alojados em instalações climatizadas, com pressão positiva e filtro de ar, impedindo a entrada de agentes patogênicos, mantendo a biosseguridade e o bem-estar dos animais. Este moderno sistema de climatização foi desenvolvido para garantir ar na temperatura ideal ao conforto animal, devidamente filtrado e na quantidade adequada para atender à necessidade dos animais gerando conforto térmico.

As densidades na granja foram ajustadas de acordo com as condições ambientais, de manejo e comportamento dos animais. Os pavimentos e pisos foram construídos de forma a evitar e/ou minimizar lesões, com área útil mínima destinada a cada animal igual ou superior a 6 metros quadrados.

As instalações foram planejadas com fundos e laterais das baias com as grades vazadas, permitindo o contato entre os indivíduos e respeitando o comportamento social dos suínos.

O cuidado com a saúde do plantel é outro ponto central, assegurado pela presença de médico veterinário. Com isso, busca-se o correto manejo dos animais, a sanidade e a prevenção de doenças, com o diagnóstico e tratamento (quando necessário). “Queremos as melhores condições de bem-estar para os animais”, sublinha o diretor. Para isso, a equipe de profissionais será treinada e capacitada de acordo com as boas práticas de produção e bem-estar animal.

Estrutura

A UDG II tem área total construída de 4.266,09 m² e abrigará 300 machos doadores dentro das melhores condições de bem-estar animal. Os doadores são machos híbridos, resultado da composição de diferente raças, fornecidos pelas maiores empresas de genética suína do mundo, como Agroceres PIC, DB Danbred e Topigs Norsvin. A UDG II passará a produzir 10.500 doses/semana ou 45.500 doses/mês.

Os reprodutores, antes de ingressarem no galpão principal da unidade, serão recebidos no galpão de quarentena que possui o mesmo sistema de climatização e biosseguridade. Ali, por um período de 30 dias, serão monitorados diariamente objetivando garantir que não são portadores de nenhuma doença ou agente infeccioso.

Uma equipe de 13 profissionais trabalhará na UDG II, com o suporte de um médico veterinário e responsável técnico. O acesso ao local será rigorosamente restrito com uso de arco de desinfecção, escritório para controle de entrada de pessoas, barreira sanitária (banho de funcionários e visitantes) e quarentena obrigatória.

O complexo UDG II, que ocupa uma área de 272 hectares, é constituído por arco de desinfecção, três residências para moradores, prédio administrativo, área de lazer e lavanderia, laboratório, central de coleta e processamento de sêmen, área de quarentena, vestiário de quarentena, galpão de serviços, composteira, casa de maravalha, central de lixo, sala de painéis elétricos, geradores de energia, cabine de medição de energia, reservatórios de água, cisterna e lagoas de dejetos.

Fonte: Assessoria
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