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ACSURS inaugura novo espaço na sede

Toda a estrutura recebeu melhorias, já que o prédio abriga a associação há cerca de 40 anos, praticamente desde o seu início

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A Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS realizou, no dia 8 de junho, a inauguração de seu novo espaço junto a entidade. O Centro de Eventos está situado onde antes funcionava o escritório da entidade, que passou para uma sala ampla ao lado.

Toda a estrutura recebeu melhorias, já que o prédio abriga a associação há cerca de 40 anos, praticamente desde o seu início. As reformas iniciaram em março. ‘‘A ideia da reforma surgiu há cerca de dois anos pensando no bem-estar e na segurança dos profissionais que atuam junto a entidade e agora conseguimos colocar em prática’’, comenta o presidente da ACSURS, Valdecir Folador, dizendo que a realização do projeto não seria possível sem o auxílio das empresas parceiras.

O Centro de Eventos conta com miniauditório com espaço para 80 pessoas sentadas, mesa de reunião com espaço para 14 pessoas, projetor e sistema de som. ‘‘Este espaço é do suinocultor e das empresas ligadas ao setor. Será um prazer receber treinamentos, palestras, entre outras ações’’, comenta o diretor executivo da entidade, Fernando Gimenez. 

Presenças

Do ato de inauguração participaram o prefeito de Estrela, Rafael Mallmann, o secretário de Agricultura e ex-presidente da ACSURS, José Adão Braun, ex-presidente da ACSURS Gilberto Moacir da Silva, subsecretário do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Sérgio Foscarini, membros da Diretoria e do Conselho Administrativo da ACSURS, fornecedores e representantes de empresas parceiras da suinocultura gaúcha.

Para os bons paladares

Após o ato de inauguração, foi servido um almoço à base de carne suína, com paella e leitão assado. Tudo sob o comando de Luciano da Rocha Luz, que este ano será o operador do Restaurante da ACSURS na Expointer. Os pratos foram preparados pelo chef Cristiano Marques, que trabalha há oito anos com Luciano no Bali Hai, em Atlântida (RS).

Os dois leitões foram cedidos pelos suinocultores Ilânio Johner, da Granja Balduíno, e José Altair Johner, da Granja Altamir, ambas de Cruzeiro do Sul.

Fonte: Assessoria

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Notícias Produção

Como evitar perdas na agricultura com as mudanças do clima

Com o passar dos anos, o clima foi mudando e causando impactos, tanto positivos quanto negativos, na produção de alimentos

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Divulgação

A agricultura é uma atividade dependente de fatores climáticos e a mudança no clima pode afetar a produção agrícola de várias formas. Seja por alterar a frequência de eventos extremos, relacionados com os regimes térmico e hídrico, ou pelo aumento dos problemas causados por pragas e doenças, entre outros. O assunto é importante para toda a sociedade, pois a agricultura brasileira é responsável por participação relevante na economia nacional.

Os relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) demonstraram que o clima do planeta está mudando e que a elevação da concentração dos gases de efeito estufa é a principal causadora. Por exemplo, a concentração de CO2 na atmosfera, que em 1960 era de 315 ppm, hoje está acima de 412 ppm, além da velocidade de aumento dessa concentração estar cada dia sendo acelerada.

A partir dos relatórios do IPCC, começaram a ser desenvolvidos estudos relacionados às mudanças climáticas em diversos locais do mundo e seus potenciais impactos na agricultura. No Brasil, a Embrapa tem trabalhado em alguns projetos de pesquisa envolvendo a questão do aquecimento global e a adaptação de culturas às novas condições ambientais esperadas.

Com o passar dos anos, o clima foi mudando e causando impactos, tanto positivos quanto negativos, na produção de alimentos. Anderson Santi, pesquisador em mudanças do clima da Embrapa Trigo, destaca os trabalhos realizados sobre emissão e sequestro de gases de efeito estufa e quais os sistemas que melhor se adaptam à realidade brasileira: “O sistema plantio direto trabalha toda a questão de solo e de planta e, automaticamente, envolve o clima porque esse sistema absorve bastante carbono, por meio de um dos principais gases de efeito estufa que é o CO2”, diz.

Segundo Santi, se o sistema plantio direto for trabalhado de forma adequada, conforme as recomendações técnicas, quando é mantida cobertura vegetal, com palhada no sistema o ano todo, o agricultor estará retirando CO² da atmosfera e, indiretamente, colocando-o no solo. “Essa cobertura orgânica, com plantas vivas e restos culturais, visa a proteger o solo contra o impacto direto da chuva e do vento, que causam erosão. Além disso, a cobertura do solo auxilia na regulação da temperatura, que fica menor, e pode favorecer as plantas e também contribuir para menor evaporação da água e assim manter o solo úmido por mais tempo. Ou seja, trabalhar corretamente o manejo, protegendo e favorecendo a reciclagem de nutrientes e não somente fazendo o uso de uma única cultura o ano todo, é uma alternativa viável e eficaz no combate dos impactos relacionados com extremos climáticos” afirma.

Impactos no trigo

Alguns estudos trabalharam com simulações de cenários, com um possível aumento das temperaturas. “Os cereais de inverno poderiam, julgando por hoje, ter a sua área tradicional de cultivo no sul do Brasil afetada, caso a temperatura fosse aumentar de 1 a 3ºC nos próximos 100 anos”, afirma Santi.

As projeções para a região norte do Rio Grande do Sul, por exemplo, indicam que a umidade na primavera tende a aumentar e, com isso, a incidência de doenças fúngicas na cultura do trigo seria mais frequente com maior potencial de danos, considerando a atual base genética e a tecnologia de proteção de plantas disponíveis. “Aqui no Rio Grande do Sul uma das principais doenças no trigo é a giberela, causada por um fungo que ataca a espiga desse cereal, que se agravaria ainda mais com o aumento projetado de chuva e de temperatura”, aponta o pesquisador Anderson Santi.

Alguns estudos, que avaliaram os impactos da mudança do clima no trigo, mostram que, pelas características fisiológicas desse cereal, o aumento das temperaturas e, em consequência, o aumento do CO2 na atmosfera, poderia também trazer efeitos benéficos na produção em termos de qualidade de grão. Em contrapartida, com o aumento do calor, o desenvolvimento da planta poderia ser comprometido, pela falta de frio que é necessário para a cultura do trigo, o que poderia implicar, potencialmente, em menor produtividade.

Dados observados no laboratório de meteorologia da Embrapa Trigo registram que nos últimos 100 anos houve um aumento de 4 mm de chuva por ano. “Em Passo Fundo, RS, a temperatura média aumentou quase 1ºC nos últimos anos. Esse é um indicador de que o clima do sul do Brasil está em mudança, a exemplo do que tem sido diagnosticado em outros locais do mundo”, relata Santi.

A partir da comprovação científica do aumento gradativo das temperaturas nos anos 2000, a Embrapa passou a contratar pesquisadores para atuar em mudanças climáticas. Foi executado um projeto abrangendo todo o País simulando alterações no clima que poderiam ocorrer no futuro. “Com certeza teremos alguns problemas relacionados ao aumento de temperatura, principalmente na questão de déficit hídrico nas regiões Centro-Oeste e Nordeste. Nesses estudos buscamos encontrar soluções como a adaptação das culturas para suportar esses extremos que poderão ocorrer ainda antes do final desse século”, finaliza Anderson Santi.

Oportunidades

Gilberto Cunha, agrometeorologista da Embrapa Trigo, reforça que a mudança do clima global não necessariamente traz só inconvenientes para a agricultura brasileira. “Em muitos aspectos, essa mudança, se usada com inteligência estratégica, pode trazer benefícios. Como exemplo bem conhecido, a inovação e a criação de novos negócios, como foi o caso da indústria de biocombustíveis, que se estabeleceu no rastro da onda da economia verde associada à mudança do clima”, afirma.

O pesquisador também faz menção ao selo de sustentabilidade que a agricultura brasileira pode alcançar com a adoção predominante do sistema plantio direto. “Nas nossas áreas que estão em cultivo, da nossa produção pecuária ser baseada em pastejo direto pelos animais e da possiblidade de intensificação do uso da terra, sem a necessidade de abertura de novas fronteiras agrícolas em áreas intocadas, a partir da integração de sistemas de produção, a exemplo da Integração entre Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF). Além das inúmeras possibilidades abertas pela nova bioeconomia, em que os nossos recursos naturais, pela diversidade de espécies, podem nos conferir um diferencial competitivo relevante”, diz.

Outro aspecto destacado por Cunha é que, efetivamente, está chovendo mais no sul do Brasil. “Isso, especialmente para os cultivos de verão, no caso da soja, tem sido benéfico, inclusive para a incorporação de novas áreas cultivadas com essa oleaginosa na metade sul do Rio Grande do Sul, onde, historicamente, chovia menos”, conclui.

O grande desafio para as instituições que lidam com ciência, tecnologia e inovação para agricultura, finaliza Cunha, “é criar a capacidade de adaptação das plantas cultivadas, seja pela via da mudança genética, com biologia avançada, ou por meio de novas práticas de manejo que confiram maior resiliência aos nossos sistemas agrícolas para lidar com um clima em evolução permanente. O caminho é o da ciência!”

Fonte: Embrapa
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Notícias Comércio Exterior

Cooperativas do PR responderam por 33,8% das exportações do agronegócio paranaense em 2020

Soja, carne e produtos florestais são os principais itens da pauta de exportações do agronegócio no Estado

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Ivan Bueno/APPA

As cooperativas agropecuárias do Paraná responderam por 33,8% do valor exportado pelo agronegócio paranaense em 2020. É o que revela o levantamento feito pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), com base em dados do Agrostat – Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No ano passado, os embarques do setor agropecuário paranaense atingiram a soma de R$ US$ 13,3 bilhões, dos quais US$ 6,1 bilhões referentes à comercialização do complexo soja (45,6%), US$ 2,8 bilhões em carnes (21,0%) e US$ 2,2 bilhões em produtos florestais (16,7%). Esses são os principais itens da pauta de exportações do agronegócio no Estado.

Desempenho

Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o desempenho das cooperativas é fruto de um trabalho realizado há muitos anos na profissionalização de suas equipes e, principalmente, no investimento de produtos demandados pelo mercado internacional. “Também é reflexo do processo de agregação de valor das matérias-primas produzidas pelos cooperados. Atualmente, há 18 cooperativas paranaenses que fazem exportações diretas, entre as 59 cooperativas agropecuárias registradas na Ocepar”, acrescentou.

Maiores exportadoras

A Coamo, com US$ 1,5 bilhão, montante que representa 33% total embarcado por todas as cooperativas do Paraná; a Lar, com US$ 811,1 milhões (18,1%); e a C.Vale, com US$ 485,2 milhões (10,8%), foram responsáveis por 61,9% das vendas externas do segmento cooperativista paranaense efetuadas em 2020.

Nacional

O relatório da Getec mostra ainda que, em âmbito nacional, o agronegócio brasileiro exportou um total de US$ 100,8 bilhões no ano passado, o que corresponde a um aumento de 4,1% em relação ao valor registrado no mesmo período de 2019, que foi de US$ 96,9 bilhões. O ano de maior faturamento em exportações do setor foi 2018, com US$ 101,2 bilhões. Os principais produtos embarcados pelo país, em valor, foram os do complexo soja, que atingiram US$ 35,2 bilhões (35%), carnes, com US$ 17,2 bilhões (17%), e produtos florestais, com US$ 11,4 bilhões (11,3%).

Mercados

Entre os mercados que mais compraram do Brasil no ano passado destacam-se a China, com um total de US$ 34,3 bilhões (34%), União Europeia, US$ 16,1 bilhões (16%), e Estados Unidos, US$ 7,1 bilhões (7%).

Estados

Em 2020, os principais estados exportadores de produtos do agronegócio brasileiro foram o Mato Grosso US$ 17,9 bilhões (17,7%), São Paulo US$ 17,2 bilhões (17,1%) e o Paraná US$ 13,3 bilhões (13,2%).

Fonte: Sistema Ocepar
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Notícias Avicultura

Demanda enfraquecida de carne de frango segue pressionando valores

Apesar de seguir competitiva frente às principais proteínas concorrentes, suína e bovina, comercialização de carne de frango continua abaixo do esperado

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Arquivo/OP Rural

Com a procura doméstica por carne de frango enfraquecida desde o fim de dezembro e as exportações da proteína também em ritmo lento nesta parcial de janeiro, o descompasso entre demanda e oferta tem aumentado no setor avícola nacional, elevando estoques e pressionando ainda mais as cotações da carne.

Assim, apesar de seguir competitiva frente às principais proteínas concorrentes, suína e bovina, colaboradores do Cepea apontam que a comercialização de carne de frango continua abaixo do esperado.

No mercado de cortes e miúdos do atacado da Grande São Paulo (SP), a asa é o produto que apresenta a desvalorização mais significativa neste mês. Ressalta-se que grande volume desse corte é geralmente embarcado à China, e como as vendas externas estão lentas, houve aumento na disponibilidade desse produto no mercado brasileiro e queda intensa nos preços.

Já o preço do coração vem registrando forte alta em janeiro, indo na contramão dos demais produtos.

A demanda específica pelo miúdo tem elevado a liquidez e as cotações, que, inclusive, operam em patamares recordes nominais da série histórica do Cepea desse produto, iniciada em 2010.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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