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ACSURS e Minitube renovam parceria

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A Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS) e a Minitub do Brasil renovaram, por mais cinco anos, a parceria referente a aquisição de novos equipamentos para a Central de Produção de Sêmen (CPS) da ACSURS, situada no Centro de Suinocultura Dr. Hélio Miguel de Rose, em Linha Porongos.
            A renovação do contrato ocorreu na última quinta-feira (17), na sede da entidade, com a presença do diretor da Minitube, Alexandre Marchetti. 
            De acordo com o diretor executivo da ACSURS, Fernando Gimenez, a parceria permitirá a utilização de sistemas automatizados para coleta, avaliação, diluição e envase das doses. Destaca-se a utilização do SpermVision, sistema computadorizado de análise espermática que resultará em uma maior precisão na avaliação de sêmen e no controle de qualidade das doses produzidas pela CPS.
            O diretor executivo da entidade destaca que a manutenção da parceria vem para que se continue o trabalho que a CPS está realizando, que é oferecer doses de sêmen dentro dos padrões de qualidade exigidos para que o suinocultor utilize-as com sucesso nas inseminações em sua granja.
                       

Mais de 1,6 milhão de doses

            A ACSURS iniciou o trabalho de inseminação artificial em 1975, quando o engenheiro agrônomo Hélio Miguel de Rose, então presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), retornou de uma viagem da Europa.
            Inicialmente, um laboratório provisório foi instalado junto aos pavilhões de exposição do Parque 20 de Maio – onde estão situadas as sedes da ABCS e ACSURS. Melhoradas as condições das baias para receber os primeiros reprodutores, eram feitas as coletas, diluição e inseminação.
            A inauguração da nova central ocorreu quatro anos mais tarde, em Linha Porongos. Contou com uma Estação de Teste de Reprodutores Suínos (atualmente desativada) e uma Central de Inseminação Artificial de Suínos e, para sua construção, engajaram-se o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio Grande do Sul, Prefeitura de Estrela (responsável pela doação da área de terras) e ABCS, criadora e motivadora do projeto pioneiro no Brasil. 
            O crescimento do Centro de Suinocultura deu-se através de convênios firmados com as cooperativas, prefeituras e sindicatos de trabalhadores rurais de várias regiões, que passaram a receber o sêmen através de transporte rodoviário. Deve-se salientar que a CPS/ACSURS treinou muitos técnicos para trabalhar em outras centrais de inseminação, dentro do Estado e mesmo fora dele.
            Em 2011, no prédio da CPS foram feitas reformas que possibilitaram a ampliação da capacidade de alojamento de machos e, em consequência disso, o aumento na produção de sêmen suíno resfriado. A capacidade de alojamento, que antes era de 80 machos, passou para 260. "Todos os investimentos realizados na parte de ambiência e climatização dos pavilhões foram feitos com foco no bem-estar animal", reforça o diretor executivo da entidade.
            Em novembro de 2012, foi implantado o software de gerenciamento de Central de Produção de Sêmen da Agriness, que permite o controle informatizado de todas as atividades da CPS, como controle de machos, consumo de ração e medicamentos/vacinas, coletas e avaliações, diluições e distribuição de doses, monitorias, exames dos machos e controle de estoque de sêmen.
                De 1976 até 2012, o Centro de Suinocultura Dr. Hélio Miguel de Rose – CPS/ACSURS comercializou mais de um milhão e seiscentas mil doses de sêmen. A maioria dos Estados brasileiros já recebeu remessa de sêmen oriunda da CPS/ACSURS ao longo de sua história.   
                   

Fonte: Ass. Imprensa da ACSURS

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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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