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Suínos / Peixes Suinocultura

ABCS e ACSURS tratam de melhorias para os produtores integrados no Rio Grande do Sul

Citado pelas entidades, o Departamento de Integração da ABCS visa melhorar a relação entre integrados e indústria

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Presidente da ABCS Marcelo Lopes - Foto: Assessoria

Para apresentar o trabalho desenvolvido pelo Departamento de Integração, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS) se reuniram nos dias 12 e 13 de abril com produtores integrados e membros das Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs). Os encontros ocorreram no estado do Rio Grande do Sul, nas Regiões da Serra, Vale do Taquari, Produção, Médio Alto Uruguai e Celeiro para mostrar os benefícios e as conquistas do Departamento em prol dos produtores integrados do estado nos últimos anos.

Muito citada nas agendas, a Lei de Integração (Lei 13.288) trouxe um grande marco de representatividade e união para os produtores integrados, e criou um mecanismo de diálogo constante e coletivo dos produtores com suas agroindústrias. Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, todo o trabalho desenvolvido hoje pelo Departamento de Integração da ABCS é fruto da normativa, que foi aprovada em maio de 2016. “A ABCS, junto à outras entidades, trabalhou para melhorar as negociações entre integrado e integradora e a saída foi a elaboração de uma lei, na qual participamos da construção”.  Lopes reforçou ainda que o Departamento de Integração trabalha em cima da norma, focando nos interesses dos produtores para negociação com as integradoras, justamente com a proposta de melhorar todas as questões envolvidas na relação produtor e integrado”.

Presidente da ACSURS, Valdecir Folador

Além disso, a ABCS e ACSURS trabalham unidas para profissionalizar ainda mais as Cadecs da Região Sul e muitas conquistas vieram em 2021 com a entrada do consultor Nilton Hillesheim, que auxiliou nas negociações. Para esse ano, as associações apresentaram aos produtores a continuação desse trabalho, mas agora com o consultor Iuri Machado. O presidente da ACSURS, Valdecir Folador, explicou que as reuniões foram essências para mostrar aos produtores que ambas as entidades estão junto do consultor para dar total suporte aos integrados. “O consultor vai auxiliar na planilha de custeio, mostrando se atividade está viável ou não, se o que o produtor está recebendo da integradora está cobrindo os custos do negócio, ou seja, queremos contribuir com os produtores para que ele possa dar continuidade ao seu negócio de forma rentável”.

Consultor Iuri Machado

Para o consultor Iuri Machado, as reuniões foram intensas.  “Apresentei a minha experiência na condução de Cadecs e também pude ouvir as demandas dos produtores integrados da região”. Iuri destacou ainda o importante trabalho realizado pelo Nilton Hillesheim.“ Toda a conduta desenvolvida pelo consultor Nilton contribuiu significativamente para a organização das Cadecs e no levantamento de dados que serão a base para que se mantenha a evolução da relação entre integrados e integradoras, buscando sempre uma divisão justa dos resultados e a sustentabilidade econômica dos produtores envolvidos”.

 

Fonte: ABCS

Suínos / Peixes

Embarques de carne suína crescem 2,7% em maio

No ano, as exportações de carne suína totalizaram 506,6 mil toneladas, número 5,3% superior ao total acumulado no mesmo período de 2023, com 481,1 mil toneladas.

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Foto: Shutterstock

As exportações de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 104,4 mil toneladas em maio, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 2,7% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 101,7 mil toneladas.

A receita gerada pelas exportações de maio totalizou US$ 225,2 milhões, saldo 10,4% menor que o total efetivado no mesmo período do ano passado, com US$  251,4 milhões.

No ano (janeiro a maio), as exportações de carne suína totalizaram 506,6 mil toneladas, número 5,3% superior ao total acumulado no mesmo período de 2023, com 481,1 mil toneladas. A receita gerada pelos embarques nos cinco primeiros meses do ano chegou a US$ 1,064 bilhão, saldo 7,3% menor que o total acumulado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,149 bilhão. “O ritmo das exportações segue paralelo positivo em relação ao recorde obtido em 2023. A Ásia e nações das Américas seguem como ‘motor’ das vendas internacionais do setor, porém, com mudanças no tabuleiro dos principais importadores. A expectativa é que tenhamos resultado equivalente ou superior aos registrados no ano passado, porém, com maior presença de outros destinos”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal importador de carne suína, a China foi destino de 111,4 mil toneladas do produto entre janeiro e maio, número 36,7% menor do que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Em fluxo diferente, as Filipinas importaram 70,2 mil toneladas, com crescimento de 84,8% em relação ao mesmo período de 2023. Em seguida estão Chile, com 43,017 mil toneladas (+25,7%), Hong Kong, com 43,006 mil toneladas (-16,2%), Singapura, com 32,3 mil toneladas (+11,2%) e Japão, com 27,4 mil toneladas (+92,8%). “O fluxo de exportações para a Ásia está ganhando novos contornos, com o notável crescimento das vendas para Filipinas, Singapura e Japão, assimilando as quedas das importações chinesas e ampliando a capilaridade das exportações brasileiras.  Ao mesmo tempo, vemos um antigo parceiro do Brasil, a Rússia, retomando as importações do produto”, destaca Luís Rua, Diretor de mercados da ABPA.

No levantamento por estado, Santa Catarina segue como principal exportador, com 280,5 mil toneladas exportadas entre janeiro e maio, número 7,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida está o Rio Grande do Sul, com 106,2 mil toneladas (-4,1%), Paraná, com 65,3 mil toneladas (-1,75%), Mato Grosso, com 14,8 mil toneladas (+46,3%) e Mato Grosso do Sul, com 11 mil toneladas (+1,4%)

Fonte: Assessoria ABPA
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Suínos / Peixes

Preços do suíno vivo têm novas altas, exportações seguem intensas

Impulso vem do bom desempenho das vendas. Apesar dos embarques terem recuado em maio, frente ao mês anterior, o ritmo continuou intenso.

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Foto: Ari Dias

Os preços do suíno vivo e da carne suína seguem em alta em todas as praças acompanhadas pelo Cepea.

Segundo pesquisadores deste Centro, o impulso vem do bom desempenho das vendas.

Quanto às exportações brasileiras (considerando-se produtos in natura e processados), apesar de terem recuado em maio, frente ao mês anterior, o ritmo continuou intenso.

Conforme dados da Secex, analisados pelo Cepea, a média diária de escoamento foi praticamente a mesma da registrada em abril, de 4,4 mil toneladas; a queda na comparação mensal se deve ao menor número de dias úteis em maio.

No balanço, o Brasil embarcou 103,3 mil toneladas de carne suína, volume 7,4% inferior ao de abril, mas 2,7% superior ao de maio/2023.

Vale ressaltar que, em abril/2024, as exportações foram recordes para o período e atingiram o melhor desempenho mensal deste ano.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Suínos / Peixes

Fraca demanda e oferta elevada de tilápia pressionam valores

Nem mesmo o ritmo intenso dos embarques do produto evitou recuos internos de preços.

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Foto: Jonathan Campos

O mercado de tilápia registrou procura lenta em maio, ao passo que a oferta de peixes esteve elevada.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário pressionou as cotações em todas as regiões acompanhadas.

Nem mesmo o ritmo intenso dos embarques do produto evitou recuos internos de preços.

Pesquisadores do Cepea ressaltam, ainda, que esse período do ano é marcado por desvalorizações, devido à menor demanda com a chegada das temperaturas amenas.

Quanto às exportações brasileiras de tilápia (filés e produtos secundários), o volume embarcado somou 1,389 mil toneladas em maio, expressivo aumento de 65,7% frente ao de abril e de 40% na comparação maio/23, segundo dados da Secex.

Fonte: Assessoria Cepea
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