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Suínos / Peixes Saúde

ABCS desenvolve novo material com recomendações para prevenção da COVID-19 em frigoríficos brasileiros

Conteúdo reúne recomendações de órgãos como Mapa, MS, ME e OMS para proprietários e colaboradores de frigoríficos

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Divulgação/MB

A Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), diante da atual conjuntura do Brasil em relação à COVID-19 considera importante reforçar a comunicação com o setor e continua a realizar ações com o objetivo de minimizar o risco de disseminação de contágio do novo Coronavírus, sempre priorizando a segurança dos colaboradores do setor, a sustentabilidade da cadeia produtiva e a segurança alimentar. Pensando nisso, a equipe técnica da ABCS, junto à equipe de comunicação, elaborou um novo material com variadas recomendações para frigoríficos e seus colaboradores que compõe a série de materiais informativos sobre o tema disponíveis no site da ABCS.

As orientações presentes no documento técnico foram baseadas na Portaria Conjunta nº 19, de 18 de junho de 2020 e a Orientação Conjunta nº’ l, de 07 de maio de 2020, ambos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério da Saúde (MS) e Ministério da Economia (ME), que estabelecem as medidas a serem observadas visando à prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nas atividades desenvolvidas nos frigoríficos, além de orientações da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A elaboração desse material tem o objetivo de trazer, de forma mais visual, as orientações estabelecidas. A intenção é de criar um documento ilustrado, de fácil leitura e interpretação, com as principais medidas a serem implementadas. Além disso, foi criado um check list para auxiliar e verificar qual situação dentro do frigorífico, para que seja viável a verificação do que já está sendo aplicado no estabelecimento e o que precisa ser melhorado e aprimorado.

O material reúne orientações gerais e informações sobre medidas para o início da jornada de trabalho, higiene e EPI’s, manutenção do distanciamento nas instalações, ventilação, limpeza e desinfecção dos ambientes, controle de infecções, retomada das atividades, testagem laboral e afastamento dos colaboradores.

Um ponto importante a se destacar é que as recomendações trazem também os detalhes de como implementá-las. Alguns exemplos de ações envolvem a criação de comitês multidisciplinares, a elaboração de planos de contingência, fazer continuamente revisões nos protocolos e realizar a capacitação dos funcionários para as ações que devam ser tomadas quanto a evitar a disseminação da COVID-19.

Em relação à higiene e EPI’s, por exemplo, são sugeridas medidas como instalar nos diversos pontos do frigorífico pias com água e sabonete líquido, fornecer máscaras faciais adicionais aos funcionários ao longo do dia, sendo substituídas a cada três horas de uso, implantar locais para troca e lavagem diária de roupas antes e depois do trabalho e disponibilizar locais adequados para o descarte dos EPIs.

Outra questão importante ressaltada no material é a ventilação e a necessidade de evitar a aglomeração de trabalhadores em ambiente com baixa taxa de renovação de ar. Para isso, orienta-se privilegiar a ventilação natural ou aumentar o número de trocas de ar dos recintos, aumentar a taxa de renovação de ar colocando exaustores em potência máxima durante o período de higienização dos ambientes refrigerados e exercer pausas psicofisiológicas em ambientes externos arejados.

De acordo com o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, os conteúdos produzidos pela ABCS tem como intuito preparar a cadeia para lidar com os desafios atuais e garantir o seu funcionamento normal. “Essa é uma ação da ABCS em prol de toda a cadeia de valor, no sentido de dar diretrizes e facilitar o processo de adaptações e ajustes nas rotinas de trabalho, sempre em uma linguagem acessível para toda a cadeia, priorizando a segurança de todos os envolvidos em nossas atividades”.

Nas palavras da diretora técnica da ABCS, Dra. Charli Ludtke, o material foi esquematizado com diversas ilustrações, com o objetivo de tornar mais visual e compreensível as orientações propostas em Portaria Oficial do Ministério da Saúde, Ministério da Economia e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ela ainda mencionou outras ações que vem sido implementadas pela entidade nacional.

“Desde o início da pandemia, estamos trabalhando na elaboração de materiais orientativos. Até então elaboramos uma cartilha para granjas, transporte coletivo, e agora para frigoríficos. Além disso criamos uma série de webinars, com participações nacionais e internacionais, com profissionais especialistas, representantes das indústrias e órgãos oficiais, para promover a melhor qualidade da informação e compartilhar experiencias vividas pelo setor, de forma que possamos enfrentar e reduzir os riscos de contágio entre os colaboradores, mantendo a saúde de todos e a segurança alimentar”.

A nova cartilha voltada para frigorífico está disponível no formato digital no site da ABCS e pode ser acessada em qualquer plataforma.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suínos / Peixes Suinocultura

ABCS lança campanha “Carne de porco: bom de preço, bom de prato”

Campanha conta com selo e jingle, além de amplo material publicitário que terá como foco o aumento do consumo da carne suína pelo brasileiro

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Divulgação

De forma inédita, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) lançou nesta sexta-feira (09) uma campanha nacional para a promoção de carne suína junto aos pequenos e médios varejistas. A campanha é intitulada “Carne de porco: bom de preço, bom de prato”. O trabalho foi pensado em consonância com os desafios econômicos enfrentados pelos brasileiros nos últimos anos, que fizeram com que as práticas de consumo e hábitos alimentares fossem repensadas.

De acordo com a diretora de Marketing e Projetos da ABCS, Lívia Machado, a carne suína tem conquistado mais espaço na mesa dos consumidores brasileiros, especialmente agora com o aumento expressivo da carne bovina. “O brasileiro tem a tradição de comer carne bovina porque ela sempre foi a proteína mais barata. Agora, com este aumento que vemos que vem acontecendo, nós podemos aproveitar o momento em que o preço é algo essencial para o brasileiro, mostrando uma alternativa de proteína para consumir”, conta.

Segundo dados mostrados pela diretora, enquanto no mundo outros países consomem 45 quilos per capita de carne suína (43%) o Brasil consome apenas 17 quilos per capita (15%). “Então nós precisamos trabalhar muito para mudar isso. Dessa forma, baseado nisso tudo, lançamos essa campanha inédita da ABCS e do FNDS (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura) para alcançar o pequeno e o médio varejo”, diz.

Como a ABCS já conta com diversas outras campanhas com parceria com grandes parceiros do varejo, como Grupo BIG e o GPA, esta visa exclusivamente os pequenos varejos. Além disso, a parceria é para que associações estaduais e demais parceiros também sejam adeptos dessa nova campanha para incentivar o consumo da carne suína.

Lívia explica que a escolha em colocar “carne de porco” ao invés de “carne suína” é que, segundo uma pesquisa realizada, a maioria dos brasileiros conhecem a proteína como carne de porco. “Queremos dessa forma aproximar a campanha ainda mais do consumidor”, informa.

Selo e jingle

Para complementar a campanha que está sendo lançada, foi criado um selo e um jingle, além de um amplo material publicitário para ser divulgado nos comércios e redes sociais. A campanha irá atuar em diversas frentes midiáticas como PDV, redes sociais e diversas mídias digitais com uma linguagem visual e popular em conjunto com textos leves e informativos, que irão instigar a alternativa suína como melhor opção para qualquer hora.

Os pilares dessa comunicação são quatro frentes de conteúdo: economia, comparativos de cortes, bom humor e um foco especial em churrasco. Além disso, a campanha vem assinada por um selo de qualidade que acompanha todas as peças. Todo o Sistema ABCS, associações regionais, estaduais e contribuintes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), estarão unidos e engajados.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos / Peixes Mercado

Produção de suínos e frangos deve manter estabilidade no mercado interno de carnes

Índice tende a superar quantidade registrada em 2020, quando país teve 14,68 milhões de toneladas de frangos e 4,25 milhões de toneladas de suínos produzidos

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Arquivo/OP Rural

A quantidade de carnes disponível no mercado interno permanece dentro de uma estabilidade, apesar das variações existentes. De acordo com o quadro de suprimentos do produto, atualizado na quarta-feira (07) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de suínos e aves apresentou crescimento nos últimos anos, garantindo o abastecimento. Para 2021, a estimativa é de um novo recorde na produção de frangos e suínos, chegando a 14,76 milhões de toneladas e 4,35 milhões de toneladas, respectivamente. O índice tende a superar a quantidade registrada em 2020, quando o país teve 14,68 milhões de toneladas de frangos e 4,25 milhões de toneladas de suínos produzidos.

Esses aumentos compensam a ligeira redução verificada para bovinos, com uma produção esperada próxima a 8,31 milhões de toneladas neste ano, volume pouco abaixo do consolidado em 2020. Com isso, a disponibilidade interna total de carnes, somando aves, suínos e bovinos se manteve estável em 2020, na comparação com o ano anterior. Tendência que deve se repetir em 2021, uma vez que a expectativa aponte para uma leve redução no volume total ofertado, em torno de 1%.

No caso da avicultura de corte, a distribuição per capita do alimento tende a manter a estabilidade, atingindo os patamares mais elevados desde o início da série histórica, iniciada em 1996. Se em 2020 o índice esteve em 49,9 quilos por habitante por ano, em 2021 a estimativa está em 49,7 quilos. A ligeira queda é explicada pela expectativa de aumento tanto das exportações como da população brasileira. Só as vendas para o mercado externo devem chegar a 4,15 milhões de toneladas neste ano, podendo superar o volume embarcado do produto em 2020, quando foram destinados 4,12 milhões de toneladas ao exterior.

Para a carne suína, a disponibilidade interna se mantém acima de 15 quilos por habitante no ano. O resultado é atingido mesmo com o aumento de 34,7% nas exportações em 2020, superando 1 milhão de toneladas. Para este ano, a tendência é que as vendas para o exterior se mantenham em patamares elevados, sendo a China o principal consumidor.

Já o setor de carnes bovinas registra aumento significativo nas exportações nos últimos anos. Se compararmos o volume comercializado para fora do país em 2017 com o registrado em 2020, há um aumento de aproximadamente 37%, o que representa 723,7 mil toneladas a mais embarcadas. “Se analisarmos os dados a partir de 2015, percebe-se tendência de crescimento nas exportações e manutenção na oferta interna até o ano de 2018. A partir de 2019, a taxa de disponibilidade interna vem apresentando ligeiras reduções, muito em função dos abates de matrizes em anos recentes”, explica o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sergio De Zen.

“Entre outros fatores que explicam essa diminuição, vale lembrar que, em meados de 2018, a China, maior consumidor de carnes no mundo, e responsável por praticamente metade do consumo de carne suína, registrou um surto de peste africana, que desequilibrou a oferta e demanda internacional do produto, gerando pressão em vários mercados”, ressalta De Zen.

“Devido ao curto ciclo de produção, as aves respondem mais rapidamente às flutuações de mercado. Já o processo de produção de carne suína e bovina tende a ter um tempo maior de adaptação, influenciando em nosso mercado. Além desse tempo necessário de ajuste entre oferta e demanda, com maiores quantidades exportadas, observa-se que outros importantes países, como Argentina, Austrália e a União Europeia, têm apresentado uma diminuição no consumo de carne bovina”, explica.

Os números da Companhia acompanham o cenário verificado pela Pesquisa de Abates de Animais divulgada trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostrou uma queda de 8,5% no abate de bovinos em 2020, enquanto de frangos e suínos atingiram os maiores níveis, totalizando novos recordes de 6 bilhões e 49,3 milhões de abates, respectivamente.

Metodologia

O cálculo de produção de carne bovina tem como base as informações da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais e da Pesquisa Trimestral do Couro, ambas divulgadas pelo IBGE. A partir da obtenção de dados de abate e peso médio de cada tipo de rebanho (bois, vacas, novilhos e novilhas), e considerando os dados de abates aparentes de cada tipo é obtido a produção de carne para cada tipo de rebanho.

Fonte: Conab
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Suínos / Peixes Suínos

Três passos para transformar a água da sua granja

Veja três passos principais para transformar a água de bebida de qualquer granja em um nutriente de alto valor e resultado

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Foto: Divulgação MS Schippers

Autoria: equipe técnica MS Schippers Brasil. Acesse o #msblog para ler mais artigos como este.

Além da limpeza (tratamento) da água, estratégias como a acidificação aumentam a ingestão de água pelos animais contribuindo para que eles consumam mais ração e ganhem mais peso. Veja abaixo os três passos principais para transformar a água de bebida de qualquer granja em um nutriente de alto valor e resultado:

1) Estrutura do sistema de abastecimento

O primeiro passo para uma água de boa qualidade é a avaliação da estrutura das instalações, como por exemplo o material dos canos utilizados, o diâmetro desses canos, o tipo e posição das caixas d’água, a presença de pontos de acúmulo de biofilme na linha, entre outros. Quando tudo isso está ajustado, a vazão e pressão da água são mais adequadas para prevenir a formação de biofilme e suprir a necessidade dos animais ao longo do dia.

2) Tratamento

Uma vez ajustada a estrutura, o segundo passo é garantir que a água captada se torne potável para consumo dos animais ao final da linha, lá nas chupetas. Isso é importante pois nem sempre a fonte de água é um problema, mas sim o trajeto que ela percorre pelos canos contaminados até chegar aos animais (especialmente quando se utiliza aditivos via água de bebida). Nós já falamos aqui no blog sobre os 3 tipos de tratamento mais comuns para desinfetar a água e as diferenças entre eles, clique aqui para ler essa matéria. Reforçamos também que é importante conhecer a natureza da água na fonte para avaliar a presença de metais em excesso ou a necessidade de instalação de filtros específicos (como a estação de filtragem Dosamax 40).

3) Acidificação

Por fim, mas não menos importante, quando a água de bebida já está limpa e descontaminada, podemos torná-la um ingrediente ainda melhor para a nutrição dos suínos e aves através da acidificação. Reduzir o pH da água é importante para otimizar a digestão e saúde intestinal, além da própria ingestão pelos animais. Essa estratégia, no entanto, só trará resultados concretos quando a água em si estiver livre de biofilme e contaminantes que causem diarreias nos animais, entre outras doenças.

Fale com a nossa equipe e agende uma visita na sua granja para avaliar o sistema de água. Este pode ser um desafio de biosseguridade que passa despercebido e reduz os seus resultados e lucros.

Acesse o blog da MS Schippers para ler mais posts sobre biosseguridade, qualidade da água de bebida, limpeza e desinfecção, e manejo de suínos. Trabalhar com higiene é a melhor forma de trazer mais resultados e lucros.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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