Conectado com
LINKE

Notícias

42º Dia Estadual do Porco acontece no dia 12 de agosto, em Rondinha/RS

O encontro contempla duas palestras

Publicado em

em

Tradicional entre os suinocultores gaúchos e profissionais ligados ao setor, a 42ª edição do Dia Estadual do Porco acontece em Rondinha, no dia 12 de agosto. O evento é uma realização da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS e este ano tem como correalizadora a Prefeitura de Rondinha.

A programação inicia-se com café da manhã de boas-vindas, a partir das 7h30min, e segue com solenidade de abertura, às 9h. O encontro contempla duas palestras. A primeira delas, Mercado da carne suína: realidade e potencial + FNDS e Cadec, será ministrada pelo médico-veterinário Nilo de Sá, diretor executivo da ABCS. A segunda palestra do encontro vem com o engenheiro-agrônomo Evandro Barros, analista da Embrapa Suínos e Aves de Concórdia/SC, que vai abordar o tema Tecnologias para o aproveitamento econômico dos resíduos de suínos.

Após as palestras, será servido almoço à base de carne suína.

O 42º Dia Estadual do Porco conta com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Sindicato das Indústrias de Produtores de Suínos (Sips/RS) e Emater/RS.  São patrocinadores: Agroceres Multimix, Agromarau GSI, Alltech, Bayer, Biomix/Vittaltech do Brasil, Choice Genetics, De Heus, Elber, Ki Grãos, Machado Agropecuária, Mig-PLUS, Minitube, Nutrifarma/Nuscience, Topigs Norsvin, Vetoquinol, Suinocultura Gobbi e Sicredi.

 Anfitrião

O Município de Rondinha está localizado ao norte do RS e é conhecido pelo grande potencial de negócios e de investimento na produção de grãos, leite e suinocultura. No ano passado, ocupou a posição de 5º lugar no ranking estadual dos maiores produtores de suínos, aumentando de 97 mil suínos em 2014 para 150 mil suínos em 2015. A atividade da suinocultura envolve inúmeros produtores rurais, tornando-se importante fonte de renda para as famílias.  

Para o prefeito de Rondinha, Ezequiel Pasquetti, receber o 42º Dia Estadual do Porco é gratificante, pois o evento reforça uma das principais atividades desenvolvidas no município. “Em Rondinha, a suinocultura é forte. Somos um município agrícola e pode-se dizer que metade da população concentra-se na cidade e a outra metade no meio rural e alguns dos que estão na cidade também têm propriedade no interior”, comenta Pasquetti. O prefeito lembra que mais de mil famílias realizam alguma atividade de produção no interior do município.

Fonte: Assessoria

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

cinco × 3 =

Notícias Segundo Cepea

Indicador do boi gordo se aproxima de R$ 300

Baixa oferta de animais prontos para o abate e a demanda aquecida são os motivos para os avanços nos valores da arroba

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo seguem em firme movimento de alta neste mês. Na parcial de janeiro, o Indicador CEPEA/B3 (estado de São Paulo) subiu 11,49%, atingindo R$ 297,85 na quarta-feira (27). Vale lembrar que, na terça-feira, 26, o Indicador fechou a R$ 298, novo recorde da série histórica do Cepea, iniciada em 1994.

Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa oferta de animais prontos para o abate e a demanda aquecida são os motivos para os avanços nos valores da arroba. Quanto aos animais de reposição (bezerro nelore, de 8 a 12 meses), os valores atuais também são recordes.

Neste caso, o impulso vem do maior aumento do abate de fêmeas entre 2018 e 2019 e da forte demanda por reposição, devido à aquecida procura externa pela carne brasileira ao longo de 2020. O recorde real do Indicador do bezerro foi registrado na segunda-feira (25) quando atingiu R$ 2.811,77/cabeça – nessa quarta-feira, 27, fechou a R$ 2.704,79.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Mercado

Com demanda fraca, preços do suíno seguem em queda

Maiores quedas nos preços do setor têm sido verificadas no Sudeste do País

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

A típica redução na demanda final por carne suína em início de ano, tanto interna quanto externa, tem pressionado os valores pagos pela carcaça e, consequentemente, do animal vivo, especialmente nesta segunda quinzena de janeiro.

Segundo pesquisadores do Cepea, as maiores quedas nos preços do setor têm sido verificadas no Sudeste do País. Já no Sul, colaboradores do Cepea afirmam que a demanda das agroindústrias, especialmente por conta das exportadoras, tem evitado recuos mais intensos.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias PecuáriaLeiteira

Maior oferta sinaliza queda de produtos lácteos no Paraná

Principais produtos do mix de comercialização tiveram redução de preço na parcial de janeiro

Publicado em

em

Aires Mariga

Após uma alta consolidada em dezembro, o preço dos produtos lácteos mais comercializados no Paraná sofreu uma queda significativa em janeiro. O movimento do mercado está relacionado aos altos volumes de estoques que as indústrias mantinham no final do ano passado, o que fez com que o varejo pressionasse por pagar menos pelo produto. A dinâmica foi apresentada em reunião virtual do Conselho Paritário Indústria/Produtores de Leite do Paraná (Conseleite-PR), realizada na terça-feira (26). O colegiado aprovou o valor de referência projetado para janeiro de R$ 1,6765, para o litro de leite padrão – o que corresponde a uma queda de 9,95% em relação ao projetado em dezembro.

“Começamos 2021 da mesma forma que terminamos o trimestre anterior: em um cenário de incertezas, com grande volatilidade de preços, com os reflexos da pandemia ainda pesando nos mercados”, disse o professor José Roberto Canziani, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um dos responsáveis pelo levantamento de mercado. “Com um estoque maior do produto, a indústria teve que ceder ao varejo nos preços”, acrescentou.

A volatilidade dos preços começou em outubro do ano passado. Em dezembro, os produtos lácteos se recuperaram, valorizando-se, em média, 3,60%. Agora, no entanto, em razão da maior oferta, os principais itens do mix de comercialização do Paraná – leite UHT, mussarela, queijo prato e leite spot – tiveram queda considerável, provocando o recuo do valor de referência do leite – que é usado como base nas negociações entre indústria e produtores. Apesar disso, o preço de todos esses produtos começa 2021 em um patamar bem mais elevado em relação a anos anteriores.

O UHT, por exemplo, recuou 12,46%, por causa dos estoques disponíveis na indústria. Principal item do mix de comercialização, o muçarela viu seu preço cair 10,87%. O queijo prato, por sua vez, teve desvalorização de 6,01%, enquanto o leite spot sofreu queda de 14,03%. Conforme o levantamento, o comportamento de mercado foi generalizado em praticamente todas as empresas consultadas.

Entre outros produtos com volume bem menor de comercialização, o resultado foi diverso. O provolone e do iogurte, por exemplo, tiveram altas de 3,73% e 1,16%, respectivamente. O creme de leite, por sua vez, teve alta de 3,30%, chegando ao seu maior valor histórico. Em contrapartida, outros produtos, como o leite em pó e o requeijão sofreram quedas, de 13,01% e 2%.

Essa foi a primeira reunião do Conseleite-PR de 2021. O presidente do colegiado, Ronei Volpi, disse que o momento é de serenidade, sobretudo em razão do cenário de incertezas. “No primeiro semestre, ainda devemos ter muitas complicações em função da pandemia e de mudanças internacionais – com a eleição americana – e em questões políticas, com a votação de reformas. Todo o setor acompanha com expectativa o desenrolar dos acontecimentos”, disse Volpi, que representa o Sistema FAEP/SENAR-PR no conselho.

Fonte: Sistema FAEP
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.