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3ª Conbrasul Ovos anuncia programação

Com 25 palestras e mais de 30 debatedores, principal evento da avicultura de postura no país vai reunir lideranças da cadeia produtiva para debater economia, sustentabilidade, perspectivas de mercado, inovação e qualidade do ovo, o novo cenário pós-pandemia, nutrição e saúde animal, biosseguridade, melhoramento genético, consumo, comércio e agregação de valor ao ovo de 28 de novembro a 1o de dezembro, em Gramado, no RS.

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A 3ª Conbrasul Ovos (Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos) anuncia nesta semana a programação preliminar do encontro que vai acontecer de 28 de novembro a 1º de dezembro deste ano em Gramado, na serra gaúcha. O encontro terá 25 palestras e 30 debatedores com temas que passam por economia, sustentabilidade, perspectivas de mercado, inovação e qualidade do ovo, além de questões como o novo cenário pós-pandemia, nutrição e saúde animal, biosseguridade, melhoramento genético, consumo, comércio e agregação de valor ao ovo.

O presidente Executivo da Asgav e da Conbrasul Ovos , José Eduardo dos Santos, diz estar confiante no restabelecimento das questões sanitárias e na retomada das atividades diante do avanço da vacinação no país. Ele ressalta a importância deste encontro que marca a retomada dos eventos da avicultura no Brasil. “Reunir as mais importantes lideranças da cadeia produtiva em um único local depois de tanto tempo será extremamente produtivo, além de contribuir com o papel deste segmento em alimentar um mundo diferente em cenário pós-pandemia no qual o ovo terá papel estratégico na alimentação da população”, disse o executivo.

Ele destaca que o encontro vai seguir um rigoroso protocolo de segurança, implementado pelo Hospital Sírio-Libanês para o Wish Serrano Resort & Convention, a única rede brasileira com selo Clean & Safe (Hotel Limpo e Seguro). “Por conta destas medidas, esta edição está com vagas limitadas. Por isso, é importante que os interessados corram para se inscrever”, encerra. Outras informações sobre a 3ª Conbrasul Ovos podem ser encontradas na página do evento (www.conbrasul.ovosrs.com.br), através do telefone: (51) 3228.8844, do WhatsApp: (51) 98600.9684 ou do e-mail: conbrasul@ovosrs.com.br.

Programação

A secretaria do evento vai começar o atendimento no domingo, dia 28, às 14h, para registro e retirada de material. A abertura será a partir das 19h com uma palestra especial seguida do coquetel de boas-vindas aos participantes. Na segunda-feira, dia 29, o programa será aberto com uma Sessão de Economia. A partir das 8h45, o Economista Chefe da Farsul, a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul, Antônio da Luz, vai destacar o “Agronegócio Brasil: Novos Cenários e Novos Desafios”. Na sequência, o sócio da PwC Brasil, Rodrigo Provazzi, vai discutir “As forças que estão acelerando as transformações no mundo e no agronegócio”. Este Painel será moderado pelo produtor da Granja Avícola Sedenir Bampi, Daniel Bampi.

Para às 10h30 está programado o já tradicional Egg Break. E às 11h começa o Painel de Sustentabilidade, aberto pelo presidente da ABPA (associação Brasileira de Proteína Animal), Ricardo Santin com um debate sobre “As tendências da produção e do consumo de carnes e ovos no Brasil e no mundo”. Em seguida, a diretora de Sustentabilidade da BRF, Mariana Modesto, vai abordar o “Avanço do fator sustentabilidade na produção e no comércio mundial de alimentos”. O moderador desta sessão será o diretor de Sustentabilidade da Evonik na América Latina, Nei Arruda.

No período da tarde, a programação segue com a sessão Mercado, Inovação e Qualidade. A partir das 14h, 2º Colóquio Conbrasul Ovos vai reunir alguns dos maiores produtores de ovos do país para debater “O ovo no cenário durante e pós pandemia: Os rumos da produção”. Esta sessão será dividida entre os tópicos: “Produção de Ovos, Consumo, Mercado Interno e Exportações”; “Sistemas alternativos de produção: O que nos espera para os próximos 5, 10 anos? e “Sanidade, Nutrição e Suprimentos (milho, soja e rações alternativas)”. Estas discussões deverão contar com a presença do presidente da Granja Mantiqueira, Leandro Pinto, do presidente do Grupo Faria, Denilson Dorigoni, do diretor Comercial Naturovos, Anderson Herbert, do presidente do Conselho Consultivo ABPA, Francisco Turra e da gerente de Relações Internacionais e Aceso a Mercados da MSD Saúde Animal, Marília Rangel. A mediadora deste painel será a jornalista do Editorial Campo & Lavoura do Zero Hora, Gisele Loeblein.

A partir das 16h10, o painel de Nutrição Animal será aberto com a palestra “Fatores Nutricionais que Interferem na qualidade Interna e Externa dos Ovos”, ministrada pelo pesquisador da Universidade Federal de pelotas (UFPEL) e da Alltech, Fernando Rutz. O gerente de Avicultura da Alltech na América Latina, Felipe Fagundes, vai coordenar a apresentação. Logo depois, o debate será encabeçado pelo representante da Cargill na Colômbia, Ramiro Gonzales, com a coordenação do diretor Comercial de Aves da Cargill na América Latina Sul, Cidinei Miotto. Ainda na segunda, a partir das 18h30, a programação social terá o II Walking Tour em Gramado, seguido de um jantar temático “Uma noite no Caribe”, no Clube Recreio Gramadense.

Na terça-feira 30, a Sessão de Sanidade será aberta às 8h40 com uma discussão sobre os “Desafios para a manutenção do atual status sanitário avícola no Brasil”. A presidente do Coesa RS e Auditora Fiscal Federal Agropecuária do SISA/DDA/SFA – RS, Tais Oltramari Barnasque, vai apresentar “As ações e os programas do governo federal – Mapa/DF”. Em seguida, a diretora do DDA/SEAPDR – RS, Rosane Collares, vai abordar “O papel do Estado na execução dos programas de defesa sanitária na atualidade”. Logo depois, o epidemiologista da Corb Science, professor Luis Gustavo Corbellini, vai apresentar “Programa de biosseguridade e análise de riscos frente ao avanço de enfermidades”. A diretora Técnica da ABPA, Sulivan Alves, vai destacar “A iniciativa privada, suas ações e responsabilidades na prevenção sanitária”. A gerente Sênior de Assuntos Corporativos da Elanco Brasil, Danielle Modena, vai moderar este Painel.

A partir das 11h, o Painel de Bem-Estar Animal e Sistemas Alternativos de Produção vai debater as “Diretrizes da OIE na apreciação do Capitulo do Código BEA para poedeiras e sanidade nos sistemas alternativos de produção” com o Adido Agrícola do Mapa na União Europeia e membro da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Bernardo Todeschini. Em seguida, o sócio Honorário da Asgav, Antônio Mário Penz, vai destacar “Qualidade e propriedades da água na produção de aves poedeiras”.

Às 14h começa o Painel de Marketing, Promoção e Tecnologias, com cases de sucesso. O primeiro deles será “Avicultura 4.0 e além: A revolução tecnológica que está transformando a produção de aves (foco em produção de ovos e otimização de negócios)”, apresentado pelo representante da Evonik, Rodrigo Galli. Na sequência, o case será sobre “Atividades de promoção e incentivo ao consumo de ovos na Bahia”, apresentada pela diretora executiva da ABA (Associação Baiana de Avicultura), Patrícia Nascimento. O médico veterinário da Asgav, Mauro Gregory será o coordenador destas apresentações.

A partir das 15h10, o presidente ABPA e do Conselho Diretivo do Instituto Ovos Brasil, Ricardo Santin, vai discutir as “Atividades do Instituto Ovos Brasil na promoção e no incentivo do consumo de ovos no país”. Em seguida, o presidente Executivo ASGAV/SIPARGS e Coordenador do Programa Ovos RS, José Eduardo dos Santos, vai destacar o case “Ovos RS: Um cardápio criativo e saboroso na promoção do ovo”. Logo depois haverá um Show Case Especial com o tema “A magia está no ar e impulsiona negócios”, com o Marco Zanqueta. Esta sessão será moderada pelo produtor da granja Nienow, Jairo Nienow. Às 17h, o debate será sobre as “Tendências no melhoramento genético de aves de postura”, com o representante da Hendrix Genetics/Mercoaves, Marco de Almeida.

Na quarta-feira, 1º de dezembro, na parte da manhã, acontecerá a Sessão Especial de encerramento com debates sobre “Mercado, Consumo e Comércio de Alimentos”, com a palestra “Da Granja a mesa: como atender os hábitos e exigências do Consumidor 4.0”, que será ministrada por Daniela Duarte de Oliveira da Elanco.

Em seguida, e ainda à confirmar haverá mais uma apresentação especial e sessão de encerramento da 3ª Conbrasul Ovos e momento especial de confraternização.

Esta programação previamente anunciada está sujeita a alterações e adequações e já está disponível no site: conbrasul.ovosrs.com.br

Serviço: 3ª Conbrasul Ovos (Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos)

Data: de 28 de novembro a 1o de dezembro

Local: Wish Serrano Resort & Convention Endereço: Av. das Hortênsias, 1480 – Centro, Gramado, RS

Informações: www.conbrasul.ovosrs.com.br

Telefone: (51) 3228.8844
WhatsApp: (51) 98600.9684

Fonte: Ass. de Imprensa ASGAV
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Uma em cada dez famílias brasileiras enfrenta insegurança alimentar

Mais de 20 milhões de pessoas convivem com o problema aponta IBGE em levantamento divulgado nesta quinta-feira (25).

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Foto: Daniel Vieira/Pexels

A insegurança alimentar moderada ou grave atingia 7,4 milhões de famílias brasileiras (ou 9,4% do total) no último trimestre de 2023. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25).

Segundo o IBGE, esses mais de sete milhões de lares que convivem com a redução na quantidade de alimentos consumidos ou com a ruptura em seus padrões de alimentação abrigam 20,6 milhões de pessoas.

A metodologia da pesquisa envolve um questionário sobre a situação alimentar do domicílio nos 90 dias que antecederam a entrevista. “A gente não fala de pessoas [individualmente], a gente fala de pessoas que vivem em domicílios que têm um grau de segurança ou insegurança alimentar”, destaca o pesquisador do IBGE Andre Martins.

O domicílio é, então, classificado em quatro níveis, segundo a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar. O grau segurança alimentar demonstra que aquela família tem acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente.

De acordo com o IBGE, 56,7 milhões de famílias brasileiras (que reúnem 152 milhões de pessoas) encontram-se nessa situação.

O grau insegurança alimentar leve afeta 14,3 milhões de famílias (43,6 milhões de pessoas) e significa que há preocupação ou incerteza em relação aos alimentos no futuro, além de consumo de comida com qualidade inadequada de forma a não comprometer a quantidade de alimentos.

Já a insegurança alimentar moderada atinge 4,2 milhões de famílias (11,9 milhões de pessoas) e demonstra redução quantitativa de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre os adultos.

Por fim, a situação mais severa é a insegurança alimentar grave, que representa uma redução quantitativa de comida e ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre todos os moradores, incluindo as crianças. São 3,2 milhões de famílias, ou 8,7 milhões de pessoas, que se encontram nesse cenário.

Orçamentos familiares

Na comparação com o último levantamento sobre segurança alimentar, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada em 2017 e 2018, no entanto, houve uma melhora na situação.

O percentual de domicílios em situação de segurança alimentar subiu de 63,3% em 2017/2018 para 72,4% em 2023. Já aqueles que apresentavam insegurança alimentar moderada ou grave recuaram de 12,7% para 9,4%. A insegurança alimentar leve também caiu, de 24% para 18,2%. “A gente teve todo um investimento em programas sociais, em programas de alimentação, principalmente esses programas de [transferência de] renda. Isso reflete diretamente na escala de insegurança alimentar, que responde bem a esse tipo de intervenção”, afirma Martins. “A recuperação da renda, do trabalho também se reflete na segurança alimentar”.

Outro indicador que provoca melhora da situação é a redução dos preços dos alimentos. Em 2023, por exemplo, os produtos alimentícios para consumo no domicílio tiveram queda de preços de 0,52%.

O pesquisador do IBGE Leonardo de Oliveira ressalta, no entanto, que não é possível atribuir apenas ao ano de 2023 o avanço ocorrido, uma vez que se passaram cinco anos entre a POF 2017/2018 e a Pnad Contínua do quarto trimestre de 2023. E não houve nenhuma pesquisa do IBGE sobre segurança alimentar entre essas duas. “É importante ter em mente que esse movimento não são melhorias de um único ano. O resultado aqui é consequência de todos os movimentos da renda e movimentos de preço que aconteceram entre esses dois períodos”, destaca Oliveira. “Esse resultado não é apenas do que aconteceu no último ano, embora coisas que tenham acontecido nesse último ano são importantes”.

A situação de segurança alimentar, no entanto, ainda está inferior àquela observada no ano de 2013, quando o assunto foi abordado pela Pnad. Naquele ano, a segurança alimentar era garantida a 77,4% dos lares, enquanto a insegurança alimentar leve atingia 14,8% dos domicílios, a insegurança moderada, 4,6% e a insegurança grave, 3,2%.

Fonte: Agência Brasil
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Faesc aprova medidas do Governo de Santa Catarina em apoio aos produtores de leite

Faesc considera o Programa Leite Bom SC como um grande auxílio às urgentes demandas da cadeia produtiva de leite do estado catarinense.

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Foto: Divulgação /NA

Sempre atenta às questões que envolvem a cadeia produtiva do leite, em especial com os desafios impostos aos produtores de leite catarinenses, a Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc) aplaude as medidas adotadas pelo Governo de Santa Catarina por meio do Programa Leite Bom SC, lançado na última semana. O decreto, os financiamentos aos produtores e os incentivos fiscais para a indústria leiteira visam beneficiar direta ou indiretamente os 22,2 mil produtores catarinenses e garantem R$ 300 milhões em apoio ao setor nos próximos três anos.

Vice-presidente executivo da Faesc, Clemerson José Argenton Pedrozo: “Com a suspensão da concessão de incentivos fiscais para a importação de leite e derivados, inibe-se a concorrência desleal que tanto prejudica nosso produtor rural” – Foto Divulgação Sistema FaescSenar

Para o vice-presidente executivo da Faesc, Clemerson José Argenton Pedrozo, o programa lançado é um grande auxílio às urgentes demandas da cadeia produtiva de leite do estado. “A forte presença de leite importado no mercado brasileiro provocou queda geral de preços, anulando a rentabilidade dos criadores de gado leiteiro. Com a suspensão da concessão de incentivos fiscais para a importação de leite e derivados, inibe-se a concorrência desleal que tanto prejudica nosso produtor rural”, ressalta.

As novas medidas de financiamento também são citadas por Clemerson Pedrozo como grandes aliadas ao setor. Por meio dos programas Pronampe Leite SC e Financia SC poderão ser disponibilizados até R$ 150 milhões para subsidiar juros de empréstimos bancários e conceder financiamentos sem juros. “Essa iniciativa é essencial para garantir investimentos no sistema produtivo”, evidencia.

Ainda dentro do novo programa do governo do estado, os incentivos que serão repassados às agroindústrias catarinenses visam propiciar a estas patamares tributários similares aos benefícios concedidos por estados vizinhos (Paraná e Rio Grande do Sul). “Sempre defendemos que fosse concedido aos produtores de leite catarinenses e sua cadeia produtiva as mesmas condições dadas aos demais Estados. Não pedimos nada a mais, somente condições justas para o produtor rural catarinense”.

Clemerson valoriza a decisão do governo do estado e enaltece a atuação do governador Jorginho Mello, bem como do secretário da Fazenda, Cleverson Siewert, e do secretário da Agricultura Valdir Colatto que foram sensíveis aos pleitos das entidades representativas do agronegócio catarinense para providenciar medidas cruciais e urgentes em favor de um setor prejudicado de forma extrema nos últimos tempos. O vice-presidente executivo ainda reforça que a FAESC se manterá atenta às demandas do produtor rural e continuará atuando firmemente em defesa e visando o progresso da cadeia produtiva do leite catarinense.

Fonte: Assessoria Faesc
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Concurso leiteiro vai premiar vacas holandesas com maior produtividade na Fenasul Expoleite

Criadores e cabanheiros das exemplares campeãs serão brindados com o tradicional banho de leite destinado aos vencedores.

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Foto: JM Alvarenga

O concurso leiteiro será um dos momentos áureos da 18ª Fenasul e 45ª Expoleite, que ocorre de 15 a 19 de maio no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Quem define é o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) e presidente da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) Marcos Tang.

O dirigente ressalta a simplicidade do processo. “O concurso leiteiro é muito fácil para acompanhar: a campeã será a que produzir mais leite. As vacas da raça holandesa serão sujeitas a cinco ordenhas, com intervalo de 8 horas. As duas maiores marcas serão descartadas. Valerão para nota, as três ordenhas menores perfazendo, assim, 24 horas. E este será o resultado em que apontaremos as campeãs do concurso leiteiro, tanto na categoria Jovem quanto na Adulta,” explica.

São consideradas jovens as vacas de dois, três anos de vida. Já as adultas são consideradas a partir de quatro anos. “Então temos duas campeãs do torneio leiteiro, Jovem e Adulta. Claro, tem uma vaca que produz mais, normalmente é a adulta, mas às vezes uma jovem pode superar. Esperamos várias inscrições, mas principalmente fortes concorrentes produzindo cifras boas de leite”, projeta. Tang ressalta que, geralmente, a campeã produz perto de 80 litros, mas pondera que, acima de 50 litros, já são consideradas produções muito boas. O dirigente faz questão de salientar que no concurso leiteiro da Gadolando é vedada qualquer substância aditiva injetável. “Portanto, a vaca precisa produzir essa quantidade de leite alimentando-se naturalmente, o que torna o concurso leiteiro muito real, limpo e seguro”, garante.

Divulgação das campeãs
A campeã será conhecida no dia 16 de maio, uma quinta-feira, e na sequência haverá o tradicional banho de leite nos criadores e cabanheiros  das campeãs do concurso leiteiro. O material usado na comemoração é uma mistura de leite de descarte, portanto impróprio para consumo humano, água morna e cal. Por fim, Marcos Tang destaca, ainda, que esse concurso leiteiro é obrigatório para quem está concorrendo ao prêmio da Vaca Exceleite Suprema, que será entregue na 47ª Expointer, em agosto.

A premiada será a vaca que somar mais pontos tanto no concurso leiteiro como de pista, o morfológico. Será somada a pontuação de  três feiras: uma de interior, que faça parte do circuito oficial da Gadolando, mais Fenasul Expoleite e Expointer.

Promoção
A Fenasul Expoleite é uma promoção da Gadolando e da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), com co-promoção da Prefeitura de Esteio, Farsul, Fetag/RS, Febrac e apoio de outras entidades. A entrada para a feira é gratuita.

Fonte: Assessoria Gadolando
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