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“Estamos satisfeitos com 2016”

A safra 2016 foi muito boa e a Cooperalfa recebeu 16,7 milhões de sacas de grãos

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Romeo Bet é presidente Cooperalfa, gestão fevereiro de 2017 a fevereiro de 2021

Encerramos o ano com 17.265 associados. Temos uma base social coesa, responsável e capaz de dialogar sobre suas expectativas em relação à cooperativa, em parte, fruto dos programas de desenvolvimento social. A Alfa é uma fonte confiável de informações comerciais e técnicas, produzindo segurança dentro e fora do seu eixo de atuação.

A safra 2016 foi muito boa e a Cooperalfa recebeu 16,7 milhões de sacas de grãos. Ampliamos a produção de sementes totalizando 362.680 sacas, agregando valor ao produto dos associados.

Nos insumos agrícolas, em especial nos fertilizantes, a paridade de preços com os grãos foi favorável e o associado investiu mais na lavoura. Com isso, incrementamos a participação de mercado, alcançando 171 mil toneladas vendidas, superando nossas expectativas. Os produtores associados têm ampliado o uso de tecnologias para melhorar a produtividade e eficiência agrícola e pecuária. Isso nos estimula.

As sérias dificuldades enfrentadas pelo mercado de carnes, face ao alto custo do milho, geraram graves consequências para toda cadeia. Pode-se citar a redução de margens, prejuízos, abandono de atividade e elevação da necessidade de capital de giro para o produtor, cooperativa e agroindústria. Da experiência vivida fica a lição: elevados ganhos a somente um dos elos, não são sustentáveis ao longo do tempo.

A produção leiteira é uma atividade representativa em nossa base de associados. Ao longo de 2016 recebemos 96 milhões de litros, ou seja, 10% a mais que em 2015. Oscilações de preços no decorrer do exercício causaram expectativas e frustrações. Pensamos que o sistema cooperativista necessita de ações e investimentos para sermos mais competitivos nessa atividade.

A política industrial que a Cooperalfa tem adotado contribuiu substancialmente na composição das receitas e sobras. Encerramos 2016 com 32% das receitas geradas por produtos industrializados. Esforços vêm sendo feitos para ampliar esse número. Como exemplo, a indústria de trigo e fábrica de rações, que há pouco tempo receberam aporte de investimentos e vêm produzindo excelente retorno.

Embora vivêssemos um momento de crise severa no setor de consumo, tivemos um crescimento de 13,9% na linha de mercados, portanto, acima dos índices inflacionários. Ferragens e combustíveis sentiram a retração de mercado.

Na média, nos últimos 10 anos, as receitas da Cooperativa evoluíram 14% ao ano. Em 2016, o crescimento de 17,2% superou nosso planejamento de R$ 2,6 bilhões. As sobras líquidas, que no ano anterior foram 5,25% sobre a receita líquida, em 2016 representaram 4,27%, totalizando R$ 107,9 milhões.

Nosso índice de liquidez geral passou de 1,11 para 1,21 em 2016. O endividamento ficou em 43%. Estamos expandindo nossa área de ação.

Continuamos investindo na ampliação e melhoria de estruturas. Os investimentos nos últimos oito anos giraram em torno de 4% das receitas totais. A melhoria dos controles e procedimentos contribuem com a continuidade e solidez. Mantivemos a equipe capacitada. Em 2016, 83% dos nossos colaboradores fizeram algum tipo de treinamento. Nosso time está ciente da necessidade de ampliar horizontes de forma consciente.

Em contrapartida, no Brasil, a deterioração da honestidade, o agravamento das crises e a piora dos indicadores econômicos têm elevado as preocupações. O impedimento da Presidente da República não foi suficiente para que houvesse adequada melhora no ambiente geral de negócios. O cenário político ainda permanece caótico. Precisamos de um projeto de NAÇÃO e não de partido “A” ou “B”.

Lembremos as realizações neste último mandato do atual conselho de administração. Estruturas foram melhoradas e ampliamos os negócios, com crescimento saudável e responsável. Buscamos aproximação das pessoas com qualidade empresarial moderna, simplicidade, seriedade e transparência, o que acaba refletindo nas equipes. Nosso muito obrigado. Contamos com vosso apoio no trabalho futuro da Cooperalfa.

Juntos podemos praticar um cooperativismo eficaz, sério e humano que harmoniza o crescimento econômico ao desenvolvimento das pessoas. Agradeço pelo apoio e desejo um ótimo 2017 a todos.

Fonte: Assessoria

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Notícias Após oito anos

UFSM retoma tradicional Simpósio de Sanidade Avícola

Evento será realizado de forma on-line, entre os dias 05 e 07 de junho, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país.

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Foto: Julio Bittencourt

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está em clima de celebração com o retorno do Simpósio de Sanidade Avícola, que volta a acontecer após um hiato de oito anos. Este evento, anteriormente coordenado pela professora doutora Maristela Lovato Flores, teve sua última edição em 2016 e agora ressurge graças aos esforços do Grupo de Estudos em Avicultura e Sanidade Avícola da UFSM (Geasa/UFSM). O Jornal O Presente Rural será parceiro de mídia da edição 2024 do evento.

Sob a nova liderança dos professores doutores Helton Fernandes dos Santos e Paulo Dilkin, o evento chega a 11ª edição e promete manter o alto padrão técnico-científico que sempre marcou suas edições anteriores. “Estamos imensamente satisfeitos e felizes em anunciar o retorno deste evento tão importante para a comunidade avícola”, declararam os coordenadores.

O Simpósio está marcado para os dias 05, 06 e 07 de junho e será realizado de forma on-line, permitindo a participação de estudantes e profissionais de diversas regiões do país. “Com um programa cuidadosamente planejado ao longo dos últimos meses, o evento pretende aprofundar os conhecimentos sobre sanidade avícola, abrangendo temas atuais e pertinentes à Medicina Veterinária, Agronomia e Zootecnia”, evidenciou o presidente do Geasa/UFSM, Matheus Pupp de Araujo Rosa.

Entre as novidades deste ano, destaca-se o caráter beneficente do evento. Em solidariedade às vítimas das recentes enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul, 50% do valor arrecadado com as inscrições será doado para ajudar aqueles que foram afetados por essa adversidade.

Os organizadores também garantem a presença de palestrantes de renome, que irão abordar as principais pautas relacionadas à sanidade nos diversos setores da avicultura. “Estamos empenhados em proporcionar um evento de alta qualidade, que contribua significativamente para o desenvolvimento profissional dos participantes”, afirmaram.

Em breve, mais detalhes sobre os palestrantes, temas específicos e informações sobre inscrições serão divulgados. Para acompanhar todas as atualizações, você pode também seguir  o perfil oficial do Geasa/UFSM pelo Instagram. “O Simpósio de Sanidade Avícola é uma excelente oportunidade para a comunidade acadêmica e profissional se reunir, trocar conhecimentos e contribuir para o avanço da avicultura, enquanto também apoia uma causa social de grande relevância”, ressalta Matheus.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias

Carne de frango ganha competitividade frente a concorrentes

No caso da carne suína, as cotações iniciaram maio em alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês. Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado.

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Foto: Shutterstock

Enquanto a carne de frango registra pequena desvalorização em maio, frente ao mês anterior, as concorrentes apresentam altas nos preços – todas negociadas no atacado da Grande São Paulo.

Como resultado, pesquisas do Cepea mostram que a competitividade da proteína avícola tem crescido frente às concorrentes.

Para o frango, pesquisadores do Cepea explicam que a pressão sobre os valores vem da baixa demanda em grande parte da primeira quinzena de maio (com exceção da semana do Dia das Mães), o que levou agentes atacadistas a baixarem os preços no intuito de evitar aumento de estoques.

No caso da carne suína, levantamento do Cepea aponta que as cotações iniciaram maio alta, impulsionadas pela oferta mais “enxuta” e pelo típico aquecimento da procura em começo de mês.

Quanto ao mercado de boi, apesar dos valores da arroba seguirem pressionados na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, as exportações intensas de carne podem ajudar a limitar a disponibilidade interna e, consequentemente, a sustentar os valores da proteína no atacado.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Notícias Em apoio ao Rio Grande do Sul

Adapar aceita que agroindústrias gaúchas comercializem no Paraná

Medida é válida para agroindústrias do Rio Grande do Sul com selo de inspeção municipal ou estadual e tem validade de 90 dias. A Adapar enviou uma declaração expressa ao Ministério alinhada a essa autorização, e vai disponibilizar no site oficial uma lista dos estabelecimentos aptos a vender esses produtos.

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Foto: Mauricio Tonetto/Secom RS

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) vai aceitar que agroindústrias gaúchas com selo de inspeção municipal ou estadual vendam seus produtos em território paranaense.

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou na última quarta-feira (15) a Portaria Nº 1.114, permitindo temporariamente a comercialização interestadual de produtos de origem animal do Rio Grande do Sul, em caráter excepcional.

A Adapar enviou uma declaração expressa ao Ministério alinhada a essa autorização, e vai disponibilizar no site oficial uma lista dos estabelecimentos aptos a vender esses produtos, garantindo a segurança e a qualidade alimentar para os consumidores.

A decisão atende a uma solicitação da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL) pela flexibilização das regulamentações vigentes, com o objetivo de garantir a continuidade da venda dos produtos de origem animal produzidos em território gaúcho, tendo em vista o impacto das enchentes para os produtores rurais.

O assunto foi debatido em uma reunião online realizada na terça-feira (14) entre os órgãos e entidades de defesa agropecuária do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais e o Mapa.

“Essa medida representará um alívio significativo para as pequenas empresas, com o escoamento de produtos que poderão ser revendidos nos estabelecimentos distribuídos por diversos estados brasileiros”, explica o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins. As autorizações dispostas na Portaria do Ministério são válidas pelo prazo de 90 dias.

Para a gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Adapar, Mariza Koloda, a iniciativa representa um importante passo na busca por soluções ágeis e eficazes para enfrentar os desafios impostos pelo cenário de crise no Rio Grande do Sul.

“A cooperação entre os órgãos de defesa agropecuária e o Ministério demonstra o compromisso em atender às necessidades dos produtores e consumidores, ao mesmo tempo em que se mantém a integridade e segurança dos alimentos comercializados em todo o País”, diz.

Segundo a AGL, a grande maioria das agroindústrias familiares depende de feiras, restaurantes, empórios, hotéis, vendas digitais para consumidor direto ou de compras institucionais pelo Poder Público. O impacto das chuvas prejudicou a comercialização das agroindústrias em todas as regiões, com produtores que perderam animais, lavouras e instalações.

Fonte: AEN-PR
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