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Phibro e CHR Hansen recebem clientes para visitar suas fábricas, em Valinhos e Guarulhos (SP)

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A Phibro, líder global no mercado de nutrição e saúde animal, e a CHR Hansen, uma das maiores fabricantes mundiais de ingredientes para a indústria de alimentos, receberam alguns clientes para participar de apresentações técnicas das empresas e visita às suas fábricas, respectivamente em Guarulhos e Valinhos (SP).

Este foi o primeiro evento desde que as empresas passaram a atuar em parceria. A Phibro é responsável pela distribuição e comercialização da linha de probióticos para suínos da CHR Hansen no Brasil (linhas Probios Guard® e BioPlus®) e a CHR Hansen oferece todo suporte técnico e laboratorial para esta nova estrutura comercial de distribuição dos produtos.

O evento aconteceu nos dias 1 e 2 de dezembro. A primeira etapa foi realizada nas dependências da CHR Hansen, em Valinhos (SP), com a palestra “Uso de probióticos em crescimento e terminação”, ministrada por Robert Lantz, Gerente Técnico Comercial da CHR Hansen (EUA). Após a apresentação os participantes conheceram a fábrica.

Robert Lantz, durante sua palestra apresentou resultados de pesquisas recentes com o uso de Probios Guard® na fase de crescimento e terminação. O uso de Probios Guard® nesta fase melhora a digestibilidade da dieta, fator que foi verificado em experimentos conduzidos na Europa, Estados Unidos, além de recentemente ter sido concluído um trabalho no Brasil, na Universidade Federal de Viçosa (MG), onde a melhoria na digestibilidade da dieta foi verificada em condições locais: ingredientes, clima e animais. “O ganho econômico resulta da redução do custo na alimentação dos suínos ou pelo aumento do ganho de peso e melhora na conversão alimentar; o cenário econômico e as metas de cada empresa direcionarão a forma de uso”, explica Lantz.

Segundo Paulo Ricardo Lima de Oliveira, Gerente de Vendas da Chr Hansen na América do Sul, “a parceria entre as duas empresas tem como objetivo promover às empresas e produtores um maior acesso às tecnologias usadas na Europa e EUA, buscando melhor desempenho dos animais, maior lucratividade e o uso mais racional dos recursos com segurança alimentar, principalmente em um cenário no qual o Brasil avança em suas exportações de carne”.

No dia 02, o evento prosseguiu na planta fabril da Phibro, localizada em Guarulhos (SP). Os convidados assistiram à palestra sobre “A Virginiamicina como melhorador de desempenho em fêmeas suínas”, ministrada pelo Gerente Técnico Suínos da Phibro, Carlos Kippert. O evento foi finalizado com uma visita à fábrica da Phibro, onde os participantes puderam conhecer o processo de produção da Virginiamicina, molécula de produção exclusiva da empresa, exportada do Brasil para a América Latina, Estados Unidos, Canadá, China entre outros países.

Segundo Carlos Kippert, “a ideia foi aproximar os clientes, entender suas necessidade e ajustar nosso posicionamento, além de apresentar as unidades fabris, onde puderam conhecer todo o processo de fabricação e controle de qualidade dos produtos. A Virginiamicina é o único aditivo melhorador de desempenho aprovado no MAPA para uso em fêmeas em gestação e lactação. A utilização desta molécula no período de gestação e lactação, durante ciclos sucessivos, permite ao suinocultor comprovar melhorias no desempenho reprodutivo das fêmeas e efeitos diretos na leitegada”.

“Os benefícios do uso da virginiamicina incluem um aumento no número de leitões nascidos, redução da mortalidade pré-desmame e consequente aumento do número de leitões desmamados. Durante a lactação a fêmea perde menos peso e o número de dias não produtivos no ano é reduzido. Além disto, Stafac® altera de forma significativa a composição do leite da fêmea, aumentando principalmente o teor de gordura e sólidos totais. E, como resultado o leitão será desmamado mais pesado”, explica Kippert.

Para Fabiane Hinnah, médica veterinária da Cooperativa Languiru de Estrela/RS e Luiz Souza, nutricionista da Capal em Arapoti/PR o evento foi muito importante para conhecer a realidade do processo, que reúne desde o controle de qualidade da matéria prima, conhecimentos sobre nutrição e sanidade até o resultado final que se espera de um aditivo. 
Já, para Cléder Ferreira, coordenador de fábrica de ração da Cooperxanxerê em Xanxerê/SC, o cliente considera o pós venda um diferencial. “O atendimento fica mais completo. É fácil vender, mas manter o cliente que é difícil. Neste caso, o suporte é uma ideia inovadora”, conclui Cléder.

A proposta foi realizar um evento para criar oportunidade de discussão sobre os temas expostos, que são novidades na área de aditivos probióticos e melhoradores de desempenho e, as palestras visaram atualizar tecnicamente nossos parceiros. “Todos os participantes estão rotineiramente no campo e a expectativa foi apresentar dois conceitos na linha de aditivos para melhorar o desempenho dos animais nas fases de crescimento & terminação ou reprodução”, enfatiza Carlos.

Sobre a Phibro

Com faturamento global de US$ 690 milhões por ano em saúde e nutrição animal, a empresa possui duas unidades fabris no País, principal plataforma mundial de produção. A planta de biotecnologia localizada em Guarulhos (SP) é a única fábrica no Brasil, em sua área de especialidade, certificada pelo FDA (Food and Drug Administration) dos EUA. A outra, no interior de São Paulo, na cidade de Bragança Paulista, a Planalquímica Industrial, é uma planta de química fina e representa a segunda maior produção mundial de Nicarbazina, molécula de destaque como solução para o controle de coccidiose, doença de alto impacto econômico na produção de frangos de corte. Atualmente, a empresa emprega 343 funcionários.

Sobre a CHR Hansen

Posicionada entre os maiores fabricantes mundiais de ingredientes naturais para a indústria de alimentos, com filiais e Centros de Aplicação e Tecnologia em todo o mundo, a empresa acumula experiência de mais de 130 anos como uma força importante para continuar sendo inovadora, com forte comprometimento e melhoria constante. A Chr. Hansen tem participação muito ativa no mercado brasileiro há mais de 50 anos, oferecendo no mercado brasileiro produtos registrados e cadastrados na comunidade européia. Tudo começou no final do século 19, quando a matriz, na Dinamarca, iniciou a exportação de coalhos para o Brasil, os quais eram distribuídos por agentes locais. A distribuição se manteve ininterrupta, mesmo durante as duas guerras mundiais e as instabilidades econômicas do Brasil. O estabelecimento da filial em Valinhos (SP) ocorreu em 1977.

Fonte: Ass. Impr. da Phibro

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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