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Missão brasileira no Irã e Egito

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Visando estreitar as relações com importadores estrangeiros de carne bovina brasileira do Ir㠖 6º maior destino do produto nacional em 2014, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) promoveu um churrasco na residência oficial do embaixador do Brasil naquele País. O evento contou com apoio da embaixada brasileira no Irã, da Apex-Brasil e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e reuniu importantes players do setor, além de importadores de carne bovina e autoridades locais.
Depois do Irã, a ABIEC, representada pelo seu presidente, Antônio Jorge Camardelli, seguiu para o Egito, onde participou de reuniões com importantes autoridades do País.
As iniciativas no Irã e no Egito integraram uma missão do MAPA, com apoio de empresas exportadoras e entidades setoriais, entre elas a ABIEC. Um dos objetivos foi negociar o fim do embargo às importações de carne bovina do Mato Grosso. Os dois países suspenderam as compras após a identificação este ano do agente causador da encefalopatia espongiforme bovina – o mal da vaca louca – num animal do rebanho do Estado. A finalidade foi mostrar aos governos dos dois países que “o status sanitário do Brasil é compatível com os melhores do mundo” e que a maioria dos mercados que suspenderam as importações após o anúncio do caso já voltaram a comprar. “A missão brasileira no Irã e no Egito obteve pleno sucesso, já que os dois países retiraram os embargos à carne brasileira do Mato Grosso, resultado dos esforços feitos pela ABIEC, pelas Embaixadas Brasileiras nos países e pelo Ministério da Agricultura, em especial Ministro Neri Geller, empenhado na defesa dos interesses do setor e do país”, comemora Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC.
O Egito e o Irã são dois importantes importadores de carne bovina brasileira, ocupando a 5ª e a 6ª posições, respectivamente, no acumulado do ano, apesar do embargo ao Mato Grosso. De janeiro a julho de 2014 foram exportadas 82,3 mil toneladas de carne para o Egito (20% a mais que 2013), representando um faturamento de US$ 284,2 milhões (aumento de 24%). Para o Irã foram exportadas 53,2 mil toneladas, com um expressivo aumento de 149% em relação ao mesmo período do ano passado, e um faturamento de US$ 240,4 milhões, um crescimento de 147% ante 2013.

Fonte: Ass. Imprenssa da ABIEC

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Notícias Com R$ 44,6 milhões do Fundo Clima

BNDES financia produção sustentável da Cooperativa Agrária no Paraná

Cooperativa vai substituir caldeira a lenha por uma mais moderna e sustentável, a cavaco e resíduo agroindustrial, e expandir a estocagem de resíduos de cereais.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 44,6 milhões, por meio do Fundo Clima, à Cooperativa Agrária Agroindustrial para substituição da caldeira da indústria de óleo em Guarapuava (PR) a lenha por uma mais moderna e sustentável, a cavaco e resíduo agroindustrial, e para a expansão da estocagem de resíduos de cereais.

A unidade fornece matéria-prima para refinarias de óleo de soja, indústrias de margarinas, biodiesel, entre outros produtos que abastecem empresas do mercado interno e de exportação. A fábrica também produz farelo de soja para as indústrias de nutrição animal, tanto no Brasil quanto no exterior.

Com 30 anos de uso, a atual caldeira da fábrica não foi projetada para consumir resíduos de cereais. A substituição por uma mais moderna reduzirá o custo de frete, além de reduzir o preço da tonelada de vapor com o consumo de recurso disponível na própria unidade. O objetivo é queimar todo resíduo cereal produzido em Guarapuava, o que corresponde a cerca de 5 mil toneladas por ano.

Também serão instalados silos para armazenamento de 500 toneladas de resíduos finos de cereais, além da implantação de sistema de recepção, moagem e armazenagem.

“Com a modernização para maior eficiência energética e redução de custos operacionais, a cooperativa deixará de emitir 582 toneladas de CO2 por ano. Esse é o objetivo do Fundo Clima no governo do presidente Lula: um importante instrumento de investimento em projetos de sustentáveis e que visem a descarbonização no país”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“O projeto atende às diretrizes da nova política industrial, que visa o desenvolvimento da bioeconomia, a descarbonização e a transição energética”, explica o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon.

Fundo Clima ‒ O financiamento na modalidade Transições Energéticas se alinha aos objetivos de apoiar a aquisição de máquinas e tecnologia para reduzir emissões de gases do efeito estufa. Em abril deste ano, o BNDES e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima anunciaram a transferência de R$ 10,4 bilhões ao Fundo, que agora é o principal instrumento do Governo Federal no combate às mudanças climáticas. Até 2023, o orçamento era de R$ 2,9 bilhões.

Cooperativa Agrária Agroindustrial ‒ Hoje, a cooperativa tem 728 cooperados e cerca de 1.900 colaboradores, que atuam no recebimento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários. As principais culturas do grupo são a soja, o milho, o trigo e a cevada, com matriz energética predominantemente formada por fontes renováveis. Em 2023, a produção total de grãos pelos cooperados foi de 932 mil toneladas.

Fonte: Assessoria BNDES
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Competitividade da carne suína sobe frente ao boi, mas cai em relação ao frango

Preços médios destas carnes vêm registrando altas no mercado atacadista da Grande São Paulo neste mês de setembro.

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Foto: Shutterstock

Os preços médios das carnes suína, de frango e de boi vêm registrando altas no mercado atacadista da Grande São Paulo neste mês de setembro.

Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os avanços nos valores da carne suína, no entanto, se destacam em relação aos do frango, mas ficam abaixo dos observados para a bovina.

Diante desse contexto, de agosto para setembro, a competividade da carne suína tem crescido frente à bovina, mas diminuído em relação à avícola.

Fonte: Assessoria Cepea
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Preços da carne bovina no atacado atingem máximas do ano

Atacadistas da Grande São Paulo comentam que, além de a oferta dos frigoríficos estar um pouco menor, o consumo se aqueceu.

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Foto: Arquivo/OPR

As valorizações de todos os cortes com osso levantados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) no mercado atacadista de carne da Grande São Paulo estiveram por volta de 4% ao longo dos últimos sete dias.

Diante disso, a carcaça casada do boi gordo (junção do traseiro, do dianteiro e da ponta de agulha) vem sendo negociada nesta semana no maior patamar nominal deste ano.

Segundo pesquisadores do Cepea, atacadistas da Grande São Paulo comentam que, além de a oferta dos frigoríficos estar um pouco menor, o consumo se aqueceu – de fato, alguns indicadores macroeconômicos (desemprego e massa de rendimentos) dão sustentação a esse comportamento.

Fonte: Assessoria Cepea
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