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Destaques do relatório de sustentabilidade da Zoetis

Em 2023, mais de 30% do consumo total de eletricidade da empresa, líder mundial em saúde animal, foi fornecido por fontes renováveis, aproximando a companhia de seu objetivo de usar eletricidade 100% renovável até 2030

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Divulgação Zoetis

A Zoetis, líder mundial em saúde animal, publicou seu relatório de sustentabilidade de 2023, denominado “Avanço da Sustentabilidade na Saúde Animal para um Futuro Melhor”, para destacar o progresso da empresa no avanço rumo as suas aspirações de sustentabilidade de longo prazo.

O relatório mostra as ações realizadas em três pilares: Comunidades, Animais e Planeta. Incluídos no relatório estão o Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e o Índice ESG da empresa, que fornecem indicadores de desempenho relevantes, incluindo aqueles identificados pelo SASB para a indústria de saúde, biotecnologia e farmacêutica. Este índice também inclui o compromisso da Zoetis em divulgar o progresso alinhado com o Grupo de Trabalho sobre Divulgação Financeira Relacionada ao Clima (TCFD), além de um link para o Questionário de Mudanças Climáticas do Carbon Disclosure Program – CDP 2023.

“Nossas aspirações de sustentabilidade são uma extensão do nosso propósito na Zoetis, e continuamos a fazer progressos significativos ao incorporar a estratégia de sustentabilidade em nossos negócios, na medida que construímos um futuro mais saudável para nossas comunidades, animais e o planeta que compartilhamos”, disse Jeannette Ferran Astorga, vice-presidente executiva de assuntos corporativos, comunicações e sustentabilidade da Zoetis e presidente da Fundação Zoetis. “A saúde animal emergiu como uma solução climática clara com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura a identificar medidas – incluindo genética, vacinações e melhor acesso a cuidados veterinários – que podem, em última análise, melhorar a saúde e a produtividade dos animais e reduzir as emissões globais de gases com efeito de estufa do gado.”

Alguns destaques do relatório:

  • Mais de 30% do consumo total de eletricidade da empresa foi fornecido por fontes renováveis, o que inclui painéis solares instalados no local em sete instalações – levando a Zoetis em direção ao seu objetivo de usar eletricidade 100% renovável até 2030
  • Substituição de plástico por papelão para embalagens de vacinas antirrábicas, reduzindo o uso de plástico PVC em oito toneladas métricas e as embalagens em geral em cerca de 2,5 toneladas métricas anuais
  • Através de doações de 8,3 milhões de dólares, a Fundação Zoetis apoiou 28 iniciativas que impactaram 19 países para promover oportunidades para veterinários e criadores de gado através de iniciativas de educação, bem-estar e meios de subsistência
  • A empresa lançou no mercado diagnósticos, vacinas e parasiticidas inovadores para apoiar as metas de saúde animal e produtividade dos produtores pecuários
  • O aumento do trabalho voluntário relatado por colegas em 81%, para 16.611 horas

Animais – Inovação em Saúde Animal

Em 2023, a companhia iniciou um projeto com a Dairy Management Incorporated (DMI) e a equipe de modelagem Ruminant Farm Systems (RuFaS) para aumentar o desenvolvimento e os testes do modelo de emissões na fazenda RuFaS. A Zoetis contribui com dados de saúde animal e genética para o projeto, bem como experiência em pesquisa de apoio para permitir a modelagem abrangente das pegadas de carbono das fazendas leiteiras. O trabalho continua em 2024 e representa uma oportunidade para compreender as alavancas que podem melhorar a eficiência e o impacto ambiental da produção de leite. No âmbito da iniciativa de Produtividade Pecuária Africana e Avanço da Saúde (A.L.P.H.A.), em 2023, com o apoio contínuo da Fundação Bill & Melinda Gates (BMGF), a Zoetis lançou uma nova iniciativa de cinco anos que visa aumentar o acesso a um portfólio alargado de produtos e serviços veterinários, incluindo diagnósticos, e melhorar a escala das redes de distribuição para os criadores de gado na África Subsariana.  Até o fim de 2023, a Zoetis treinou mais de 35 mil agricultores, profissionais veterinários, distribuidores e pessoal de laboratório, e tratou 12,7 milhões de vacas e 260 milhões de galinhas na região – superando as metas em 27% e 30%, respectivamente.

 Planeta – o impulso para proteger nosso planeta

Focada nas emissões de Escopo 1 e 2 de suas operações de fabricação, distribuição e pesquisa e desenvolvimento (P&D), escritórios e frota de veículos, a Zoetis continua a progredir em direção à neutralidade de carbono em suas próprias operações até 2030:

  • Expandir seu portfólio de energia renovável, que inclui programas de serviços públicos, sete painéis solares fotovoltaicos instalados nos principais locais de fabricação e P&D, e agora dois contratos virtuais de compra de energia (VPPAs) que deverão entrar em operação nos próximos dois anos,
  • Reportar 32,6% de eletricidade renovável fornecida até ao final de 2023, alinhado com o seu compromisso RE100. Mais de um terço das unidades de produção da empresa operam com eletricidade 100% renovável,
  • Concluir 38 projetos de eficiência energética e outros projetos de redução de carbono em locais importantes em 2023, e
  • Aumentar os veículos híbridos e elétricos para representar 12,1% e 3,1%, respetivamente, da sua frota total de veículos.

Coletivamente, esses investimentos, combinados com as mudanças operacionais realizadas desde 2021, reduziram as emissões de Escopo 1 e 2 da empresa em 18,9%.

Como parte da sua estratégia de embalagem, a Zoetis continuou a tomar medidas substanciais para melhorar o impacto ambiental dos seus produtos nas formas mais importantes para os clientes e para a empresa. Em uma de suas principais unidades de fabricação, em Lincoln, Nebraska, EUA, as embalagens plásticas foram substituídas por caixas de papelão para embalagens de vacinas contra a raiva distribuídas no mercado estadunidense, reduzindo o uso de plástico PVC em cerca de oito toneladas métricas e as embalagens em geral em cerca de 2,5 toneladas métricas anualmente.

Comunidades – Cuidado e Colaboração

A Zoetis investiu US$ 7 milhões em comunidades por meio de iniciativas de doações corporativas em 2023. Isso incluiu a parceria com a Adopt a Pet para melhorar o acesso a recursos para animais de estimação, abrigos, resgates e equipes de saúde veterinária nos Estados Unidos; uma iniciativa na Indonésia para vacinar cães e gatos contra raiva e esforços de socorro ao terremoto para apoiar o resgate e cuidado de cavalos em Marrocos. No total, os programas comunitários da empresa alcançaram aproximadamente 202 mil donos de animais de estimação necessitados e aproximadamente 91 mil animais afetados pelo desastre. Por seu lado, a Fundação Zoetis distribuiu 8,3 milhões de dólares  apoiando 28 iniciativas em 19 países em 2023, incluindo doações de 3 milhões de dólares a organizações que concederam bolsas de estudo a mais de 500 estudantes de veterinária. Isto eleva o apoio cumulativo da Fundação para 14,9 milhões de dólares do seu compromisso de 35 milhões de dólares em subvenções de 2021 até ao final de 2025.

Fonte: Assessoria

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs

Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

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Divulgação Jefo

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.

Os benefícios da nutrição de precisão

Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.

Jefo e a tecnologia de microencapsulação

Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.

Destaques no SIAVS 2026

Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:

• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;

• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;

• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;

• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;

• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.

“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.

No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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 Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

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Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.

O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico

O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.

Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos

Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).

No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.

Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.

Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico

Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos

Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.

As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico

Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2.  A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.

 Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!

Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.

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Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

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Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!

 

 

Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1

1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac

 

Fonte: Ass. de Imprensa Laboratoires Phodé
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

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Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
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