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Bayer CropScience e NBN Sementes anunciam parceria para o tratamento industrial de sementes

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A Bayer CropScience e a NBN Sementes anunciam uma parceria para a instalação de uma unidade de tratamento industrial de sementes. O evento aconteceu no último final de semana na UBS da empresa em Muitos Capões (RS). Além do anúncio, será realizado o Fórum sobre Mercado Atual e Futuro de Trigo, com palestras do proprietário da NBN e presidente da ABRASEM (Associação Brasileira de Sementes e Mudas), Narciso Barison, e da Bayer sobre as tecnologias da empresa para a cultura do trigo.
Por meio da parceria, a Bayer CropScience disponibiliza uma inovadora estrutura para o tratamento de sementes industrial, com uma máquina de alta tecnologia, produtos de qualidade, monitoramento do processo de tratamento de sementes, treinamentos e assistência técnica especializada.
Segundo o gerente regional de Lages (SC) da Bayer CropScience, Luiz Crude, a parceria trará aos produtores as tecnologias inovadoras da Bayer associadas as sementes de alta qualidade da NBN. O gerente também destaca os benefícios da alta eficiência na proteção e o rigoroso padrão de qualidade no tratamento de sementes.
“Com certeza, esse é o inicio de uma parceria sólida, já que demanda pelo tratamento industrial de sementes associado a sementes de qualidade vem aumentando a cada dia nas mais diversas culturas. A troca constante de informações e o trabalho em conjunto entre as duas empresas permitirá alcançar resultados surpreendentes e gerar conhecimento necessário para superar os novos desafios que surgem a cada dia”.
Um dos grandes diferenciais da parceria está na utilização de uma máquina desenvolvida pela Bayer CropScience com tecnologia de ponta, considerada um dos mais renomados equipamentos do segmento. Os benefícios proporcionados são a precisão em pesagem de sementes e a dosagem adequada de produtos (garantia de aplicação do volume desejado); tratamento adequado e de qualidade para as sementes, agilidade no processo devido à alta capacidade produtiva do sistema; ainda mais segurança para o operador, pois o sistema evita o preparo de calda; entre outros 
Esta iniciativa da Bayer CropScience é sustentada por quatro segmentos: expertise e assistência técnica especializada; tecnologias exclusivas para o revestimento das sementes; equipamentos inovadores para aplicação do tratamento e portfólio com tecnologias de ponta, que proporcionam proteção às sementes.
Com a nova estrutura de tratamento de sementes industrial, a NBN Sementes tratará sementes de soja, milho, trigo e feijão, permitindo que com a automatização do processo de tratamento de sementes, ocorra um ganho tanto na qualidade, quanto no tempo, pois processo industrial de tratamento de sementes possibilita que os produtos de proteção sejam aplicados com maior precisão e uniformidade, de forma que o produtor tenha garantia da entrega daquilo que comprou.
Para Narcisio Barison, a parceria entre a NBN Sementes e a Bayer CropScience vai promover uma ótima oportunidade, neste início de trabalho, para a cultura do trigo. “Vamos discutir um sistema para que possa resolver as dificuldades que temos com a produção de trigo, assim como as questões de mercado, logística e o futuro dessa cultura”. 
Solução Bayer para proteção de sementes – O CropStar®, uma das opções oferecidas pela Bayer CropScience em seu portfólio de proteção de sementes, é um dos importantes diferenciais do Tratamento Industrial de Sementes Bayer. O produto é um inseticida que controla pragas mastigadoras e sugadoras, promovendo também o controle do ataque dos nematoides ao sistema radicular. Estas ações protegem as plantas na fase inicial e nos primeiros dias após a emergência na lavoura. Além disso, tem seletividade aos inimigos naturais, mostrando-se adequado para o manejo integrado de pragas (MIP).

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 8.819 bilhões (2013), sendo uma das maiores empresas do mundo em ciências e inovação nas áreas de sementes, proteção de cultivos e controle de pragas não-agrícolas. Oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções para a proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de apoio para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrangem desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 22.400 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com mais 118 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,6 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo. 
 
Declarações antecipadas quanto ao futuro 
Este press release pode conter declarações quanto ao futuro baseadas em suposições e previsões atuais feitas pela administração do Grupo Bayer ou suas divisões de negócios. Diversos riscos conhecidos e desconhecidos, incertezas e outros fatores podem causar diferenças relevantes entre os reais resultados futuros, situação financeira, desenvolvimento ou desempenho da Empresa e as estimativas aqui fornecidas. Tais fatores incluem aqueles discutidos nos relatórios públicos da Bayer disponibilizados em seu website www.bayer.com . A Empresa não assume responsabilidade alguma pela atualização de tais declarações antecipadas quanto ao futuro nem sua adaptação a eventos ou desenvolvimentos futuros.

Fonte: Ass. Imprensa da Bayer Cropscience

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Notícias Em parceria com a UPF

Sindilat/RS lança cartilha com orientações para bem-estar animal no verão

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Foto: Fernando Kluwe Dias

Buscando incentivar a adoção de práticas que visem o bem-estar dos animais e, ao mesmo tempo, a manutenção do volume e da qualidade do leite nos períodos mais quentes do ano, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) elaborou, em conjunto com a Universidade de Passo Fundo (UPF), a Cartilha de Verão para os produtores de leite, que pode ser acessada clicando aqui. “Relacionamos um conjunto de medidas na nutrição e no manejo durante o verão que ajudam a evitar variações e a manter a qualidade do leite, inclusive com relação à diminuição nos desvios de crioscopia, comuns nos períodos mais quentes, preservando a qualidade e volume da produção”, explica Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat/RS.

Conforme o médico-veterinário, doutor em Ciências Veterinárias, professor e pesquisador na UPF, Carlos Bondan, a cartilha busca orientar sobre preocupações que ressurgem com a chegada do verão, e que podem diminuir a quantidade e qualidade do leite. “Temos percebido em estudos em parceria com o Sindilat/RS, que fatores como temperatura, umidade altas e fatores nutricionais estão relacionados a uma diminuição dos sólidos não gordurosos. E o estresse térmico tem uma participação muito grande nesses fatores”, explica.

Na cartilha, as soluções indicadas para garantir o conforto térmico dos rebanhos leiteiros ajudam a minimizar os efeitos do calor e garantir a saúde e a produtividade das vacas.

Elas incluem fornecimento de sombra, uso de aspersores e ventiladores, alimentação balanceada, acesso irrestrito à água, manejo adequado da ordenha e monitoramento da saúde do rebanho. “Os bovinos são muito exigentes quanto à qualidade da água. Gostam de tomar água limpa e com uma temperatura entre 18 e 20 graus. Na alimentação, o desafio é o equilíbrio entre a energia e a proteína. Acredito que a crioscopia vá nessa mesma direção. Então o produtor deve consultar um nutricionista e tentar encontrar o melhor caminho para a suplementação dos seus rebanhos”, recomenda o professor.

Fonte: Assessoria Sindilat/RS
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Notícias No Equador

ABCZ vai participar do 1º Encontro Internacional de Juízes de Raças Zebuínas

Marcado para 20 a 22 de outubro, o encontro vai contar com a presença de cerca de 30 juízes de 10 países.

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Vice-presidente da ABCZ, Arnaldo Borges, é um dos juízes que vai compartilhar o seu conhecimento com os participantes - Foto: Divulgação/ABCZ

A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) irá participar da primeira edição do Encontro Internacional de Juízes de Raças Zebuínas, parte da programação da 3ª Expo Cebú, em Chone, no Equador. Marcado para 20 a 22 de outubro, o encontro vai contar com a presença de cerca de 30 juízes de 10 países.

O vice-presidente da ABCZ, Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges, será um dos juízes participantes do evento, que foi pensado para multiplicar o conhecimento dos melhores profissionais dos julgamentos das raças zebuínas.

O Encontro Internacional de Juízes de Raças Zebuínas foi escolhido para inaugurar a programação da maior feira da pecuária zebuína do Equador, servindo também como preparação para a próxima edição do Congresso Mundial de Criadores de Zebu (Comcebu), em 2026.

Entre os países participantes, encontram-se os Estados Unidos, Nicarágua, Venezuela, Colômbia, Argentina, México, Brasil, Bolívia e Paraguai.

A comitiva de juízes do Brasil será composta por Arnaldo Manuel, Lucyana Queiroz, William Koury, Fábio Nogueira, André Rabelo, Marcelo Cembranelli e Célio Heim.

As inscrições para o evento podem ser feitas clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABCZ
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Setor avícola discute fim dos embargos às exportações após conclusão dos 90 dias do caso de Newcastle no Rio Grande do Sul

Término do prazo de averiguação sem mais alterações deve garantir fim de embargos à carne de frango gaúcha.

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Foto: Shutterstock

Para tratar sobre o encerramento dos 90 dias do caso de Newcastle no Rio Grande do Sul, o setor avícola gaúcho se reuniu, na quinta-feira (17), com representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Após este prazo e cumpridos todos os requisitos e procedimentos definidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), a expectativa do setor é pelo encerramento de embargos às exportações avícolas gaúchas por parte de alguns países que ainda mantem restrições.

Na última sexta-feira (11), o Mapa/DSA/DAS emitiu a Nota Técnica 26 que traz a cronologia dos procedimentos e critérios adotados para a solução e finalização do caso de Doença de Newcastle dentro dos 90 dias, preconizados pela OMSA.

Presidente executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), Eduardo Santos: ” O histórico do Rio Grande do Sul nas exportações é exemplar e precisa ser considerado” – Foto: Divulgação/Asgav

A referida nota oficial finaliza com a seguinte mensagem: “Destarte, informamos que diante das ações e medidas adotadas e após a garantia da ausência de circulação viral, solicitaremos junto à Organização Mundial de Saúde Animal o reconhecimento do status de livre da doença de Newcastle, conforme definido no Código de Animais Terrestres, em processo com data prevista para ser concluída durante mês de outubro, mantendo-se a condição atual”.

De acordo com o diretor do Ministério da Agricultura e da Secretaria de Defesa Agropecuária, Marcelo Mota, o documento foi encaminhada para todos os países que ainda mantem embargos ao Rio Grande do Sul e que frequentemente vem dialogando com adidos agrícolas e representantes governamentais destes países com vistas a viabilizar a retirada dos embargos.

A ABPA e a Asgav acompanham estes desdobramentos finais visando a retomada imediata dos mercados que buscam há longos anos os alimentos avícolas gaúchos. “As ações e procedimentos adotados durante estes 90 dias foram eficazes e responsáveis. O histórico do Rio Grande do Sul nas exportações é exemplar e precisa ser considerado, por isso, é importante mantermos a régua cada vez mais alta na biosseguridade”, enfatizou o presidente executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), Eduardo Santos.

Fonte: Assessoria Asgav
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