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Zoneamento agrícola das culturas de verão é divulgado aos produtores

Os produtos contemplados são o milho, soja, feijão, feijão caupi, arroz de sequeiro, arroz irrigado, algodão, girassol, mamona e sorgo

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A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou aos produtores o zoneamento agrícola de risco climático para as culturas de verão safra 2016/2017, em vários estados brasileiros. A medida está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (25). Os produtos contemplados são o milho, soja, feijão, feijão caupi, arroz de sequeiro, arroz irrigado, algodão, girassol, mamona e sorgo.

O zoneamento agrícola indica, por exemplo, os tipos de solo aptos ao plantio, a época de semeadura e as cultivares recomendadas para cada município, a partir de uma metodologia validada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O estudo é elaborado com o objetivo de atenuar os riscos relacionados aos fenômenos climáticos. É um instrumento de política agrícola e gestão de riscos da agricultura.

O produtor deve observar as recomendações do zoneamento para ter direito ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), Proagro Mais (para a agricultura familiar) e à subvenção federal ao prêmio do seguro rural. Além disso, alguns agentes financeiros já estão condicionando a concessão do crédito rural ao zoneamento, que hoje contempla 40 culturas.

Fonte: Mapa

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Notícias Mercado

Indicador do milho se aproxima de novo recorde real

Em muitas praças acompanhadas pelo Cepea, os valores médios do milho vêm renovando as máximas nominais da série histórica

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Em muitas praças acompanhadas pelo Cepea, os valores médios do milho vêm renovando as máximas nominais da série histórica. Inclusive, em algumas regiões, como no porto de Paranaguá (PR), a média de janeiro já é recorde real.

No caso do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP), houve avanço de 7,35% na parcial deste mês (até o dia 22), fechando a R$ 84,43/saca de 60 kg na sexta-feira-feira (22). Na quarta-feira (20), especificamente, o Indicador fechou a R$ 85,44, nova máxima nominal da série e próxima do recorde real, de R$ 87,35/sc, verificado em 30 de novembro de 2007 (os preços foram deflacionados pelo IGP-DI de dezembro/20).

Segundo pesquisadores do Cepea, a disponibilidade restrita de milho no Brasil e a paridade de exportação elevada – que mantém os embarques aquecidos – seguem aumentando os preços do cereal no mercado interno. Além disso, a demanda doméstica também está firme.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Preços do farelo de soja voltam a subir no Brasil

Consumidores brasileiros de farelo de soja consultados pelo Cepea indicam ter necessidade de adquirir novos volumes no curto prazo

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Najia Furlan

Consumidores brasileiros de farelo de soja consultados pelo Cepea indicam ter necessidade de adquirir novos volumes no curto prazo.

Entretanto, indústrias nacionais estão resistentes nas vendas envolvendo grandes lotes, uma vez, que, além de a oferta ser baixa, a colheita tardia da soja deve retardar a entrega do grão às processadoras. Esse cenário tem elevado os preços internos do farelo de soja, segundo apontam dados levantados pelo Cepea.

Outro fator que dá sustentação aos valores do derivado de soja é o bloqueio de caminhoneiros nas estradas da Argentina, que tende a atrapalhar os embarques no país vizinho, principal exportador global de farelo de soja.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Vendas aquecidas e oferta controlada elevam preços dos ovos

Procura pelo produto tem sido favorecida pelo alto preço das principais carnes consumidas pelo brasileiro, que podem fazer o consumidor optar por alternativas mais “em conta”

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Mesmo com o início da segunda quinzena de janeiro, as vendas de ovos comerciais estiveram em bom ritmo nos últimos dias, de acordo com informações coletadas pelo Cepea.

A procura pelo produto tem sido favorecida pelo alto preço das principais carnes consumidas pelo brasileiro, bovina, suína e de frango, que podem fazer o consumidor optar por alternativas mais “em conta”.

Além da boa saída na ponta final, colaboradores do Cepea apontam que a oferta de ovos está mais controlada, resultado de descartes das poedeiras mais velhas pelos produtores. Com boa demanda e redução na oferta, os preços subiram.

Fonte: Cepea
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