Conectado com

Empresas Suinocultura

Zoetis reúne profissionais e especialistas nacionais e internacionais para discutir desafios e inovações da suinocultura

Evento também marcou o lançamento de Fostera Gold PCV MH, única vacina disponível no mercado brasileiro que confere proteção para PCV2a, PCV2b, PCV2d e também Mycoplasma hyopneumoniae

Publicado em

em

Foto: O Presente Rural

Durante três dias, a Zoetis reuniu profissionais, especialistas e clientes em Porto de Galinhas/PE para discutir assuntos como evolução do vírus PCV2, imunidade celular, Influenza e inovação em vacinas para suínos, imunocastração entre outros assuntos. Na ocasião, a empresa lançou Fostera Gold PCV MH, a única vacina no mercado com a mais ampla proteção contra o Circovírus suíno. “Ela é exemplo de inovação, que é o resultado do nosso investimento em pesquisa e desenvolvimento”, disse Paco Ortiz, Vice-Presidente Senior e Diretor-Presidente da Zoetis no Brasil e SoLA.
“O objetivo da Zoetis é buscar continuamente inovações e tecnologias que resolvam problemas que os suinocultores tenham e que permitam a eles serem mais ágeis, mais competitivos e estarem à frente das demandas atuais”, completou Evandro Poleze, Diretor da Unidade de Negócios Vivax da Zoetis.

De acordo com Everton Gubert, Diretor de Inovação e de Novos Negócios da Agriness, a suinocultura brasileira pode ser considerada inovadora. “Este é um setor que absorve rapidamente as novas tecnologias”.
Prova disso, é a evolução pela qual passou a suinocultura nos últimos 50 anos, com grandes transformações sanitária e tecnológica, que colocou o País em uma posição de destaque no mercado.

 

Circovirose suína

Um dos principais temas discutidos durante todo o evento foi a evolução do vírus PCV2 e as consequências disso para a suinocultura mundial. De acordo com Alvaro Aldaz, Diretor de Desenvolvimento Comercial e Inovação da Zoetis, a infecção não controlada pelo PCV2 está ligada a várias condições clínicas agrupadas como doenças associadas ao PCV. “A manifestação mais comum do vírus é a doença sistêmica (PCV2-SD), que já causou enormes prejuízos econômicos ao setor antes da vacinação comercial”, disse.

“É difícil avaliar o efeito e o nível real das perdas, mas certamente ainda existe prejuízo com a permanência da circulação do Circovírus no País nos dias atuais”, diz David Barcellos, Prof. Dr. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. De acordo com ele, além do vírus permanecer numa forma subclínica e afetar discretamente parte dos animais vacinados, há ainda situações de animais deficientemente vacinados ou da existência na granja de falhas em ambiência, de manejo ou de alta pressão de infecção. “O PCV2 pode afetar de forma leve o ganho de peso diário, conversão alimentar e atuar de forma sinérgica com outros agentes infecciosos primários ou secundários presentes nos plantéis”, disse Barcellos.

Esta atuação sinérgica com outros agentes também foi ressaltada pela Prof. Dra. Erica Azevedo, da Universidade Federal de Minas Gerais. “Em muitos casos, por exemplo, a granja está tendo problemas de Mycoplasma ou de outros agentes, mas a causa primeira do problema é a Influenza. Por isso, ainda a considero um desafio porque trata-se de um agente primário e que precisa ser combatido”, disse.

 

Fostera Gold PCV MH

“Entendemos que a evolução do PCV2 é uma ameaça à sanidade dos plantéis e por isso desenvolvemos uma nova ferramenta para o combate ao circovírus suíno”, diz Cintia Santos, Gerente de Produtos da linha Suínos da Zoetis.

Única vacina disponível no mercado brasileiro com dois genótipos de circovírus suíno, Fostera Gold PCV MH possui antígenos de PCV2a e PCV2b, conferindo ainda proteção frente ao PCV2d, e também para o Mycoplasma hyopneumoniae. Com período de ação de 23 semanas, o produto contém também o exclusivo adjuvante MetaStim, que garante uma resposta imune segura e eficaz.

“A adição de um segundo genótipo à nossa vacina proporciona ampla cobertura contra as cepas em evolução no campo”, completa o médico-veterinário Dalvan Veit, Gerente Técnico da Linha de Suínos da Zoetis. “A proteção da Fostera Gold PCV MH é em média de 34% maior porque tem cobertura antigênica mais ampla”, reforça Veit.

“Além de proporcionar a maior cobertura do mercado para o vírus PCV, esta vacina é segura, tem mínimas reações adversas e os animais tem uma ótima performance com ela”, finaliza Meggan Bandrick, Diretora Global de Pesquisas Biológicas da Zoetis.

Fonte: Assessoria da Zoetis
Continue Lendo
1 Comentário

1 Comentário

  1. Gir Leiteiro

    15 de outubro de 2019 em 20:39

    Puxa vida devo agradecer vocês ganharam meu dia que site fantástico cheio de noticias não me canso de Elogiar já é a minha terceira visita por aqui absolutamente fantástico.

    Gir Leiteiro

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

4 × dois =

Empresas

JBS entrega novo hospital em Ceilândia (DF)

Empreendimento é um dos legados permanentes do programa de responsabilidade social da empresa, “Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o Mundo com Solidariedade”

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira (13), a JBS, por meio do programa Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o Mundo com Solidariedade, entrega o Hospital Modular de Ceilândia, em Brasília, para o governo do Distrito Federal. Com isso, a saúde da população brasiliense ganha 73 leitos clínicos para o atendimento de pacientes com o novo coronavírus e ainda um ativo permanente para a população após a pandemia. Ao todo, a obra custou pouco mais de R$ 10,3 milhões.

O hospital, que é acoplado ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), foi construído em 33 dias.  Com um pavimento térreo de cerca de 1.015 metros quadrados de construção, contempla 54 módulos hospitalares refrigerados e uma rampa de ligação entre a unidade acoplada e o HRC.

O programa social da Companhia já doou 19,5 toneladas de alimentos a duas instituições situadas em Brasília (DF): Igreja Batista Livre Acesso e Grande Loja Maçônica do Distrito Federal. A cidade recebeu também 230 mil equipamentos de proteção individual (EPIs) – aventais, luvas descartáveis, máscaras cirúrgicas e N95, propés, viseiras faciais e toucas –, além de cerca de 6 mil litros de álcool líquido e em gel e 4 mil cestas básicas. E ainda foram entregues 35,5 mil luvas de procedimento para a Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

“Esta é uma das entregas mais importantes do programa. A partir de agora, a população de Brasília pode contar este novo ativo para a saúde pública, que fica mesmo após a pandemia. É muito gratificante saber que conseguimos impactar a vida de brasileiros de todas as regiões, seja em ações imediatas quantos outras permanentes, no âmbito de saúde, ciência e social”, comenta Frank Faria, gerente industrial da JBS em Samambaia (DF).

Brasília é uma das mais de 200 cidades que serão beneficiadas pelo programa no Brasil. No Distrito Federal, a JBS vai doar R$ 11 milhões para o enfrentamento do coronavírus, beneficiando cerca de 3 milhões de pessoas.

 

“Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o Mundo com Solidariedade”

Os R$ 400 milhões que serão doados pela JBS contra a pandemia no Brasil serão aplicados nas três frentes de atuação do programa – saúde, assistência social e ciência. A estimativa é que mais de 63 milhões de pessoas sejam beneficiadas com as ações.

A alocação dos recursos considera um diagnóstico feito com sistemas de saúde municipais e estaduais e incluiu entrevistas e análise de dados. Essas informações foram avaliadas por especialistas dos três comitês independentes do programa da JBS nas áreas de saúde, social e ciência e que, com larga experiência em seus respectivos setores de atuação, apoiaram na definição das ações e projetos atendidos.

 

Saiba mais sobre o programa no site jbs.com.br/fazerobemfazbem.

Fonte: Assessoria da JBS
Continue Lendo

Empresas

BRF investe em digitalização na maior fábrica de pizzas do país

Projeto faz parte da transformação digital que a Companhia vem promovendo nos últimos anos

Publicado em

em

Desde o ano passado, a BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, deu início ao projeto de digitalização da maior fábrica de pizzas do Brasil, localizada em Ponta Grossa, no Paraná. Com tecnologia que já reduziu cerca de 15% o desperdício de matérias-primas, a linha de produção possui equipamentos de ponta que garantem a qualidade diferenciada dos alimentos. Com esta inovação, a linha chega a produzir atualmente 6.400 pizzas por hora.

O projeto consiste em coletar os dados que antes eram feitos manualmente pelos operadores da linha e agora passou a ser realizado por meio de um aplicativo para smartphone com armazenamento na nuvem. “A nova tecnologia teve influência nas tratativas de desperdício de matérias-primas, auxiliando na redução em torno de 15% de desperdício, aumentando a produtividade e a redução dos custos operacionais”, comenta Antonio Cesco, diretor global de TI BRF.

A unidade da BRF de Ponta Grossa produz pizzas desde 1998 e hoje conta com uma moderna linha de produção, garantindo a eficiência e a qualidade dos produtos. O sabor mais vendido é a pizza de calabresa da Sadia com 20% de preferência do consumidor.

Outros sabores do portfólio também fazem parte da linha de produção da marca: quatro queijos, frango com requeijão, lombo, marguerita, muçarela e portuguesa. Já as pizzas da Perdigão são produzidas nos sabores brasileira, napolitana e calabresa.

“A adoção do software para a coleta de dados está dentro de um conjunto de iniciativas adotadas pela BRF para a transformação digital dentro da indústria.  Essa iniciativa está alinhada ao sistema de excelência operacional (SEO) da BRF, que viabiliza a execução das atividades internas de forma simples e objetiva, dando resultado para o negócio”, finaliza Cesco.

Fonte: Assessoria BRF
Continue Lendo

Empresas

A importância da genética na qualidade da carne suína

André Costa, diretor geral da Topigs Norsvin, destaca como a genética torna a suinocultura cada vez mais competitiva frente às outras proteínas

Publicado em

em

Diretor geral da Topigs Norsvin, André Costa.

O mercado mundial de genética suína está passando por um processo de consolidação, mas ainda tem um espaço muito grande para ocupar. A China continua sendo o assunto mais comentado no momento, principalmente em função dos problemas sanitários na produção de suínos. Atualmente a China representa 50% da produção global, no entanto, tem uma suinocultura de baixa tecnologia.

Neste cenário, o mercado de genética suína profissional no mundo ocupa um espaço de apenas 35%. A tendência é de que este número cresça, principalmente, em detrimento da mudança significativa no perfil da produção chinesa de suínos, que caminha para uma maior profissionalização.

No Brasil, um dos principais países produtores e exportadores da proteína suína, a profissionalização faz parte da rotina do setor. “Somos o 4º maior exportador de carne suína, considerando a União Europeia como um único bloco. Isso é resultado de todo o trabalho que existe na produção brasileira”, destaca o diretor geral da Topigs Norsvin, André Costa.

Nos últimos 30 anos, a entrada de empresas de genética permitiu ao Brasil se tornar um grande player da produção de suínos no mundo. Contribuíram para esse feito também as características favoráveis que o País oferece, como a extensão de terra, produção de grãos, água e o profissionalismo dos produtores.

A genética desempenha um grande papel no crescimento da produção de carne suína de 5% ao ano. Um setor que se orgulha em ser extremamente profissional e de trabalhar com a genética mais avançada do mundo. A Topigs Norsvin, líder mundial em pesquisa e desenvolvimento de genética suína, investe na importação de material genético de qualidade. “Tudo isso para manter os planteis brasileiros atualizados geneticamente, comparados em termos de nível genético com os principais produtores do mundo”, acrescenta Costa.

Outro destaque da suinocultura brasileira é o produtor, que realiza grande investimento para manter o plantel atualizado, não apenas em genética, mas também em melhores instalações, nutrição de qualidade, além de investimentos cada vez mais altos em relação às questões de bem-estar animal e sanidade. Dessa forma, os ganhos se somam e efetivamente a suinocultura brasileira cresce facilmente 5% ao ano.

A genética é fundamental nesse processo, pois o suíno é um animal com um ciclo curto de vida, sendo uma espécie que compete com o ser humano por soja e milho. “O trabalho com genética avançada nos permitirá reduzir cada vez mais o consumo de alimentos, tornando o suíno mais eficiente, e aumentando a produção de leitões por fêmea, valorizando a questão da qualidade de carne. Assim, a genética permite que a suinocultura seja cada vez mais competitiva frente às outras proteínas, sem esquecer o grande diferencial da carne suína que é a praticidade, o sabor e a versatilidade. A carne suína nos oferece desde um tradicional bife de lombo até um refinado presunto de parma”, finaliza André Costa.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo
PORK EXPO

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.