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Yes amplia e fortalece sua linha de leveduras e derivados com o lançamento da BioSolutions

Soluções a base de leveduras promovem ações fisiológicas benéficas, conferindo alta palatabilidade ao alimento e segurança ao produtor

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Fotos: Divulgação

Atenta às exigências do mercado, a Yes, empresa que desenvolve soluções biotecnológicas para uma nutrição animal eficaz, segura e sustentável, apresenta sua nova linha de leveduras e derivados para nutrição de animais de produção e companhia.

“Sabemos que existe uma preocupação global com a qualidade dos ingredientes utilizados na alimentação animal e uma tendência irreversível na busca por produtos saudáveis e sustentáveis, uma vez que nossos clientes estão cada vez mais conscientes da importante relação entre nutrição, saúde e meio ambiente. Foi com este intuito que desenvolvemos e oficializamos nossa participação no mercado de leveduras e derivados. A linha BioSolutions traz soluções 100% naturais, de alta qualidade, padronização, de fontes renováveis e livres de antibióticos”, aponta a gerente Comercial da nova linha, Aline Simião.

A Yes conta com total know-how de produção que, por meio da ciência e tecnologia, cria soluções inovadoras para o segmento, onde pequenas partículas promovem grandes resultados em campo. “É assim que a linha BioSolutions atua, do micro para transformar o macro”, completa Aline.

As leveduras são matérias-primas naturais que, devido à sua composição, proporcionam benefícios para a saúde e o desempenho animal. “Constituem-se em um ingrediente nutracêutico e por esse motivo é amplamente utilizada por todas as espécies de animais de produção e companhia. O aproveitamento da biomassa da levedura pode ser feito integralmente (ativa e inativa), ou apenas por parte de seus componentes, como parede ou extrato celular”, explica o diretor Técnico da Yes, Carlos Ronchi.

Entre as principais vantagens do uso de leveduras na produção animal está o fato de que ela agrega importantes benefícios ao alimento, como: proporcionar ótimo nível de proteína bruta, melhorar o aporte de moléculas que apresentam ações fisiológicas benéficas em vários sistemas do organismo e conferir uma alta palatabilidade ao alimento.

 

Conheça toda a Linha:

A linha BioSolutions da Yes é indicada para toda a produção animal, aumentando a resistência e proteção contra desafios sanitários. “Os produtos ainda trazem como benefícios aos produtores: lotes mais homogêneos e maior resistência a patógenos e parasitas, resultando em desempenho zootécnico superior e custos de produção otimizados”, explica o CEO da Yes, Luciano Roppa.

 

A linha é dividida em: 

BioYeast: levedura de alta qualidade, produzida a partir da fermentação da cana-de-açúcar, composta por células íntegras da levedura Saccharomyces Cerevisiae. O BioYeast é fonte de proteína bruta de alto valor biológico, altamente palatável (resultado da presença de ácido glutâmico). Tem excelente digestibilidade, sendo uma ótima fonte de vitaminas do complexo B e ingrediente completo indicado para a nutrição de todas as espécies de animais de produção e companhia.

BioHydro: produzida por meio do rompimento da parede celular por enzimas exógenas, sob rígidas condições de temperatura e pressão, é um produto altamente homogêneo. Seu rigoroso processo produtivo aumenta a disponibilidade de β-glucanos e mananos, além do conteúdo intracelular (nucleotídeos, polipeptídeos, ácido glutâmico, inositol, proteínas e vitaminas do complexo B).

Entre suas características, o BioHydro é fonte de proteína bruta de alta digestibilidade, altamente palatável (devido à maior disponibilidade do ácido glutâmico), fonte de nucleotídeos (precursores dos ácidos nucleicos DNA e RNA; importante para tecidos,  ossos e células  como o cérebro, medula óssea, mucosa intestinal e linfócitos), além de ser uma rica fonte de vitaminas do complexo B, que desempenham importantes funções em situações de lesões cardíacas, alterações nervosas, distúrbios gastrointestinais, locomotores e reprodutivos. A solução atua positivamente junto ao desempenho produtivo e reprodutivo animal.

BioWall: é uma importante fonte de mananos e β-glucanos que desempenham funções cruciais no organismo animal.  Sua ação prébiótica torna o ambiente gastrointestinal um meio desfavorável ao crescimento de bactérias patogênicas. O MOS, presente no BioWall, se liga às bactérias patogênicas como Salmonellas e E. coli, as quais são excretadas, impedindo sua adesão ao epitélio intestinal.

Por serem polissacarídeos compostos por unidades de glicose, os β-glucanos contribuem de forma positiva junto aos processos de adsorção de micotoxinas, apresentando excelentes resultados na adsorção de zearalenona, aflatoxinas e fumonisinas, trazendo melhores respostas aos principais desafios encontrados em campo.

LifeYeast: atua como aditivo probiótico, composto por uma cepa específica e selecionada de Saccharomyces cerevisiae destinada à nutrição de animais, contribui diretamente para o equilíbrio da microbiota intestinal e ruminal. A solução exclusiva da Yes favorece o desenvolvimento de bactérias benéficas, melhora significativamente a digestão e o  aproveitamento dos nutrientes, reduzindo o risco de acidose lática e, no ambiente ruminal, ao diminuir o O2 presente, favorece a proliferação de bactérias benéficas,  aumentando principalmente a absorção de amido,  celulose e proteína. Além disso, o LifeYeast melhora o desempenho produtivo e reprodutivo animal.

BioFlavour: composto por substâncias intracelulares da levedura, obtido após a extração da parede celular por processos enzimáticos. A solução é fonte de proteína bruta de alta digestibilidade e altamente palatável, devido à presença de glutamato em sua composição. Como fonte de nucleotídeos, o produto apresenta ação benéfica sobre o metabolismo energético, morfologia intestinal, otimização da função dos tecidos de crescimento rápido, diminuição nos distúrbios intestinais e maior taxa de crescimento. É fonte de inositol, promotor natural de crescimento e de vitaminas do complexo B, que desempenham importantes funções em situações de lesões cardíacas, alterações nervosas, distúrbios gastrointestinais, locomotores e reprodutivos.

Fonte: Assessoria
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Mulheres e robotização mudam a cor da suinocultura no Brasil

De acordo com o censo agropecuário do IBGE, hoje, 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres

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A participação feminina em todas as atividades do campo cresce ano a ano puxada pelas novas tecnologias que democratizam e facilitam o trabalho diário. Conforme dados do último Censo Agropecuário do IBGE, de 2017, cerca de 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres. Somados ao número de propriedades com comando feminino, o levantamento também aponta para uma melhor distribuição no trabalho no setor, no qual cerca de 20,3% dos estabelecimentos são dirigidos por casais, dividindo todas ou parte das responsabilidades.

Realidade de mulheres como Francieli Ribas dos Santos, 27 anos, produtora de suínos de Piraí do Sul, no Paraná. Ao lado do marido, ela comanda desde 2014 a propriedade dos sogros, responsável pela produção de mais de 1,6 mil suínos por lote em dois galpões que contam cada um com um robô alimentador (leia sobre o equipamento abaixo).

Francieli conta que essa é uma transição difícil devido à exigência física que a suinocultura tem para os produtores, mas que foi facilitada pela adoção da tecnologia de robotização. “Ajudou demais, agora não preciso carregar carrinhos enorme com ração e fazer muitas pesagens ao longo do dia. Hoje eu apenas acompanho e monitoro os galpões, o que me dá mais tempo livre para outras coisas”, comemora. Autonomia que a possibilita realizar sozinha todo o manejo diário dos animais e também um melhor acompanhamento das demais atividades da granja. Além de facilitar o manejo, a economia de tempo e recursos com o robô também auxiliou na expansão da produção da granja, com a construção do segundo galpão.

Outubro Rosa

Para valorizar a participação feminina na suinocultura de precisão e, também, alertar a comunidade rural para a prevenção do câncer de mama, a ROBOAGRO mudou a cor do robô alimentador de suínos durante o Outubro Rosa. Especialmente neste mês, o tradicional vermelho da marca foi substituído pelo tom rosado para chamar a atenção das produtoras. Francieli foi uma das primeiras a adquirir o equipamento rosa.

“Ações de valorização e conscientização como essas são importantes para difundir o cenário atual do campo, cada vez mais tecnológico e com mais participação da mulher e dos jovens”, destaca Giovani Molin, diretor da ROBOAGRO.

Sobre o Robô Alimentador de Suínos

Atualmente, são mais de 500 unidades do Robô Alimentador de Suínos em operação nos três estados da Região Sul, responsáveis por 66% da suinocultura brasileira, além de presença institucional em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo. A tecnologia, lançada pela ROBOAGRO, de Caxias do Sul-RS, é inédita do país. Além da melhora na qualidade da carne produzida com o auxílio da tecnologia e os benefícios na qualidade de vida dos produtores, a robotização dos tratos gera uma economia que pode chegar a mais de R$ 26 mil por ano em granjas de médio porte, com média produtiva de mil animais por lote. Conforme explica Molin, cerca de 70% do custo de produção da carne suína está diretamente ligado a alimentação do animal.

“Nos comedouros atuais existem muito desperdícios além de não haver nenhuma possibilidade de gestão e informação para o suinocultor. O robô oferece a oportunidade do criador ajustar a sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos, isso deixa a carne produzida aqui muito mais competitiva frente a outros mercados”, explica Molin.

Suinocultura 4.0

A robotização da produção, conhecida como Suinocultura 4.0, já é novo padrão para o mercado brasileiro. Essa prática consiste no uso de ferramentas e tecnologias que possibilitam otimizar todas as etapas do processo produtivo. Segundo levantamento do Sebrae, cerca de 81% dos suinocultores dos três estados da Região Sul seguem um modelo de produção integrado, onde uma cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração e o crescimento dos animais que serão enviados para o abate, a chamada fase de crescimento e terminação.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Nutrição Animal

Kemin destaca monitoramento de doenças e controle de patógenos em rações 

Evento vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos

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médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro - Foto: Divulgação

Feed Safety Forum, realizado pela empresa, vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos, em cenário de recordes das exportações brasileiras de proteína animal e dos preços das matérias-primas da ração.

Monitoramento de doenças na suinocultura e controle de patógenos em ração de aves, suínos e bovinos serão debatidos pela Kemin em um cenário de alta das exportações brasileiras de proteína animal, o que coloca o país em evidência maior. Os casos de enfermidades, como Peste Suína Africana (PSA) e Influenza Aviária, avançando pela Europa e Ásia, aliado ao quadro de recordes nos preços e até importação das principais matérias-primas da produção animal, como a soja e o milho, impactam fortemente os custos do produtor e reforçam a importância de controle de doenças no plantel e contaminações nas rações como estratégia para ganhar eficiência produtiva e competitividade econômica na atividade, destaca a médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro.

“A segurança do alimento é uma preocupação mundial. A incidência de patógenos em rações de aves, suínos e bovinos pode levar a aumento de morbidade do rebanho com impacto na produtividade e na rentabilidade do produtor, por isso a qualidade da ração é especialmente importante neste momento de custos mais elevados. E pode ser também, em alguns casos, uma questão de saúde pública, já que estamos falando do alimento do nosso alimento. Por isso temos um controle tão rigoroso”.

Neste cenário, o Feed Safety Forum, que será realizado pela Kemin na próxima semana, dias 4 e 5 de novembro, gratuitamente, em formato virtual, vai debater, a partir das 11h, no horário de Brasília, do dia 4, “Monitoramento de doenças em suínos para melhorar a saúde animal”. Neste debate, o pesquisador da Iowa State University, Giovani Trevisan, vai apresentar um cenário global atual de doenças em suínos e o monitoramento de patógenos suínos e seus diagnósticos nos Estados Unidos. Trevisan é assistente de pesquisa de pós-doutorado na Iowa State University e coordenador do Swine Disease Reporting System. A maior parte de seu trabalho é dedicada a fornecer soluções baseadas em dados para veterinários e produtores para gerenciar doenças suínas e melhorar a saúde animal.

Em seguida, as discussões sobre “Controle de patógenos: o que você pode fazer para reduzir riscos?” serão encabeçadas pelo Dr. Andrew Yersin, que vai trazer uma abordagem prática para avaliar os riscos de patógenos em alimentos para animais. “No mundo de hoje, a abordagem de segurança do alimento deve trazer proteção contra patógenos bacterianos e virais. É mitigação de riscos na mesa do consumidor final”, defendeu Cherlla.

Com doutorado em Fisiopatologia pela North Carolina State University, em Raleigh, na Carolina do Norte, Yersin apoia programas mundiais de qualidade para manufatura e operações e presta suporte técnico às necessidades do cliente Kemin como VP Sênior de Qualidade e Assuntos Regulatórios. Todas as apresentações do Feed Safety Forum serão ministradas em inglês e podem ser acompanhadas gratuitamente pela internet. Os interessados podem se inscrever através do link http://bit.ly/feedsafety.

Fonte: Assessoria
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Empresas Cooperativismo

Começam comemorações dos 50 anos da Coamo

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Diretoria da Coamo abre as comemorações do Jubileu de Ouro - Fotos: Divulgação

Fundadores recebem a camisa do Jubileu de Ouro

Um dia diferente e histórico. Assim foi esta sexta-feira em todas as unidades da Coamo, reunindo funcionários da cooperativa e, também, da Credicoamo, Via Sollus, Arcam e Fups que passam a vestir todas as sextas-feiras a camisa dos 50 anos da Coamo. “Vimos a felicidade dos funcionários em chegar e usar a camisa da nossa cooperativa, em um momento favorável nos seus 50 anos. A Coamo vem cumprindo a missão de gerar renda com desenvolvimento sustentável do agronegócio, com apoio direto dos funcionários para a sustentação das atividades dos cooperado como um todo e, também, a manutenção dos seus negócios e do bem-estar das suas famílias”, afirma Airton Galinari, presidente Executivo da Coamo.

 

Funcionários comemoram a nova camisa

LANÇAMENTO – Antes da abertura do último dia da Semana de Prevenção de Acidentes de Trabalho – Sipat na Administração Central, a diretoria e os funcionários participantes da primeira sessão do evento. Todos posaram orgulhosos com a camisa Coamo 50 anos. “O cooperativismo é uma filosofia de vida com a prática de valores edificantes, os quais possibilita a todos os cooperados e funcionários da Coamo participarem diretamente de um sistema vitorioso, que oferece conhecimento, estrutura e uma assistência para que todos crescerem, evoluírem e obterem o desenvolvimento nas suas atividades”, explica o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo.

Segundo a Assessoria de Comunicação da cooperativa os cooperados de todos os entrepostos no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul também já estão recebendo a camisa comemorativa.

 

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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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