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Yara participa do 36º Congresso Brasileiro de Ciência do Solo
Evento promove conhecimento científico com palestras e cursos sobre o uso sustentável dos solos
A Yara, líder mundial e nacional em nutrição de plantas, participará do 36º Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, que acontece de 30 de julho a 4 de agosto, em Belém (PA). Esta edição contará com o tema: Amazônia e seus solos – peculiaridades e potencialidades e visa trazer o avanço do conhecimento científico e tecnológico para contribuir com o uso sustentável do solo e a manutenção da vida na terra.
O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo e focará nas especificidades dos solos da região amazônica, mas sem esquecer outros biomas brasileiros. A programação conta com debates, palestras e cursos dinâmicos atrelados às pesquisas acadêmicas.
Na ocasião, Nelson Horowitz, gerente de Pesquisa da Yara ministrará a apresentação: Resultados de pesquisas com cálcio solúvel para café e citros fertirrigado. A palestra ocorrerá em 31 de julho, das 15h30 às 16h, no auditório 3. “A fertirrigação tem crescido no Brasil, pois, tecnicamente, é mais eficiente e a apresentação trará resultados interessantes em inovação para o seu uso”, afirma Horowitz.
O programa também conta com a oficina em formato de minicurso: Nutrição de plantas em ambiente fertirrigado, que será conduzida por Eduardo Saldanha, especialista agronômico da Yara e Doutor em Nutrição Mineral de Plantas. As atividades incluem exposição teórica e prática com equipamentos de monitoramento nutricional de ambiente de fertirrigação, em 4 de agosto, das 8h30 às 12h30, na sala 3. “A fertirrigação controla melhor a nutrição das plantas e essa técnica tem crescido bastante na região Norte do Brasil. Dentre os principais benefícios podemos destacar a diminuição dos riscos atrelados à falta de chuva e a otimização dos recursos hídricos”, explica Saldanha.
As preocupações com a importância do solo e as questões ambientais para a segurança alimentar, aborda a nutrição de plantas com o uso da fonte fertilizante na dose, na época e no local corretos. A Yara acredita que o conhecimento resulta em crescimento, apoiando e estimulando eventos como esse que auxiliam na expansão dos negócios dos produtores de forma responsável com os recursos naturais.
Serviço
36º Congresso Brasileiro de Ciência do Solo
Data: 30 de julho a 4 de agosto
Horário: a partir das 8h30
Local: Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia
Av. Dr. Freitas, s/n – Marco – Belém (PA)
Fonte: Ass. Imprensa – Yara

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
