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Yamasa reafirma parceria com a Feira de Atlanta e expõe três equipamentos este ano

Empresa brasileira participa pelo 14º ano consecutivo da importante vitrine do setor de proteína animal e alimentação realizada no World Congress Center, na Georgia (EUA).

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Foto: Divulgação

A equipe da Indústria de Máquinas Yamasa já está preparando os últimos detalhes para decolar rumo à IPPE 2019, em Atlanta, nos Estados Unidos. É no Estado da Georgia que a empresa brasileira, sediada em Rinópolis (SP), participa pela 14ª. edição consecutiva da International Production & Processing Expo (IPPE), a conhecida Feira de Atlanta, que este ano será realizada de 12 a 14 de fevereiro.

Na edição 2019 a Yamasa mantém sua fidelidade com o evento que lhe abre portas, todos os anos, para o mercado internacional, junto ao qual mantém clientes nos mais diversos países da América e de outros continentes.

E este ano o estande da Yamasa estará ainda mais movimentado, com a exposição de três equipamentos. Estarão expostas uma Farmpacker, a “pequena notável” que conquistou o setor de postura; uma YHD, da linha de embandejadoras para o setor de ovos férteis, com patente internacional, que ampliou sua força no portfólio da empresa nos dois últimos anos; e uma lavadora de ovos, equipamento que atende com sucesso às granjas do setor de postura por sua praticidade no dia a dia.

“Nosso compromisso com o mercado internacional cresce a cada ano, por isso, somos sempre desafiados a participar da IPPE, em Atlanta, levando o melhor de nossa tecnologia para atender nossos clientes”, explica Nelson Yamasaki Júnior, diretor comercial da Yamasa. Para ele, a força desse evento reside na organização e na representatividade global, além da presença de expositores com portfólio robusto cujas soluções são eficientes e alto valor tecnológico.

O presidente da Yamasa, Nelson Yamasaki, concorda e conclui: “Nossa tecnologia, aliada a um time forte, responde a esses desafios com robustez. E a parceria de 14 anos com a IPPE é uma prova dessa constante evolução para antecipar e atender às demandas dos mercados brasileiro e internacional com excelência. Estar na IPPE é estar no mundo dos negócios em sintonia com a avicultura mundial.”

 

YAMASA, tradicional e sempre à frente

A Yamasa nasceu no interior paulista na década de 1960. Tem sua sede na cidade de Rinópolis, no Oeste do Estado de São Paulo. Em sua ampla fábrica são produzidas as linhas de máquinas classificadoras para o setor de postura, as embandejadoras de ovos férteis para o setor de frango de corte e as exclusivas embaladoras de ovos de codorna. Essas tecnologias hoje atendem a todo o Brasil e mais 25 países do mundo.

Há mais de 50 anos, a sintonia da empresa com o setor avícola tem sido responsável por projetos que atendem às necessidades de automação dos mais diversos perfis de avicultores e incubatórios.

Fonte: Assessoria
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Empresas

GlobalGen anuncia novo CEO e registra crescimento acima do mercado

Empresa se consolida no setor de reprodução animal, com protocolos que apresentam resultados superiores em taxa de prenhez e baixo índice de perda de implantes

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Dr. Milo Wiltbank

Em um universo de 200 milhões de cabeças de gado e cerca de 80 milhões de fêmeas em idade reprodutiva, apenas 12% de criadores brasileiros utilizam a inseminação artificial. A expectativa é de que o uso do método continue crescendo, com a ajuda da popularização da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) – usada em 85% dos animais cruzados industrialmente. Os números, estimados pelo mercado de reprodução animal, estimulam a GlobalGen vet science, empresa especializada em reprodução animal, a comemorar os resultados de 2018 e projetar crescimento em 2019.

Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), o mercado de terapêuticos hormonais teve um aumento de 8,63% no acumulado de janeiro a novembro de 2018, enquanto a GlobalGen cresceu 16,5%, quase o dobro. Os dados foram compartilhados com toda a equipe de campo durante a Convenção Nacional de Vendas da GlobalGen, realizada em Ribeirão Preto (SP).

Um dos idealizadores da GlobalGen, o Dr. Milo Wiltbank, pesquisador considerado um dos maiores especialistas do mundo na reprodução de bovinos, esteve no Brasil especialmente para a Convenção. “A GlobalGen possui uma linha completa de produtos especialmente desenvolvidos para uso na reprodução de bovinos, considerando os diversos sistemas de criação existentes no Brasil. Nosso DNA é baseado na pesquisa e desenvolvimento, por isso chegamos a esse patamar, onde temos as mais baixas perdas de implantes do mercado e uma alta taxa de prenhez, que garantem o sucesso dos nossos clientes”, destaca o pesquisador americano.

Novo CEO

A condução da empresa a partir de 2019 será feito pelo novo CEO da companhia, Marcelo Brunini, que possui larga experiência no setor e também está à frente da UCBVET Saúde Animal, parceira GlobalGen. “Com apenas dois anos e meio, a GlobalGen já se consolidou no mercado de reprodução animal e está crescendo em cima de resultados a campo, o que é motivo de orgulho para nós. Mas temos um longo caminho pela frente, pois queremos ampliar a nossa participação no mercado e contribuir ainda mais para otimizar os resultados de IATF”, detalha Brunini.

A GlobalGen vet science é uma joint venture fruto da parceria entre a holding americana de pesquisas ReproGen Animal Health e a empresa brasileira UCBVET Saúde Animal. Traz em sua origem com a ReproGen a experiência no manejo reprodutivo e a competência dos pesquisadores Dr. Milo Wiltbank, PhD e Dr. J. Richard Pursley, PhD, reconhecidos mundialmente pela criação do protocolo OvSynch, que possibilitou o uso da Inseminação Artificial por tempo fixo (IATF) com reconhecimento em escala global.

O know-how técnico foi reforçado pela aliança estratégica com a UCBVET, uma das mais tradicionais e inovadoras indústrias veterinárias do país, tendo em sua estrutura modernos laboratórios e equipamentos com o mais alto nível tecnológico para a produção de medicamentos. Assim nasceu a GlobalGen vet science, uma empresa formada por criadores e técnicos, para técnicos e criadores.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Vetanco promove ciclo de palestras no Polo Avícola da Bahia

Eventos tiveram grande participação de publico nos debates

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Foto: Divulgação

A Vetanco, através de seu Assistente Técnico/Comercial  para a região Nordeste, médico veterinário David Felipe A. Barbosa, realizou um ciclo de palestras técnicas. As mesmas foram realizadas na cidade de Conceição da Feira – Bahia, na sede da Usivet, distribuidora da Vetanco na região, entre os dias 29 e 31 de janeiro. Todas as palestras foram ministradas pelo Coordenador Técnico da Vetanco, médico veterinário MSc. Fabrizio Matté, e tiveram temas focados nos interesses dos clientes:

 

Data: 29/01. Empresa: AVIVIP. Tema: Desafios Ambientais sobre o sistema respiratório das aves. Participantes: Everaldo e técnicos, responsáveis pelo fomento, e integrados.

Data: 29/01. Empresa: CAROLINA. Tema: Desafios em Saúde intestinal. Participantes: M.V. Marco Antonio,  José e Luiz Otavio.

Data: 30/01. Empresa: AVIGRO. Tema: Biosseguridade na produção avícola. Participantes: Equipe do Administrativo, Controle de Qualidade, Equipe de Campo, Incubatório, Abatedouro e Fábrica de ração.

Data: 30/01. Empresa: GUJÃO. Tema: Desafios Ambientais sobre o sistema respiratório das aves. Participantes: Equipe de fomento, veterinários, zootecnistas e técnicos de campo.

Data: 31/01. Empresa: TAMBAÚ. Tema: Desafios Ambientais sobre o sistema respiratório das aves. Flávio Henrique (Zootecnista) e integrados da empresa.

Foi uma semana bem produtiva, que contou com grande participação de publico nos debates, trocando experiências e enriquecendo ainda mais a ciência avícola para a aplicação no campo. A Vetanco reforça sua parceria com a distribuidora USIVET e toda a cadeia avícola bahiana.

Fonte: Assessoria
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Os impactos da doença Newcastle para avicultura mundial e o papel das vacinas vetorizadas na proteção das aves

As regiões com aves contaminadas sofrem uma série de sansões, entre elas, a proibição da exportação de produtos avícolas não processados para países livres da enfermidade

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Foto: O Presente Rural

A doença de Newcastle é um dos maiores desafios enfrentados pela avicultura mundial, tendo como agente um Paramyxovirus aviário, sorotipo 1, a enfermidade é responsável por uma série de perdas econômicas associadas às altas taxas de mortalidade, quedas no desempenho produtivo e aumento das condenações no abatedouro.

Por conta do alto poder epidêmico, a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) exige aos produtores o reporte imediato de casos da doença. As regiões com aves contaminadas sofrem uma série de sansões, entre elas, a proibição da exportação de produtos avícolas não processados para países livres da enfermidade.

A América Latina é uma das regiões que mais sofrem com os impactos da doença de Newcastle. Atualmente, México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, República Dominicana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia são classificados como países endêmicos pela OMSA.

Por conta da aparição frequente de casos severos da doença, a imunização das aves industriais é imprescindível para controlar o agente viral em regiões endêmicas. Já em países livres da doença, a vacinação preventiva exerce um papel fundamental, imunizando os plantéis para garantir proteção das aves em casos de surto da doença.

Para enfrentar os desafios de campo, ao final dos anos 40 foram desenvolvidas vacinas vivas e inativadas. Essas vacinas têm sido utilizadas no controle da doença através de programas vacinais que incluem revacinações ao longo do ciclo produtivo. Neste caso, o número de doses depende, basicamente, da situação epidemiológica da região onde a granja está localizada, e ao tipo de criação.

Entretanto, diversos estudos científicos identificaram que as vacinas convencionais têm importantes limitações biológicas e de natureza prática (como necessidade de revacinações por exemplo). Para eliminar essas limitações, foram desenvolvidas vacinas vetorizadas  rHVT-F. A vectormune ND, é um exemplo dessa tecnologia. A vacina é composta pela cepa vacinal HVT da doença de Marek, com inserção do gene da proteína F do vírus da doença de Newcastle em seu genoma.

A eficácia desta vacina foi avaliada em muitos experimentos controlados e de campo realizados com poedeiras e frangos de corte. Os estudos demonstraram que a vacina confere proteção efetiva já nas primeiras semanas de vida. Além disso, a vacina proporciona imunidade duradora, com proteção total em poedeiras por até 72 semanas de idade.

Outro destaque importante do uso da Vectormune ND é relacionado ao controle da circulação do vírus nos sistemas produtivos. Aves vacinadas com Vectormune ND apresentaram melhores índices de proteção clínica e uma menor taxa de excreção viral, resultados superiores aos apresentados pelos programas vacinais convencionais. Vários estudos foram conduzidos para avaliar a proteção conferida por Vectormune ND frente a diferentes genótipos de vírus velogênicos. Os resultados destes estudos demostraram que além de totalmente protegidas contra sinais clínicos e mortalidade induzidas pelos diferentes tipos de desafio, as aves vacinadas excretaram, em média, 759 vezes menos vírus do que as aves não imunizadas. Estes resultados mostraram a eficácia de Vectormune ND em proteger aves desafiadas com diferentes genótipos de vírus velogênicos da doença, além de controlar a circulação de vírus de campo.

Texto baseado em artigo produzido por Luiz Sesti, Gerente de Serviços Veterinários Latinoamérica da Ceva Saúde Animal.

Fonte: Assessoria
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